A GNR vai fiscalizar quem conduz na fila do meio

Guarda Nacional Republicana vai fiscalizar os condutores que circulam permanentemente nas faixas do meio e da esquerda.

A GNR vai fiscalizar quem conduz na fila do meio

A GNR vai fiscalizar quem conduz na fila do meio. Guarda Nacional Republicana vai fiscalizar os condutores que circulam permanentemente nas faixas do meio e da esquerda.

Não se trata de uma acção de fiscalização permanente, mas devia ser. A GNR informou, através de um comunicado, que deu início a uma operação de fiscalização aos condutores que circulam na fila da esquerda e na fila do meio.

Batizada pelo nome de “Via Livre”, esta é uma ação de sensibilização dos condutores para que adoptem uma circulação rodoviária pela via mais à direita. Só de lamentar que este tipo de acção seja pontual. Na nossa opinião, este tipo de fiscalização deveria ser permanente.

No seu comunicado a Guarda Nacional Republicana refere que operação, “via Livre”, vai-se realizar durante este fim de semana e terá cobertura nacional, com a intervenção dos seus militares dos comandos territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito.

O objectivo desta ação de fiscalização é “evitar a circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda, sem que exista tráfego na via mais à direita das auto-estradas e vias reservadas a automóveis e motociclos”.

Principal Problema da Circulação permanente nessas faixas de rodagem

Para a GNR, este tipo de condução provoca “constrangimentos à segurança rodoviária e à fluidez do tráfego, o que muitas vezes motiva a ocorrência de comportamentos desviantes e o cometimento de outras infrações por parte dos restantes condutores, potenciando as ultrapassagens pela direita ou a redução brusca da velocidade”, fatores que aumentam as possibilidades de ocorrência de acidentes.

O Automoveis-Online chama atenção para o facto de que este tipo de condução configura uma infração ao código de estrada, em que o condutor é punido com uma coima que vai dos 60€ até 300€ e subtrai 4 pontos à carta de condução.

A GNR aproveitou para chamar de outros comportamentos de risco, que possam constituir uma ameaça para a segurança dos demais condutores, passageiros, peões e animais. Procurando desta forma reduzir os índices de sinistralidade.