IUC Desonesto = Parque automóvel envelhecido + aumento da pegada ambiental

IUC destrói parque automóvel que envelhece a uma velocidade assustadora

IUC Desonesto = Parque automóvel envelhecido + aumento da pegada ambiental

IUC Desonesto = Parque automóvel envelhecido + aumento da pegada ambiental. IUC destrói parque automóvel que envelhece a uma velocidade assustadora.

O Automoveis-Online já tem chamado atenção para o facto o parque automóvel em Portugal estar cada vez mais envelhecido. São vários os factores que estão a contribuir para que esta condição e uma delas é o IUC desonesto. Este, está a prejudicar a renovação do parque automóvel, e por consequência está  afetar negativamente a pegada ambiental.

Estamos a construir este artigo com base no artigo publicado no Diário de Notícias, que citamos abaixo, e que dá conta de que o parque automóvel está velho e mais envelhecido. Segundo a ACAP, “Os dados são da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) e mostram que, desde 2000, a idade média dos carros em Portugal passou dos 7,2 anos para os 12,7 anos.

Significa isto que, dos 5,015 milhões de ligeiros de passageiros a circular pelas estradas nacionais, 62% têm mais de 10 anos. São quase 3,1 milhões de carros matriculados antes de 2008. E destes quase 900 mil têm mais de 20 anos. Correspondem a 17,8% do total dos ligeiros de passageiros em circulação no país a 31 de dezembro de 2018.

O problema reside na conjugação de alguns fatores

Para o Automoveis-Online, o problema reside na conjugação de alguns fatores, o IUC, o poder de compra e o acesso ao crédito automóvel são apenas três de muitos outros que poderíamos aqui invocar. Mas, para o Automoveis-Online é o IUC desonesto o responsável pelo envelhecimento do parque automóvel. Nós explicamos.

Junto dos profissionais do sector automóvel de veículos usados, foi-nos fácil perceber que os consumidores preferem viaturas matriculadas, em Portugal, anteriores a Julho de 2007. Data em que o Governo Português introduziu uma nova variável na fórmula de cálculo do IUC, as emissões de CO2.

A partir deste momento, o valor do IUC de um veículo, matriculado depois de Julho de 2007 e igual a outro matriculado anteriormente a esta data, pagaria um IUC muito mais elevado. Em alguns casos, várias vezes mais caro.

Dá-mos o seguinte exemplo: Um Renault equipado com um motor 1.5 dci com emissões de cerca de 119 gramas de CO2, matriculado antes de Julho de 2007, pagaria um IUC na ordem dos 20€ a 30€. O mesmo veículo equipado com um motor 1.5 dci com 89g de emissões de CO2 paga cerca de 130€ a 140€. Por este exemplo, é fácil perceber o porquê de os consumidores preferirem comprar carros mais antigos e por consequência o parque automóvel estar a ficar muito envelhecido.

Pegada ambiental

Depois, o problema não é só o facto do parque automóvel estar a ficar envelhecido, é o facto de o Governo está a hipotecar gravemente a pegada ambiental em Portugal. Isto porque, todos sabemos que quanto mais velhos os carros forem, mais poluidores são.

Pegada infra-estrutural

Temos também o agravamento na pegada infra-estrutural. Sim, neste capítulo também temos problemas. Se o parque automóvel está mais envelhecido, logo, será fácil concluir que esses veículos são menos seguros que os atuais e que muita da sinistralidade resulta das péssimas condições de segurança que estes veículo oferecem. E claro está, sempre que ocorrem acidentes de viação, as nossas infraestruturas também fiam danificadas.

Custo com a Saúde

Queremos ainda chamar atenção do governo para outro factor que pesa muito em todos os Orçamentos de Estado – OE, o custo com a saúde. Sempre que há a ocorrência de um acidente de viação, há um custo imputado aos serviços nacionais de saúde, principalmente que o acidente não está coberto por uma apólice de seguro capaz de assegurar tal dano.

Companhias de Seguros

Para terminar e porque acabamos de falar nas Companhias de Seguros, sem explicar muito, o Governo e mais especificamente o Senhor Ministro das Finanças, sabe o problema que é o aumento do índice de sinistralidade para um sector tão importante para o equilíbrio económico de qualquer país, como é o sector segurador.

Há que mudar a forma como se gere o sector automóvel e é preciso que alguns partidos tenham a astúcia de mexer neste sector. Um desses partidos, o PDRPartido Democrático Republicano, já o começou a fazer criando três medidas verdadeiramente importantes para o sector automóvel. Mas curiosamente, nenhuma foi neste sentido. Vamos aguardar que apareçam propostas para reverter o processo.

Nunca houve tantos carros e tão envelhecidos a circular em Portugal
Há 5,015 milhões de ligeiros de passageiros em circulação em Portugal cuja idade média é de 12,7 anos.

O parque automóvel em Portugal está a crescer mas, também, a envelhecer. São mais de cinco milhões de viaturas ligeiras de passageiros, o número mais elevado de sempre, com uma idade média de 12,7 anos, a mais alta de sempre também.

Os dados são da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) e mostram que, desde 2000, a idade média dos carros em Portugal passou dos 7,2 anos para os 12,7 anos.

Significa isto que, dos 5,015 milhões de ligeiros de passageiros a circular pelas estradas nacionais, 62% têm mais de 10 anos. São quase 3,1 milhões de carros matriculados antes de 2008. E destes quase 900 mil têm mais de 20 anos. Correspondem a 17,8% do total dos ligeiros de passageiros em circulação no país a 31 de dezembro de 2018.

Ler o restante artigo em, fonte: Diário de Notícias

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