Toda a verdade! As seguradoras não querem que você saiba. Mas, nós queremos

Teve um acidente de viação e a companhia de seguros não quer assumir a responsabilidade?

Toda a verdade! As seguradoras não querem que você saiba. Mas, nós queremos. É o assunto de hoje e é no mínimo de interesse geral.

Talvez nunca lhe tenha acontecido. Mas, já deve ter escutado alguém a comentar que a companhia de seguros não quer pagar o valor de reparação do seu veículo por este ultrapassar o valor venal do mesmo, isto é, o valor de mercado. E que as seguradoras têm todas a mesma forma de actuar. Como é do conhecimento geral, existem muitos veículos a circular nas nossas estradas que nem valor comercial têm.

É normal que isto aconteça, as companhias de seguros tentam tudo para que o valor de indemnização seja sempre o menor possível. Baseando-se na falta de informação e por vezes na falta de preparação dos lesados.

Se sofreu um acidente de viação e não teve culpa, este artigo foi feito a pensar em si, e para que saiba como reclamar os seus direito.

A falta de informação acerca deste assunto, acaba por impedir que seja feita a devida justiça e, na maioria das vezes, conduz à aceitação do que é dito e estipulado pela companhia de seguros.

Lembre-se do seguinte, o seu carro, seja ele qual for, tenha ele o valor que tiver, preenche-lhe as sua necessidades, pelo que para si, deixa de ser um bem transacionável. Assim,  é legítimo dizer que o seu automóvel vale o que o mercado estiver disposto a pagar por ele.

Atente-se para o seguinte facto: “Um veículo usado fica desvalorizado e vale pouco dinheiro, mas, mesmo assim, pode satisfazer as necessidades do dono, enquanto a quantia, por vezes irrisória, referente ao valor comercial, pode não reconstituir a situação que o lesado teria se não fosse o dano.”

O Supremo Tribunal de Justiça, no acórdão de 5 de Julho de 2007, in Coletânea de Jurisprudência, apreciou, com força de caso julgado, uma concreta situação de facto, cujo sumario se transcreve:

I- A privação do uso de veículo automóvel em consequência de danos sofridos em acidente de trânsito, constitui, só por si, um dano patrimonial indemnizável.

II- Esse dano é avaliável em dinheiro, sendo a medida do dano definida pelo valor que tem no comércio a utilização desse veículo, durante o período em que o dono está dele privado.

III- A reposição natural só será inadequada quando houver manifesta desproporção entre o interesse do lesado, que deve ser reconstituído, e o custo da reposição natural que o lesante terá que suportar.

IV- Este princípio não pode redundar em benefício do lesante para não restituir o lesado à situação que existiria se não se tivesse verificado a lesão.

V- Não basta a simples onerosidade da reparação para afastar a reconstituição in natura. A restauração natural só é de afastar quando constitua um encargo desmedido e desajustado.

VI- Um veículo usado fica desvalorizado e vale pouco dinheiro, mas, mesmo assim, pode satisfazer as necessidades do dono, enquanto a quantia, por vezes irrisória, referente ao valor comercial, pode não reconstituir a situação que o lesado teria se não fosse o dano.

Existem algumas empresas no mercado que dispõem de ferramentas que estabelecem cotações de carros usados e esta é uma das informações que vai necessitar quando se vir forçado a recorrer aos meios judiciais. Sim, porque a resolução por valor venal resolve-se em tribunal, nunca se consegue resolver ao telefone com a companhia de seguros.

Nas notas seguintes, vamos explicar de uma forma simples, de como deverá proceder, para que no futuro a resolução dos conflitos seja mais fácil e mais favorável.

Neste artigo, vamos também salientar alguns casos resolvidos na malha dos tribunais.

Para acidentes de viação sem feridos e sem culpa no sinistro, o condutor deverá proceder da seguinte forma:

O MOMENTO DO ACIDENTE

Foi vítima de um acidente de viação, do qual não resultaram vítimas, mas o seu veículo automóvel ficou muito danificado. Prepare-se para um penoso caminho para reclamar o que é seu. Para que todo  o processo não seja assim tão penoso, o leitor deverá seguir as indicações descritas nos pontos seguintes.

O QUE FAZER NO LOCAL DO ACIDENTE

Deve desligar imediatamente o motor, pois nestas situações, pode existir o risco de incêndio ou derrame de óleo ou gasolina. Depois, ligar directamente para os bombeiros ou autoridade policial, ainda que não hajam feridos, referindo que é necessário chamar os bombeiros ao local.

De seguida, deve imediatamente verificar se existem feridos e chamar as unidades de emergência médica e as autoridades policiais.

Sinalizar correctamente o local, colocando o triângulo à distância de 30 metros da última viatura, vestir o colete reflector e tomar as previdências de segurança necessárias para com os restantes ocupantes da viatura.

De seguida há que identificar o culpado e não deixar alterar a posição dos veículos, seja porque motivo for. Se tiver um telemóvel com máquina fotográfica, fotografe o acidente de vários ângulos.

Sempre que possível obter os elementos de identificação de todos os intervenientes, condutor, veículo e testemunhas factuais independentemente de já terem sido chamadas as autoridades policiais, alguns condutores depois de restabelecidos do susto inicial fogem.

Caso o condutor assuma a culpa acidente, preencha a declaração amigável, não se esqueça de responder corretamente às perguntas que a declaração amigável tem no meio e de verificar se o outro interveniente do acidente também o fez. Depois de responder às questões que constam na declaração amigável, é importante assinalar no fundo da mesma o número de questões que ambos os intervenientes responderam. Se possível, no campo disponível às observações, conseguir uma confissão de culpa do condutor culpado.

Uma vez preenchida a declaração amigável, solicite os documentos da viatura e a carta verde do culpado para ter a certeza que todos os dados estão correctos. À mínima dúvida chame a policia para tomar conta da ocorrência. Nunca facilite nesta fase do processo, pois pode sair-lhe bem caro no futuro.

PROCESSO PARA REPARAÇÃO

No processo para reparação, estão englobadas todas as fases que o condutor deve ter em atenção, para tudo se desenrole sem grandes complicações. Assim, neste processo deve seguir a seguinte metodologia:

–       Pedido do serviço de assistência em viagem;

–       Pedido de reboque;

–       Informar a oficina que vai receber o seu carro;

–       Solicitação do recibo do reboque;

–       Participação do sinistro à companhia de seguros;

–       Pedido de peritagem;

–       Pedido de viatura de substituição;

–       Aguardar a posição da companhia de seguros;

Tendo em conta a metodologia, o primeiro ponto é, efectuar o pedido de assistência em viagem, previsto nas coberturas da sua apólice de seguro.

Assim, se o seu carro está muito danificado ao ponto de não poder circular, peça a assistência em viagem. No momento em que o está a fazer, solicite o serviço de um reboque e peça um táxi para o transportar para casa ou para a oficina.

Assim, que o reboque chegar, informe para que oficina é que a sua viatura deverá ser transportada. Solicite sempre ao serviço de reboque o recibo desse serviço. Existem alguns condutores que têm a dúvida se podem enviar a viatura para uma oficina independentes. Podem enviar a viatura para a oficina que quiserem.

Depois de concluído este processo, tem de fazer a participação à Companhia de seguros e para isso tem de o fazer no prazo de 8 (oito) dias.

Após efectuada a participação à companhia seguros, o seu carro vai ter de ser submetido a uma peritagem e posterior orçamentação da reparação.

Atenção! Se verificar que tempo que decorre da participação à companhia de seguros e a peritagem é muito demorado, entre em contacto com a companhia de seguros por fax ou por email, relatando o sucedido e informando que vai alugar uma viatura de substituição. Assim, o processo começa a ficar registado por escrito e a companhia sob a ameaça do aluguer de uma viatura de substituição, acelera os processos quase que de imediato.

Quanto à viatura de substituição, não se fique só pela ameaça, solicite mesmo a viatura de substituição, ligue para a companhia de seguros e peça uma relação dos rent-a-car que a companhia costuma a usar. Depois, dirija-se a um desses rente-a-car e alugue um automóvel dentro da categoria do seu. No início, é você que terá de arcar com os custos, mas depois, será a companhia de seguros a pagar o aluguer da viatura desde o início e para isso terá de ter não só os contratos de aluguer, bem como todas as facturas e recibos do que pagou. Não menos importante e para não ter problemas com o rente-a-car, quando levantar a viatura de substituição, acompanhe o funcionário do rent-a-car no processo de verificação do estado de conservação do carro que vai levantar.

Quero-lhe lembrar, que é muito importante toda a atenção. Pois, se por algum motivo levantar um carro do rent-a-car e não verificar correctamente o seu estado de conservação, mais tarde, o rent-a-car vai-lhe cobrar os danos que não verificou anteriormente. Assim, se verificar, um risco, uma jante riscada, ou pneu ferido, furos nos bancos, qualquer coisa que ache anormal, peça para que fique registada na ficha de registo de anomalias e que vai ficar junto do seu contrato de aluguer. Outra coisa importante, é ouvir o motor, se lhe parecer que o trabalhar não é normal, peça para trocar a viatura e caso lhe seja recusado, alegando ser normal o trabalhar do motor, então peça para lhe colocarem um carro igual para que possa dissipar dúvidas.

Continuando com o ponto da peritagem, é perfeitamente normal que as partes normalmente discordem. Pois, as companhias de seguros tentam sempre indemnizar pelo o valor mínimo o que por vezes não é o suficiente para restabelecer ao condutor lesado a sua qualidade de vida e que esta dependia do veiculo que possuía, independentemente do seu valor comercial ou venal. É precisamente neste ponto que os problemas começam.

Repare no seguinte:

Se imaginar que o seu carro tem 10 ou mais anos, é correcto pensar que o seu valor de mercado é naturalmente inferior ao valor que o seu dono expecta. Assim sendo, se o seu veículo tiver um valor no mercado de carros usados de 2000€ e a reparação integral de todos os danos sofridos for de 3500€, é natural que a companhia de seguros vá tentar pagar só o seu valor venal, que por norma é sempre muito inferior ao valor comercial da mesma. Acontece que, com o valor que a companhia lhe pretende indemnizar, você já mais conseguirá comprar um carro igual e em condições semelhantes, que lhe permita ter a mesma qualidade de vida que tinha com o seu automóvel. Embora irónico, o leitor não pediu a ninguém para lhe destruírem o carro,  que tinha um determinado valor de mercado e que depois de destruída a sua propriedade, querem lhe pagar menos de metade do real valor do seu carro. Só há uma palavra para definir esta situação: Injustiça.

E quando há falta de justiça, o caminho certo são os tribunais. Mas, se o caminho são os tribunais, então terá de tomar outras medidas, vamos explica-las mais à frente.

PROCEDIMENTOS SEGUINTES

Não havendo entendimento entre as partes quanto aos valores a indemnizar, o processo terá forçosamente que ir para as malhas dos tribunais. Assim, é muito importante estar munido de provas, porque mais tarde utilizar como peça de prova em tribunal.

É importante que o condutor tenha na sua posse, todas as comunicações que estabeleceu com a companhia de seguros, para isso é fundamental que o faça sempre por fax, email ou se ao balcão da companhia solicite um documento carimbado e assinado pelo funcionário que o atendeu.  Esse documento deverá constar o assunto que lá foi tratar. Depois, todas as facturas de despesas com transporte, digo todas, são todas (exemplo: se o seu carro lhe permitia levar os filhos para a escola e levar o cônjuge para o trabalho, ir para o seu local de trabalho, então vai ter de ter factura dos transportes que utilizou para esses fins, ida e volta), isto é, todo o que necessitar para repor a rotina natural da sua mobilidade familiar e profissional e que fazia com o seu veículo. Juntar também as factura relativas ao aluguer da viatura de substituição, despesas de comunicações (exemplo: envio de fax’s).

OUTROS DANOS

Quero também chamar a sua atenção para o seguinte: Se em resultado do acidente o condutor tiver tido danos em acessórios como computadores, óculos,  telemóveis ou outra coisa qualquer que estivesse a transportar no momento do acidente, não se esqueça de registar esses danos se possível, no momento em que a policia está a fazer o levantamento dos danos, mas, caso não seja possível, faça-o à posteriori, juntando as facturas dos equipamentos e se não as tiver, pedir às empresas facturas proformas d equipamentos iguais. Depois peça a substituição natural dos mesmos. A companhia de seguros é obrigada a indemnizar os danos nesses equipamentos.

Uma vez, reunidos todos os elementos de prova, estes serão apresentados em tribunal, onde será solicitada a sua reposição natural dos outros danos, a pagamento da reparação da viatura ou indemnização adequada, o pagamento de todas as facturas apresentadas e os respectivos juros.

Assim, quantos mais anos passarem para a resolução do processo, mais juros se somam. Depois, existe a situação de o concessionário oficial da marca dar o carro como irrecuperável. Neste caso, pode sempre procurar orçamentos mais baixos que se situem no valor de mercado do seu carro.

Para acidentes de viação com feridos e sem culpa no sinistro, o condutor deverá proceder da seguinte forma:

Neste capítulo vou-me centrar só na forma de como deve agir perante o quadro da existência de feridos. Quanto ao restante, tudo o que já foi escrito, aplica-se a este capítulo.

O MOMENTO DO ACIDENTE

Foi vítima de um acidente de viação, mas agora com feridos graves e ligeiros. Mas, o condutor é parte lesada e não culpada.

O QUE FAZER NO LOCAL DO ACIDENTE

Se lhe for humanamente possível, desligar a viatura de imediato. É muito importante, pois em ambiente de acidente a possibilidade de ocorrência de incêndio ou explosão pode ocorrer.

Chamar a emergência médica, as autoridades policiais e bombeiros. De imediato, diagnosticar quem está a necessitar de cuidados médicos, mas sem os mover da posição que se encontram, deixe isso para a emergência médica. Impedir que os curiosos se ajuntem e que toquem nos feridos. Depois da chegada da emergência médica, vá ao hospital e dê entrada nas urgências informando que foi alvo de acidente de viação. Sujeite-se a todo o tipo de exames, não esconda nada. No fim, peça ao hospital para lhe fornecer todos os exames que efectuou e guarde-os, pois, estes poderão ser-lhe muito úteis no futuro. Não é preciso dizer que tudo isto se aplica a todos os intervenientes no acidente (estou a falar das outras partes bem como todos os ocupantes).

Depois de efectuar a participação à companhia de seguros e que consta os danos corporais, é normal que esta a encaminhe para uma clinica privada ou hospital privado no sentido de mandar fazer diagnósticos complementares, para verificarem o seu estado de saúde e efectuando as correcções necessárias para repor dentro da medida do possível o seu estado de saúde igual ao que tinha antes do sinistro. Para isso, a companhia poderá inclusive de submeter o condutor a cirurgias correctivas ou tratamentos de médio e longo prazo como a fisioterapia.

Mas, nem sempre é assim, existem muitas pessoas que têm um medo terrível dos hospitais “quem não tem”, e, evitam à força toda as operações. Neste caso a companhia de seguros agradece. Mas, existem casos em que os diagnósticos são mal feitos e ocorre a conhecida negligencia médica, onde o lesado não vê restabelecida correctamente o seu estado de saúde. Quando isto acontece, é normal as companhias de seguros tentem de todas as formas que a lei permite fugir à responsabilidade. Por esta razão, é importante que sempre que tiver um acidente, vá ao hospital e solicite a entrega de todos os diagnósticos efectuados, esses não mentem.

No entanto, mesmo que a companhia de seguros tenha agido de forma correcta, é natural que o seu estado de saúde nunca mais venha a ser o mesmo, pelo menos, no que à qualidade de vida diga respeito. Neste capitulo, reclame sempre, nem que para isso tenha de ir para tribunal. A companhia tem de o indemnizar pela perda natural de qualidade de vida em resultado do acidente.

Esta é uma matéria em que o condutor devidamente acompanhado por um advogado sai sempre a ganhar “monetariamente”, pois quanto à saúde, já não se pode dizer o mesmo.

O NATURAL COMPORTAMENTO DA COMPANHIA DE SEGUROS

Independentemente da obtenção de orçamentos mais baixos, a seguradora não vai querer assumir os valores envolvidos, pois é mais vantajoso dar o seu carro como perda total. As companhias de seguros alicerçam esta sua posição na resultado do diagnóstico de peritagem. Sem querer denegrir a imagem dos peritos, estes trabalham para as companhias de seguros e são realmente peritos a defender os interesses das companhias de seguros, pois são estas que asseguram os seus rendimentos.

É igualmente importante salientar que, nem sempre a companhia de seguros o “Lobo Mau”, pois existe muito condutor que utiliza o seguro automóvel de forma fraudulenta, provocando prejuízos enormes às companhias de seguros. E, por esta razão é normal, alguns procedimentos, que algumas companhias adoptam.

Mas, voltando ao assunto dos peritos. Nunca se intimide com o que diz o perito o decide colocar no seu relatório ou diagnóstico. Como sabe, os peritos encontram-se ao serviço das companhias de seguros. Este facto faz com que, os juízes não valorizem muito o seu testemunho em tribunal. Isto acontece porque os magistrados sabem da parcialidade dos peritos.

Caso recuse a proposta que a seguradora lhe fez, é perfeitamente normal que quem tem o processo em mãos lhe possa fazer algumas ameaças de forma bem mascarada, invocando o Decreto-Lei 291/07 e muitos mais. O objectivo é claro, fazer o condutor desistir de ir mais adiante. O que se esquecem na maioria das vezes é que, este mesmo Decreto-Lei está recheado de deveres para com as companhias de seguros e que nem todas cumprem conforme o decretado.

Isto posto, tudo o que a companhia não quer é a ida a tribunal. Com a ajuda certa, isto é, com um advogado, está na hora de serem contabilizados todos os danos patrimoniais e não patrimoniais  e juntar ao respectivo pedido de indemnização.

“Muito importante: Ler o artigo, ( Acidente de Viação, Companhias de Seguros e Tribunais. Saiba tudo a que tem direito! )”

Assim, a recusa da companhia de seguros em devolver-lhe um veículo idêntico ao que tinha antes do acidente começa a contar euros a partir daqui. E já não se trata só da viatura, mas sim, a sua vida alterada e prejudicada que vai a tribunal. Existe um culpado que ao abrigo de uma apólice de seguro, transferiu a sua responsabilidade para uma companhia de seguros que por sua vez se recusou a assumir essa culpa e disponibiliza um valor medíocre para o ressarcir dos danos causados.
A lei diz simplesmente o seguinte: “O valor venal do veículo antes do sinistro corresponde ao seu valor de substituição no momento anterior ao acidente”. Uma das fontes onde pode recorrer para valor venal de viaturas usadas é o INE.

No domínio da responsabilidade civil, o princípio geral é o da reconstituição da situação que existiria se não se tivesse verificado o evento que obriga à reparação – art.562° do Código Civil.

O dever de indemnizar compreende não só o prejuízo causado, como os benefícios que o lesado deixou de obter em consequência da lesão; na fixação da indemnização pode o tribunal atender aos danos futuros, desde que sejam previsíveis, nos termos do art.564º do Código Civil.

A indemnização é fixada em dinheiro, sempre que a reconstituição natural não seja possível, não repare integralmente os danos ou seja excessivamente onerosa para o devedor; a indemnização em dinheiro tem como medida a diferença entre a situação patrimonial do lesado, na data mais recente que puder ser atendida pelo tribunal, e a que teria nessa data se não existissem danos; e se não puder ser averiguado o valor exacto dos danos, o tribunal julgará equitativamente dentro dos limites que tiver por provados, nos termos art. 566º do Código Civil.

CASOS RESOLVIDOS EM TRIBUNAL

Existem muitos casos de pessoas que ao acharem-se injustiçadas decidiram levar os casos para o tribunal.

Acórdão do Tribunal da Relação do Coimbra, de 11-03-2008, relactor VIRGÍLIO MATEUS, in www.dgsi.pt), refere no seu sumário:

1. É regra fundamental na responsabilidade civil por facto ilícito a reparação integral do dano.

2. Por essa regra, o lesado tem o direito de ser indemnizado pelo custo do pretendido conserto do veículo num valor entre € 2 995,85 e € 3 944,75 e em bom estado de conservação e de utilização, ainda que a seguradora considere haver perda total e o valor venal no momento anterior ao acidente seja inferior àquele custo.

3. O regime instaurado pelo DL 83/06 ao aditar ao DL 522/85 os artigos 20º-A a 20º-O (entretanto substituídos pelo regime do DL 291/07- S.O.R.C.A.) visa directamente apenas a regularização extrajudicial de sinistros, no termo de cujo processo de regularização a seguradora deve apresentar ao lesado uma proposta razoável de indemnização, podendo esta aferir-se pelo valor venal do veículo no caso de perda total.

4. Não tendo o lesado aceitado essa proposta, nada justifica a aplicação directa desse regime ao caso que ele apresente a juízo, onde pode fazer valer o direito à reparação nos termos do Código Civil.

5. Tendo ficado privado do uso do veículo sinistrado que lhe pertencia e utilizava, o lesado tem o direito à indemnização pela privação do uso, independentemente da existirem ou não outros danos resultantes dessa privação do uso, dado que esta é em si mesma um dano (art. 1305º e 483º nº 1 do CC)”.

 

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 07-09-2010, relactor HENRIQUE ARAÚJO, in www.dgsi.pt), refere no seu sumário:

I. Com a publicação do DL 291/2007, de 21 de Agosto, assistiu-se a um reforço da tutela dos lesados, estendendo-se o regime aos danos corporais e alterando-se a fórmula de cálculo de indemnização por perda total do veículo — cfr. arts. 20°-I do DL 83/2006 e o art. 41°, n°s 1 e 3 do DL 291/2007.

II – O legislador teve ainda o ensejo de acautelar expressamente – cfr. parte final do n.° 3 do art. 41° – no quadro da indemnização por perda total, o princípio da reparação natural do dano concreto ou real, tal como consagrado no artigo 562° do CC. 

III – Neste enquadramento, o valor venal do veículo — que o legislador de 2007 faz corresponder ao “valor de substituição” não terá um limite, mas será antes a base de cálculo da indemnização, sem que fique prejudicado o princípio da reposição natural.

IV – Esse diploma, tal como o que o antecedeu (DL 83/2006), teve como objectivo reduzir a conflitualidade existente entre as seguradoras e os seus segurados e terceiros e reforçar a protecção dos interesses económicos dos consumidores, através da introdução de procedimentos a adoptar pelas empresas de seguros e da fixação de prazos com vista à regularização rápida de litígios e do estabelecimento de princípios base na gestão de sinistros.

V – Assim, mediante a apresentação de uma proposta razoável de indemnização apresentada pela seguradora, fundada nos critérios estabelecidos nesse diploma (291/2007), pode o segurado ou o terceiro aceitá-la, resolvendo-se em definitivo o litígio.

VI – Porém, se não houver acordo, e se houver necessidade de recorrer às vias judiciais, a determinação da espécie e o quantum da indemnização passam a ser regulados pelos regras e princípios gerais da responsabilidade civil e da obrigação de indemnização, entre os quais avultam, de um lado, o princípio da reparação in natura e, de outro, o princípio da reparação integral do dano, ficando afastada a aplicação dos critérios previstos no Capítulo III do DL 291/2007, designadamente o art. 41.º”.

 

Acordão do Tribunal da Relação do Porto, de 29-11-2011, relactor JOSÉ CARVALHO, in www.dgsi.pt), refere no seu sumário:

I – O Autor foi obrigado a recorrer ao táxi, como transporte alternativo, para assegurar as suas necessidades de mobilidade, enquanto esteve privado do uso do seu veículo.

II – A deslocação em transportes públicos pressupõe a subordinação do utente aos respectivos horários. Usando o automóvel o Autor não tinha que se subordinar a horários estabelecidos pôr outrem.

III – A reconstituição da situação que existiria se o seu veículo não tivesse sofrido os estragos provocados no acidente obtinha-se disponibilizando ao Autor um meio de transporte que facultasse a sua deslocação quando pretendesse e à hora que entendesse mais conveniente. A deslocação de táxi satisfazia esse desiderato”.

 

Acordão do Tribunal da Relação do Porto, de 20-03-2012, relactor M. PINTO DOS SANTOS, in www.dgsi.pt), refere no seu sumário:

I – Dano biológico tanto pode ser considerado e quantificado autonomamente como no âmbito dos danos patrimoniais ou não patrimoniais, dependendo, nesta segunda alternativa, de determinar ou não perda ou diminuição dos proventos profissionais (se sim, como dano patrimonial; se não, como dano moral).

II – Nada impede aquela autonomização desde que o dano biológico não seja duplamente valorado como dano autónomo e como dano patrimonial ou não patrimonial, conforme os casos).

III – O dano não patrimonial e o dano biológico, quando este não acarrete perda ou diminuição dos rendimentos profissionais, são quantificados com recurso à equidade, embora no cômputo do segundo possam (devam) ter-se em conta, como instrumentos auxiliares do julgador, as tabelas financeiras ou as fórmulas matemáticas que vêm sendo consideradas na jurisprudência”.

O dano biológico consiste «na diminuição ou lesão da integridade psico-física da pessoa, em si e por si considerada, e incidindo sobre o valor homem em toda a sua concreta dimensão» – João António Álvaro Dias.

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  • ricardo

    ola,ja percebi k percebem de certas coisas, nao sei se me podem responder a uma questao, comprei um carro a 1 ano, avariou o motor passado 20dias do 1ao da compra e o stand nao se responsabiliza mas tendo em conta k a lei obriga a dois anos de garantia ele nao deveria se responsabilizar??..

    • Silvia

      Olá Ricardo,
      em primeiro lugar comprou o carro novo ou usado? Novo tem garantia de 2 anos, mas usado só tem garantia de um ano, isto pela lei geral do consumo. Agora, tem outra questão: Há stands que “fazem” uma garantia à medida, tipo 10.000Kms ou 1 ano. E aí é a garantia que assinou que está em vigor.
      Espero tê-lo esclarecido.

      • arnaldo

        errado usado tem garantia de 2 anos a menos que assine um acordo a dizer que concorda com apenas 1 ano

    • Olá Ricardo,

      Obrigado pela sua questão. Realmente a sua questão foge ao assunto principal deste artigo.
      A sua questão refere que a sua viatura avariou 20 dias depois. O que não se percebe é se foram 20 dias após a compra, isto é, imediatamente à compra ou 20 dias após o primeiro ano.
      Em boa verdade a garantia automóvel para viaturas usadas por lei é de 24 meses, isto é, 2 anos. Contudo, na lei existe um disposto que remete a garantia para uma validade de 12 meses, desde que esse pressuposto seja de mutuo acordo.
      Quero com isto dizer que na data da compra o vendedor deveria ter-lhe dado um documento em que diz que o cliente (você) em virtude do preço contratado prescinde do segundo ano de garantia previsto por lei.
      Assim, se o stand não tiver acordado um preço especial para a redução da garantia automóvel prevista por lei, o stand é obrigado a dar os 24 meses de garantia.
      Espero que a Sílvia não me leve a mal, mas tenho de a corrigir. Garantias baseadas em quilometragem não têm validade legal. A Lei não refere garantia por uso, mas sim por espaço temporal de 24 meses e salvo o mesmo disposto legal para a possibilidade de 12 meses.
      Contudo, os stands também têm alguns direitos, bem como os consumidores obrigações. E, muitas dessas obrigações nem sempre são respeitadas, como por exemplo os planos de manutenção e a utilização cuidada dos veículos.
      Se procurar no nosso portal, vai encontrar alguns artigos que falam acerca de garantia automóvel.
      Aproveito a minha resposta para informar que o portal Automoveis-Online tem à disposição de todos o serviço de garantia automóvel.

      Antes de comprar um automóvel, leia este artigo para sua segurança.

      Cumprimentos,

      António Silva

      • arnaldo

        exatamente

    • quim

      consulte em http://www.dre.pt
      Decreto-Lei n.o 67/2003
      Artº 5º
      1…..
      2 — Tratando-se de coisa móvel usada, o prazo previsto no número anterior pode ser reduzido a um ano, por acordo das partes.

    • ricardo

      a garantia num veiculo movel é de 2 anos ou atraves de acordo com o stand para carros usados um ano, a garantia abrange todas as peças que nao sao de desgaste no veiculo para mais detalhes ou situaçao de conflito ligue para o apoio a clientes deco que eles lhe informarao dos “passos” a dar

    • JMR

      Não indica se se trata de carro novo ou usado mas tanto um como outro tem DOIS anos de garantia. Nos usados é regra baixar este período e o cliente assina um documento onde fica estabelecido o prazo (em regra 1 ano ou 6 meses).

      No caso presente, obviamente que está dentro da garantia (salvo se tiver assinado o tal documento que limita o prazo) e como tal a garantia tem de funcionar. A DECO é um óptimo interlocutor neste tipo de conflitos.

    • josé

      À compra e venda de veículos usados entre uma empresa e um consumidor aplica-se o DL nº 67/2003, que estabelece um prazo de garantia de dois anos na venda de bens móveis não consumíveis. No entanto, este prazo pode ser reduzido para um ano, mediante acordo entre comprador e vendedor. Portanto, se é consumidor (adquiriu um veículo usado para seu uso privado, a uma empresa) e não fez nenhum acordo em contrário, o seu veículo tem dois anos de garantia. Se fez algum acordo de fixação de outro prazo, saiba que essa redução só é válida até ao prazo mínimo de um ano.

  • João Lourenço

    Brilhante artigo!
    Importantíssimo!
    Obrigado!

  • Manuela Franco

    Efectivamente é esta a realidade. Tive um acidente há cerca de 15 anos, do qual não fui culpada e, como conhecia este artigo do código civil, muito embora tenha havido grande resistência por parte da seguradora, mantive a minha posição e a viatura que valia cerca de metade do preço da reparação, foi reparada e ficou como nova, na oficina concessionária e com peças de origem.
    Pagaram-me, também, todas as despesas que efectuei em serviço de taxi de que necessitei, entretanto.
    Não precisei recorrer a Tribunal mas tive que ser bem PERSISTENTE.

  • SD

    Em relação ao artigo anterior, tenho uma duvida!!! Estão a falar de um seguro que cobre todos os riscos? Que por sua vez, teria que cobrir o valor total dos danos e não só do valor patrimonial… Num seguro básico, que só cobre terceiros, não seria possível, pois não…

    Não sei mt de seguros por isso estou a perguntar, é que no ano passado bateram no meu carro e fugiram, fiquei com o carro todo destruído, foi chamada a policia e o INE (bati com a cabeça no vidro) participei na esquadra, no final fiquei sem carro, foi para a sucata e não tive culpa de nada, nem ninguém quer responsabilidades, para pagar todos os anos sou assegurado, mas para resolver este tipo de situação nem existo (eu não fui culpado de nada, estava provado no relatório da policia, alguém bateu por trás e mandou o carro para fora da estrada).

    • Olá SD.

      Relativamente à sua questão, a resposta é que estamos a falar de um seguro de terceiros. No entanto, estamos a falar para os condutores que são vítimas de sinistro sem culpa, que é o seu caso.
      No seu caso, era o FGA – Fundo de Garantia Automóvel deveria ter respondido à responsabilidade. No entanto, não é explicito no seu comentário se, independentemente de terem fugido, se sabe quem são as pessoas que fugiram, se tem testemunhas ou pelo menos a matricula do carro. Esses, são factos muito importantes para disparar o FGA.
      No seu caso, tem de ter mesmo algo de mais concreto, uma testemunha ou o registo da matricula do carro que lhe bateu.
      Caso seja essa a sua situação, nós poderemos tentar ajuda-lo.

      Cumprimentos,

      António Silva

  • Antonio Santos

    Obrigado pelo esclarecimento…há realmente muita coisa que não imaginamos possiveis embora saibamos que as seguradoras só querem o beneficio delas…

  • CARLOS MATIAS

    Li o artigo com alguma atenção o no que se refere á perda total, concordo que o segurado fica sempre prejudicado, pois o seu veículo apesar de pouco ou nenhum valor comercial, o que é fato é que está servido, no entanto o valor que genéricamente as seguradoras indemnizam está de acordo com o valor “comercial” e que não é mais do que o estipulado no dec.lei 83/2006, artº. 20º. I. Corrijam-me se estou errado.

    Cptos.
    Carlos Matias

    • Olá,

      Carlos, depende um pouco da forma de como o seu advogado faz a fundamentação. Nós remetemos não para o âmbito comercial, mas sim, mais civil. Contudo, vou analisar juntos dos órgãos jurídicos no sentido de apurar se realmente também tem razão.

      Obrigado pela sua participação.

  • SD

    Olá António,
    Obrigado por ter respondido a minha questão, em relação ao sua questão, não tenho testemunhas, nem vi o carro sequer, estava a chover mt, só senti uma grande pancada vinda de trás que fez com que batesse com a cabeça no vidro, a pancada foi tão violenta e seca, que partiu o eixo das rodas de trás. Um animal não foi e não sei como foi possível alguém bater assim num carro e não se despistar. Não foi despiste, estava na terceira via (para minha sorte o que deu para parar logo o carro), numa via rápida e bateram na roda do lado esquerdo, que ficou completamente recuada para trás e levantada. Fui a esquadra fazer queixa e solicitei ver as imagens visto que é uma zona com câmaras, mas o que me foi dito é que não valia a pena porque as câmaras não estão direccionadas para as matrículas só para o transito (lindo não é!! se calhar nem estão activas), com isto tudo, não tinha meios de responsabilizar ninguém, só a certeza que levei uma pancada de alguém, já começo a pensar que foi uma nave espacial hahah. Sinceramente só espero que esse ordinário que me bateu e nem parou para prestar auxilio, na próxima fique de baixo de um camião, esses assassinos da estrada infelizmente nunca provam do seu remédio só provocam acidentes e estragam a vida a inocentes. Obrigado

    • Olá SD, percebo a sua indignação, eu também ficaria irritado com a resposta desse senhor agente.
      Contudo, existem coisas que deveria ter feito e que no seu testemunho não percebo se o fez.

      Queria saber se apresentou queixa nesse posto de policia?
      Queria saber se foi ao hospital receber tratamento? ou, se foi alguma ambulância ao local acidente?
      Se existe um auto de notícia de ocorrência de acidente de viação, elaborado pela polícia?

      Fico aguardar a sua resposta.

      Obrigado pela sua participação.

      • SD

        Olá António,

        Todas essas diligências foram executadas por mim, chamei a policia que depois chamou o reboque porque o carro ficou sem capacidade de se deslocar. A policia tomou os dados da ocorrência (alias mandou um alerta para os colegas pq mais a frente existia um despiste entre dois carros, foi verificar se poderia ser o mesmo carro que me bateu…). Chamaram o INE fui de ambulância até ao Hospital Curry Cabral onde fui assistido e foram realizados diversos RX a cabeça e coluna (porque segundo o INE foi uma sorte eu não ter ficado paralisado, tal foi o impacto). Fui no outro dia a esquadra da zona do acidente, apresentar queixa e solicitar o auto de ocorrência, também quis solicitar a visualização nas câmaras de vigilância, onde me foi indicado que não valia a pena perder tempo e dinheiro, porque sem saber quem foi (marca/ matricula) não iria conseguir obter indicação pelas câmaras, porque elas não filmam as matriculas e quase não dá para ver as marcas… Já tinha telefonado para a seguradora, para participar do acidente e saber onde estava o carro, que disse-me logo que não tendo culpado, nada feito, era por minha conta, ainda tive que retirar o carro passados uns dias do parque do reboque, mais esse problema para resolver…
        Conclusão fiquei sem carro, o meu novo carro já não fiz na mesma seguradora por achar que as coisas não podem ser assim, deveria existir uma clausula para estas situações, mas o que eu queria mesmo era apresentar uma queixa crime e esse criminoso que não parou para prestar assistência, eu podia estar morto no carro ainda bem que estava sozinho sem os miúdos.

        Como vê todos disseram que não valia a pena participar a ocorrência ao FGA que nunca iria ver o caso resolvido pq não tinha culpados para dar a cabeça em troca, isto é um mundo cão…

        • Paula

          Sempre que existam danos corporais, mesmo que o causador e responsável pelo sinistro não seja identificado, pode recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel. Quando existem apenas danos materiais, para poder recorrer a esse fundo o responsável tem de estar identificado.

  • francisco gracio

    …A impotencia perante uma companhia de seguros è latente ,quando temos de recorrer a um jurista, e pagar os honorarios deste,Numa soma aproximada a 300 euros, tive de pagar para manter o mesmo “preço” pois a parcialidade de um “perito” ao jogar com as palavras dava o caso como …”choque ou colisao” (bateram-lhe com uma pedra) foram danos causados por malvadez …entrava em conta essa clausula do seguro…so que por ter o “todos os riscos” assim ,e por nao terem aceite a versao e verdade, mas sim o “jogarem com a versao do perito,o seguro de desgastes causados em parque(sem franquia nem aumento) nao foi aceite , nem contra peritagem…Claro que nos sabemos que nao rezam ao Domingo mas um dia antes…. Obrigado pelas boas dicas. F.Gracio

  • nelson

    boa noite.gostaria de ser esclarecido relativamente a uma questao.
    em novembro do ano passado a minha irma sofreu um grave acidente de viaçao de onde resultou uma operação a coluna e um grave arranhao no braço direito.a operaçao correu bem mas mesmo sendo assim uma vez que lhe vao tirar qualidade de vida nao tera ela o direito de ser ressercida de algum valor por este motivo que deve ela fazer?
    ja agora devido ao aparatoso acidente indico que nao houve um unico airbag que tenha disparado nao e possivel responsabilizar a marca por esta questao o que sera preciso fazer?

  • Maria Rosa

    Boa noite,
    Li com toda a atenção o v/artigo. Obrigada é bastante esclarecedor. Eeu estou na situação em que não tive qualquer culpa no acidente, mas o meu carro já tem 12 anos, o valor da reparação é um pouco acima do valor dado pelo perito logo a companhia não quer pagar o valor total do arranjo, assim como nem sequer fala em qualquer outra indmnização. O que acontece é que só tive carro de substituição até a companhia me informar da perda total (-ou 10 dias). A partir desse momento tive e ainda tenho que andar à boleia dependente de outros. Aconselharam-me tal como os senhores aqui falam a avançar para tribunal, mas como necessitamos muito do veículo já avançámos com o seu arranjo e é evidente que o teremos que pagar logo que esteja pronto (já passaram quase 3 meses da data do acidente). Segundo a informação que obtive estes casos quando vão a tribunal podem demorar 4 a 5 anos p/serem resolvidos, o que significa que ficaremos privados de uma soma bastante avultada durante todo esse período e para além do mais será todo o transtorno que irá causar (perda de tempo, deslocações, custas do advogado e tribunal , etc). Que me podem aconselhar para além do que esposeram? Obrigada

  • Maria Rosa

    * perdão… exposeram

    • Olá Maria Rosa.

      Uma pergunta, já tem apoio jurídico?

      Cumprimentos,

      António Silva

      • Maria Rosa

        Ola António Silva,

        Sim já tivemos. Fomos a um advogado que escreveu uma carta à minha companhia. A resposta para cobrirem pelo menos o valor da reparação foi mais uma vez negativa e reportaram para entrarmos em contacto com a outra companhia. Como a decisão de avançar não me cabia só a mim…. , no período de tempo que passou desde a minha publicação até hoje tomou-se, no meu entender, a decisão errada… não vamos avançar e mais uma vez estes senhores levam a sua avante… lamentável, mas assim será.

        Obrigada pela atenção.

  • Snake

    boas so vou deixar um pequeno comentario, o facto de nao retirarem os veiculos do local do acidente, estando os mesmos a prejudicar o trafego é punivel com contra ordenaçao prevista no codigo da estrada. Claro que cada caso é um caso e tudo depende do agente policial mas acontece que por vezes so por um simples “toque” nao removem os veiculos e chamam as autoridades, em qu depois as companhias pedem para os condutores irem levantar a participaçao tendo a mesma um custo no minimo de 48 euros e fazendo com que os numeros de acidentes em Portugal aumentem.

    cumprimentos a todos.

  • maria rosa

    maria rosa por nós segurados necessitarmos das nossas viaturas, as seguradoras pensam que teem o direito de brincar com os segurados, eu bati a 2 anos com o meu carro porque o outro veiculo nao respeitou o sinal de stop( paragem obrigatoria), deram logo perda total porque os aisbags dispararam, mas insesti na reparaçao do veiculo ate porque o que me queriam dar nao chegava sequer para pagar o que ainda devia a financeira, alen de ficar sem carro, fui na segurança social e pedi um advogado por insufeciencia economica, acho que vale sempre a pena lutar pelo que é nosso e pelos nossos direitosnem que demore 20 anos,o carro tive que arranjar outro, o acidentado continua todo partido na oficina, e podes fazer como eu pedir indmenizaçao por tudo, pelotempo em que o carro teve parado, indeminizaçao por danos morais porque a perda de tempo e os nervos que um pessoa apanha com estes srº, que nada fazem só querem o nosso dinheiro, alem que rende cerca de 4% zuros ao ano. neste momento ´so eu que ja nao quero acordo, se durante 2 anos andaram a brincar agora vou deixar as instituiçoes competentes resolverem. um bem-haja

    • Maria Rosa

      Obrigada pelo seu testemunho, mas como já referi já avançámos no outro sentido, infelizmente.
      Bem haja!

  • Eduardo Jorge

    Boa tarde,

    Queria fazer uma pergunta a quem me conseguir responder. No meu caso tenho seguro contra todos os riscos o carro já tem algum tempo (sete anos), no caso de eu ter um acidente sózinho em que o carro fique bastante danificado e o arranjo seja superior ao valor do carro o seguro dá-me o valor em que a viatura está valorizada actualmente por eles quando eu fiz o seguro ? Não sei se a minha pergunta esta bem feita…

    • josé

      é verdade, as companhias em caso de acidente com perda total, só dão o valor venal do veiculo, mas tu podes e deves atualizar o seguro todos anos, ou seja pagar o seguro pelo valor real do premio (valor venal) que em caso de acidente a companhia te iria pagar.

      • Carlos Pinho

        Relativamentea esse assunto, e salvo disposição em contrário existente no clausulado da apolice ( Condições Gerais) a Companhia responde pelo valor venal do veiculo á data da ocorrência. Quanto ao conselho de que deve desvalorizar anualmente o veiculo, isso é mentiraq e desnecessário, pois desde a publicação da chamada Lei Socrates, as seguradoras actualizam automaticamente o valor seguro dos veiculos com coberturas de Danos Próprios, de acordo com as tabelas legalmente aprovadas.

    • Carlos Pinho

      Boa noite;

      O valor a que tem direito em caso de sinistro é o valor seguro no dia anterior ao dia do sinistro, deduzido o valor da franquia contratada.
      O valor pelo qual segurou inicialmente o carro é automática e obrigatóriamente atualizado ( para menos ) no inicio de cada anuidade do seguro, conforme informação que tem obrigatoriamente de constar na sua apolice de seguro.

  • naiarah

    Olá gostaria de informações como devemos proceder no seguinte caso: No dia 22 de novembro de 2012, meu pai estava indo trabalhar qdo uma senhora furou o sinal de pare, ocorrendo colisão entre os veiculos, até ai td bem, não houve vitímas e o carro dela tinha seguro, ao qual foi acionado. Inicialmente a seguradora depois de enrolar praticamente 2 semanas solicitou o perito para avaliar os estragos e constatou que o valor para recuperação seria de R$6.083,52 epor se tratar de um veiculo mais antigo “del rey chia 1990” a então seguradora deu perca total, oferecendo o valor de indenização de R$5.000,00, porém o veiculo é um bem de estima ou seja relíquia, e em hipótese nenhuma está a venda, sendo até mesmo o valor acima oferecido bem abaixo da tabela fipe R$6.300,00 e até de mercado. Então meu pai recusou a proposta, enviando uma carta de próprio punho ao qual ele propós o valor de R$6.083,54 para ele mesmo mandasse recuperar o veiculo, porém a seguradora ofereceu um valor ilusório de R$3.000,00 ao qual novamente recusou-se . Gostaríamos de orientações de como devemos proceder agora, pois pelo seu artigo, temos sim o direito do valor até então cotados por eles para recuperação do veículo e até mesmo indenização por danos de privação do mesmo, pois já se passaram 45 dias desde o ocorrido. Aguardamos anciosamente a ajuda de vcs !!!!!!!!

    • naiarah

      …Esqueci de comentar que é possivél recuperar o veiculo, visto que na colisão somente a parte dianteira foi afetada ” paralamas, pará-choque, capô, spolier ,faróis e consequentemente a pintura”…

  • João Fernandes

    Boa tarde

    Agradecia a melhor atenção para o assunto.
    Em meados de Dezembro tive um acidente, que se resume ao seguinte, conduzia o meu motociclo e em determinado momento fui abalroado pelo automóvel que circulava na minha retaguarda. No que concerne à responsabilidade a Companhia de Seguros do Terceiro assumiu a total responsabilidade pelo acidente, contudo a dificuldade está em ser reembolsado pelos artigos danificados. Pois bem, no referido acidente rasguei o fato (casaco e calça), arranhei os sapatos que calçava, e ainda parti o telemóvel e relógio de pulso. A resposta que obtive do Perito Averiguador é que este confirmou os comprovativos de compra do fato, sapatos e telemóvel, uma vez que o fato tinha o comprado no mesmo mês, os sapatos e o telemóvel em agosto. Nestes artigos o perito diz que só paga metade do valor dos artigos em novo em razão do uso que lhes dei. Saliento que os artigos estavam novos, uma vez que sou bastante cuidadoso com todos os meus bens e verificados presencialmente pelo perito que registou tal facto em fotografia. Já o relógio foi do meu avô que o ofereceu ao meu pai e por sua vez me o ofereceu. Neste último o Perito não me soube informar da desvalorização solicitando que pedisse uma fatura pró-forme de um relógio de “estilo” antigo!!!
    Pois bem, queria agora questionar se tenho de aceitar a referida desvalorização dos artigos, ou se pelo contrário devo exigir o valor deles em novo. Como é que posso sustentar a minha argumentação? Existe alguma informação na web possível de ser analisada (casos práticos)?

    Antecipadamente grato pela atenção dispensada.
    Melhores cumprimentos,
    JFernandes

    • Equipa Automoveis-Online

      Caro JFernandes,

      Existe algo que gostaria de saber. Houve feridos?
      Quanto aos danos sofridos nos bens, exija a substituição natural dos bens danificados.
      Se pretender mais ajuda procure os nossos contactos na secção contactos e poderemos dar-lhe algumas dicas que podem ser interessantes para si.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Ricardo Pinto

    Boas,
    Hoje tive um acidente com o meu Ford Escort 1.2, de 1992, ou seja sem valor comercial…li acima alguns dos procedimentos e dos problemas que posso vir a ter. Na vossa opinião até que valor devo lutar pelo meu carro?
    Cumprimentos
    Ricardo

    • Equipa Automoveis-Online

      Olá Ricardo,

      É como indicamos acima, de facto o seu carro não tem valor venal, mas tem valor que lhe confere uma determinada qualidade de vida é sobre isso que se deve focar.
      Não aceite a indemnização se essa for insuficiente para a aquisição de uma viatura que lhe permita ter a mesma qualidade de vida que tinha com o seu velhinho Ford Escort. No limite, exija à companhia de seguros um carro que tenha as mesmas condições que o seu.

  • fabricio

    olá ricardo olha meu carro foi atingido em uma rotatoria a pessoa que me batel estava enrada avanço a parada obrigatoria ela dispos pagar os prejuizos fizemos o b.o e acionamos a seguradora zurich a mesma pediu para levar o veiculo a uma oficina credenciada dela levei o veiculo um brava 1.6 depois de 5 dias a seguradora mando uma notificação que meu carro deu perda total mais meu carro amasso só o capú, parachoque e paralamas mais a pintura ai a seguradora nao quer arumalo dizendo que ultrapasso o valor do mesmo mais meu carro esta financiado 48 vezes paguei 26 prestação e dei de entrada na epoca 4 mil e mesm pasado retifiquei o motor gastei mais r$3,800 a seguradora quer pagar o valor do fipe mais eu levarei prejuizo pois ela quer pagar a bv financeira r$7,00o para quitar o veiculo e o restante epositar em minha conta mais eu estaria ficando no prejuizo pois gastei muito dinheirro com o mesmo e nao quero vendelo mais sim do mesmo geito que tava como faço para obrigar a seguradora a arumar o mesmo ou se nao me dar um valor menor no acordo pra arumar o mesmo .???

    • Olá Fabricio, este artigo é exclusivamente para o mercado Português. Em breve vamos lançar a plataforma do Automoveis-Online no Brasil e vamos sem dúvida ajudar muita gente aí.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

  • Liliana Gomes

    Bom Dia,

    fui vitima de um acidente de viação no dia 22 de Novembro, 2012, o veículo não era meu e quanto a isso não tenho nada a dizer. A culpa não foi minha, estava parada num semáforo e um carro embateu na minha traseira, projetando o meu veículo que embateu no carro da frente, e este no da frente.(4carros).
    Fui transportada ao hospital e não tive nada, no entanto tinha bens materias que se danificaram, nomeadamente óculos, computador, tlm… Num valor de 1350€, esta semana veio cá o perito a casa com uma proposta de 350€, Disse-lhe que a proposta era ridícula e que não aceitava.
    Agora gostaría de saber o que me aconselham?? Se devo contratar um advogado? Se devo aguardar que me façam uma nova proposta?
    Pois pelo que li, tenho direito ao valor total dos bens danificados.
    Obrigada

    Cumprimentos,
    Liliana Gomes

    • Olá Liliana,

      Tudo o que tem a fazer nesse caso é pedir a substituição natural dos bens que sofreram danos.
      Se contratar um advogado, será melhor para si e os resultados de indemnização serão sem dúvida maiores.
      Se a Liliana quiser, podemos lhe aconselhar advogados ou escritórios de advogados que já trataram destes assuntos.

      Caso necessite dessa ajuda, pode-nos contactar para o numero que aparece nos nossos contactos ou por email.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

  • Catarina Pereira

    Boa Tarde,

    Fui vitima de um acidente de viação no dia 16 de Novembro de 2012 (tenho seguro contra todos os riscos), no dia 26 de Novembro recebi uma carta onde deram perda total do veiculo, a última carta que recebi da seguradora a 28 de Nobembro diz que não tenho culpa no acidente tendo sido atrbuida a responsabilidade a 100% ao outro condutor, tentei verificar os valores de mercado e tentativa de reparações mas aconselharam-me a ficar com a indeminização a 20 de Dezembro pedi a indeminização entregando todos os documentos e chave do carro etc que o balcão da companhia de seguros me informou, passados 8 dias úteis dizem-me que falta o modelo 6 do IMTT e um comprovativo do NIB passados mais 8 dias úteis (e porque eu ligo a perguntar como está o processo) dissem-me que falta o Modelo 2 do IMTT (pelos vistos nem sabem que modelo querem porque estes modelos que dizem que é do IMTT se formos a ver são pedidos para exame de condução etc)…. hoje ainda estou a aguardar a indeminização e disseram-me que me vão retirar 50% do valor da franquia pois o meu sinistro ainda se encontra em discussão, questionei porque me tinham enviado a outra carta onde atribuiram o outro condutor com 100% e disseram-me que a carta não valia de nada é uma mera formalidade do gestor de processo, nunca me deram a hipotese de ter um carro de substituição pois não sabiam de quem ía ser a culpa e quando soube da culpa disseram-me que já não há carro de substituição porque atribuiram perda total ao meu carro….
    Neste momento tenho pessoas a dizer que a culpa disto é minha por ter sido “chata em estar sempre a pressionar e para sentar-me à espera e tenho outros tantos a dizer-me para meter um advogado… A minha questão é? que Direitos temos afinal? Valerá a pena meter num advogado ou ainda vou perder mais dinheiro, sim porque um carro novo como era o meu caso já nunca mais o tenho pois em menos de dois anos o meu carro desvalorizou 7000 Euros…

    Obrigado
    Catarina

    • Olá,

      Antes de mais obrigado pelo seu depoimento e pelas informações que aqui colocou.
      Antes de lhe dar informações mais precisas e o que fazer, quero dizer o seguinte:

      Era muito importante saber de que ano era a sua viatura, qual a sua companhia de seguros e a companhia do outro interveniente, se teve viatura de substituição, se houve danos corporais e materiais extra viaturas, se já recebeu algum valor, se o seu seguro de danos próprios tinha franquia e se sim, qual o valor da mesma, se a franquia incide sobre o valor venal da viatura ou se incide sobre o valor de reparação.

      Existe muitas outras informações que seriam importantes, o que lhe quero é que deve recorrer à ajuda de um advogado, porque verificamos que existe a intenção de operar no desconhecimento dos interveniente.

      Repare, se tem seguro de danos próprios, deveria a sua companhia de seguros ter resolvido rápidamente o seu problema e à posteriori resolver o problema com a companhia do outro interveniente.

      Outra situação que a mim pessoalmente me levaria a contratar de imediato um advogado é o facto de a companhia de seguros ter atribuido a responsabilidade a 100% ao outro condutor e agora querer retirar 50%.

      Cara Catarina, se quiser ajuda podemos-lhe recomendar advogados que já trataram desses casos ou escritórios de advogados.

      No entanto, não faça nada sem consultar um advogado. Tem toda a matéria do seu lado.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

      • Catarina Pereira

        Boa Tarde,

        Grata pela sua resposta,

        A minha viatura era de Janeiro de 2011, a minha companhia à a Lusitânia e a do outro interveniente Açoreana.

        Nunca tive direito a viatura de substituição porque me disseram que a minha apólice só dava direito em caso de avaria, e disseram-me que só se o outro condutor fosse dado como culpado é que teria direito a carro de substituição, quando liguei para lá a solicitar essa informação eles disseram-me que entrariam em contacto comigo, até à data.

        Não houve danos corporais nem materiais.

        Não recebi ainda qualquer tipo de valor.

        Sim tinha uma franquia associada no valor de 237 euros, mas não lhe sei dizer sobre o que era pois não sabia que havia essas duas possibilidades.

        Já agora tenho mais uma dúvida se me pudesse responder, o selo do carro está nas finanças em pagamento e desloquei-me ás finanças para explicar que o veículo já não se encontra em circulação desde o dia 16 de Novembro e inclusive tenho o documento da seguradora a mostrar que foi atribuída perda total, disseram-me que em princípio eu tenho de pagar o selo visto que já se encontra em pagamento o selo. Dei uma vista de olhos na legislação e lá refere que em caso de perda total a matricula do veículo tem de ser cancelada. Quem tem o dever de comunicar ao IMTT a perda total do veiculo?

        Se me pudesse dar indicações de advogados agradecia pois começo a achar que de facto me estão a enganar e a minha benevolência faz com que adiem constantemente o pagamento, e o carro faz-me muita falta pois demoro mais de 2 horas em transportes para chegar ao meu local de trabalho.

        Hoje liguei de novo para a seguradora e disseram-me que o recibo já foi emitido mas o valor não corresponde ao que me foi apresentado na carta enviada para casa, quetionei a seguradora por escrito e justificaram-me que acreditaram na minha boa fé e a data que coloquei na minha participação foi 16-10-2012 (provavelmente com os nervos escrevi 10 em vez de 11), só hoje fiquei a saber que tinha colocada 16-10 em vez de 16-11 e que aquela carta que me enviaram no final do Novembro assume que o acidente se deu a 16-10-2012 e como tal agora verficaram que o acidente se deu a 16-11-2012 e daí o valor ser inferior pois o veículo desvalorizou entretanto.

        Sou da zona do porto por isso se conhecer aqui advogados desta zona agradecia.

        Com os melhores cumprimentos e muito grata pela sua ajuda,

        Catarina Pereira

        • Bom dia,

          Catarina, vou começar de imediato com a viatura de substituição. Como é interveniente lesado, tem direito a uma viatura de substituição. Como não lhe deram a referida viatura, deve recolher os custos com transportes e apresentar à companhia de seguros para que seja ressarcida.
          Quanto ao selo, se a viatura foi para abate, tem de exigir o documento de anulação de matricula à companhia de seguros, para fazer prova no IMTT e finanças, se bem que o IMTT já deveria ter esse conhecimento e se não o tem é porque a companhia de seguros vendeu o salvado e não o abateu a matricula. Assim sendo, você vai ter um problema sério para resolver.

          Não assine nem aceite a indemnização que lhe estão a querer dar.
          Quanto aos contactos de advogados e escritorios de advogados, peço-lhe que nos envie um email seu para o Automoveis-Online com os seus contactos.
          Depois entramos em contacto para lhe dar apoio.

          Cumprimentos,

          Automoveis-Online

          • Carlos Pinho

            A informação prestada está errada, pelo menos na forma. Se está a regularizar o assunto por danos próprios só tem direito a veiculo de substituição/paralização desde que o tenha contratado. Caso contrário só terá direito caso não seja culpada e quem tem de responder por isso é a Seguradora do culpado e não a sua propria seguradora.

          • Olá,

            Caro senhor Carlos Pinho, antes de mais queremos agradecer a sua participação.
            Agora respondendo ao seu comentário, quando a equipa do Automoveis-Online se refere à viatura de substituição, está a falar na situação de terceiro lesado e não pela via dos danos próprios. Mas se esse fosse o caso, então o lesado só terá direito à viatura de substituição caso essa esteja contratada.
            No entanto, se ler atentamente a primeira solicitação de ajuda da senhora Catarina Pereira, poderá ler que a senhora refere que a companhia de seguros atribui a responsabilidade de 100% ao outro condutor. Assim, neste caso a senhora Catarina Pereira, não só tem direito à viatura de substituição até à data em que esta fechar o processo relacionado com o automóvel, bem como pode a senhora exigir a substituição natural da viatura e outras coisas que se tenham danificado em resultado do sinistro.

            Cumprimentos,

            Equipa Automoveis-Online

          • Carlos Pinho

            Boa noite.
            Mantenho o que disse. A Sra Catarina está a regularizar o sinistro pelas coberturas de danos próprios, pelo que não tem direito a que a sua seguradora lhe ceda veixulo de substituição a menos que tenha contratado essa cobertura. Ou então deverá solicitar á sua seguradora que interrompa a regularização por Danos Próprios e passa a reclamar directamente na seguradora do ” eventual ” responsável. Acresce que a seguradora da senhora lhe remeteu uma carte em que diz que a responsabilidade é do outro interveniente, mas, isso á apenas e só a opinião da seguradora, e não significa que a seguradora do outro tenha a mesma opinião.

          • Bom,
            Caro senhor Carlos Pinho, eu agradeço a sua intervenção. Mas, numa das minhas respostas eu faço referência à questão da senhora ser uma terceira lesada e que por essa via tem direito a viatura de substituição e não só.
            No entanto, eu já recomendei que a senhora contratasse um advogado e presumo que foi o que a senhora fez.
            Mais uma vez, obrigado pela sua colaboração.

            Cumprimentos,

            Equipa Automoveis-Online

          • Joana Costa

            Dicas essas que passam por recomendar um advogado???
            Obrigada!

          • Em determinadas situações não restam alternativas se não contratar os serviços de um advogado.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • Maria Ribeiro

    Gostaria de um esclarecimento se fosse possivel, em 17 de Novembro de 2011 tive um acidente de mota no percuso do trabalho/casa, estou de baixa da companhia de acidentes de trabalho da empresa 100% de incapacidade, tive fratura exposta,tibia e peroneo esmagados, já fiz 3 operações, no dia do acidente, fiquei com fixador extermo, depois em julho tirei os ferro e coloquei gesso e assim continuo vamos ver até quando está tudo muito feio, o culpado assumiu logo tudo com a sua companhia e a companhia assumiu 100% do sinistro, a minha dúvida é tenho direito a alguma indemnização da companhia do culpado, ou só vou ter indemnização caso venha a ter da minha companhia devida á incapacidade que vou ter e não vai ser pequena, pois os osso ficarem em fragmentos e estão a unir muito lentamente..

    se tiver direito a pedir à prazo para se pedir? Visto o acidente já ter feito 1 ano em novembro??????
    Obrigado

    • Bom dia,

      Maria Ribeiro, antes de mais obrigado pela sua questão.
      Em caso de incapacidade fisica, isto é, caso tenha ficado com uma incapacidade física para toda a vida, não só pode como deve pedir uma indemnização por essa via. Mas esse pedido é feito à sua companhia de seguros de acidentes de trabalho.
      O entendimento com a companhia de seguros da pessoa que lhe causou o acidente e que foi culpada é feito pela sua companhia de seguros de acidentes de trabalho.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

    • Sílvia Dias

      D. Maria Ribeiro, Vi a sua questão e reparei que ficou com problemas graves a nível da estrutura óssea. Eu também tive um acidente em 2007 e fiquei com o tornozelo do pé bastante magoado, andei em fisioterapia e cada vez estava pior até que decidi por mim própria, após 11 meses de tratamentos medicinais dizer basta! Continuava sem conseguir caminhar normalmente, o pé não dobrava, não conseguia descer escadas normalmente, o pé tinha q ir de arrasto atrás do outro. O seguro deu-me uma indemnização de 0,3%, quase nada…
      Felizmente encontrei na medicina alternativa uma solução para o meu problema que fez com que os ligamentos se reconstruissem e a estrutura óssea também se reconstruisse.
      Caso pretenda saber mais informações estarei disponível através do meu mail para a esclarecer.

      Cumprimentos,
      Sílvia Dias

  • Manuel

    boa tarde, tive uma acidente, em que o culpado não respeitou o STOP, o perito apurou que o valor do concerto do carro era de quase 5000€, o carro foi dado como salvado, no entanto o valor que me queriam dar pelo meu veículo era irrisório, não chagava para consertar, arranjei um orçamento de menos 1000€ que o perito da companhia do culpado, subiram o valor da indemnização, mas ainda não chega terei de pagar mais 500€ do meu bolso para colocar o carro como inicialmente tinha, devo aceitar a proposta?
    Em relação ao meu corpo, fiquei lesionado a nível da coluna vertebral, afectando-me a minha mobilidade nos membros superiores e inferiores, não existe necessidade de cirurgia, mas as sequelas estão lá, continuo a fazer fisioterapia, mas ainda não estou restabelecido. Não pedi carro de substituição uma vez que me encontrava incapaz de conduzir tem andando a minha esposa e outros, constantemente comigo a privarem-se da sua vida.
    a minha questão é a seguinte:
    1º poderei aceitar o valor e mandar consertar o veículo e à posterior exigir o reembolso do restante valor.
    2º posso exigir uma indemnização por danos morais e patrimoniais pelo tempo que estive sem usufruir do veículo, sendo que o mesmo era a GPL e tenho andado com um que me consume muito mais.
    3º posso exigir uma indemnização por danos físicos a título de negligencia ao autor do acidente ou à seguradora, uma vez que me provocou muitos dias de mágoa, e incapacidade para o meu dia à dia e que ainda não me encontro restabelecido nem irei ficar.
    Agradeço que me esclareça e que me ajude neste momento difícil da minha vida.

    • Olá senhor Manuel, antes de mais obrigado pela sua exposição e questão.
      Face ao que nos expõe, devemos recomendar a ajuda de um advogado e não aceite a proposta que lhe estão a fazer, o senhor tem direito a muito mais.
      Se estiver interessado nessa ajuda, podemos encaminha-lo para a ajuda correcta, bastando para isso que nos envie um email com os seus dados de contacto para que seja contactado à posteriori.
      No entanto, é preciso saber em que data ocorreu o sinistro e quais as companhias de seguros envolvidas no processo e que medidas o senhor tomou no dia do sinistro.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

  • Nelson

    Boa Noite,
    Se não aceitar o valor oferecido pelo perito para arranjar o meu carro (não tendo eu culpa do acidente) e se contactar um advogado para renogociar o arranjo, a despesa do advogado vai ter que ficar por minha conta?

    • O custos que se têm com advogados ficam sempre por sua conta, mas, muitas das vezes compensam e muito. E, penso que no seu caso iria compensar, pois tem matéria mais que suficiente para recuperar valores que tem direito.
      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

      • Nelson

        Muito obrigado!

        • Não tem porque agradecer. Nós é que agradecemos a sua questão.
          Obrigado por participar e partilhe com o seu circulo de amigos.

          Automoveis-Online

  • Rodrigo Costa

    Boa noite antes de mais,
    Tenho uma duvida, hoje tive um acidente. Ia eu numa via dentro de um parque de estacionamento e a meio dessa via encontra-se a entrada e saída para o parque onde estou a circular. Eu tinha a intenção de continuar dentro do parque logo bastava seguir em frente, só que um carro vem pela entrada para dentro do parque, travei, mas bati-lhe. Ele estava pela minha direita, mas estava fora do parque e a entrar. Queria saber quem tem prioridade, quem já estava no parque ou neste caso quem estava a entrar no parque estando pela direita? Saliento ainda que não havia sinalização de stop ou semelhante, nem vertical, nem no pavimento.
    Obrigado pela vossa atenção e ao tópico pois tirei bastante informação dele.

  • Joana

    Boa noite,

    Tive um acidente acerca de 1 mês atrás do qual não tive culpa.

    1- A outra condutora vinha fora de mão e com alcool (0.68)

    2- Bate me e danifica o meu lado todo (carro não tem arranjo)

    3- Depois de falar com as seguradoras e peritos e ter relatório da policia, dizem -me que tanto uma como a outra teem culpa e a seguradora (Liberty Seguros) da outra condutora quer me dar 2.000€

    3- Continuo a pagar o meu carro (falta 3 anos) e querem me dar esses miseros 2 mil euros que nunca mais vai dar 1 carro ao meu…

    4- Recebi a pouco tempo uma carta da minha seguradora (Lusitania) a dizer que eu tinha 100% de razão..deduzo que a outra não irá receber nada..

    5- E eu como fico no meio de isto tudo? Fui a um advogado e ele lá falou com a seguradora mas não deu em nada e ele diz que é para ir para a frente com isto…será que vale a pena? Quantos anos vou esperar? preciso de um carro urgentemente e sinceramente não sei se isto se vai resolver no tribunal…

    Aguardo feedback…

  • anabela

    Boa noite, tive um acidente no dia 22 de Janeiro; parei num sinal stop num cruzamento, não vindo ninguem avancei quando estava quase ja na terminar o cruzamento sinto uma violenta pancada no carro perdendo o controle ficando vitrada ao contrario em cima de um passeio entre um muro e um carro, abatida foi no eixo lateral esquerdo. Fui para o hospital e ainda não estou mt bem. Quem viu diz que o Sr. vinha com velocidade e que eu fiz o que manda a lei. Hoje ligaram me da compnhia do outro condutor a dizer que declinavam a responsabilidade ou seja dão me como culpada. Peço vos a vossa opinião, pois acho que não esta correto e como posso recorrer; em 20 anos nunca tive um acidente não sei como agir obrigado

    • Olá.

      Cara Anabela, antes de mais quero agradecer o seu comentário.
      Como foi para o hospital presumo quee tenha consigo todos os exames realizados bem como o auto de polícia?
      Se os tem, precisamos de saber se tem testemunhas?
      Caso tenha, pode avançar com um processo contra a companhia de seguros que declina a respinsabilidade. Mas, primeiro é preciso conhecer o processo bem a fundo.
      Outra coisa que lhe queremos dizer, o declinar responsabilidade por parte de uma companhia de seguros, tem de ser sempre feita por escrito e nunca por telefone.
      Tem na nossa página de contactos a forma de nos fazer chegar os seus contactos pessoais. Envie um email para que possamos falar consigo no sentido de a ajudar.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Nuno Teixeira

    Boa noite,
    Venho por este meio solicitar o favor de me esclarecer alguns pontos.
    Proprietário de um Chevrolet Kalos Spazio 1.4, comprado novo em Agosto de 2005 por 16000€ e em perfeito estado de conservação até ao dia 10 de Fevereiro 2013. Nessa data sofri um acidente, condutor em contra mão bateu-me de frente e destruiu o meu veículo. Veiculo que escolhi um mês antes do meu filho nascer, seguro, confortável, robusto, atraente… Tinha uma vida independente para ir para qualquer lugar: trabalho, escola do filho, buscar mulher à estação, visitar familiares e amigos, fazer compras, passear, etc.. recordações únicas.
    Depois do acidente, e até hoje, tenho tido as tensões altas, cefaleias, recordações do momento do embate, mau humor, desconcentração, etc…
    A companhia responsável pelo acidente atribuiu, hoje, perda total (art. 13º do Dec. Lei nº. 44/2005) e o valor venal de 3.366€ (terei de pagar 5 prestações ao banco no valor de 750€).
    Tinha um carro que me valia muito e era motivo de orgulho. Agora não tenho possibilidades de comprar um carro do género do que tinha (eu sabia o carro que estimei) e a seguradora quer apenas entregar-me uns míseros euros. Sinto-me injustiçado.
    Esclarecimentos:
    1º. Como apresentar uma contra proposta (minuta)? Apenas tenho 5 dias para a apresentar?
    2º. Sou obrigado a ficar com o salvado?
    3º. A partir de 1 de Março a oficina começa a cobrar o parqueamento do meu carro. Quem é responsável pelo pagamento dado que pretendo apresentar uma contra proposta à seguradora?
    4º. Preciso de veículo para fazer a minha vida, dado que vou ficar sem a viatura de substituição.
    Obrigado pela atenção,

  • alvaro pedrosa

    no dia 3 go corrente mes tive um acidente em que o outro enterviniente e culpado,o meu carro e sucata . a companhia de seguros (t) ja assumio a culpa e mandoume uma proposta de 4001€ quando o valor comercial do meu carro na eurotaxi e de 7400 euros. pergunto eu eles podem fazer propostas destas?

  • Manuel

    e contacto telefónico tem?

  • vitor

    Ola.
    Gostaria de saber se existe algum site para ver o historial do meu automovel.

  • Alex Gomes

    Bom dia,
    Pode me esclarecer nesta situação.
    Domingo chego a casa e fui avisado que me tinham batido no carro que estava bem estacionado. Chego junto ao carro e vejo a traseira em cima do passeio, a parte lateral da traseira que estava virada para a estrada, toda amassada e roda que estava perto do passeio, torta e a jante empenada.
    Perguntei aos vizinhos e ninguém sabe ou viu nada, que posso eu fazer para não ter de suportar esta grande despesa?
    Obrigado

    • Carlos Pinho

      Se o interveniente não é conhecido, e se não existe qualquer meio de o identificar, só lhe resta assumir o prejuízo.

      • Alex Gomes

        Acabei por colocar o meu contacto no vidro do carro à espera que uma possível testemunha me contactasse , o que aconteceu somente 28, um Sr. tirou a matricula e disponibilizou-se a ser testemunha pelo que me foi possível ir à policia para fazerem um auto e falei com a seguradora onde descubro que a pessoa que me bateu ser da mesma companhia. Fiz participação e o carro foi rebocado para a oficina para ser peritado. Nesse mesmo dia, outra pessoa que pediu anonimato deu-me a mesma matricula e disse-me que a outra viatura já circulava parcialmente arranjada e até me disse onde a podia encontrar. Foi o que fiz de imediato, armado em detective fui à morada tirar umas fotos do carro onde dá para ver que a frente tá toda empenada e o para-choques todo remendado. Deu-me para pesquisar num site de venda e encontro um anuncio daquele carro à venda, nas fotos a frente está impecável, enviei por email para a seguradora todas estas fotos na esperança que o caso fosse rapidamente resolvido. No dia de hoje a seguradora diz-me que ainda não apurou responsabilidades pelo que o meu carro não pode ainda ser desmontado para ser concluída a peritagem e que somente quando houver culpados posso ter o veiculo de substituição. Também me dizem que não me podem dizer se a outra pessoa fez participação ou se fizeram algo para analisarem o veiculo que bateu no meu. Alguém sabe se é mesmo assim?

        • Bom dia,

          Caro Alex, antes de mais quero agradecer a sua disponibilidade para partilhar a sua história.
          Contudo há algo que não está muito claro. O senhor apresentou queixa à policia com base nessa testemunha ou não?
          Na nossa opinião, o senhor deveria ir à policia e apresentar queixa, depois apresentar a reclamação de sinistro à companhia de seguros e exigir uma viatura de substituição, uma vez que é terceiro lesado. Em termos de indeminização, solicite sempre a substituição natural do bem lesado.
          Não fique à espera, seja exigente. Caso a companhia de seguros comece a enrolar, faça queixa ao ISP – Instituto de Seguros de Portugal.

          Cumprimentos,

          Equipa Automoveis-Online

          • Alex Gomes

            Boas,
            o acidente foi dia 24 do 2, no dia 27 do 2 como não tinha testemunha fui à PSP fazer queixa contra terceiros e apresentar a minha situação, no dia 28 do 2 uma pessoa que tinha visto quem me bateu ligou-me a dizer que tinha assistido ao acidente e deu-me a matricula da outra viatura, aí voltei à PSP fazer uma aditamento à queixa onde dei a matricula na esperança que eles fizessem alguma coisa, disseram que não podiam fazer nada e que o que eu tinha de fazer era ir à Seguradora fazer reclamação do proprietário. O que fiz e descubro que é mesma seguradora que a minha, Fidelidade. Tenho ligado a explicar que não sou culpado e que o processo de apuração de responsabilidades devia ser mais rápido, da Seguradora só dizer que estão em fase de averiguações, que têm 30 dias para esse processo e que só depois eu posso ter direito à viatura de substituição.
            Espero ter sido mais claro agora, obrigado.

          • Percebi.
            Então vá à companhia de seguros, peça o livro de reclamações e escreva que em virtude do procedimento que a companhia está a desenvolver, isto é, basear-se nos seus direitos legais para a resolução de conflitos (30 dias úteis), vai alugar um veículo ou contratar serviços de transporte, para que possa ver reposta a sua qualidade de vida, enquanto locomoção e que quando a companhia de seguros deliberar responsabilidades, vai exercer o direito de cobrança relativo a esse periodo.
            Acredito que a companhia de seguros possa ter outro tipo de atitude. Não é a questão de ser o livro de reclamações, mas sim, o facto de ser um meio em que fica registado o seu manifesto de reclamação.
            Quanto à polícia, parece-me que o senhor Alex conduziu mal as coisas. Como já lhe respondi no comentário do dia 13/03/2013 às 10:02, o senhor deveria ter apresentado queixa crime à policia com base nessa testemunha, uma vez que o autor do acidente se pos em fuga. Neste caso a polícia, nunca poderia ter respondido dessa forma. Antes pelo contrário, teria de abrir investigação.

            Cumprimentos,

            Equipa Automoveis-Online

          • Alex Gomes

            Bom dia,
            desde já obrigada por todos os esclarecimentos, vou fazer o que me foi sugerido. Quando fui à PSP dar a matricula e tendo já eles conhecimento que a pessoa se colocou em fuga, eles podiam abrir um processo crime ou então me sugerirem que eu o fizesse. Não aconteceu e na altura eu não sabia que o podia fazer, agora penso seriamente em fazer isso, e pelo que sei posso o fazer até 6 meses desde a data do acidente. Mais uma vez obrigada pela ajuda prestada.

          • Paulo Araujo

            Ha ha ingénuos a aconselhar fazer queixa ao ISP… o ISP é um orgão DAS companhias de Seguros, MUITO longe de imparcial, tenta sempre resolver as coisas dizendo às pessoas que nesse caso não podem fazer nada porque… blá bla… e entretanto enquanto esperamos 1 ou 2 meses pela resposta por vezes excedemos os prazos legais para apresentar queixa que é o que eles querem.

          • Olá Paulo Fausto, antes de mais pedimos desculpa pela demora na resposta.

            Compreendemos a sua resposta/comentário. Contudo, não nos parece que a inércia seja a melhor conselheira para estes casos. Pois é isso mesmo que as companhias de seguros querem, ou seja, que os seus clientes não façam nada e aceitem as propostas que estas fazem, sempre penalizadoras para os consumidores.

            Quanto aos prazos, depende do enquadramento jurídico e o tipo de sinistro que está em discussão. Depois, desde que o consumidor seja devidamente orientado por um advogado independente, não me parece que o ISP possa ter outra postura do que aquela que nós temos vindo a defender.

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            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • Dina Miguéis

    Boa tarde.

    Gostava de colocar uma questão que é a seguinte:
    Passaram um sinal vermelho e bateram-me de frente na minha viatura. eu e minha filha fomos ao hospital e fizemos rx, mas não estava nada partido. Quanto á viatura, foi efetuada a peritagem e declararam perda total. É uma carrinha Audi A4 sline de janeiro de 2003. No seguro o seu valor é de 8600€.Na eurotax, o valor é de 12 mil e tal euros. Qual é o valor qua a companhia de seguros do culpado está obrigada a indemnizar-me? Eu posso exigir a reparação do carro? O mecânico diz que o carro tem reparação.
    Existe algum limite de tempo para a resolução de problemas por parte das companhias de seguros?
    Tenho direito a uma viatura de substituição enquanto tudo não estiver resolvido?

    Obrigado

    Dina

  • cicl

    Boa tarde.

    Esta terça feira dia 26 de Fevereiro bateram-me no carro enquanto faziam uma manobra de recuo.
    Resumidamente, o meu carro estava estacionado em fila entre dois veiculos e eu ia sair. Liguei o carro, olhei pelos espelhos e reparei que vinha um carro no mesmo sentido em que eu estava estacionada.A rua é inclinada e tanto o meu carro como o que vinha estavam os dois no sentido de descer rua. O carro passa por mim e eu avanço para sair .Apercebo-me que o outro carro pára 3 m á minha frente mas na faixa de rodagem e eu páro logo imediatamente e fico com o meu carro cerca de 30 cm desalinhado dos outros dois onde eu estava no meio. Reforço que ´parei e fiquei á espera para ver o que fazia o outro condutor. num intervalo de poucos segundos o outro condutor recua e bate no meu carro e continuo a dizer eu estava parada ainda dentro do estacionamento.
    No inicio o outro condutor assumiu a culpa, mas enquanto preenchiamos a declaração amigavel começou a dizer que a culpa era dos dois e que não acredita que eu estivesse parada. Não concordou e não quis assinar a declaração. já entreguei o caso á minha seguradora. que desfecho posso esperar?

    • Carlos Pinho

      Boa noite;

      Se bem percebi do seu texto, está a sair de um estacionamento e o outro veiculo está a recuar. Provavelmente o caso acabará com uma divisão de responsabilidades graduada em 50 % para cada um dos condutores.
      Isto extrapolando que não vai conseguir provar que está parada. Se o conseguir provar de froma inequívoca, a responsabilidade será total do condutor que efetua a marcha atrás. É o tipico caso do condutor português : primeiro assumiu tudo, depois, já não assumiu nada..

  • Luciano

    Boa tarde
    tenho uma duvida e não sei como proceder :
    A Renovação do meu seguro seria no dia 10/02/2013 Domingo de Carnaval , no dia 09/02/2013 respondi ao e-mail da corretora de seguros dizendo que faria a renovação do mesmo ,mas não tive resposta (e não foi feito) dia 11/02/2013 tive uma colisão e agora eles estão alegando que eu não estava coberto… hora ,respondi o e-mail no dia 09/02/2013 que renovaria (não tive resposta da corretora) Se o prazo de renovação do meu seguro era dia 10/02/2013 ( domingo de carnaval ) eu não poderia renovar e pagar no prazo ,Correto ?…o justo, seria eu ter o prazo até o próximo dia util dia 13/02/2013, pelo menos ,para fazer o pagamento e consequentemente a renovação, portanto não é justo que eu fique descoberto nesse período, já que no dia 09/02 (tenho um e-mail que comprova) que faria a renovação … Sou obrigado a renovar o meu seguro , antes da data de vencimento, em se tratando da data de vencimento cair num feriadão para não ficar descoberto ? não teria direito a cobertura até o primeiro dia útil ? todas as minhas contas, que vencem em um feriado ou domingo, tenho o prazo para pagar ate o próximo dia útil, sem prejuízo nenhum ( multas , perda do serviço, etc …)existe alguma lei que proteja o consumidor que pagou o seguro durante o ano todo e agora se encontra diante de um caso excepsional como esse…
    Já falei com a corretora e ela alega que me mandou o e-mail no dia 06/02/2013.avisando do vencimento do dia 10/02…. E quanto a minha resposta do dia 09/02 ela alega que o escritório estava fechado.
    já liguei pro SAC e estou esperando um parecer deles em 5 dias
    oque devo fazer agora ?
    gostaria de um conselho , uma opinião , sugestão…enfim estou desesperado com a possibilidade de não receber a indenização
    obrigado
    Luciano

    • Carlos Pinho

      O aviso de pagamento de prémio é enviado para o tomador com cerca de 45 dias de antecedência, e o pagamento deve ser efectuado até ao dia de vencimento.
      A renovação do contrato só ocorre perante o pagamento, pelo que o e-mail que enviou á correctora de nada vale.
      Deveria ter procedido ao pagamento antes da data de vencimento, pelo que se o não fez a seguradora tem toda a razão em alegar que não possui seguro válido.

      • luciano

        Sr.Carlos Pinto

        Mas o boleto não me foi enviado com 45 dias de antecedência nem em dia nenhum.Recebi um -e-mail no dia 6 me avisando que o vencimento da renovação seria dia 10/02 ,e-mail este que tomei conhecimento no dia 09/02 que imediatamente respondi que faria a renovação … mas não pude fazer a renovação porque o dia de vencimento era 10/02 dia do vencimento, (feriado de carnaval … )

        • Carlos Pinho

          Compreendo o seu problema, mas o facto é que não pagou o prémio, e sem isso não há seguro.

  • Pedro Bergantim

    Boa noite,
    Antes de mais os meus mais sinceros parabéns por tão nobre e excelente trabalho de apoio e esclarecimento a, tal como eu, tão grande número de, por infelicidade do destino, necessitarem de quem pagam balúrdios todos os anos para nos enganarem quando mais precisamos deles (as companhias de seguros).

    Quero colocar uma questão, que se calhar dará muito jeito a muitos outros.

    Num sinistro em que não temos culpa e em que não houve feridos. Quando é que temos direito e ser reembolsados (a chamada diária, se não estou em erro) pelo período de tempo que ficamos sem viatura, quando começa e acaba a contagem desse mesmo período e por ultimo se me sabem dizer de quanto é a respetiva diária?

    A ter em conta que o sujeito não tem qualquer faturas de táxis, autocarros ou outras despesas, mas que teve que andar á mercê da boa vontade de terceiros para se poder orientar na sua vida do dia a dia.

    Muito obrigado e mais uma vez meus sinceros cumprimentos e parabéns pelo exelente serviço público que aqui têm.

    Pedro bergantim

    • Carlos Pinho

      Se o veiculo ficou impedido de circular, tem direito a ser indemnizado desde a data em que ocorreu o acidente até ao dia em que o veiculo foi peritado, mais os dias acordados para a reparação do veiculo.
      Se o veiculo não ficou paralisado, tem direito a ser indemnizado pelos dias acordados para a reparação acrescido do dia gasto na peritagem.
      Não há qualquer tabela para isso. O correto é solicitar veiculo de substituição á seguradora. Se o não fez e se não possui documentos comprovstivos das despesas efetuadas com transportes alternativos, não será fácil a seguradora conceder-lhe qualquer indemnização.

  • Rita

    Boa tarde,

    despistei-me no passado dia 12/3 e a companhia de seguros deu o meu carro (Lancia Musa 1.3 multijet de 90 cv de 2008) como perda total porquanto o arranjo foi orçado em 10370€ e o valor segurado é de 10500€. estou a contestar a perda total e solicitei a revisão da peritagem. questionei a seguradora que não me quis informar do limite superior do valor a pagar pela reparação, invocando inclusivamente que não se aplica o art.41 do DL n.º 291/2007, de 21 de agosto porque tenho seguro contra todos os riscos. então qual a legislação aplicável?

  • Carlos Pinho

    Boa noite;
    Sendo a regularização efetuada por Danos Próprios, não será efetivamente aplicável o DÇ 291/2007.
    De qualquer modo o valor máximo que receberá pelo seu veiculo em caso de perda total,´será o valor seguro na apólice á data do acidente deduzida a franquia contratual estabelecida.

    • Olá,

      Caro senhor Carlos Pinho, não se esqueça que os terceiros lesados podem sempre em tribunal pedir a substituição natural dos bens e nesse caso esse DC não tem grande força.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

      • carlos pinho

        Boa noite;
        No caso em assunto não há terceiro lesado, pois despistou-se sózinho, e está a tratar o assunto por Danos Próprios. E depois temos o bom senso: que ganha o senhor em arrastar em tribunal por quatro oi cinco anos um caso em que o valor seguro do carro é 10500 euros e o valor da reparaçºao é de 10350 € ? Parece-me que se decidir ir para o tribunal, o único que vai ganhar alguma coisa é o advogado, e não me parece que seja função deste fórun farranjar trabalho para os advogados. Não se esqueçam que, com a justiça que temos neste país, muitas vezes vale mais um mau acordo que uma boa sentença, obtida 4 ou cindo anos depois e suportando os honorarios do advogado.

        • Olá,
          A questão do tribunal não é efectivamente arranjar trabalho para advogados, pois da forma como anda o país não deve é faltar trabalho.
          E realmente o senhor Carlos Pinho tem a razão do seu lado, pois efectivamente o sinistrado não é um terceiro lesado. Nem compreendemos porque é que alguém da redacção falou em tribunal. Embora o nome que aparece nos tópicos é sempre o mesmo, nem sempre as respostas são do mesmo. Vamos apurar quem é que deu essa resposta e pedir para que o elemento(a) seja mais comedido e assertivo nas suas respostas.
          Eu poderia até concordar com a questão do tribunal se houvessem danos corporais e perdas patrimoniais, mas nem isso está referido na questão que a senhora Rita colocou.

          Cumprimentos,

          Equipa Automoveis-Online

  • Marcelo

    Bom dia pessoal, achei muito interessante a matéria, pois estou passando por uma situação similar no momento. Dia 20 de Fevereiro de 2013, o veiculo de um terceiro me atingiu após não obedecer a placa de parada obrigatório, graças a DEUS não houve vítimas, porém uso o meu carro para trabalho, sou representante comercial. O envolvido assumiu a culpa, fizemos a ocorrencia e ele acionou seu seguro (Bradesco Seguros), dois dias depois tive que levar meu carro para fazerem a vistoria e somente no dia 01/03, tive a liberação para a execução do serviço no meu automovel. Como ele estava rodando, um pouco precario, mas rodava, trabalhei com ele em um ritmo menor no período, sendo após 01/03 atendido pelo meu seguro com 10 dias de carro reserva. O grande problema é que depois disto a Bradesco seguros se recusa a providenciar pra mim um outro veiculo para que possa utilizar e pior ainda a oficina que eles me indicaram não tem previsão e entrega do meu veículo, alengando que as peças dele são importadas e demoram muito a chegar, mas justamente para adiantar o serviço eu autorizei e consegui as peças de reposição usadas para serem colocadas (porta e lateral). Fico indignado, pois procurei fazer tudo para contribuir com a seguradora para que meu caso seja resolvido o mais rápido, e eles não estão nem ai pra mim, tenho um contrato de representacao com uma industria, que se eu ficar 10 dias sem fazer vendas posso ter meu contrato reincindo por justa causa. E além do mais trabalho por comissão, ou seja, se não vendo não ganho nada, e trabalho com mostruário, carregando em média seis malas pesadas, impossível ir de onibus até meus clientes. Como procedo neste caso??? Desde já lhe agradeço.

    • Olá,

      Caro Marcelo, agradeço a sua participação, mas este artigo foi escrito para o mercado Português. Brevemente iremos estudar o comportamento das companhias de seguros no Brasil e vamos publicar o artigo no http://br.automoveis-online.com portal de classificados grátis de carros usados no Brasil.
      Fique atento.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Hiago

    Olá, tem duas semanas que meu carro foi batido, e uso-o para trabalhar e sou o terceiro,
    a seguradora quer dá TP no meu carro, e quitar o valor no banco só que na tabela FIT meu carro vale 20.000,00 e pra quitar vale 21.000,00 mas mesmo e ainda vou ficar devendo, mas mesmo que não fique, nao quero perder meu carro, porque posso não consegui financiar outro, onde mandei arrumar o cara meu deu um prazo de 30 dias para o conserto, vou ficar mais de 50 dias sem trabalhar, oque posso fazer?

  • maria

    bom dia, tive um acidente no dia 28 de março, enquanto parei para dar passagem na passadeira um veiculo bateu violentamente nas minhas traseiras. Ele deu se por culpado imediatamente e assinamos a declaração amigavel. Entretanto como estava ainda zonza pus a cruzinha em como estava ferida na declaraçao e fui ao Sap que era a uns metros dali que encaminhou-me para o hospital na Ambulância, uma vez que disse que era acidente de viação. Fiz os exames todos a coluna e não tenho nada mas tou cheia de dores vim medicada do hospital mas nao consegui ir trabalhar ainda e trouxe os comprovativos e dei o numero da apolice no hospital e quanto ao meu emprego que devo fazer? Como devo proceder qm questões do emprego as minhas costas estão feitas num Os meus cumprimentos

    • Olá Maria, antes de mais esperamos sinceramente que se recupere rápidamente.
      Quanto à questão que nos coloca, deverá ir à sua companhia de seguros e informar que se encontra mal, isto é, que o actual estado de saúde em virtude do sinistro sofrido, não lhe permite trabalhar, pelo que necessita que lhe seja passa uma incapacidade temporaria para o trabalho absoluta.
      Depois, irá entregar no seu trabalho e de preferencia por correio registado com aviso de recepção ou por fax o documento que a companhia de seguros lhe vai passar com a referida baixa.
      No entanto, acho que deveria ir novamente ao hospital onde foi vista e referir que apesar de ter efectuado os exames primários de despiste de lesões, ainda se encontra mal e que não tem capacidade para desenvolver trabalho fisico, pelo que solicita nova bateria de exames a fim de perceber se realmente está tudo bem ou se há algo que está menos bem.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • carlos pinho

    Boa noite;

    1ª Questão: O acidente ocorreu no trajeto de casa para o trabalho ou vice versa?

    Se sim, deve contactar de imediato a sua entidade patronal,apresentar os documentos da assistencia clinica, e solicitar que façam a participação á seguradora de Acidentes de Trabalho, que tem a obrigação de no imediato lhe prestar assitencia médica, e assegurar o seu salário caso não possa exercer a sua atividade profissional normal.
    Se não, deve contatar a seguradora do veiculo responsavel pelo sinistro para que lhe seja prestada assistencia médica. Neste caso deve obter junto do seu médico assistente ” baixa medica” que justifique a sua ausencia ao trabalho. Não se esqueça que, sem justificação médica escrita, ao fim de cinco dias de ausencia, incorre nos termos do Código do Trabalho na figura de ” falta injustificada” com direito a despedimento com justa causa. Peça portanto ao médico assistente que escreva no documento que lhe passar que se ” encontra impedida de trabalhar”.
    2ª Questão: Como colocou na Declaração amigável que ficou ferida, o caso dos danos com o veiculo terão de ser reclamados diretamente na seguradora do culpado pois não é aplicavel a convenção IDS.

    • Sim, concordamos em absoluto com a solução que o senhor Carlos Pinho apresentou.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

    • Maria

      Obrigado por me esclarecerem já obtive a baixa e vou entregar na empresa hoje, é preferivel pelo correio? o que vai vigorar será a data do correio? è que se é cinco dias estou em cima do limite…
      Falei com a senhora do seguro por telefone e ela disse que bastava ter baixa não tenho de os informar que tou de baixa? Como entrego os comprovativos e as facturas e como se procede a agora a nível do meu ordenado?
      Os meus cumprimentos

  • Eugénia Machado

    Boa tarde. Faz hoje um mês que me bateram no carro, não tendo eu culpa nenhuma. Na hora ele deu-se logo como culpado e preenche-mos a declaração amigável. O problema é que pela frente correu tudo muito bem mas por trás o homem que bateu anda a tentar tramar-me. Uma semana depois a seguradora dele ligou-me a dizer que a culpada era eu, não aceitei e pedi á minha seguradora para recorrer… O perito veio falar comigo e com ele para explicer-mos como tinha acontecido o acidente, parecia ter ficado tudo bem encaminhado… Ate ao dia em que me ligaram a dizer que a culpa era dele a 100% e que só faltava a ordem do perito para o meu carro poder ser composto. A verdade é que vou á seguradora perguntar o que se passa para ainda ninguem ter dado ordens e tentar inventar desculpas para me despachar. Estou aflita porque faz hoje um mês, fui á minha seguradora hoje de manha e disseram-me que não podem fazer mais nada porque foi ativado o protocolo ids e nesse caso a minha seguradora não tem mais nada a ver. A minha pergunta é se há alguma situação em que a seguradora deve deixar de defender o cliente? Isto não devia já ter sido resolvido? Eu acho é que andam as duas seguradoras a querer-me tramar. Como devo resolver isto? Estou a ficar mesmo aflita. Obrigada

    • Olá,

      Senhora Eugénia Machado, aantes de mais obrigado por ter colocado aqui o seu assunto.
      No entanto, o seu relato é pouco preciso. Diz que lhe bateram no carro, a questão é: Estava a circular ou parada? Se a circular em que circunstâncias é que sofreu o embate? Chamou a policia ao local do sinistro? Houve feridos?
      Se o sinistro está a ser resolvido pela via do IDS – Indeminização directa ao segurado, é a sua companhia que tem que responder pelo sinistro, isto é, é feita a peritagem, depois é dada a ordem de reparação e depois as companhias de seguros resolvem o problema entre elas.
      As companhias de seguros não tramam os segurados, simplesmente tentam perceber qual é a margem de manobra e operam dentro dessa margem.
      A sua companhia se lhe disse que não tem nada haver com o assunto, peça para accionar a protecção juridica ou diga mesmo que vai contratar um advoogado para resolver o assunto e exigir tudo a que tem direito. Pode também apresentar queixa no ISP – Instituto de Seguros de Portugal, mas estes vão dar uma resposta dentro de 30 dias úteis.
      Na nossa opinião deveria perguntar à sua companhia o porque de o sinistro estar a ser resolvido pelo IDS e ainda não ter o carro composto, mas faça isso por escrito, pode servir como prova no futuro.

      Para uma atitude mais agressiva só pela via judicial.

      Cumprimentos,

      Equipa
      Automoveis-Online

      • Carlos Pinho

        Boa noite

        Gostaria de ver a Declaração amigável deste sinistro.
        Se a sua seguradora diz que nada pode fazer por ter sido accionado o protocolo IDS, suspeito que tenha assinado algo na Declaração que lhe atribui a culpa, e daí a sua seguradora dizer nada poder fazer. Ou então a senhora está a fazer uma grande confusão.

  • Fernando

    Olá, parabéns pelo pelo artigo muito interessante.

    Tenho pergunta, talvez posso me ajudar. A seguradora pode me obrigar por uma peça que não é original do meu carro? É caso simples, queria trocar para-brisa do meu carro que está trincado mas infelizmente seguradora de forma alguma por telefone concorda com troca na CC onde vende peça original, somente na empresa Carlass que tem linha de produto própria.

    • Olá, obrigado pelo elogio e por nos colocar a sua questão. No entanto, gostaria de seber que tipo seguro é que tem contratado?

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

      • Carlos Pinho

        Boa noite;

        E já agora qual é a Seguradora pois assim poderemos mais rápidamente saber o tipo de cobertura de QIV contratada

  • sara santos

    boa tarde tenho uma questão.
    Tenho um Renault 19 de 1994 e o mês passado estava estacionado e um individuo bateu-me na traseira do carro fazendo um arranjo de 2500 euros óbvio que os seguros de portugal deram o caso como perda total.
    enviaram-me uma carta com o valor venal de 750 euros e atribuíram 200 e tal ao valor salvado sei que depois com as contas deles valor venal – valor salvado deu uns 500 e poucos euros.
    sei que eh um carro antigo e ja tem muita desvalorização comercial mas é meu e não tenho culpa que alguém me tive-se batido.
    Liguei para os seguros de portugal e disseram me que posso apresentar uma contraproposta caso ache que o valor seja baixo e é o que eu acho. gostaria de uma opinião vossa e se também acharem que me digam qual é o valor que é justo pedir pelo carro e como o posso fazer.
    tendo em conta que o carro ainda anda.
    obrigado.

    • Olá Sara Santos, antes de mais queremos agradecer a sua questão. Contudo, fala nos seguros de Portugal. O individuo que bateu no seu carro deu-se como culpado?
      Participou o sinistro à companhia de seguros desse individuo ou à sua companhia?
      A resposta a estas perguntas é importante para um melhor aconcelhamento.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Liliana Gomes

    Boa Tarde,
    tive um acidente em novembro, onde foram danificados bens.
    Chegamos a um acordo relativamente ao valor a apagar, passado um mês mandam um novo parcer, gostaria de saber se é legal, ou se posso reclamar, pois já tinhamos chegado a um acordo.
    Subscrevo os emals trocados.

    Exma. Senhora, data 25/02/2013

    Analisando o pedido de V. Exa. e com o intuito de encerrarmos o diferendo, aceitamos liquidar a verba de € 900, para todos os bens danificados com a contra entrega dos bens danificados numa sucursal mais próxima.

    Aguardamos que nos transmita o que tiver por conveniente.

    Com os nossos melhores cumprimentos
    DSNV – Direcção de Sinistros Não Vida

    Exma. Senhora, data 16/04/2013
    Analisando o material por V. Exa. reclamado e enviado para nossa análise pela sucursal de Portimão, somos a informar o seguinte:
    Em relação ao computador entendemos que não existe nexo causalidade com o sinistro em apreço, pelo que não iremos procederemos à regularização do referido bem.
    Mais informamos que é sobre V. Exa. que impende o ónus da prova.
    – Em relação aos restantes objectos, telemóvel, óculos e casaco, de acordo com as suas características e uso da mesma, que aceitamos liquidar a verba total de € 430,00.
    Mais informamos que nesta data foi devolvido à sucursal de Portimão os bens danificados, que poderá levantar dentro de dias.
    Face ao acima exposto, ficamos a aguardar que nos transmita o que tiver por conveniente.

    Com os nossos melhores cumprimentos

    DSNV – Direcção de Sinistros Não Vida

    Que me aconselha fazer?
    Muito Obrigado,
    Liliana Gomes

    • Olá Liliana Gomes, antes de mais queremos agradecer a sua exposição e pergunta.
      A senhora tem em sua posse o documento / (acordo) a que se refere na sua exposição? Se o tiver o caso muda de figura.
      Relativamente aos artigos que deixou ficar para serem inspeccionados, teve o cuidado de os fotografar e solicitou à companhia de seguros um documento comprovativo e demonstrativo assinado e carimbado, do estado desses artigos danificados?
      Quanto aos artigos, se for sua pretensão não aceitar os valores, deve de os levantar todos, mas, antes de o fazer, verifique se estão todos em conformidade, isto é, se estão como os deixou ficar.
      Queria também saber se quando deixou os equipamentos na companhia de seguros, se assinou algum documento a autorar a companhia a mexer nos equipamentos procedendo aos “ditos” diagnósticos? Peça por escrito a cópia desses relatórios, é um direito seu!
      Era muito importante, saber ao certo que tipo de sinistro é que foi e como é que aconteceu? Que equipamentos é que estamos a falar? Qual a marca do computador, telemovel, óculos e casaco? Quanto é que essas peças lhe custaram?
      Acha que o valor que lhe ofereceram era o suficiente para fazer a substituição natural desses artigos?

      Tente responder a algumas destas questões e nós dizemos-lhe se vale a pena se estar a chatear com isso ou não. Por vezes os valores de indemnização não justificam determinados meios, mas, por vezes os procedimentos abusivos e por vezes ilegais das companhias permitem que o consumidor possa exigir mais do que aquilo que está realmente em causa.

      Mas, responda às questões.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Diana

    Boa tarde,

    A minha questão, é a seguinte: tive um acidente automóvel, em que a culpa foi do outro veículo que bateu na traseira do meu carro quando parei numa passadeira.
    O outro veículo não tinha seguro automóvel, e por isso chamou-se a polícia. A polícia fez o auto de ocorrência e agora o Fundo de Garantia Automóvel, enviou uma carta dizendo que não ia pagar o arranjo do veículo porque os danos que o carro não assegurado tinha, não justificava os danos causados no meu.
    Pelo que solicito que me informem se há alguma coisa que poderei fazer.
    A reparação ainda é de um valor considerável.

    Obrigada,

  • Isaura

    Gostaria de saber qual o tempo real a seguradora tem para efetuar o reparo de um veículo de terceiro? Quando o carro é de trabalho e dependemos do mesmo para o sustento como veículo de aluguel, como proceder para que seja feito rapidamente a autorização para realizar o reparo. Lembrando que o veículo é zero e não foi emplacado!

    • Boas,
      Cara senhora Isaura, antes de mais queremos dizer-lhe que a companhia não tem que efectuar reparo em veículos, quem o faz é a oficina para onde levou o carro. O que a senhora tem de fazer é perguntar por escrito, “por carta, fax ou ao balcão por documento carimbado e assinado” se já deu ordem de reparação. Caso a resposta seja afirmativa, isto é, a companhia deu ordem de reparação, deverá a senhora questinonar da mesma forma a oficina de o porquê de o carro ainda não estar a ser reparado.
      Dependendo da resposta da oficina, poderá solicitar à companhia de seguros a troca de oficina por esta não estar a coresponder às suas espectativas para os prazos de reparação, mas, fica sujeita à recomendação de uma oficina por parte da companhia de seguros. Mas, neste caso a oficina poderá querer cobrar algum valor pelo orçamento dado. Contudo, deixe claro que se a reparação não for rápida, a senhora irá mover os meios legais para tirar de lá o carro.

      Como não sabemos se a senhora é um tereceiro lesado, não lhe asseguramos que possa alugar um carro, pois, sendo terceiro lesado, tem direito da viatura de substituição desde o dia do sinistro até ao dia em que a oficina lhe vai entregar o carro. Assim e como forma de colocar pressão sobre a companhia de seguros, pode contratar uma viatura de substituição num rent-a-car e levar de imediato a factura à companhia de seguros para que esta fique informada do que está a fazer. ATENÇÃO! Só faça isto se for terceira lesada.

      Para terminar, as pessoas têm o mau hábito de, quando a oficina vai entregar o carro reparado, assinarem o relatório que as oficinas enviam para as companhias de seguros a dizer que os clientes atestam que o carrro está bem arranjado, sem primeiro verificarem se o carro está ou não como deve ser. Assim, antes de levantar o carro, verifique se este ficou devidamente arranjado. Caso contrário não assine o relatório e informe por escrito a oficina que só irá levantar a viatura quando esta estiver devidamente reparada. Mas, a responsabilidade da companhia de seguros acaba nesse dia, dependendo de que é que sugeriu a oficina.

      Cumprimentos,

      Automoveis-Online

  • joao carlos

    ola boa noite a todos gostaria que me ajudassem neste ponto

    no dia 5 de abril a minha mae sofreu um acidente do qual a viatura foi dada como perda total pela companhia do culpado alem disso a minha mae teve que ser transportada ao hospital no qual esteve a ser observada e ainda lhe fizeram dois takes.
    o dr disse-lhe que pelo menos um mes de dores ia as ter.

    1ponto no local do sinistro rasgaram-lhe a roupa avaliada em cerca de 50 euros
    para a retirar do carro e acomoda-la no inem

    2ponto no hostipal receitaram-lhe medicamentos no valor de 30.65euros

    3ponto a viatura e minha mas a minha mae esta como condutora habitual

    4ponto actualmente tenho que me deslocar 54km todos os dias da minha residencia para a quinta dos meus pais para dar assistencia nomeadamente na confeçao das comidas e tratar dos animais

    resutado no dia 17 de abril recebi a informacao de perda total da minha carrinha daewoo nubira 1.6 sw+ pela qual me fizeram a proposta de 1285euros +190euros do salvado.
    apos pesquisa na minha seguradora atravez da eurotax a mesma esta avaliada em 3300.
    contestei e fiz a seguinte contra proposta de 3300 euros e informei que desde de dia 5 estava a dar assistencia a minha mae e que os encargos me estavam a afetar na minha vida pessoal e que nao estava a aguentar

    resposta da companhia do culpado no dia 26 de abril 2013
    apos verificar-mos mais concretamente na consecionaria chervolet o valor que apresentamos
    1560euros ficando o salvado na sua posse
    imobilizaçao da viatura 440euros
    2000euros em dinheiro+o salvado

    resultante desta proposta deles fiquei indignados e contactei-os a pedir esclarecimentos que valor seria aquele de 440 euros?
    resposta do gestor do processo que aquele valor seria para combatar as despesas que eu estava a ter .

    apos esta conversa enviei nova contra proposta por achar inaceitavel que estejam a usar um valor para aumentar a oferta feita por eles sendo assim fiz nova contra proposta

    minha contra proposta

    2710euros e o salvado fica na minha posse ou substituiçao por uma viatura igual a minha no concessionario chervolet no mesmo estado de conservaçao e boa de mecanica e com garantia do vendedor
    paralizaçao da viatura 25 euros por dia desde o dia 5 de abril ate ao dia da formalizaçao do pagamento ou reposiçao da viatura
    pagamento de 50euros pelas roupas danificadas pelo descaceramento e ainda 30.65euros resultante da medicaçao passada pelo medico

    penso que nao estou a pedir mais do que me e devido por direito ainda estou a aguardar resposta desta ultima contra porposta enviada no dia 30 de abril entretanto eles marcaram uma consulta para a minha mae no dia 14 de maio numa clinica deles.

    a minha questao e a seguinte 25 euros penso que e um valor mais do que justo pois tenho que me deslocar todos os dias fora do meu horario de trabalho ficando privado da minha vida normal que tinha antes desta situaçao
    o valor que estou a pedir pela carrinha esta dentro dos valores de pesquisa no entando aceito uma igual em troca nas mesmas condiçoes e com garantia
    qual e vossa opiniao em relaçao ao que eu apresento aqui

  • THIAGO

    Ola bom dia,

    Gostei muito do seu artigo, atualmente estou passando por um problema e gostaria de uma orientação:

    No dia 29/02/13 sofri um acidente de carro – sem vitima, o condutor do outro veiculo veio a colidir na traseira do meu carro me lançando a frente fazendo colidir com outro veiculo, eu não possuía seguro, o veiculo que bateu na minha traseira possuía e acionou a seguradora e me colocou como terceiro. Pois bem ate então tudo normal……pensei eu…
    Assim que peguei os dados do condutor e sai do local do acidente, meu carro começou a ter problemas mecânicos….no trajeto para minha casa o reservatório de agua do carro explodiu….acredite realmente explodiu…fiquei chocado….
    Entrei em contato com o condutor e acionada a seguradora dele levei meu veiculo a oficina…no dia 08/03….e me disseram que em 5 dias a seguradora BRADESCO SEGUROS iria periciar e liberar para conserto…passaram mais de 30 dias e nada da seguradora liberar o conserto do me carro…após muito luta consegui a liberação….
    Meu carro deveria ficar pronto no dia 29/04/13…eu já estou sem meu carro a mais de 60 dias e quando fui retirar meu carro descubro que foi necessário uma 2ª Pericia – PERICIA DA PARTE MECANICA, que não foi liberado….

    Em resumo.. A seguradora arrumou e assumiu a funilaria e pintura, porem não assumiu nada da parte mecânica…a oficina diz que meu motor esta com a junta do cabeçote queimada..Meu carro estava e perfeitas condições antes do acidente, eu o utilizava para ir ao trabalho, buscar meu filho, levar minha esposa ao trabalho…e hj não consigo fazer mais nada disso….

    Estou pensando em alugar um carro pois não posso mais ficar sem ele…

    Por favor me ajudem não sei mais como proceder….estou desesperado..

    • Olá Thiago, antes de mais quero agradecer você por ter colocado aqui a sua questão. Contudo, aqui não o podemos ajudar, isto porque, esta noticia foi feita para o publico alvo português de Portugal.
      Mas, brevemente o Automoveis Online vai abrir para o mercado brasileiro, através da plataforma de compra e venda de carros usados Automoveisonlinebrasil. Assim, quando este novo portal estiver a funcionar no mercado brasileiro, vamos contactar uma equipe jurídica para podermos entender se a Lei é igual à do mercado português de Portugal. Até lá, lamentamos, mas, não o podemos ajudar.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • Carlos Garrudo

    Exmos Srs

    Muito grato pela Vossa disponibilidade.
    Em resumo, tive um acidente em que não sou culpado, as companhias não estavam a entender-se e de repente passaram tudo para um “mediador” julgo que oficioso (Servi AIDE) que por sua vez me mandam uma carta a dizer que o processo vai ser arquivado pois a reparação de 445 euros do meu veículo, por ser inferior ao ordenado mínimo nacional (?) não será tratada sendo o processo arquivado. Dizem mais, se eu quiser reavaliação do processo terei de recorrer ás vias Judiciais. Estou incrédulo!!!!! Então para que serve o dinheiro que pago ás companhias de seguros? Terei alguma forma de obrigar a companhia de seguros , a Zurich, a defender os meus/ seus direitos? A quem devo recorrer? O agente não responde aos meus emails … a ZURICH abandonou-me! Pago a custo o seguro, tenho um sinistro que me dá um prejuizo de 445 euros e a companhia não paga porque é inferior ao Odenado mínimo nacional, isto é de loucos, não acham? O que devo fazer?

    • Boa tarde,

      Caro senhor, na nossa opinião o senhor deveria interpelar a sua companhia de seguros e pedir o apoio jurídico que esta tem ao seu dispor por via das condições gerais da apólice de seguro.
      O senhor deverá ir ao balcão da companhia, pedir o livro de reclamações e escrever a sua reclamação, relatando tudo o que se passou, pode também registar a sua reclamação online no portal de reclamações&queixas, mas aqui não se esqueça de colocar correctamente o email da companhia de seguros. Pois, depois de registar a sua reclamação nesse portal, o mesmo vai notificar via email a companhia acerca da sua reclamação e como as empresas não gostam de ver os seus nomes associados a este tipo de portais acabam por responder. Depois de feita a reclamação, vai solicitar à sua companhia de seguros o apoio jurídico, pois é algo que tem direito. Por fim, vai apresentar queixa ao ISP – Instituto de Seguros de Portugal.
      Quanto à empresa que lhe enviou a carta, o senhor só tem de lhe enviar uma carta a dizer que não lhe reconhece legitimidade legal para aceitar essa proposta ou outra qualquer.
      Isto posto, se não conseguir dar a volta ao seu problema, só pela via judicial. Mas, como os dados que me colocou aqui são curtos em termos informativos e descritivos, não lhe sabemos dizer se vale o não a pena ir por essa via.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

      • Carlos Pinho

        Pelo que entendo da parca descrição que o lesado faz, as seguradoraqs não se estavam a entender e o lesado terá accionado a protecção juridica da sua seguradora, que no caso é prestada pela Empresa ServiAide que é uma empresa de assistencia juridica.
        A resposta que lhe deram de que vão arquivar o processo, está enquadrada pelos limites estabelecidos no clausulado da Protecção Juridica. Não significa que o senhor não mantenha os seus direitos, não pode é accionar a Protacção Juridica. Pode e deve insistir com a seguradora do responsavel e em ultimo caso intentar acção judicial, se bem que desde já lhe digo, por 4oo e picos euros n~~ao vale a pena tal canseira.

  • Rui Silva

    Boa tarde, no passado dia 20 de março um individuo, que por sinal é uma amigo meu, colidiu contra o meu carro.
    Elaboramos a participação amigável e cada uma participou a sua companhia. Passados 2 dias um perito da companhia dele veio peritar o meu carro, atribuindo cerca de 2600€ de arranjo. No entanto por ter havido algumas duvidas não foi ativado o IDS. Assim eu fui ouvido e o meu colega também. Conclusão da companhia foi ontem passados os legais 30 dias uteis. Resultado, indicou indicio de colisão fraudulenta! É completamente uma decisão de malucos.

    Alguém me pode ajudar a repor a justiça??

    • Olá Rui, o seu relato é um pouco vago e pouco descritivo da situação. Não conseguimos perceber o que terá acontecido para que possa ter havido dúvidas e o que levou a companhia de seguros a declarar colisão fraudulenta.
      Contudo, se o Rui acha que a companhia está errada e lhe esta a prejudicar, a única coisa que pode fazer é accionar os meios judiciais para resolver o problema. Não lhe resta outra alternativa.

      Cumprimentos,

      Equipa Automoveis-Online

  • jorge

    ola boa tarde a todos eu tenho uma questão alguém que me possa ajudar eu tive uma acidente onde não foi culpado a minha questão e depois da avaliação da companhia de seguros e de ter dado o valor da reparação do carro a oficina eu estou obrigado a reparar ai o carro ou posso receber o dinheiro da seguradora e levar o carro para outra oficina .muito obrigado

    • Olá,
      Caro senhor Jorge, se a companhia de seguros pagou o valor à oficina, é nessa oficina que tem de reparar a viatura. Contudo, as companhias de seguros só efectuam o pagamento depois de o carro estar reparado, o senhor tem de assinar um relatório de reparação à oficina e esta tem de o entregar à companhia de seguros, que por sua vez irá efectuar o pagamento do valor à oficina.
      Se o senhor quer outra oficina, tem de informar a companhia de seguros que pretende enviar o carro para outra oficina. Mas atenção, a oficina poderá cobrar pelo parque da viatura e pelo orçamento.

  • Isa Costa

    Bom dia, antes de mais gostaria de agradecer o seu artigo, que ainda só tive oportunidade de ler por alto, mas que certamente irei aprofundar mal consiga.

    A minha questão é a seguinte:

    Uma amiga minha teve hoje um enorme despiste numa auto-estrada, em que o veículo (um Clio 1.2 de 2004-2006, não tenho bem a certeza do ano) ficou em muito mau estado. O despiste deu-se, até por palavras do próprio agente que foi ao local, por presença de óleo na via. O mesmo agente até disse que nem está em causa a velocidade do veículo, pois nem que fosse a 30km/h o despiste com tanto óleo era inevitável (não é o caso da minha amiga, pois ela nem ia em excesso de velocidade), mas foi só para reforçar o estado da via e a quantidade de óleo que havia. Durante o descontrole do veículo, outro condutor embatou inevitavelmente no veículo da minha amiga, mas sem que nenhum dos intervenientes ficassem verdadeiramente feridos. A minha amiga foi levada ao hospital para exames de rotina, pois bateu com a cabeça, mas encontra-se bem, apesar das dores corporais e agora o medo de conduzir no futuro. Sei que o seguro dela é contra terceiros… Certamente no auto constará a questão do óleo no pavimento. (E se não constar???)

    Como leigas na matéria, gostaria de saber mais informações sobre como é que ela deverá proceder, pois neste caso acredito que a Estradas de Portugal é obrigada a fazer manutenção e limpeza da via e não o fez naquele ponto. Ela tem direito a indemnização, não é? E o carro é um bem indispensável na vida dela, pois o trabalho dela ainda é longe de casa. Ainda não se sabe se o veículo irá para abate ou não, mas eu acredito que no estado em que ele está, o arranjo seguramente será bastante superior ao valor comercial do mesmo. Caso isso aconteça, aconselhei-a a não aceitar de bom grado a primeira oferta da seguradora, pois acredito que não irá cobrir o arranjo total do carro…

    Agora, as minhas questões são as seguintes:

    Num caso assim, como interpelar a E.P.? A seguradora indemniza uma parte e a E.P. a outra, ou a seguradora dá-lhe o que a lesada tem realmente direito e depois a companhia vai cobrar esse valor à E.P.? Acha que um caso destes vai ter de chegar a tribunal e, se tal, compensa? E o outro condutor, como fica a situação dele?

    Eu sei que a situação não é minha, mas como amiga da lesada, não quero que ela seja enganada e quero estar devidamente informada para ajudá-la a não cair em conversas.

    Obrigada desde já!

    • Olá Isa, antes de mais quero agradecer a sua história.
      Relativamente ao seu assunto, só não percebi se a sua amiga é dada como culpada no acidente de viação ou se realmente acabou por ser vitima. Pergunto isto, porque diz que outro condutor embateu no carro da sua amiga. Se assim foi, a sua amiga é vitima e considerada terceira lesada. Neste caso, é a companhia de seguros do outro condutor que tem de pagar os danos ocorridos na viatura da sua amiga, dos seus pertences (exemplo – telemóvel, computadores, óculos, etc…) e todos os danos corporais e perdas patrimoniais e de exploração.
      – À questão [ Num caso assim, como interpelar a E.P.? ], a resposta é a seguinte: se a culpa foi dela, isto é, se foi ela que embateu na outra viatura, é a sua companhia de seguros que tem de assumir todos os custos. O que poderá acontecer é a companhia de seguros atirar a responsabilidade para a E.P., mas até nesse cenário, a companhia de seguros tem de assumir os custos e depois deverá exercer o direito de regresso sobre a E.P..
      Mas, tenha em atenção que é bem provável que venha a ter de ir pela via judicial.
      – Neste caso, [A seguradora indemniza uma parte e a E.P. a outra, ou a seguradora dá-lhe o que a lesada tem realmente direito e depois a companhia vai cobrar esse valor à E.P.?], a si (sua amiga) não lhe interessa nada.
      – [Acha que um caso destes vai ter de chegar a tribunal e, se tal, compensa?] O normal nestes casos é o processo acabar nas malhas do tribunal.
      – [E o outro condutor, como fica a situação dele?] Quanto ao outro condutor, o problema infelizmente é dele e é a ele que cabe resolver, contudo, uma boa relação entre as partes ajuda na resolução dos conflitos.
      O que é mesmo muito importante é a declaração de sinistro e o auto de polícia ter relatado que existia óleo na faixa de rodagem.
      Deixo-lhe aqui um link de um condutor que teve um acidente numa via de uma concessionária e que foi para tribunal e ganhou.
      Esperamos ter ajudado.

      • Carlos Pinho

        Boa noite;

        Há uma questão que deve ser levantada:

      • Carlos Pinho

        Há algumas questões que merecem ser analisadas:
        – O segundo veiculo embateu no carro da sua amiga logo de seguida e emconquequência do despiste dela, ou esse embate deu-se já passado algum tempo?
        – Se o segundo embate ocorre já algum tempo despois do primeiro, tinham sinalizado devidamente o local com o trinagula de pre-sinalização á distancia adequada?

        É que em função das circunstancias efetuvas, a sua amiga ainda poderá ter de assumir a responsabilidade pelos danos do segundo embate.
        Relativamente ao alegado óleo na via, quem poderá ser responsabilizado pelas consequência não será nunca as Estradas de Portugal, mas sim a consesionária da Auto Estrada, que até possui um seguro de Responsabilidade Civil para esse efeito. Mas por experiência lhe digo desde já que, só judicialmente conseguirá que assumam essa responsabilidade, e cabe-lhe provar a relação direta e efetiva entre a existencia de oleo e o sinistro.
        Solicite o auto de ocorrência á autoridade que registou a ocorrência, e se lá estiver efetivamente mencionado a existencia de oleo na via, comece por escrever uma carta registada á concessionária da AE a solicitar uma peritagem imediata ao seu veiculo e a informar que pretende que assumam a responsabilidade pelos danos na viatura respetiva paralisação, e outros danos que eventualmente tenha sofrido e que deve desde já anunciar e documentar. Posteriormente, e em função da resposta que receber prepare-se para contratar um advogado e proceder judicialmente contra a concessionária e contra a seguradora da mesma.

  • Gi

    Bomdia, gostaria da vossa ajuda.

    Tive um acidente, o qual sucedeu o embate enquanto eu estava estacionada.
    o outro veículo embateu contra a porta traseira esquerda do passageiro, e empurrou a mesma tendo danificado o pila central, e empurrou a porta do condutor! Apesar de este dano a companhia não ter dado aprovação para arranjo. Como tal passou a fechar mal, e não foi arranjada!

    O outro condutor deu-se como culpado, e após entrega de papelada, peritagem e aprovação com ordem para reparação foi para a oficina…

    O meu carro foi para reparação na semana passada. Quando chegámos a casa verificámos que a porta que teve o embate continua descaída, e com diferenças perante a porta do lado contrário, fomos tirar as medidas perante as portas da direita. Para além disso, ao invés de arranjarem o possível do pilar central, o que verifico é que foi colocada uma massa, é visível o aumento do volume na zona do embate!

    Fui reclamar na oificina, que nos ficou de dar uma resposta, pois ao fim de uma semana, recebemos um telefonema da companhia de seguros referindo que temos que reclamar.
    Preciso de ajuda! como devo proceder á reclamação?
    Obrigada
    Gi

    • Olá Gi,

      A questão é a seguinte: assinaram o relatório de reparação? Se sim, a companhia de seguros não tem nada a ver com o assunto, mas sim a oficina que efectuou o serviço.
      A única coisa que poderá fazer é entender-se com a oficina. Mas, se esse entendimento não for possível, a única via que tem é a via judicial.
      Mas atenção, tudo o que tratar deve-o fazer por escrito.
      No entanto, se a situação ainda não tiver passado os 30 dias, reclame junto da sua companhia de seguros, pois as companhias costumam a pagar uns dias mais tarde e se esse pagamento ainda não tiver saído, a companhia pode travar o pagamento, obrigando dessa forma a oficina a reparar correctamente o carro.
      No entanto, quando falar com a oficina, dê um prazo fixo (tipo 8 dias úteis) para que esta resolva o problema e deixe claro que caso não haja entendimento, vai mandar o carro para um importador oficial e que mais tarde a oficina será responsabilizada e terá de pagar a factura. Mas, faça sempre tudo por escrito.
      Caso não seja possível um entendimento saudável, só lhe resta a via jurídica para a resolução do problema.
      Um dos sítios onde poderá apresentar a sua reclamação é no portal da queixa.

  • Emanuel

    Boa tarde e em 1º lugar parabens por este assunto bem debatido, estou a passar pela seguinte situação:
    No dia 21 de Maio de 2013 tive um acidente em que não fui culpado e o outro condutor assumiu de imediato a culpa, foi feita a participação e mandaram um perito a oficina onde eu tinha posto o automovel ( oficina referenciada pela minha companhia), do acidente resultou danos na frente do automovel desde farol,pisca, capô, guarda lamas,grelha, matricula entre outros,o embate foi mais do lado esquerdo que direito, o vidro do lado do condutor devido ao impacto soltou-se e caiu para dentro da porta e do lado direito chegou a partir os apoios do farol.
    Perante isto o perito diz que o resultado do vidro ter caido não tem nada a ver com o embate, o farol do lado esquerdo que partiu os apoios tambem não tem nada a ver com o embate e que o material será da concorrência e não da propria marca. Agora eu pergunto, e se viesse alguem comigo e sofresse ferimentos ??? tambem não seria do acidente porque não sofreu directamente o embate, e se esse Sr perito se jogar para uma piscina de cabeça só vai molhar a cabeça ????
    Já disse na minha companhia que não aceito isto e que quero levar então o carro para a propria marca e quero nova peritagem, queria a sua opinião sobre isto, muito obrigado pela atenção, Emanuel Sousa.

    • Olá senhor Emanuel, agradeço o seu post.

      A minha posição não podia estar mais de acordo com a sua, isto é, o perito realmente deve estar a brincar com a situação.
      Acho que deve exigir à companhia uma nova peritagem, recusando desde já o resultado dessa peritagem.
      Caso seja necessário uma empresa especializada em peritagem automóvel, o Automoveis-Online recomenda-lhe o melhor parceiro mundial de verificações técnicas automóvel e muito utilizadas pelas próprias companhias de seguros. Deixo-lhe aqui o link desse serviço, chama-se “Carro Aprovado“.
      Mas, se não quiser ir por este método, então faça o que tem em mente. Exija um nova peritagem e num concessionário oficial.

      Cumprimentos,

      Equipa AO

  • Emanuel

    Peço desculpa mas na parte onde diz :

    ” , o farol do lado esquerdo que partiu os apoios tambem não tem nada a ver com o embate e que o material será da concorrência ” quero dizer “farol do lado direito”

    Obrigado

    • Maria

      Ola, eu tive uma situação parecida em que bateram me na porta e a fechadura partiu-se. O perito quando lá foi disse que so ia arranjar a amolgadela e a pintura. Que, o fecho da porta não tinha nada a ver com o sucedido. Até sugeriu que estivesse a aproveitar-me, falei com a oficina e eles disseram me que se não concordo que devia estar atenta e antes de arranjar o carro ligar para o seguro pedir (agora não me lembro do nome, mas é como pedir um novo orçamento mas com fechadura) que seria os da oficina a fazer. Foi o que fiz e eles aprovaram, talvez devesse fazer o mesmo.

      • OLá,
        Cara senhora Maria, agradecemos o seu comentário, mas, não percebemos a sua questão.
        Se quiser reformular, termos todo o gosto em ajuda-la.

        Cumprimentos,

        Equipa AO

  • Tatiana Ribeiro

    Sofri um acidente de carro, onde o outro veiculo capotou o carro e caiu sobre o meu o carro dele deu pt e ele ficou ruim, internado no hospital. Ambos temos seguro, porém apos resgate, BO, policia rodoviaria, ecovias fazerem o que tinha que ser feito, foi informado que o BO ficara pronto em 10 dias, devo aguardar para saber o resultado e saber qual seguro acinnar?
    O mecanico da porto seguro disse que meu automovel é perda parcial, porem pegou na coluna do carro e mecanicos amigos nossos falaram que o ideal é que fosse perda total pq o carro nunca mais sera o mesmo.
    O que devo fazer para a seguradora me dar o valor do veiculo? mesmo o perito informando ser somente perda parcial?

    Me deram a dica de escrever uma carta a punho dizendo nao confiar no veiculo após ter amassado a coluna?

    Como devo proceder?
    Desde já agradeço a ajuda.

    • Olá Tatiana Ribeiro,
      Obrigado pela sua questão, mas acontece que este artigo foi escrito para o mercado Português e Portugal. A lei do Brasil para as companhias de seguros é um pouco diferente, pelo que já pedimos a alguns especialistas para lerem o nosso artigo e o adaptarem ao mercado Brasileiro no sentido de puderem ser uma ajuda. Mas, por agora não podemos ajudar.

      Cumprimentos,

      Equipa Ao

  • Nuno Cruz

    Boa tarde, no dia 03/05/2013 ocorreu um acidente de viação no qual fiquei lesado quanto à privação da minha viatura.
    Um camião em sentido contrario e sem travões albarrou a minha viatura que estava estacionada à porta de casa e mais 4 viaturas e até agora ainda não obtivemos autorização da companhia para arranjo das viaturas.
    Estou sem carro desde esse dia e não me atribuíram nenhuma viatura de substituição.
    Não tenho transporte publico para o meu local de trabalho, já fiz a exposição e até agora…nada.

    Cumprimentos,
    Nuno Cruz

    • Caro senhor Nuno Cruz, o senhor poderia e deveria já ter informado a companhia de seguros por escrito de que vai alugar uma viatura de substituição e que à posteriori irá apresentar a factura.
      A cedência da viatura de substituição ocorre quando o lesado é beneficiário e pelo prazo que decorre desde a ocorrência do sinistro até ao dia que a oficina lhe vai entregar o carro. Mas atenção, por exemplo, se a companhia der à oficia 3 dias para o arranjo da viatura e esta demorar mais dia, a companhia só lhe tem de pagar a viatura de substituição até ao terceiro dia, os demais são da responsabilidade da oficina.

      Cumprimentos,

      Equipa AO

  • Luis Pedro

    Boa noite, fui vitima de um acidente de viação …que resultou algumas lesões, tanto a nível físico , financeiro e profissional!
    Físico são lesões nas costas e ombro, financeiro é que eu tenho suportado todas as despesas e a seguradora há alguns meses que não me reembolsa, tendo muita dificuldade em pagar as minhas prestações , profissional porque tive oportunidade de subir na carreira e não o consegui porque as lesões físicas não permitiram executar com êxito as provas de aptidão.
    Gostaria de saber o que devo fazer? Quais os meus direitos perante a seguradora?

    Cumprimentos
    LB

    • Olá Luis Pedro,

      Obrigado pela sua exposição. No entanto, a nossa ajuda não poderá ir para além de um simples aconselhamento e o nosso conselho vai para a contratação de um advogado.
      Sabemos que muitas pessoas são contra a contratação de um advogado e compreendemos essa posição, pois, por vezes os valores de indemnização são tão baixos que não justificam a contratação de um advogado.
      Como não sabemos os pormenores desse acidente, também não sabemos os valores envolvidos, também não sabemos qual o grau de incapacidade que adquiriu com as lesões sofridas no acidente.
      O que sabemos é que se os valores se justificarem e se o que diz for devidamente provado, a companhia de seguros poderá estar em maus lençóis.
      Contudo, se nos quiser relatar tudo, caracterizar o seu veiculo, danos patrimoniais e outro tipo de danos, podemos analisar melhor e dar-lhe um aconselhamento mais sensato.

      Cumprimentos,

      Equipa AO

  • Emanuel Martins

    Gostava que me informassem se em caso de Perda Total em que o veiculo não se encontra no nome do segurado, porque o veiculo tinha sido adquirido há menos de 30 dias, e os documentos foram apreendidos pela GNR, a quem é que a seguradora terá de pagar ao ex proprietário ou ao segurado ?

    • Olá Emanuel Martins,

      A sua questão está um pouco confusa, mas obrigado por a partilha connosco.
      É assim, a companhia de seguros paga ao dono do carro, a GNR não tem nada a ver com o processo de indemnização.
      Agora, poderá fazer prova de que a viatura é sua perante a companhia de seguros, para isso basta levar o contrato de compra dessa viatura.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Andreia

    Boa tarde,

    No dia 20 de Maio, o meu sogro teve um acidente ao qual houve um ferido grave (o condutor da outra viatura). Sendo o meu sogro o lesado a questão que coloco é se a companhia de seguros é obrigada a pagar o valor comercial do veiculo, ou se tenho que aceitar um valor do veiculo inferior e ficar com o salvado (dado que a companhia deu como perda total)?? Por exemplo a companhia disse que o valor do carro é de 23500€ e que a esse valor será feita a dedução de 4500€ que é o valor do salvado. Neste caso não me convinha ficar com o carro mas sim receber o valor da viatura, ou seja os 23500€, será importante referir que a viatura é um táxi, pelo que as companhias jogam um pouco com isso e tentam fugir às responsabilidades, até porque têm de pagar não só a indeminização do veiculo como também a paralisação do mesmo. Desde já obrigado pela ajuda.

    • Olá Andreia, antes de mais quero agradecer o seu post e pergunta.
      Relativamente à sua questão, se a Andreia não quiser o salvado, a companhia de seguros tem de lhe dar o valor de 23.500€. No entanto e a avaliar por este valor presumimos que estamos a falar de uma veiculo recente e de valor considerável, pelo que era preciso perceber qual é que foi o valor que a oficina atribui para a recuperação da viatura. Pois, a companhia pela substituição natural do bem, terá de indemnizar pelo valor referente aos valores orçamentados pela oficina, para não falar noutros valores como as perdas de exploração entre outras variáveis. Mas aqui terá sempre de colocar um advogado no meio da resolução do problema e isso só vale mesmo a pena se os valores a receber forem mesmo consideráveis, caso contrário, não vale a pena.

      Não se esqueça de fazer like na página de facebook do Automoveis-Online e recomenda-la ao seu circulo de amigos.

      Cumprimentos,

      A equipa AO

  • Rui Soares

    Olá, boa noite!

    Antes de mais, agradeço o excelente artigo e espero que desenvolvam muitos outros com esta qualidade.

    Gostaria de perguntar, de quem é a responsabilidade de solicitar e de pagar um auto de acidente após ter aberto um processo de sinistro?

    É que a minha mãe, esteve envolvida num sinistro, que julgamos não ser de sua culpa, e após os 30 dias que esteve, o processo, em análise a empres MAPFRE entende que, de acordo com os artº 342 e 487 do CC não tem elementos que chegue para concluir responsabilidades e por essa razão não vai avançar mais com o processo.

    Refiro, ainda que na troca de mails anteriores os mesmos alegavam os mesmos artigos, mas diziam que teriam que solicitar à GNR o respectivo auto de acidente.
    Passado todo este tempo a GNR diz que a companhia nunca solicitou nada.

    Assim sendo, e perante esta atitude incoerente que devo eu fazer para que o processo não fique apeado?
    Neste caso, é da responsabilidade do leasado fazer prova, solicitando a mesma à GNR fazendo-se pagar mais de 50€ ou estará a companhia a retardar o mais que pode?

    Antecipo o agradecimento por toda a ajuda que possam prestar!

    Obrigado!

    • Olá caro senhor Rui Rodrigues, antes de mais agradecemos a sua exposição.

      Relativamente aos artigos que apensa na sua exposição ambos (Ónus da Prova e Culpa) de uma forma ou de outra se referem ao facto de ser o lesado a ter de fazer prova. Tal consideração nos leva a questionar, o que é que realmente aconteceu, que documentos é que entregou na companhia de seguros.
      O Auto terá de ser você a custear e imputar os custos à companhia de seguros.
      Por último e em caso de dificuldade em concluir quem realmente é culpado, pode-se sempre pedir a reconstituição do sinistro, normalmente por via jurídica.
      Contudo, apresente todos os factos para podermos olhar e melhor aconselhar.

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      Cumprimentos,

      A equipa AO

  • Igor

    Boa tarde, gostaria de tirar uma duvida meu carro tem seguro financiei em 60 vezes mais a um mês atras aconteceu um sinistro a seguradora deu como perca total do veiculo, mais ai és a questão a seguradora diz que a indenização e paga para a financeira, e o restante que sobrar na quitação e devolvido a mim.
    Gostaria de saber se existe outra forma da seguradora me indenizar , pois ela ja ira ficar com o carro e eu sem nem um bem, existe alguma for de eu continuar com um outro veiculo ?

    • Olá Igor, agradecemos a sua exposição.
      Antes de mais queria informar você que este artigo foi escrito para o público alvo português de Portugal e que brevemente o Automoveis-Online irá abrir no Brasil para o público alvo brasileiro.
      No entanto a sua questão pode ser respondida porque em termos jurídicos, a regra é a mesma.
      Repare no seguinte: você comprou um automóvel e não foi à vista, isto é, você pegou um financiamento num banco. Assim, o banco tomou o registro do seu automóvel como garantia de pagamento e o seguro automóvel que você fez, teve de ser contra todos os riscos, isto porque, se você tivesse algum acidente com a viatura e ela se perdesse por danos excessivos, o banco veria assim a sua divida cobrada.
      Assim sendo, tal como você explicou é correcto a companhia pagar primeiro ao banco, pois este é o locador do seu automóvel e por via de um contrato tem direito a receber o valor de indenização para pagar o que ainda falta do crédito e o que sobrar é para você.

      Não se esqueça de fazer like na página de facebook do Automoveis-Online e recomenda-la ao seu circulo de amigos.

      Cumprimentos,

      A equipa AO

  • João Rodrigues

    Antes gostaria de vos congratular pelo site que tem sido esclarecedor e muito útil para quem se vê envolvido num sinistro automóvel. Gostaria de vos expor a minha situação e todos os seus contornos e os problemas que tenho tido com a minha própria companhia de seguros, a Fidelidade-Mundial, na resolução de um sinistro que decorreu e na qual não tive qualquer responsabilidade.

    No dia 2 de março sofri um sinistro, pelas 13H00M, na Rua Brás Pacheco, em Lisboa (Praça de Londres, por detrás da igreja de S. João de Deus). Circulava com o meu veículo na minha via quando surge um veículo Smart Fortwo que, desrespeitando um sinal de stop, entra na minha via e embate na parte frontal direita da minha viatura. Dada a extensão dos estragos, no qual houve derramamento de líquidos do motor e as rodas do carro ficaram presas com chapas, o meu carro ficou impedido de circular. Foi chamado o reboque através da assistência em viagem e o carro foi levado para a Oficina Santogal Peugeot sita na Rua Dom Luís de Noronha, n.º 40, 1069-081 Lisboa.

    A participação do sinistro foi efetuada à minha seguradora Fidelidade-Mundial no dia 4 de março de manhã solicitando de imediato uma viatura de substituição. No dia 5 de março recebo uma mensagem da minha seguradora e da GEP – Gestão de Peritagens a avisar da marcação de peritagem para o dia seguinte (6 de março). Ao processo foi atribuído o n.º 13AU781931/002.

    A viatura de substituição foi-me cedida no dia 05 de março através da rent-a-car Europcar com um prazo limitado a 2 dias. Posteriormente foram sendo efetuados alguns contactos telefónicos por mim no sentido de se revalidar as guias de transporte da viatura de substituição sempre com insistências por parte da seguradora que já não teria direito à mesma. Na semana de 11 a 15 de março recebo uma carta da seguradora datada de 12 de março a informar-me que “não se encontra afastada a obrigação de indemnizar por parte desta seguradora, uma vez que estão reunidas as condições necessárias ao funcionamento da convenção IDS, com atribuição da responsabilidade total ao condutor do veículo garantido pela nossa congénere Mapfre.”

    As diferentes tentativas de retirada da viatura de substituição alegadamente por ter acabado o prazo em que teria direito à mesma levaram-me a escrever um e-mail à minha seguradora, com conhecimento ao Instituto de Seguros de Portugal (ISP), no dia 22 de março, reiterando a necessidade da viatura de substituição e o acesso ao relatório da peritagem e os respetivos relatórios de averiguações de suporte ao mesmo (até esta altura ainda não me tinha sido disponibilizado o referido relatório). Fruto desse e-mail, no próprio dia, recebi um telefonema da Gestora do Sinistro da Fidelidade-Mundial a confirmar a extensão da utilização da viatura de substituição e a previsão que a minha viatura estaria pronta no dia 26 de março. No dia 25 de março, da parte da seguradora, recebo por e-mail o orçamento concluído da reparação da minha viatura no valor de 3 578.83 Euros.

    Entreguei a viatura de substituição no dia 26 de março e na quinta-feira, dia 28 de março dirigi-me à oficina para ir buscar a viatura. Ao ligar a mesma verifico a existência de um barulho no motor oriundo da zona afetada pelo acidente. Após o mecânico ensaiar o carro foi tomada a decisão de este ficar na oficina para se resolver o problema. Concomitantemente verifico a existência de um risco e uma mossa por debaixo do farol traseiro esquerdo que não estava anteriormente. Foi-me disponibilizada uma viatura de substituição pela oficina, garantindo-me que o risco e a mossa seriam arranjados e continuei privado de utilizar a minha viatura. A oficina ficou com o compromisso de me ligar na segunda-feira seguinte, dia 1 de abril a dar conta da situação.

    Na semana de 1 a 5 de abril, na ausência de qualquer contacto e após ter tentado telefonar sem sucesso para a oficina, enviei um e-mail à seguradora no dia 5 de abril, no sentido de averiguarem a situação, o qual não teve qualquer resposta. Cerca de duas semanas depois recebo uma chamada do perito a questionar-me sobre o que teria acontecido à viatura e ao qual dei conta da ausência de notícias e da minha dificuldade em falar com a oficina.

    Durante o resto do mês de abril tentei telefonar algumas vezes para a oficina sem sucesso e na ausência de qualquer notícia da seguradora, envio novo e-mail à Fidelidade-Mundial no dia 02 de maio. Este e-mail teve resposta no dia seguinte (3 de maio) no qual sou informado pela 1ª vez que o problema no barulho do motor “era um tubo de ar condicionado (que consideramos nesta reparação) que sofreu uma alteração e o compressor de ar condicionado faz um barulho devido a isso. A oficina ficou de o contactar para resolver a situação que é inteiramente da responsabilidade dos mesmos.” Por sua vez, a oficina contactou-me no dia 10 de maio por e-mail referindo que o problema do motor “é derivado a embreagem do compressor do A.C. Contactei o perito em causa para informar desta situação, qual ele me informou que a peça em causa ele não ia assumir derivado a esta ser peça de desgaste e não do acidente.” No próprio dia (10 de maio) dirijo um e-mail à fidelidade-mundial no sentido de me esclarecerem a situação por escrito e, caso seja necessário, o acionamento da minha apólice de proteção jurídica. Entretanto a Oficina pede para ir buscar a viatura e devolver a sua.
    No dia 17 de maio foi buscar à oficina Santogal Peugeot a minha viatura . Solicitei e preenchi o livro de reclamações na oficina apontando a situação do barulho oriundo da zona de embate e, desde então, circulo com a minha viatura, cujos estragos provocados pelo acidente não foram devidamente arranjados, persistindo o barulho no motor oriundo da zona embatida no acidente, barulho esse que não existia antes do sinistro e que se tem agravado com a utilização da viatura. Alegadamente o ruído deriva da embraiagem do compressor do ar condicionado. Solicitei ao orçamentista da oficina para me informar sobre a localização da peça, tendo-me indicado a zona que diretamente sofreu o embate da outra viatura. Em conversa este recomenda-me o arranjo imediato dos danos uma vez que estes se podem agravar até ao ponto de inviabilizar a utilização da viatura.

    A Fidelidade-Mundial envia-me um e-mail a 28 de maio em que o perito refere que esta peça não sofreu qualquer impacto na sua estrutura, concluindo que o dano não terá qualquer relação com o sinistro em apreço. Dada a localização da embraiagem do compressor do ar condicionado e o ponto de embate inicial, parece muito difícil sustentar que este não tinha sido afetado pelo embate ou pela respetiva onda de choque. No mesmo e-mail, a seguradora sugere que caberia a mim autorizar que o compressor de ar condicionado seja desmontado/testado para possibilitar a identificação da ou das peças danificadas por forma a possibilitar ao perito a elaboração do relatório técnico onde será possível demonstrar-lhe a origem do dano. Ora bem, conforme comprova o meu e-mail de 7 de março, na altura, autorizei, a desmontagem da viatura, cabendo ao perito supervisionar e proceder à mesma dentro da sua esfera de competência. Na altura parece que o perito não exigiu a desmontagem da peça por esta não ter sofrido qualquer impacto na sua estrutura, negligenciando que a peça apesar de não estar batida, dada a sua localização, poderia ter sofrido danos com a respetiva onda de choque; estes danos são facilmente comprovados com o barulho que provêm da zona afetada pelo sinistro, com o motor em funcionamento.

    O e-mail de 28 de maio da Fidelidade-Mundial parece indiciar que a peritagem inicial à viatura foi efetuada de uma forma parcial, negligenciando-se o recenseamento de alguns danos necessários à reparação efetiva dos estragos produzidos pelo acidente e incorrendo, a seguradora, numa tentativa de responsabilizar o Tomador de Seguro por uma nova peritagem.
    Até ao momento, a seguradora Fidelidade-Mundial não respondeu à minha solicitação de acionamento da apólice de proteção jurídica, nem me colocou em contacto com os serviços de apoio jurídico, tendo apenas me contactado telefonicamente, no dia 23 de maio (através da Gestora de Sinistro), e por escrito, no dia 28 de maio, a propor uma solução que, tendo em conta o historial de resolução deste sinistro, me parece lesiva da minha posição como tomador de seguro sem qualquer responsabilidade no sinistro em apreço.

    Neste sentido, solicitei à Fidelidade-Mundial as fotografias tiradas do local do acidente e todas fotografias tiradas pelo perito à minha viatura no decurso das operações de peritagem numa tentativa de obter uma resolução para este caso por via judicial.

    Gostaria de obter a vossa opinião sobre esta situação.
    Obrigado a todos e bem hajam.

    • Olá João Rodrigues, antes de mais deixe-nos dar os parabéns pela sua exposição e pela forma de como conduziu o processo.

      No entanto, escapou-nos o seguinte: quando teve o acidente de viação, chamou a polícia? Na oficina, assinou o relatório de reparação?
      Perguntamos isto porque ambos os documentos são de extrema importância.
      O primeiro, facilita a análise das circunstâncias do sinistro o segundo é o documento que permite à oficina receber o valor referente à reparação.
      No entanto, tendo em conta a forma como conduziu o processo o primeiro documento já não é muito relevante, mas, o segundo era de extrema importância.

      A primeira coisa que lhe recomendamos, é solicitar uma verificação técnica da sua viatura por uma empresa acreditada para o efeito e nesse sentido recomendamos-lhe o parceiro do Automóveis-Online e líder mundial em verificações técnicas automóvel. Trata-se de uma empresa que é utilizada por companhias de seguros para os serviços de inspecção e peritagem de automóveis.
      O seu carro será analisado e se eles determinarem que realmente o sinistro sofrido foi a causa da avaria nesse órgão, então deverá ir pela via judicial.

      Por outro lado, o simples facto de ter comunicado à companhia de seguros que o carro não se encontrava devidamente reparado, o senhor deveria ter solicitado à companhia de seguros o não pagamento da indemnização à oficina por serviço defeituoso. É algo que deverá fazer de imediato, por norma as companhias de seguros pagam a trinta e a sessenta dias após o serviço concluído.

      Não podendo ajudar muito mais, entendemos que o recurso a um advogado seria uma atitude inteligente.

      Não se esqueça de fazer like na página de facebook do Automoveis-Online e recomenda-la ao seu circulo de amigos.

      Cumprimentos,

      A equipa AO

      • João Rodrigues

        Antes de mais obrigado pelas sugestões e pelos comentários.
        Na altura do sinistro não chamei as autoridades porque ambos assinámos a declaração amigável e não houve qualquer dúvida relativamente à responsabilidade do acidente.
        Na oficina não assinei qualquer relatório (nem me foi dado a assinar), apenas solicitei o livro de reclamações tendo exposto a situação e sempre comuniquei por escrito, quer à seguradora, quer à oficina, o facto de não estar satisfeito com a reparação pois a viatura, com o motor em funcionamento, encontra-se a fazer um barulho que não fazia antes do acidente.
        Entretanto houve desenvolvimentos pois a Fidelidade-Mundial acionou (finalmente) a minha apólice de proteção jurídica enviando o processo para a CARES.
        Chamo só a atenção para o facto de a oficina querer reparar a peça (embraiagem do ar condicionado) que origina o ruído, mas a seguradora, através do perito, considera que o ruído deriva do desgaste natural da peça e que não se encontra relacionado com o acidente e por isso recusa-se a dar ordem de reparação e arcar com o custo da mesma. Obviamente que discordo desta postura pois:
        1) a viatura não fazia o ruído antes do acidente;
        2) a peça situa-se exatamente na zona embatida;
        3) parte do circuito de ar condicionado foi afetado e substituído.

        Obrigado pela vossa sugestão a qual vou seguir após obter um parecer da CARES.

        • Olá caro João Rodrigues, obrigado pelo seu feedback.
          Queremos chamar atenção para o facto de as companhias passarem o assunto para a CARES, sabemos que se trata de uma seguradora que opera no âmbito do apoio jurídico. No entanto, lembre-se que são as companhias de seguros que asseguram o seu funcionamento.

          Quanto à posição da companhia de seguros no que diz “mas a seguradora, através do perito, considera que o ruído deriva do desgaste natural da peça e que não se encontra relacionado com o acidente e por isso recusa-se a dar ordem de reparação e arcar com o custo da mesmo“, poder-se-á aplicar o termo jurídico “effectum causa”, isto é, até podia estar em vias de avariar, mas, o efeito causa, determinou o acelerar do processo. Isto posto, a companhia terá de assumir o dano causado numa peça do carro pela via do “efeito causa”, mas isto, só é determinado em juízo.
          Depois, há que considerar o seguinte, se o perito teve a oportunidade de desmontar o carro e não o fez, tem de assumir esse erro, pois não pode assumir que tal órgão não estava danificado sem o ter testado.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Isabel

    Boas!
    Desde já agradeço a informação que voces disponibilizam sendo assim mais lucido para mim enquanto condutora saber como reagir, no entanto não encontro aqui nenhuma situação que se idêntifique com a minha para saber como agir, e assim, peço a vossa ajuda.
    Dia 1 de junho tive um acidente automovel, um veiculo deviou-se para cima de mim sem que tenha reparado na minha presença, e eu por minha vez, como este vinha a uma velocidade muito superior á minha, o meu primeiro instinto de reação foi desviar-me para a faixa da esquerda, após ter passado para a faixa esquerda o veiculo que vinha atrás por vir a uma velocidade superior e vir numa carrinha identica a uma ford transit não teve tempo de parar a viatura e embateu na traseira da minha.
    No momento do acidente o condutor alegou sempre que eu teria pisado o traço continuo a fazer a passagem para a faixa esquerda, tendo sido num local muito movimentado e sem grande luminosidade não fui até ao local verificar, optei por chamar a psp e os mesmos não fizeram teste do balão, não mediram distâncias, nada.
    O caso foi reportado á companhia de seguros de ambos, sendo que a minha companhia atribui culpa a ele, e a companhia dele atribui culpa a mim sendo isto um jogo de empurra.
    As minhas questões posta a situação são:
    A minha companhia mandou uma carta para minha casa a indicar que seria eu que teria de ir pedir satisfações á companhia dele visto que não me consideraram culpada, o que devo eu fazer? Sendo que ainda nem sequer houve peritagem, estou com o carro parado á 1 mês e sem respostas de como proceder.
    Á parte desta questão dos seguros, passei posteriormente ao acidente no local e reparo que não há traço continuo. Ha algo que eu possa fazer quanto a isso? Visto que o outro condutor deixou explicito na declaração que pisei um traço continuo?
    Aguardo uma resposta e agradeço desde já a vossa ajuda para saber que passos devo tomar.

    • Olá. Isabel obrigado por nos colocar a sua questão que embora complexa, vamos tentar dar-lhe algumas luzes do que é que pode fazer.

      Antes de mais queríamos perceber se o sinistro foi de noite ou não? Também pretendemos perceber é se os intervenientes circulavam ambos no mesmo sentido e se ocorreu um embate traseiro?

      Responda por favor a estas questões para continuarmos a fazer a leitura correcta do que aconteceu e podermos dar-lhe algumas dicas de como resolver o problema.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Isabel

        Obrigado pela atenção.
        O acidente ocorreu de noite, eu e o outro condutor interveniente circulavamos no mesmo sentido e resultou num embate traseiro causado pelo outro condutor sobre a minha viatura.
        Visto que o seguro do outro condutor não quis assumir responsabilidades nem sequer fazer peritagem ( que julgo ser algo basico e obrigatorio em qualquer acidentes ) eu tive mesmo de dar ordem de arranjo do carro pois não tenho outra viatura para circular e dependo dessa viatura para o trabalho, sem que tenha outras alternativas.
        Ainda assim, apesar de nao terem feito peritagem tenho direito a contestar algo a meu favor?
        Peço ajuda pois estou mesmo sem saber o que fazer, o carro é indispensável para o meu dia a dia, no entanto nao quero deixar esta situação passar sem que se faca justiça.
        Cumprimentos a toda a equipa

        • Olá.
          Cara ISabel, sendo o embate sofrido por de trás, é obvio que a companhia terá de a indemnizar em amplos sentidos. Mas, é muito importante que tenha consigo todos os elementos de prova necessários. Entre eles, figura o auto de policia.

          Mas, como procedeu mal durante todo este processo, vai com toda a certeza precisar de ajuda especializada.

          Se precisar de mais alguma dica, pode-nos contactar aqui na plataforma através do post, email, ou utilizar os nossos contactos de escritório.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Ana Fernandes

    Bom dia

    Desde já os meus melhores cumprimentos e parabéns pelo vosso site, sem o qual neste momento não saberia a quem recorrer já que necessito de uns esclarecimentos.
    No dia 4 de junho de 2013 eu e o meu companheiro tivemos um acidente (indo eu a conduzir) numa rotunda em Viseu em que um senhor não respeitou o Stop e abalroou a nossa viatura. Eu fui levada para o hospital e o meu companheiro ficou a tratar das coisas.
    Entretanto eu saí no mesmo dia (as melhoras não foram muitas, tendo já faltado 3 dias ao trabalho), e no dia seguinte eu liguei para a Liberty Seguros (seguradora do senhor que nos bateu) a pedir um carro de substituição já que o meu companheiro é motorista de autocarros e chega por vezes tarde a Viseu e não tem como ir para casa.
    Esse carro foi nos atribuído enquanto não recebemos a carta com a proposta da Liberty já que o nosso carro foi dado como perda total. Essa carta nunca chegou e então eu ligando para lá todos os dias para renovar a guia para poder andar com o carro de suibstituição, foi-me pedido o meu mail para enviar essa carta já que pelo correio nunca chegou.
    Entretanto na carta dizia que a Liberty responsabilizava-se pelo ocorrido, a reparação do carro era superior ao valor dele. Portanto estavam dispostos a dar-nos 900 Euros e um comprador daria 155 euros pelo salvado.
    Nós não concordamos com a proposta, fomos obrigados a entregar o carro de substituição, e respondi por mail ( e entreguei uma cópia aqui na Liberty) que não estava de acordo com a proposta e passado dois dias ainda não obtive qualquer resposta.
    As minhas duvidas são:
    -Serei obrigada a aceitar a oferta feita pela Liberty?
    -A partir do momento que recebi a carta era obrigada a ficar sem carro de substituição?
    -As despesas que eu tenho agora já que tenho de ir de táxi do trabalho para casa têm de ser suportadas por mim?
    -O meu marido meteu baixa médica porque tendo em conta a profissão de grande responsabilidade que tem a médica decidiu dar-lhe baixa porque está com depressão com os nervos que apanhou devidos a todos estes transtornos.
    -Se quiser mudar de oficina para ver se consigo uma reparação mais barata para o meu carro tenho de pagar o parque e os dias que o carro esteve na oficina?
    -Tenho de esperar quantos dias até a seguradora me responder?
    Eu sei que são muitas duvidas mas perante o meu desespero não sei o que fazer.
    Obrigada pela atenção.
    Ana Fernandes

    • Olá Ana Fernandes :), antes de mais agradecemos a sua história.
      Respondendo às suas questões:
      1) Não é obrigada a aceitar o valor proposto pela Liberty;
      2) A partir do momento em que a Liberty assume o risco e fecha o processo, a Ana deixa de ter direito à viatura de substituição. Contudo, se for sua a intenção de não aceitar o valor de indemnização, terá de pedir facturas de tudo que for custo relacionado com despesas de transporte. Lembre-se que tudo é despesa, incluido as despesas de táxi [3)].
      4) O seu marido meteu baixa e tem esse direito, mas é mais importante as despesas de saúde relacionadas com o seu quadro clinico, isto porque, foi a senhora Ana que foi ao Hospital. Mas, quer as despesas que tem consigo e com o seu cônjuge, são despesas que depois de provado a responsabilidade da companhia em tribunal, esta terá de pagar tudo incluido as possíveis indemnizações por incapacidade parcial para o trabalho provada. Assim, é de levar muito a sério as questões relacionadas com a saúde, isto é, se não se sente bem, reclame à companhia e diga que vai procurar uma segunda opinião médica para o seu quadro clinico.
      5) A oficina pode cobrar pelo periodo que vai desde a deliberação da companhia de seguros, até lá o custo com oficina é da responsabilidade da companhia de seguros. Contudo, se a senhora Ana decidir avançar com o processo para tribunal e ganhar a causa, apresente a factura do que pagou à oficina, pois a companhia de seguros terá de lhe pagar tudo e com juros de mora.
      6) Quanto ao número de dias que tem para responder à companhia de seguros, não sabemos ao certo. Mas, quanto mais rápido melhor. No entanto, faça tudo por escrito e recorra a um advogado para que os resultados sejam os melhores.

      Esperamos ter ajudado.

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      A equipa Ao

  • João Batista

    Tenho um veículo que apos sentença está parado a 22 meses aguardando recurso na justiça quero saber, mesmo depois de ganhar esta causa dos reparos posso pedir idenização dos licenciamentos e desvalorização destes dois anos, pois dois anos já tem desvalorização mesmo ele estando parado. Obrigado

    • Olá João Batista,

      Relativamente à questão que nos coloca, não lhe conseguimos responder com a certeza que é desejada. Isto porque, não somos advogados, mas, é o seu advogado que teria de solicitar esse tipo de indemnização. Mas, entendemos que é possivel.

      Esperamos ter ajudado.

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      A equipa Ao

  • Luís Quinteiro

    Boa tarde. Antes de mais gostaria de agradecer este vosso artigo e demais informações prestadas.

    Gostaria de deixar aqui a situação que me ocorreu, bem como pedir umas informações/esclarecimentos.
    No dia 24 de maio de 2013, cerca das 23H20, quando me deslocava no meu motociclo para o meu local de trabalho, foi embatido por um veículo ligeiro. O embate ocorreu numa rotunda, tendo sido eu embatido na minha lateral direita, caindo para o lado esquerdo, sofrendo pequenos ferimentos no joelho esquerdo, pé esquerdo com ligeira entorse e dor ao nível do ombro esquerdo. O veiculo que me embateu circulava na faixa à minha direita, tendo evadido a minha faixa de forma incorrera e embatido o meu motociclo.
    Deslocando-me na altura para o trabalho e, para justificar a minha falta ao trabalho, chamei de imediato a PSP para tomar conta da ocorrência. De referir que fui então encaminhado ao Hospital receber tratamento médico e fazer exames de diagnóstico. Nesse local apenas me queixei do joelho esquerdo, pois era onde sentia dores. Como não aparentava ter nada partido, o medico que me atendeu apenas indicou que fizesse repouso durante 4/5 dias e usasse uma canadiana para me deslocar.
    No dia seguinte desloquei-me ao centro de saúde para que me fosse passado o atestado por incapacidade para o trabalho, tendo nesse mesmo dia perante o médico, me queixado do pé esquerdo que aparentava ligeiro inchaço, e do ombro esquerdo. Foi-me passado então atestado de incapacidade para o trabalho pelo período de 5 dias.
    De referir que hoje, passado um mês do acidente ainda sinto ligeira dor no joelho e ombro esquerdos, nada que não possa suportar mas que me impossibilita de certas actividade, nomeadamente a ida ao ginásio.
    Referente ao meu motociclo, foi o mesmo transportado para a oficina da marca em Viseu, onde foi efectuada a peritagem por parte da seguradora do terceiro, passados 2 dias da minha reclamação à mesma(28.05.2013). No dia 12 de junho recebi por email o orçamento condicional para a reparação do meu motociclo, com a informação que poderia proceder à reparação do meu veículo por minha conta, caso assim o desejasse, o que fiz de imediato, tendo levantado o motociclo na oficina no dia 19 de junho de 2013 efectuando o respectivo pagamento. No dia de hoje (24.06.2013) e como ninguém por parte da companhia me contactava, nem respondia ao email que para lá enviei, contactei então a companhia que me informou que tinham assumido 100% da responsabilidade do sinistro, tendo inclusive no dia 22 de junho 2013 dado ordem de reparação à oficina. Foi então informada a companhia que o veículo já se encontrava na posse do proprietário devidamente reparado, tendo então a companhia solicitado a factura.
    As minhas questões são as seguintes:
    A quando do acidente, sofri danos no casaco de motociclista, calças de ganga e ténis. Não tenho factura do referido equipamento embora saiba quanto me custaram.
    Como reclamar o valor devido?
    Por ter ficado impossibilitado para trabalhar, alem do vencimento que não recebi, iria ainda fazer trabalho extraordinário (gratificado) no valor de cerca 100€.
    Como posso reclamar esse valor?
    Referente ao 5 dias que não trabalhei, irei ser reembolsado pela entidade patronal, pois foi considerado acidente em trabalho.
    Que outras indemnizações tenho direito e quais os valores?

    Ficaria grato por um esclarecimento, pois nunca me vi numa situação destas, parecendo irónico, pois o meu trabalho está directamente ligado entre outras coisas aos acidentes, tomar conta deste tipo de ocorrências.

    Cumprimentos;

    Luís Quinteiro

    • Olá Luís Quinteiro, antes de mais agradecemos a sua história.
      Respondendo às suas questões:
      1) Relativamente aos danos em bens materiais, deve solicitar a indemnização desses bens sob a forma de “substituição natural do bem lesado”, isto é, deverá arranjar facturas pro-forma dos bens lesados. Com essa factura você está apresentar os valores que esses bens custariam caso tivessem de ser reposto à data de hoje.
      2) Para solicitar perdas de exploração, em virtude de não poder trabalhar essas horas extras, teria de fazer prova que ganha esses 100€ e apresentar o pedido de indemnização desse valor. Mas, não é facil pedir esse valor.
      3) Foi considerado acidente de trabalho pela via da cobertura “in itinere”. O tipo de indemnização que pode pedir está directamente relacionada com as questões de saúde. Se o seu estado de saúde não está bem, reclame, até que lhe seja atribuida uma incapacidade para o trabalho. De acordo com a percentagem que lhe vai ser atribuida e com base no seu salário base, você recebe um valor.

      Esperamos ter ajudado.

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      A equipa AO

  • vitor manuel

    Antes de mais gostaria de dar os parabéns ao autor do artigo e a todos os que têm comentado e respondido o mesmo, certamente já ajudaram “muita boa gente”!
    Ora sendo que no meu trabalho sou chamado muitas vezes para acidentes de viação, desta vez fui eu que estive do outro lado… no passado dia 30 de junho circulava no meu carro mais a minha esposa, numa estrada com prioridade e ao passar um cruzamento, surge um carro vindo da minha esquerda que não cumprindo um STOP, atravessou-se à minha frente. O carro invadiu a minha faixa de rodagem e eu que não consegui fugir do mesmo “acertei-lhe em cheio” na lateral direita. Resultado: a frente do meu carro toda partida, air bags disparados e eu e a minha esposa com ferimentos ligeiros! O condutor do outro veículo começou de imediato a afirmar que eu era o culpado e para evitar mais confusões, pedi a autoridade no local e uma ambulância para a minha esposa. Eu acabei também por ir ao hospital, mas felizmente os ferimentos não passaram de escoriações e hematomas.
    Ontem dia 1 de julho fui juntamente com o outro condutor à seguradora dele, preencher a declaração amigável (de amigável não tem nada!) que em momento algum admitiu a culpa do acidente. Achei surreal quando o próprio agente de seguros me disse diretamente “que me ia fazer a vida negra, por ordens do cliente”… quase que ia perdendo a cabeça!
    Acabei de marcar a peritagem para amanhã e é agora que eu estou a ficar com algum receio e dúvidas, visto que sou novo neste assunto. O meu carro é um Citroen c3 de 2003 comercial que não deve ter um grande valor comercial e penso que a reparação vai ser bem superior… tenho receio que a seguradora não repare o carro e que me queira dar apenas o valor comercial. Ora com esse valor não posso comprar sequer um carro igual e também não tenho dinheiro para cobrir a diferença se quisesse comprar um. Como trabalho por turnos nem sequer posso utilizar os transportes públicos.
    Como se não bastasse, no carro levava também o violino da minha esposa que vale mais que o próprio carro. Ainda não consegui ver se o violino está danificado, mas caso se confirme, espero que a seguradora assuma a despesa… caso contrário o trabalho da minha esposa fica ainda mais comprometido, pois ontem nem sequer conseguiu ir trabalhar…
    Posto isto, pergunto eu, se não quiserem reparar o carro e me oferecerem uma indeminização ridícula devo eu recusar, pedir uma nova peritagem ou preparar-me para ir para tribunal? É que o dinheiro não abunda e contratar um advogado também não é barato…
    Peço desculpa pela extensão do comentário, de um condutor à beira de um ataque de nervos!
    Agradeço desde já qualquer ajuda que me possam dar.

    • Olá.

      Caro Vítor Manuel, não pense que por ser novo não tem forma de resolver o assunto.

      Vamos tentar dar-lhe dicas de como deve proceder.

      1) Chamou a policia? Se sim, tem o auto de notícia lavrado pela policia?

      2) Existem testemunhas?

      3) Foram feitos testes de alcoolémia?

      São questões que precisam de ser respondidas. Contudo, o Vítor deverá sempre referir por escrito que o outro interveniente passou no sinal de Stop sem respeitar a regra a que este sinal obriga, isto é, a obrigatoriedade de parar. Esta é sua premissa e é a ela que tem de se agarrar.

      Depois de feita a peritagem, trate de ligar para a companhia de seguros a pedir o número do processo do seu sinistro, o nome do gestor do processo e seu email e número de fax. Depois, envie um email a perguntar o estado da peritagem. Caso a resposta demore mais do que dois dias, envie um fax a pedir novidades e nesse documento, diga que vai a um rent-a-car alugar uma viatura de substituição. Nestes casos as companhia de seguros tentam ser mais rápidas na resposta. No entanto, todo o dinheiro que vai gastar em transportes, peça a factura, pois a companhia de seguros terá de lhe pagar, caso você venha a ser dado como não culpado.

      Outra coisa que seria de importância relevante era ir ao local do sinistro e procurar por alguém que tenha visto o sinistro e perguntar se essa pessoa não se importa de ser sua testemunha.

      Não se esqueça de partilhar esta informação na sua página de Facebook. Pois ao faze-lo está a levar o bom nome do Automóveis-Online ao seu circulo de amigos e assim está ajudar o AO a crescer. OBG!

      Mas, tente por favor responder às questões que lhe colocamos.

      A Equipa AO

      • vitor manuel

        Caro Sr. António Silva, esqueci-me de mencionar que o acidente ocorreu já de noite, cerca das 22 horas. Em resposta às suas perguntas, chamei de imediato a GNR ao local que elaborou o auto do acidente. Já me desloquei ao posto da GNR onde me informaram que normalmente são as seguradoras que levantam o auto devido à diferença de preços (70€ para particulares e 8 € para as seguradoras). Em relação a testemunhas, apenas a minha esposa, que o GNR fez questão de identificar como testemunha. Ambas as partes fizeram o teste de alcoolémia, no meu caso deu 0.00. desconheço o resultado do outro condutor, pois o GNR não mostrou o valor. Em relação ao STOP, deixei bem claro nas declarações que prestei por escrito que o outro condutor não o tinha cumprido. Também na declaração amigável que se preencheu no dia seguinte, ficou registado no quadro central que o condutor do outro veiculo não respeitou o sinal de paragem obrigatória (salvo erro, a alínea 16).
        A peritagem foi feita hoje, mas o perito mal me dirigiu a palavra e quando eu lhe perguntava alguma coisa, ou não respondia ou tentava fugir para o outro lado da oficina! Amanhã tratarei de ligar para a liberty para pedir os dados do meu processo e pedirei então uma resposta.
        No que toca a testemunhas, como já referi, apenas a minha esposa. Só depois do acidente é que apareceram algumas pessoas que estavam a fazer uma caminhada.
        Já em casa, tomei a liberdade de tentar fazer um orçamento com as peças que sei que têm de ser substituídas. Entre para choques, grelhas, faróis etc etc, o orçamento facilmente chegou aos 2500€ e isto com preços bem baixos! Também pesquisei qual o valor comercial do meu carro (Citroen c3 de 2003), nos sites de algumas seguradoras, que anda entre 2100€ e 2600€. Já se prevê qual o desfecho da situação, mas agora vou esperar e ver o que me propõem.
        Também já comecei a recomendar a vossa página aos amigos, informação desta qualidade devia ser de leitura obrigatória!
        Obrigado pelas dicas, certamente que vão ajudar bastante. Um abraço!

        • Olá Vítor, antes de mais obrigado por nos recomendar.

          Vamos directamente ao seu assunto.

          Em primeiro lugar, depois de feita a peritagem, o Vítor deveria ter solicitado à companhia de seguros (sempre por escrito) uma viatura de substituição. Depois, não é o Vítor que tem de fazer o orçamento, antes pelo contrário, é a oficina que tem de o fazer. O que tem de fazer é notificar a oficina para o facto de que o carro em virtude do embate sofrido poder ter estragado outras partes da viatura e que a oficina é a única responsável pelo carro ficar integralmente recuperado. Nem que para isso o Vítor tenha de obrigar a oficina a assinar um termo de responsabilidade. Desta forma eles são menos flexíveis com as companhias de seguros.

          Quanto à questão da indemnização pelo valor venal que a companhia de seguros lhe poderá vir a propor, o Vítor só aceita se quiser, pois caso a sua intenção seja outra, você poderá recorrer com a ajuda de um advogado e certamente que vai ver a sua viatura reparada, bem como outro tipo de indemnizações.

          Quanto ao Auto, acho que faria todo o sentido o Vítor pedir uma cópia do mesmo à companhia ou por sua conta pedir um à polícia, mas sinceramente eu nunca ouvi a falar em valores dessa dimensão.
          Não se esqueça que depois do sinistro e mesmo que não tenha ido ao hospital, pode reclamar danos corporais “saúde”, mas, desde que o seu quadro ou acompanhante tenha agravado à posteriori.

          Bom, nós estamos por aqui para lhe fornecer dicas e alguma ajuda que possa vir a necessitar.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

        • Exmo. Senhor

          Este tipo de situações não deviam acontecer, mas revela a postura adoptadas pelas Companhias de Seguros, pois estas costumam por assumir uma atitude de tudo dificultarem, de modo a demover os lesados de prosseguirem o exercício dos seus direitos.

          Recomendo vivamente que procure um advogado.

          Cumprimentos

          José da Silva Lopes

  • isabel pinto

    Gostei dos relatos dos vários tipos de acidentes, só que no meu caso é muito grave e sinto-me perdida
    O meu filho teve um acidente. Nessa viatura iam 4 ocupantes, todos com sinto de segurança, ele ia atras do lado direito e foi o único ferido muito grave. Foi assistido pelo INEM, teve um traumatismo craneoencefálico, esteve nos neurocriticos durante 4 meses, em coma durante 2 meses, durante este período teve um AVC, ainda anda em tratamentos de fisioterapia, terapia ocupacional neuropsicologia, psicologia. Neste momento encontro-me de baixa para o acompanhar todos os dias ao hospital. Ele estava a estudar na universidade no ISMAI, morava no Porto, eu mãe moro em Vila Real. Perante a companhia de seguros eu não sei dos meus direitos, e o futuro do meu filho.

    • Olá.

      Cara Isabel Pinto, antes de mais lamentamos o sucedido ao seu filho e esperamos que recupere o mais rápidamente possível.

      Queríamos saber se o acidente foi causado ou sofrido, isto é, se foram terceiros lesados ou se foram os responsáveis no acidente?

      Se foram terceiros lesados, nesse caso tem muito a reclamar, mesmo muito, mas terá de recorrer a advogados e caso seja essa a intenção podemos dar-lhe algumas indicações de como o fazer.

      Se a responsabilidade do acidente foi do carro que transportava o seu filho, tem de perceber se a apólice de seguro tinha a cobertura “Todos os ocupantes”. Se tiver essa cobertura, então a solução é a mesma que lhe apresentamos na linha acima, caso contrário só poderá reclamar responsabilidade e indemnização ao condutor da viatura pela via cvil.

      Mas, responda-nos para lhe podermos dar as melhores dicas nesse sentido.

      Se nos quiser contactar, pode faze-lo na nossa página de contactos.

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      Equipa AO

    • Exma. Senhora

      O caso do filho de V. Exa. é de facto, atendendo às lesões, grave.
      Deverá submeter o filho a um exame criterioso em médicos particulares, caso o mesmo seja, neste momento, acompanhado por médicos indicados pela Companhia de Seguros, pois estes são pagos pela Seguradora e frequentemente não desempenham capaz e integralmente as suas funções de médico.
      É de facto necessário um bom relatório médico para se avaliar, com pormenor, todas as sequelas sofridas e as que ainda se verificam e também as que permanecerão num futuro próximo ou até mesmo longo.

      Quanto às despesas é necessário guardá-las todas e até arquivá-las com indicação da data e do motivo que as determinaram.

      O facto de estar a tempo inteiro a cuidar do seu filho também é indemnizável.

      Claro que há outros procedimentos a adoptar, mas estes são seguramente os mais elementares e imediatos.

      Cumprimentos

      José da Silva Lopes

  • Manuela Constantino

    boa tarde. Pesquisando na net encontrei este artigo, bastante interessante por sinal. Pedia a vossa ajuda para o meu caso – tive um acidente, sem culpa, e o carro foi para perda total. Das despesas que tive, há uma que a seguradora não quer pagar, o que acho uma enorme injustiça – o carro foi levado pelo reboque a uma oficina. A seguradora demorou 16 dias a dar o veredicto da peritagem. Tive de pagar esses dias de “guarda do carro”, o que fez um total de 425 euros. A seguradora diz que não paga “parqueamento”. O que devo fazer? Agradeço desde já a vossa disponibilidade e ajuda. Cumprimentos. Manuela

    • Olá.

      Cara senhora Manuela Constantino, a sua exposição é muito curta para que se possa fazer uma correcta análise. Mas, pelo que se pode perceber, a senhora sofreu um sinistro e deve ter sido considerada terceira lesada, pelo que nesse caso o pagamento do parqueamento do parque é da companhia de seguros, pelo que é a oficina que deverá exigir o pagamento do parque à companhia de seguros.
      Mas, se o contudo é diferente, então pedimos à senhora Manuela que faça uma exposição de maior pormenor para que lhe possamos dar as melhores dicas.

      Não se esqueça de partilhar esta informação na sua página de Facebook. Pois ao faze-lo está a levar o bom nome do Automóveis-Online ao seu circulo de amigos e assim está ajudar o AO a crescer. OBG!

      A Equipa AO

      • Manuela Constantino

        Muito Obrigado pela rápida resposta! É exactamente assim como percebeu – tive um acidente da qual não tenho culpa (o outro condutor não parou num stop e atravessou o cruzamento). A oficina “obrigou-me” a pagar para retirar de lá o salvado, e apresentei a factura à seguradora. Já percebi que vou entrar numa longa espera, mas não vou desistir assim tão facilmente, daquilo que, como disse no seu artigo, considero uma injustiça. Muito obrigado mais uma vez. Manuela

        • Se durante o seu processo de reclamação precisar de alguma ajuda ou dica, estamos aqui para a ajudar.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

        • Exmo. Senhor

          Terá mesmo de adoptar uma postura firme relativamente à Companhia de Seguros, pois estas costumam por tomar uma atitude de nada aceitarem e usar de sobranceria, de modo a demover os lesados de prosseguirem o exercício dos seus direitos.

          Cumprimentos

          José da Silva Lopes

  • isabel pinto

    O acidente foi um despiste, tem seguro contra todos os riscos. Obrigada pelo seu conselho.

    • Se a Isabel precisar de alguma ajuda durante o seu processo de reclamação à companhia, podemos fornecer algumas dicas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Godofredo Bandeira

    Amigo, Comprei um carro zero, com dois meses de uso fui abalroado por outro veiculo, no momento do acidente deu um “branco” quando reanimei o autor tinha fugido ñ deu para identificar. Como tenho seguro o guincho rebocou para a oficina da Toyota, a seguradora disse que esta oficina ñ era a indicada porisso perdi o direito a um veiculo reserva por quinze dias. Pergunto : Como o carro era novo teria direito a outro carro com perda total e teria tb direito ao carra reserva ? Abçs.

    • OLá.

      Caro Godofredo Bandeira, gostávamos de saber se o seu seguro é de danos próprios ou de terceiros?

      A Equipa AO

    • Exmo. Senhor

      O direito de um qualquer lesado é, em primeira linha, o da reconstituição natural, ou seja, ficar na mesma situação em que se encontrava antes da lesão.
      Se a viatura era nova e não tinha qualquer dano que lhe diminuísse o seu valor o valor a indemnizar será aquele que lhe permita adquirir viatura igual.
      Quanto à viatura de substituição a resposta está mesmo dependente da análise em concreto da apólice.

      Cumprimentos

      José da Silva Lopes

  • Miguel

    Ola boa tarde,
    Antes de mais os meus parabens por este espaço de duvidas muito pertinentes.
    Gostava de saber qual a atitude a tomar uma vez que tinha uma apólice de seguro automovel na locadora financeira onde que me financiou a compra da minha viatura.
    Durante 4 anos andei a pagar e nunca tive qualque desvalorização no valor do prémio nem do capital seguro.
    Recentemente roubaram-me o carro e apesar de ter na minha apólice Capital seguro: 29.000€, apenas pretendem idemnizar-me de 18.000€ por dizerem que é o valor do carro a data do sinistro.
    Que devo fazer numa situação destas, exigir o valor seguro pelo qual andei a pagar ou aceitar o valor venal e levar o caso a tribunal?
    Obrigado
    Miguel

    • Olá,

      Caro Miguel, a questão que levanta é pertinente, mas, se na sua apólice de seguro “aquela folha da companhia que deverá receber todos os anos, com a discriminação das coberturas e montantes envolvidos”, tiver declarado esse valor, então é por esse valor que a sua companhia terá de do indemnizar.
      Mas, se o quiser reclamar, só vemos uma alternativa, contactar um advogado.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Liliana Ribeiro

    Boa tarde, tive um sinistro na minha carrinha que se encontra segura na Tranquilidade com a cobertura de Danos Proprios. Efectuei a participação e aguardei que passasse o perito na oficina, quando finalmente fui surpreendida com o relatório de peritagem que menciona as peças todas de concorrencia.
    Uma carrinha de 2005 que sempre foi assistida na BMW, será de aceitar peças de concorrencia ?????
    Gostava que me esclarecessem.
    Obrigado.

    • Boa tarde,

      Obrigado pela sua questão. Cara Liliana Ribeiro é obvio que não deve aceitar peças de concorrência. Mas, para que isso seja possível, não deve assinar o relatório de reparação que a oficina lhe dá para assinar. Uma vez que este atesta a sua satisfação total com o trabalho realizado. Deve também escrever à companhia de seguros uma carta informativa de que não aceita a colocação de peças de concorrência na sua viatura. Caso contrário, isto é, se nada demover a companhia dessa intenção, deverá a Liliana exigir à companhia e oficina um termo de responsabilidade sobre o trabalho realizado. Esse termo deverá responsabiliza-los para o facto de as peças de concorrência não oferecerem a mesma garantia, “quer qualidade, quer segurança”, que as peças de origem garantem.
      Talvez dessa forma a companhia e oficina mudem de opinião.

      Cumprimentos,

      A Equipa Ao

  • Boa tarde, muito util este assunto das seguradoras, faz falta uma rubrica destas à dimensão do Direito do consumidor ou portal do cidadão.

    o meu relato é o seguinte: Vindo de Paris(carro e seguro portugues) com destino a Lisboa fui lesado de um sinistro auto dia 2 de Abril em território nacional. Seguindo os transmites normais, carro para a oficina e taxi para casa em zona de Lisboa, Dia 3 Abril entregue a declaraçao amigavel na companhia de seguros da viatura B, a mesma foi avisada que iria alugar uma viatura a qual aluguei de imediato num rent a car, a qual devolvi dia 10 de Abril seguido da compra de um bilhete de avião para voltar a Paris nesse mesmo dia. Sendo a minha viatura peritada 2 vezes devido a complexidade e dimensão de estragos, só dia 17 de Abril foi dada a ordem de reparação para a minha viatura. (durante esse periodo obvio nao usufrui de viatura de substituição). Encontrando se reparada, vim de carro para Portugal e dia 8 de Maio recuperei a viatura na Oficina. Enviei a factura das despesas do rent a car em meu nome bem como o bilhete com destino a Paris. Após algumas desculpas da companhia como a falta do NIB, gestor do sinistro de ferias, contactei a hoje dia 26 de julho, comunicando lhes que esperaria o seu pagamento, a mesma conclui que não me pagaria a despesa do billhete de avião para Paris.
    Considero me lesado nesta situação, bem como explicado a companhia, mas esta nao assume a despesa do bilhete de avião. Que direitos tenho?
    Obrigado

    • Olá.

      Caro senhor Nuno Dias, antes de mais agradecemos a sua participação e agradecemos que divulgue o nosso trabalho pelo seu circulo de amigos.
      Este é um caso puro de despesas de repatriamento e para este tipo de situação é da responsabilidade da companhia de seguros responsável pelo sinistro, assumir esses custos.
      A nossa opinião é que deve insistir para o pagamento dessa despesa. Caso contrário, faça o pedido de indemnização de repatriamento com base no custo por quilómetro. Tratando-se de Paris, estamos a falar de mais de 2000 km, o que é capaz de ser bem mais dispendioso para a companhia de seguros. Para além do custo por quilómetro tem de juntar o custo de portagens.
      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.
      O Senhor Nuno Dias procedeu correctamente. Desde já aconselhamos a fazer uma queixa no ISP – Instituto Português de Seguros enviando toda a documentação que possui.
      Caso a companhia de seguros queira continuar na sua senda de desrespeito pela lei, só lhe resta apelar à ajuda de um advogado. Mas, nesse caso aproveite e reclame juros de mora pelo tempo todo que vai decorrer até à data de resolução do mesmo.

      Não quisemos perguntar que outro tipo de danos sofreram. Mas queremos que saiba que, tudo o que estava a bordo da viatura, como por exemplo telemoveis, computadores entre muitas outras coisas e tenham sofrido danos, podem ser alvo de indemnização, através da substituição natural dos bens.

      Queremos também que saiba que se alguém teve problemas de saúde em resultado do sinistro, também podem reclamar esses danos.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Nuno Dias

        Problema resolvido, pagaram-me as despesas todas!
        Obrigado

        • Nuno, a equipa do AO fica muito feliz em saber que o seu problema ficou resolvido. Só pedimos que divulgue o nosso portal.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Francisco Oliveira

    Deixo desde já um agradecimento por toda a informação relevante aqui inserida por todos e que muito me ilucidou. Infelismente cada caso é um caso e pela primeira vez sofri na pele um acidente, no qual senti uma certa indiferênça da parte das várias seguradoras (foram 3 viaturas envolvidas neste acidente) para que os meus problemas (danos no automóvel e portátil danificado) fossem resolvidos, tendo recorrido inclusivé a um e-mail enviado à Açoreana Seguros, com cópia para o ISP.
    Convém esclarecer que este e-mail foi enviado no dia 8 de julho, tendo o acidente ocorrido no dia 5 de junho… apenas ontém obtive a confirmação da reparação da minha viatura por parte da açoreana (sem comentários).
    A minha dúvida agora remete-se ao portátil danificado.
    Nem todos nós temos altas “máquinas” informáticas, e esta em causa já tinha cerca de 4 anos de uso, mas era o que tinha (já não é pois n funciona), e era muito usado, tanto por mim, como pela minha esposa para fazer o trabalho de mestrado ( que o perdeu e n pode entregar na integra na data limite da universidade), como pelo meu filho de 4 anos para ver os dvd´s. Aliás, era devido a este último uso que o mesmo ia no carro nesta viagem de mini-férias 🙁
    Bem, voltando à questão do portátil… fui contactado cerca de 10 dias depois por um perito da açoreana para marcar um local para verificar o portátil, solicitando-me também um relatório de reparação do mesmo, referindo que o poderia obter em qualquer loja de informática. Assim o fiz, gastei cerca de 30€ numa loja em braga, na qual referiram que o pc não tinha reparação, e que aconselhavam a aquisição dum novo, fazendo referência a um modelo com um valor de 800€ aprox. (eu próprio admito que mesmo n percebendo muito de informática, achei o valor alto…).
    Quando me encontrei com o perito, ele viu o portátil, tirou fotos, mexeu nele, tentou ligar, ficou com o relatório e depois indicou que falaríamos posteriormente. Questionei se ele pretendia levar o equipamento para realizar teste, mas ele indicou que não, que o relatório da emp. de informática era suficiente.
    À cerca de 10 dias entrou em contato comigo combinando um encontro num centro comercial do porto (moro em barcelos), mas como estava em férias, aproveitei para passear com a família. Pediu novamente para levar o pc, e novamente esteve a mexer nele, referiu que o valor referido no relatório era muito alto para o pc em causa e inclusivé fomos à fnac ver valores de pc´s mais em conta para chegarmos a um valor aceite por ambos. Preenchi um relatório próprio da empresa de peritagem contendo também o logotipo da açoreana, em que descrevia o acidente, relatava o dano no portátil, e que indicava que tinhamos chegado a um valor de indemnização por comum acordo, fazendo referência a esse valor, que entregaria o “salvado” nas instalações da açoreana após receber o valor em causa.
    A minha surpresa aconteceu à 2 dias em que fui confrontado com um telefonema duma empresa de peritagem para combinar a minha deslocação às instalações deles para realizarem testes no portátil ( o telefonema foi rápido pois por estar no estrangeiro, n tinha saldo no telemóvel ).
    A minha questão e dúvida prende-se com isto, obrigam-me a gastar para realizar um relatório de reparação do pc, assino um documento oficial em como chegamos a um acordo, e de repente, solicitam-me para me deslocar a um determinado sitio (que ainda n sei onde é) para realizar testes ao pc. Para isso não era necessário eu gastar dinheiro num relatório nem tinhamos perdido cerca de 2 meses nesta treta de peritos para aqui, fotos para ali, etc…
    Será que estou a ser empurrado para uma situação em que vou ser “enganado”, ou pelo mesnos ser levado a uma situação sem fim à vista que me leve a desistir do valor do pc?!?
    É normal estas situações acontecerem? Que poderei dizer ao telefone à empresa da NOVA peritagem na proxima semana quando entrarem novamente em contato comigo, para defender os meus interesses?

    Agradecendo desde já toda a vossa disponibilidade subscrevo-me

    Francisco Oliveira

    • Olá,

      Caro Francisco Oliveira, antes de mais obrigado pelo seu relato. Queremos pedir que divulgue o nosso trabalho pelo seu circulo de amigos bem como um gosto na nossa página de Facebook.

      Antes de responder à sua questão, queremos saber se tem uma cópia desse acordo que celebrou com o perito?

      Relativamente ao que se passou, acho que o senhor foi muito simpático e que deveria ter solicitado a “Substituição Natural do Bem”. Se o tivesse feito, não estariam com tantos rodeios.
      Se eles querem fazer os testes ao portátil, têm-no de o fazer à sua frente, isto é, têm de dizer qual é o laboratório e vc vai leva-lo lá e assistir presencialmente ao processo de observação. Pedir uma documento por escrito do exame realizado e das operações realizadas e a conclusão desse exame.
      Uma vez que pagou um exame, foi aceite pelo perito e tem uma cópia do acordo, não deve passar o computador.

      Mas responda-nos se tem ou não esse acordo nas suas mãos.

      Cumprimentos,

      A equipa

      AO

      • Francisco Oliveira

        Pois… excusado será dizer qual a resposta à sua pergunta… esse documento foi preenchido no parque de estacionamento do IKEA, por cima da cobertura da mala do carro, com uma criança de 4 anos a querer ir passear e uma mãe, compreensivelmente, a olhar para mim e a dizer com os olhos “despacha-te”… foi tudo a ajudar.
        Vou tentar armar-me em totó e entrar em contacto com o perito atravez do nº que ficou memorizado no meu telemóvel e solicitar que me seja enviado uma cópia desse acordo… caso ele ainda exista…
        Falei com ele agora (pedindo desculpas pela hora naturalmente), e ele pediu desculpas, que me ficou de enviar cópia do documento para o e-mail (n o contrariei neste aspecto, agradecendo apenas que o fizesse rapidamente), e que o iria fazer 2ª feira de manhã sem falta. De facto, nunca mais me lembrei de o chatear a solicitar a copia do acordo… mas a duvida mantém-se, caso obtenha a copia do acordo, pode a empresa de peritagem descartar esse acordo, ou poderá a Açoreana solicitar a outra empresa de peritagem outra opinião? É que parece de facto má vontade na resolução deste problema (o facto de ter enviado o e-mail ao ISP pode ter ajudado ao caso), tendo em consideração que o valor acordado em causa é mínimo (mais uma vez admito que fui muito simpático e provavelmente, caso quizesse fazer o que um “bom português” no meu caso faria, obteria muito mais). O valor em causa pouco mais dá do que um portátil de entrada de gama.

        Francisco Oliveira

        • Olá,

          Caro Francisco, o que lhe recomendo é enviar um fax à companhia de seguros em questão com o número do processo no topo a propor o envio do computador para um reparador autorizado da marca. O envio é efectuado por si, sendo que o material depois de inspeccionado terá de voltar a si.
          Quando ligar para a companhia a pedir o número de fax, peça o número do departamento de gestão de sinistros.

          Não lhes dê o computador para as mãos, isso é exactamente o que eles querem.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

      • carolina

        ola gostaria de saber algo mas n sei usar o site

  • SEVERINO

    Boa tarde
    tive um acidente, no qual o envolvido tinha seguro mandei o meu carro a oficina credenciada apos analise deu perda total, agora a seguradora me ofereceu um valor abaixo da tabela e quer me devolver o veiculo. O que faço e se o documento vem registrado isso?

    • olá,

      Severino, o que é que lhe podemos dizer acerca disso? É muito fácil, só tem de não aceitar o valor. Uma vez que é terceiro lesado, tem direito à substituição natural do bem ou à reposição do bem como ele se encontrava antes do acidente. Mas, estas situações por vezes obrigam a que o segurado tenha de contratar um advogado.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alberto Picco

    Boa tarde a toda a equipa,

    Gostava de poder contar com a vossa ajuda para poder resolver esta situação imprevista e da qual passo a relatar o que me aconteceu:

    No passado dia 30 (3ªFeira) do mês de Julho passado, tive um accidente na 2ª Circular à altura das Torres de Lisboa com um camião com atrelado que pretendia mudar de faixa para a da direita onde eu vinha a circular. O primeiro embate deu-se na parte posterior esquerda do meu carro logo à seguir à roda traseira, fazendo com que o mesmo entrasse em despiste para a esquerda e fosse embater na frente e lateral esquerda do camião. Felizmente eu e a minha mulher não sofremos danos físicos (a pesar do aparato na 2Circular), mas o meu carro tem toda a parte lateral esquerda (+ o retrovisor esq.e o pisca esq) estropiada.

    Um polícia motorizado que vinha a passar convenceu-nos a chegar a acordo para poder desimpedir as vias da estrada. Como o conductor do camião acabou por reconhecer-se culpado por querer mudar de faixa, chegamos a acordo e pre-enchemos a Declaração Amigável.

    Ao fim do mesmo dia e como nunca tinha tido um accidente, e não sabia como as coisas se processavam a nivel de tempo dirigi-me com prontidão ao ACP (mediador) para dar parte da acorrência e para que pudesse comunicar à seguradora o sucedido (Liberty Auto).

    Á tarde do dia seguinte, recebo um telefonema da Liberty Auto-Gestão de Sinistro, que me indica o nº de processo, que me indica a oficina convencionada e o dia da peritagem (2 de Agosto-6ªFeira). Informa-me que por cortesia da seguradora tenho direito a um carro de substituiçao durante o processo.

    Aquí eu faço a aclaração de que não poderei usufruir dessa regalia porque sendo um conductor com deficiência física, o meu carro, além de ter uma caixa automática foi transformado ao nivel do pedal do acelerador (sendo colocado à esquerda). Sendo assim a senhora que me atendeu disse que iria falar com os seus colegas do departamento e que no dia seguinte iriam voltar a contactar-me. Mais aclarou-me que eu poderia então apresentar despesas de transporte (taxis ou outros). Não voltaram a ligar.

    No dia da peritagem levei o carro à oficina indicada (o qual pode andar com cuidado para que a roda da frente à esquerda não roçe muito na protecção que descaiu).
    O técnico toma nota de todos os elementos visíveis por meio de fotografias e visualização directa. Tendo eu de voltar a levar o carro para o pé da minha casa, porque não podia ficar na oficina antes de ser aprovado o arranjo pela Liberty.

    Nos dias seguintes (3, 4, 5 e 6 de Agosto) e tendo acesso ao site da seguradora vou verificando o estado da minha apólice, os riscos cobertos, a ocorrência de sinistro (documentos juntos), e a peritagem efectuada e o seu valor do arranjo (documento junto).

    No dia 7 de Agosto e via email recebo a seguinte mensagem:

    Fecho do seu Relatório de Perda Total:
    “A Liberty Seguros informa que o veiculo foi considerado perda total. O relatório peritagem está disponível. Em breve comunicaremos toda a informação relevante”.

    Assim fui ver o relatorio peritagem, que diz que tem caracter condicional e já não dá acesso à documentaçao junta.

    Por tudo o relatado gostaria de saber o que posso fazer para reaver o meu carro nas condições que tinha antes deste accidente em que não sou culpado e em que sendo uma pessoa com deficiência física dos membros inferiores o automóvel é uma ferramenta essencial para as minhas deslocações diárias.

    Agradeço desde já todo o auxílio que me possam prestar, se considerarem que só a via judicial é a indicada peço que me indiquem algum advogado especialista nestas lides.

    Claro que desde já o like na vossa página do facebook está feito.

    Sinceros cumprimentos

    • Olá senhor Alberto Picco, antes de mais queremos agradecer a sua questão e participação neste artigo.
      Gostaríamos de pedir que se juntasse à página do Automoveis-Online no Facebook e que partilhasse o nosso site com a sua rede de amigos.

      Relativamente à sua pergunta, temos a dizer o seguinte: é um direito seu não aceitar a proposta da companhia de seguros.
      Mas, para que isso aconteça, vai ter de contratar os serviços de um advogado. Pelo seu próprio meio vai ser difícil. Contudo, terá de recusar a proposta da companhia de seguros e solicitar a substituição natural do bem, isto é, ou a companhia lhe arranja um carro igual ao seu e nas condições do seu ou lhe manda reparar o seu. Nunca esquecer de registar todas as despesas que teve com este processo. Estamos a falar desde as despesas com auto de policia, viatura de substituição ou transporte contratado “e neste caso, o senhor por apresentar deficiência física, o senhor tem direito a condições especiais”. Deve ter em conta os danos causados em elementos que eram transportados no momento do acidente, como por exemplo roupa, óculos, computadores, tablets e telemoveis (etc…), são valores que pode pedir em regime de indemnização pela via da substituição natural dos bens.

      Esteja atento aos comentários que vão aparecendo por aqui. Por vezes aparecem por aqui comentários vindos de advogados e que poderão dar uma ou outra dica mas sustentada.

      Cumprimentos,

      A equipa AO

  • Miguel Lopes

    Há um outro acordão mais antigo ainda em que o tribunal disse que para uma companhia de seguros não era manifestamente oneroso suportar a reparação de um Peugeot 203 de 1972 que foi abalroado na Almirante Reis quando estava estacionado em cima de um passeio.
    Os artistas da companhia de seguros andaram de recurso em recurso até ao STJ e depois pagaram e bem toda a indemnização e a reparação na marca, de um carro com quase 30 anos.

    Também sei de um a quem recusaram reparar um Peugeot 504 de 1974 e ele não se chateou muito, saiu com o carro e embateu-o no Mercedes mais caro que encontrou pela frente. Ele ficou sem o “chaveco” mas a companhia de seguros pagou e bem o arranjo do outro carro.

    Cá se fazem cá se pagam.

    Cumprimentos e parabéns pelo excelente artigo.

  • ARodrigues

    Excelente Artigo.
    Eu tive uma situação semelhante há anos. Num acidente em que não fui culpado o veículo ficou irreparável. A seguradora do outro interveniente queria pagar apenas o valor comercial do veículo. Eu não cedi, insisti que por aquele dinheiro não conseguiria comprar outro igual. Tentaram mostrar-se irredutíveis, usaram imensos argumentos, atiraram-me à cara que já tinham pago todo o apoio médico e suportado as minhas despesas de deslocação. Não me mostrei convencido e disse-lhes, não em tom de ameaça, mas de determinação, que se não chegássemos a acordo o caso iria para tribunal.
    Passados uns dias recebi uma proposta mais generosa que já me permitia substituir o veículo.

  • Jose Marcelo

    Comprei uma caminhonete Fiat/Strada 2013 no dia 11/06/2013, com alienação, sendo que já sai com ela da concessionaria com seguro total, no mesmo dia sofri um acidente, o veiculo deu pecar total, comigo graças a DEUS, só escoriações, o seguradora esta me pedindo BAIXA DO BLOQUEIO DA RESTRIÇÃO TRIBUTÁRIA JUNTO AO CADASTRO DO DETRAN, mas o veiculo não chegou a ser emplacado, ou seja não consta no cadastro do DETRAN, o que devo fazer

    • Olá José, obrigado pela sua participação no nosso artigo. No entanto não o podemos ajudar, uma vez que este artigo é especifico para o mercado português de portugal.

      Brevemente iremos ter a rubrica no Brasil através do nosso portal http://www.automoveisonlinebrasil.com.br.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Almeida

    O pedido de viatura de substituição só é possível se estiver mencionado nas cláusulas da apólice; Não é qualquer seguro que tem direito a viatura de substituição.

    • Olá,

      Caro senhor Almeida, desde já agradecemos a sua intervenção. É claro que a cobertura tem de estar descriminada nas condições gerais e particulares da apólice. No entanto, a cobertura de assistência em viagem, por avaria, costuma a contemplar uma viatura de substituição. Mas, mesmo assim, é recomendado a leitura atenta de todas as condições, mesmo as da assistência em viagem. Só dessa forma é que se podem evitar futuras surpresas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Bruno

    Os stands tem de dar garantia de 2 anos e de tudo. Não é de motor e caixa como muitos assim o dizem. Isto foi uma informação dada pelos serviços jurídicos da DECO. Que por sinal já foi muito útil a muita gente. Você ligue para a DECO a confirmar. o Stand tem de se responsabilizar sobre o seu veiculo.

    • Olá,

      Senhor Bruno, agradecemos a sua participação. Contudo, parece-nos que o seu comentário está fora do objecto do nosso artigo.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Joes sousa

    Ola bom dia.
    -Fui interveniente,num acidente de viação em Espanha em Junho de 2010,onde não tive qualquer responsabilidade, o veiculo fui reparado, e paga a respectiva despreza ha oficina em Braga…em resultado, vários sobejos pessoais desapareceram, fui feita comunicação e referencia dos mesmos com, e respectivo valor,bem como copia de factura ou de valor por escrito da marca, Até hoje, não recebi nenhuma indemnização..
    _Contactado o protector jurídico, me informaram, que ja tinham emitido um cheque, para o pagamento,o que eu respondi,que não correspondia ha verdade,as minhas mãos nada tinha chegado, isto já lá vai quase um ano..
    -O que devo fazer obrigado..JGS

    • Olá Joes Sousa, obrigado pela sua participação.

      Relativamente ao seu caso não lhe restam muitas soluções a não ser contactar um advogado e juntar toda a documentação que possui. Mas, veja se os valores envolvidos merecem um processo em tribunal.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Joao

    Boa tarde preciso de ajuda .Apos terem me batido no carro escolhi a oficina mas esta age de má fé pois no relatorio de peritagem fala em 4 dias de concerto mas ja passou 1 mes.O chefe da oficina disse me que seriam preciso 15 dias para chegar o material e estes nao sao contabilizados pela seguradora para ter veiculo de substituiçao.Apos estes 15 disse me que seriam mais 15 pois nao havia o capô.Pedi para montar o material que ja tivesse chegado e utiliza-se o capô batido enquanto nao chega-se o novo.Esta oficina diz nao ter veiculo de substituiçao mas que iria por o carro razoavel pois nao tenho outro para a minha vida pessoal.Quando la cheguei tinham rebatido o capô velho e pintado, mas para sair com o carro teria que assinar o papel se nao retiam là o carro.Esta oficina iria entrar de ferias , ou assinava e trazia o carro aguardando a boa fé ou entao so depois das ferias mais o tempo de arranjo é que teria o carro.Acabei por assinar o doc.pois precisava muito do carro,mas o carro nao esta de acordo com o relatorio de arranjo.Na seguradora dizem-me que nao sao responsaveis por mais nada pois foi eu que escolhi a oficina.O que posso fazer para ter o resto das peças exigidas ?esta assinatura será final?poderei nunca ter o carro arranjado?posso reclamar ?a quem?obrigado pela vossa atençao

    • Olá João,

      Obrigado pela sua participação.

      Antes de mais queremos que saiba que assinar o documento foi a pior coisa que fez. Deve comunicar de imediato à companhia de seguros que o carro esta mal arranjados, colocando a sua vida e os demais condutores em risco. Peça-lhe para que estes não procedam ao pagamento da reparação. Faça-o por escrito. Tem de agir rápido, por norma as companhias de seguros levam trinta dias a pagar as reparações.
      Refira que a oficina o convidou a assinar o documento sem que lhe fosse permitido testar a viatura e atestar que a mesma estava em conformidade.

      Refira à companhia de seguros que a mesma deveria ter fornecido uma viatura de substituição e que não o fez e que por esse motivo vai ter de indemnizar pelo custo de quilometro ao valor previsto na lei de 0.37€ o quilometro.
      Caso a situação se agrave, terá de contactar um advogado.

      Lembre-se que tudo o que fizer e disser deverá ficar registado por escrito, seja à companhia de seguros, seja à oficina.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Marco Matos

    Boa noite, tive um acidente a relativamente pouco tempo, no qual não fui culpado, mas que no entanto deixou o carro bastante danificado.
    Entretanto a peritagem já foi feita e deu o carro como perda total.
    Entretanto a seguradora já enviou o valor de indemnização pela perda do carro, valor que entendo não pagar o valor para mim do carro. Estão a pagar apenas o valor comercial do carro, que no entanto não é suficiente para comprar um carro igual com os mesmos anos e kilometros.
    A questao que coloco e a seguinte como nao estamos a conseguir entender em relacao aos valores ( a seguradora e eu ) que passos devo tomar para poder reclamar o que entendo ser emeu por direito.

    • Olá,

      Senhor Marco Matos, antes de mais queremos agradecer a sua participação e pedimos que parti-lhe este artigo pelo seu circulo de amigos.
      Respondendo à sua questão, para reclamar a substituição natural do bem, isto é, ou lhe pagam o valor suficiente para que possa reparar a viatura, ou lhe indemnizam com uma viatura com as mesmas garantias e condições da sua, vai ter certamente que entrar numa batalha jurídica.
      Para isso vai ter de contratar um advogado, mas estamos certos que consegue os seus intentos.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Zidane

    Não conconcordo com a necessidade de chamar bombeiros e/ou polícia quando não há feridos e a situação é resolvida amigavelmente. É um desperdício dos recursos da cidade quando estes podem ser usados para combater fogos e salvar pessoas em perigo de vida. Mais vos digo que não concordo com “tentar obter uma confissão de culpado nas observações”. Caso leiam as instruções de preenchimento das declarações amigáveis, não existe qualquer local para declarar quem quer que seja como culpado. O objectivo e preencher o mais imparcialmente a declaração amigável e deixar assim. Até porque é irrelevante quem se declara como culpado face ao escrito da declaração, em especial à parte central.

    Seguindo em frente, há algo que não ficou claro na minha cabeça. Se a reparação do carro ficar superior ao valor do carro ainda tenho direito de pedir a restituição do bem?

    • Olá,

      Senhor Zidane, antes de mais, agradecemos a sua participação.

      Na declaração amigável, existe nas costas da mesma, um campo para descrição do acidente e este espaço pode ser utilizado para escrever o que quiserem, desde que relacionado com o acidente. Se o condutor A ou B acha que foi culpado, porque não o escrever nessa área?

      Quanto à sua questão, “se tem direito a pedir a restituição do bem?”, a resposta vai de encontro à forma de como conduziu o processo, isto é, se aceitou as condições que a companhia lhe colocou, não tem direito a mais nada. No entanto, se solicitou a substituição natural do bem, tem duas opções, o recupera o bem, ou aceita que a companhia de seguros lhe indemnize pelo valor suficiente, para que possa obter uma viatura em tudo semelhante à sua.

      Esperamos ter respondido à sua pergunta.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Pedro Miguel

    Exposição excelente deste assunto que atá agora era tabu!!
    Os nossos sinceros parabéns pela vossa dedicação aos assuntos em epigrafe..

  • Nuno SilvA

    Bom dia, tenho um caso desses às costas. Tive um acidente em que a companhia deu a divisão equitativa de responsabilidade com a qual e não concordo nem aceito devido a:
    – O acidente aconteceu numa via com 3,70m de largura.
    – O eixo da via é a 1,85m
    – O outro veículo tinha 1,90m de via livre
    – A minha viatura estava encostada o mais à direita possível junto à berma/talude da via
    – Aquando o momento do embate a minha viatura estava já imobilizada
    – O outro veículo para além de ter mais de 50% de via livre, não me embateu de lado mas sim na frente do meu, o que quer dizer que vinha a circular muito dentro da minha faixa de rodagem
    Após 3 reclamações e sempre com a mesma resposta tive agora de accionar a protecção jurídica.
    De salientar que na primeira peritagem foi logo dada perda total às duas viaturas e a companhia é a mesma!
    Houve feridos ligeiros no acidente, existe relatório de PSP e fotos do local do acidente

    • Olá,

      Caro senhor Nuno Silva, antes de mais queremos agradecer o seu comentário e ao mesmo tempo as suas dúvidas.

      Neste seu caso, não há qualquer margem para duvidas. Mas, como se trata da mesma companhia de seguros, o problema é mais difícil de resolver.

      Apesar de ter accionado a protecção jurídica, acreditamos que pelo facto de ser a mesma companhia, não lhe vá adiantar de muito.

      Como descreve no seu comentário, o senhor Nuno está devidamente documentado, pelo que no nosso entender, deveria pedir ajuda jurídica independente e através dos mecanismos legais solicitar a reconstituição do acidente. Pois acreditamos que só dessa forma é que poderá ver o seu problema resolvido.
      Não se esqueça de registar todas as despesas que está a ter com o processo. Desde as despesas de mobilidade, bem como aquelas que assentam na sua notória perda de qualidade de vida em resultado deste acidente. Mas o seu advogado saberá dizer-lhe as despesas que poderão ser consideradas.

      Não se esqueça de partilhar este artigo com a sua rede de amigos e de nos seguir no Facebook.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Mila Santos

    Boa noite a toda a equipa,

    Gostava de poder contar com a vossa ajuda para poder resolver esta situação imprevista e da qual passo a relatar o que me aconteceu:

    No passado dia 9 de Maio de 2013 (Quinta-Feira) tive um acidente com o meu veiculo Citroen Saxo 1.5 Diesel Comercial de 1999/07 , circulando na Rua Principal no sentido Gamelas/ Reguengo Grande e ao chegar ao entroncamento para a localidade da Misericórdia surgiu um veiculo vindo do sentido Reguengo Grande/Gamelas e virou para a localidade da Misericórdia sem tomar qualquer precaução, perante tal situação para evitar o embate travei indo o meu veiculo embater na paragem do autocarro. o condutor do outro veiculo fugiu em direcção a localidade da Misericórdia.
    Só consegui identificar que era um Peugeot 205 vermelho, não consegui identificar a matricula, chegou logo um senhor que estava na sua propriedade a cultivar que conseguiu identificar o proprietário do outro veiculo.
    Chamei as autoridades, e pouco tempo depois antes das autoridades chegar passou a irmã do proprietário do outro veiculo e disse que o irmão tinha telefonado para o marido a dizer que tinha provocado um acidente, entretanto ele passou pelo local do acidente tirei os dados da matricula para informar as autoridades.
    Quando as autoridades chegam descrevi o acidente e disse o que a irmã tinha falado, dando os dados da matricula, o outro senhor estava no café e as autoridades foram falar com ele descrevendo que quando chegou eu já tinha embatido na paragem (estes dados só soube agora depois de ter o auto da ocorrência).
    Telefonei para o agente do meu seguro, para a assistência em viagem e para a oficina a dizer que ia enviar o meu veicula para lá.
    No dia seguinte fui fazer a participação no agente da minha companhia de seguros (Zurich), o outro senhor tinha la o seguro mas noutra companhia (Fidelidade Mundial), a senhora que me atendeu telefonou para o outro senhor a dizer que precisava falar com ele por causa do acidente que tinha ocorrido no dia anterior ele disse que ia la no dia a seguir (Sábado), fiz um papel de participação amigável, ele nunca la apareceu.
    No sábado recebi uma chamada de um perito de acidentes da outra companhia, desloquei-me ao local do acidente e descrevi o acidente e indiquei-lhe a casa do senhor que eu tinha como testemunha que viu o outro senhor a derrapar o carro quando fugia e viu eu a sair do meu carro depois de eu embater (ele estava a cerca de 150 metros do local do acidente).
    Na Terça-Feira seguinte foram fazer a peritagem ao meu carro onde disseram que era perda total do meu veiculo porque o valor comercial do veiculo era de €1750 e o valor da reparação era de €3746,33 e que estava em situação Condicional. Passado duas semanas recebi uma carta a dizer que não assumiam a responsabilidade.
    Fui ao meu agente com a carta, logo a senhora que me atendeu disse que eu coloca-se a situação nos advogados da minha companhia para tentarem resolver a situação (SERVIAIDE) Pediram-me algumas informações tal como o Auto de Ocorrência, onde a minha companhia já tinha pedido e foi enviado.
    Agora recebi uma carta no dia 9 de Agosto a dizer que atendendo ao montante dos danos e ao local do acidente que seria adequado entrar com uma acção no Tribunal Arbitral CIMPAS (tribunal especializado em Sinistro Automóvel), fui ao meu agente mas a senhora que trata destas situações está de férias só vai regressar no dia 26/08/2013 onde lá tenho que ir.

    Agradeço desde já todo o auxilio que me podem prestar.

    Os meus sinceros cumprimentos,

    • Olá,

      Cara senhora Mila Santos, antes de mais obrigado pelo seu relato.

      Dada a complexidade do seu processo, eu recorria à ajuda especializada de um advogado externo. Pois, vai ter de fazer prova de que o culpado pela ocorrência foi o outro condutor e depois de o conseguir terá de formular o seu pedido de indemnização pela “substituição natural do bem”. Isso vai obrigar a companhia de seguros a considerar outros valores de indemnização.

      Mas o seu caso requer mesmo a ajuda especializada.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • mila

    agradecia que pedi ajuda acerca de um acidente, gostava que me dessem opniao ja que ja tentei resolver o assunto e esta muito dificil, devido a fugas de pessoas inresponsaveis…..agradecia muito que nao apagassem os comentarios…..

    • Olá Mila Santos, acabamos de lhe responder à sua questão.

      Procure neste mundo de post’s um advogado que vai respondendo e ajudando quem precisa.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Samuel Ferreira

    Boa tarde.

    IMPORTANTE!

    Esta notícia é muito valiosa, pois a maioria das pessoas não conhece os seus direitos (tal como eu não conhecia. No entanto faltam aqui algumas informações que são MUITO IMPORTANTES:
    1º – Se vão para tribunal (o que aconselho sempre que não concordarem com o valor atribuído) devem-no fazer para o CIMPAS – Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros (www.cimpas.pt) que é um tribunal específico para diferendos com seguradoras e cujos prazos são menores que os dos tribunais comuns. Não é necessário terem advogado, pois podem representar-se a vós próprios, com a condição de conseguirem perceber a legislação. Alerto, apenas, que a decisão deste tribunal, não é passível de recurso.

    2º – Por norma, as seguradoras defendem os valores apresentados com a “Tabela do EUROTAX (pt.eurotax.com) e através de consulta de mercado”.
    A tabela do EUROTAX apenas existe para veículos com matrícula posterior ao ano de 2000. Quanto à consulta de mercado, se lhes perguntarem quem consultaram, não vos saberão responder.

    Eu estive envolvido numa situação em tudo semelhante ao que é aqui retratado.

    Apesar de na altura ser um leigo, acabei por intuitivamente seguir os passos iniciais que aqui relatam. A seguradora fez o papel dela, e eu o meu, indo para tribunal.
    Claro que levou o seu tempo.

    No meu caso – uma viatura de 1987 – O que marcou a diferença para poder receber o valor que eu pretendia (cerca de 1000€ da reparação)em vez do que me queriam dar (400€), foi ter “atacado” a seguradora, nos seus fundamentos.

    Assim, durante a audiência:
    – Usei a legislação já destacada na notícia;
    – Questionei directamente o representante da seguradora, sobre como tinham chegado àqueles valores, e foi aí que os “entalei” pois ele respondeu: “Através da Tabela do Eurotax e de consulta de mercado”. Era o que eu queria que o Juíz ouvisse. Aí, pedi-lhe que visse o processo, onde eu tinha enviado fotocópia do site do Eurotax – que provava que este só existia para viaturas após o ano 2000, e que eles estavam a prestar falsas declarações; e também tinha fotocópia do maior site de venda de carros usados (standvirtual) onde não existia nenhum carro igual à venda, à data da abertura do processo. E para reforçar isso, ainda levei o computador, onde mostrava que naquele mesmo dia ainda não havia nenhum carro igual à venda!

    No final, recebi o que pretendia 🙂

    Acrescento que não são obrigados a reparar a viatura, daí que por norma a sentença venha com dois valores em separado. (o valor da reparação + o IVA, caso seja de facto arranjado)

    Espero que o que aqui partilho possa ajudar alguém. Se necessitarem de mais informação, estou ao dispor.

    Abraço

    • Olá senhor Samuel Ferreira, queremos agradecer a sua participação neste artigo, foi muito valiosa. Bem haja.

      Se puder partilhar este artigo pela sua rede de amigos, ficaria-mos muito gratos.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • josquim santosm

    Bom dia venho pedir um esclarecimento se possível ou ajuda se assim for.
    No dia 7/8/2013 tive um acidente que vou passar a descrever vinha numa numa via com dois sentidos onde e separada com um traço contínuo e no fim da via tem um cruzamento e antes de chegar ao mesmo tem lombas de abrandamento eu vinha devagar a passar nas lombas e passando as mesmas vou a virar a direita quando se atravessa um carro a minha frente vindo em sentido contrario e querendo virar também a direita.
    Nao consegui evitar o choque. A velocidade da outra viatura era tanta que foi parar a um descampado a pelo menos 50m do local de embate.Apareceu logo uns 5 agentes do sis que ajudaram a senhora da outra viatura e vieram ter comigo depois visto verem que eu tinha um bebé no carro. A senhora depois de se recompor veio ter comigo acompanhada de um agente do sis e falou comigo dizendo que tinha ultrapassado porque eu vinha devagar a passar as lombas e que estava com presa. O agente disse que nao valia a pena chamar a psp visto que a mesma tinha dito que fazia a declaração amigável.
    O seguro dela é da mesma companhia que o meu, no mesmo dia fiz chegar a declaração à companhia. Passado 4 dias foi ao perito e como nao tava dada autorização de reparação mandaram-me para casa.
    4 dias depois um perito veio ter comigo para eu lhe explicar como se tinha passado o acidente e ate a data de hoje mais ninguém.

  • josquim santosm

    Desculpem ter dividido o comentário mas como ta escrevendo, até a data de hoje mais ninguém me disse nada eu até disse ao ultimo perito que nao sabia onde tava a duvida do responsável do acidente visto a mesma ter dito que tinha me ultrapassado passando traço contínuo e as lonbas e virando para a direita como eu ia virar.
    O meu pedido e para ver o que posso fazer para isto andar mais rapido visto o carro fazer me falta.

    Um abraco para todos e um grande obrigado pela pagina de ajuda que tem aqui no site um abraço

    • Olá,

      Caro senhor Joaquim, obrigado pelo seu comentário. A sua situação é um pouco sinistra.
      O senhor diz que entregou a participação à sua companhia de seguros, mas, foi na companhia ou no seu agente de seguros?

      Se foi no agente de seguros, qual é a posição dele face ao seu problema?

      O que não ficou muito claro, foi o perito não dar ordem de reparação e mandaram-no para casa. Quem é que o mandou para casa?
      Onde é que está o seu carro?
      Uma das coisas que lhe recomendamos é que escreva uma reclamação ao ISP – Instituto português de seguros. Junto da companhia de seguros, informe-os por escrito de que vai alugar um carro de substituição e vai apresentar as despesas.

      No entanto, se vir que as coisas continuam paradas, o senhor vai ter de pedir ajuda especializada, isto é, contratar um advogado.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • joaquim santos

        Boa tarde Sr. António silva respondendo às suas perguntas.
        Sim entreguei à minha companhia de seguros.
        Foi a oficina que fez a peritagem que mandou me para casa por não ter ordem de reparação.
        O meu carro esta comigo dentro da garagem visto só poder circular durante o dia, por não ter luzes nem frente.
        Ate a data não houve qualquer contacto telefónico comigo expecto uma carta da companhia a dizer que o arranjo do carro é xx na oficina e se quiser reparar o carro por minha conta para não se estragar mais do que esta o carro.
        Não aluguei um carro por não ter verbas para isso ,um obrigado pela sua ajuda

  • sandra

    Boa noite, o meu caso está em curso por isso agradecia resposta o mais breve possível a fim de poder fazer algo, queria saber se posso reclamar junto a seguradora o facto de ter sido obrigada a voltar para casa na viagem que fazia de ferias em família, quando um criminoso (e chamo criminoso por circular em via publica com os pneus completamente carecas, isto é crime ! ),destrui-o meu veiculo, que por acaso estava estacionado e por sorte não tinha os 4 passageiros dentro, foi tudo entregue as companhias de seguros no próprio dia do sinistro declarando-se o outro condutor como culpado e com presença da GNR no local , o facto é que fiquei com as ferias estragadas pois o meu seguro só cobre a deslocação para a minha residência, não podendo prosseguir as minhas ferias, assim sendo fui obrigada a voltar para casa onde fiquei 13 dias a espera do resultado da averiguação do sinistro pois debateram até ao ultimo dia que não tinha direito a carro de substituição até que o gestor de sinistros conclui-se a averiguação, fiz vários telefonemas reclamei, expôs toda a situação por email onde nunca tive resposta o único comentário via email foi que tinha recebido a reclamação. Só obtive resposta passado 13 dias e por email sem sequer um telefonema onde apenas escreveram que informavam que a responsabilidade pela produção do referido acidente era na totalidade do outro veiculo ,nestes termos considera-se, que a ordem de reparação do meu veiculo está tacitamente autorizada pelo seu proprietário, sem prejuízo do custo ser da responsabilidade desta seguradora e ponto final isto é assim????
    e os danos morais quem os paga trabalhei um ano para ter dias de ferias paguei um carro para poder usufruir dele, fiquei sem ele quando mais precisava, ninguém paga por isto nem se dignam a responder ao email que lhes enviei a pedir esclarecimentos, pode isto ser legal é só pagar o estrago que fez no veiculo? e o transtorno que causou na vida dos ocupantes do mesmo não tem valor? nada pode fazer apenas esperar e gastar todos os dias dinheiro em telefonemas para saber algo, onde todos os dias ouvia a mesma coisa que não tinha direito que tinha de aguardar que estava dentro do tempo legal poderia ir até 32 dias blá blá blá, blá blá blá , conversa para boi dormir desculpem a expressão, e agora a quem me vou queixar se nem a minha seguradora defendeu os meus direitos?

    • Olá Sandra, obrigado pelo seu comentário.

      Pedimos desculpa pela demora, mas também estamos de férias. Mas, cá vai.

      Em primeiro lugar o prazo legal para a resposta são 30 e não 32 dias.

      Nunca deveria ter abdicado das suas férias, a senhora tinha alugado um automóvel e prosseguia com as suas férias. No fim deste processo apresentava a factura da viatura de substituição para a companhia de seguros pagar. Se o tivesse feito, acreditamos que a companhia não iria demorar os 30 dias úteis para lhe dar a resposta.
      Agora, o que pode solicitar em termos de reclamação sem recurso à ajuda especializada é o pagamento do custo por quilometro que a Sandra teve para regressar a casa e o custo pelos quilómetros que você teve de fazer férias todos os dias a que tinha direito em condições normais.
      Damos-lhe o seguinte exemplo:

      De manha – Deslocação – Casa para a praia e regresso da praia para casa

      De tarde – Deslocação – Casa para a praia e regresso da praia para casa

      À noite, tem de contabilizar os quilómetros efectuados nas saídas para a sua vida social em tempo de férias e os quilómetros de regresso a casa, todos os dias.

      Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

      Se quiser mais, terá de recorrer à ajuda especializada, isto é, um advogado.

      Pedimos que faça partilha deste artigo com a sua rede de amigos e siga-nos no Facebook.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Joaquim Santos

    Boa tarde
    venho pedir uma ajuda se assim poderem dar.
    no dia 07/08/2013 tive um acidente numa via com dois sentidos separa da por um traço continuou e nu lado com lombas de abrandamento visto a frente haver um cruzamento eu ia no sentido do cruzamento abrando o carro por causa das lombas saio das lombas e to virando para a direita quando um carro atravessa se a minha frente para virar também a direita eu não consigo parar o carro bate-me e vai parar a pelo menos 100m do local do acidente visto vir a abrir ate aqui tudo bem aparecerão 5 agentes do sis (serviços informação e segurança) acudiram o proprietário da outra viatura e eu foi ver a minha bebe que ia comigo no carro . um dos agentes entretanto apareceu com a condutora da outra viatura e a senhora disse que tinha me outro passado e que tava tudo bem o agente disse que não valia a pena chamar a psp e ajudou nos a fazer a declaração amigável .
    mandai a mesma declaração para a minha companhia tudo bem passado 2 dias mandaram o carro ao perito numa oficina que eles escolheram e eu concordei visto ser mais rápido e não ter uma oficina minha conhecida porreiro aqui e que começo a complicar informaram me que ainda estava para aportar o responsável.
    passado 4 dias um perito pedio-me para me encontrar com ele para falarmos e ver novamente o carro expliquei-lhe o que tinha acontecido ele pedio-me para escrever o sucedido e assinar o papel foi o que fiz tirou fotos novamente ao carro e depois disse me que ela a outra condutora disse que eu e que não deixei passa-la e que ia de vagar.
    e agora tavão para aporar o responsável, eu informei o sr de que ia de vagar devido as lombas e que o meu carro não era para partir e que não fiz como ela passar as lombas em sentido contrario. ate hoje não recebi mais nenhuma informação sobre o acidente e agora a minha dovida : vou devagar passando lombas vou virar a direita e vem um carro em sentido contrario e bate-me onde esta a duvida da companhia de seguros e o meu pedido e como posso resolver isto visto ainda não me dizerem nada peso a vossa ajuda ou como posso resolver :

  • Carlos Dias

    Boa tarde,

    Numa situação no interior de um parque estacionamento de uma grande superfície.
    A viatura A na aproximação de um sinal Stop, não parou, ignorou por completo esse mesmo sinal, e avançou ter ido bater na viatura B que tinha prioridade na sua facha . Segundo as autoridades, os sinais que se encontram no dito parque, não é o mesmo código de estrada que no exterior, ali, nada vale, porque falamos de uma empresa privada que dirige o parque, e os sinais ali existentes nada valem, disse !!
    Será verdadeira esta afirmação, será que o código de estrada ali posto, não tem qualquer significado, visto de se tratar de um parque subterrâneo ? Então para que serve todos aqueles sinais ali existentes ? Se o condutor da viatura A não respeita o código de estrada neste caso, como será no exterior ? Agradecia uma ajuda, e análise vossa .
    Ps : As autoridades no local,não permitiram que se tirasse fotos das viaturas, isto é legal ?

    Melhores cumprimentos,
    Carlos Dias

    • Então, neste caso o senhor terá de questionar a companhia de o porque de estar a demorar muito para darem a ordem de reparação do seu automóvel.
      Diga que vai alugar uma viatura de substituição e que depois vai apresentar a factura.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • ELINALDO

    BOA NOITE, ESTOU COM UM PROBLEMÃO E NÃO SEI SE TENHO DIREITOS. OCORREU UM ACIDENTE COM MEU 207 PASSION , SENDO QUE NÃO FUI CULPADO E O OUTRO NÃO QUER PAGAR… RESOLVI ENTÃO RECORRER O SEGURO E PAGAR A FRANQUIA PROPRIA PARA ARRUMAR APENAS MEU CARRO. POR SER UM CARRO DE UMA EMPRESA QUE NÃO DA PARA CONFIAR QUALQUER OFICINA, RESOLVI COLOCAR O CARRO NA AUTORIZADA DA PEUGEOUT E O PERITO DO SEGURO DO BB FOI ATÉ O LOCAL, FEZ UMA AVALIAÇÃO E FALOU QUE NÃO PODE AUTORIZAR O CONCERTO POIS O VALOR DA HORA COBRADA PELOS MECANICOS É MUITO AUTO E ACIMA DO MERCADO, AQUI ESTA NA AUTORIZADA 150 $ POR HORA. FALARAM QUE SE EU ASSUMIR A DIFERENÇA DA MÃO DE OBRA QUE ERA QUASE 1500 $ + A FRANQUIA QUE É 3 000 EU PODERIA ARRUMAR O CARRO. OU ENTÃO MANDAR PARA UMA OFICINA QUE ELES DO BANCO ESCOLHAM. O QUE FAÇO . ?

    • Olá Elinaldo,

      Este acidente de viação aconteceu em Portugal ou foi no Brasil?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • elinaldo

        brasil

        • Ok, então senhor Elinaldo, o artigo que leu, não tem amplitudo para o seu país.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Jose Carlos

    Podem esclarecer-me se no caso de acidente com responsabilidade propria, mas com cobertura de danos proprios, este procedimento se aplica? ou seja: se poderei recalmar a reparação do carro mesmo quando esta excede o montante que a companhie estipulou como valor do veículo.

    • Olá José Carlos,

      Neste caso especifico a companhia só tem de o indemnizar pelo capital máximo previsto nas coberturas da sua apólice de seguro automóvel.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • maria helena correa pires

    Tive um acidente com um carro na BR 040 e o veiculo bateu de frente. Não abriu o airbag , mas amassou o capo. levei em uma autorizada e o concerto atingiu os 24 mil reais. A seguradora sul america deu perda total e me pagou pelo valor da tabela Fipe, cerca de 24 mil reais. Está correto este pagamento?

    • Olá Maria Pires,

      Agradecemos a sua questão, mas este artigo foi publicado para o publico alvo português de Portugal. Dentro de alguns meses vamos abrir o AO no Brasil e iremos concerteza escrever um artigo identico para dar apoio aí no Brasil.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Sara Brandão

    Boa tarde, o meu pai teve um acidente no passado dia 26 de Agosto,no qual ficou registado na declaração amigável em como não teve culpa.
    No dia 27 o meu pai dirigiu se ao seu mediador para entregar a declaração e solicitou carro de substituição,o que lhe foi negado, pois a peritagem não estava feita.
    A companhia de seguros do meu pai disse tratar de tudo e que ele não se precisava preocupar.
    A peritagem foi feita dia 29 mas só ficou definitiva dia 30, o mediador disse ao meu pai que não podia por despesas nem reclamar muito porque estiveram quase para não mandar reparar a viatura.
    Deram-lhe um carro de substituição hoje ,dia 04, depois de ele ter perdido o dia de trabalho de rent a car em rent a car pois ou porque não tinham da mesma gama ou porque foi recusado, após ter stressado um pouco lá o mandaram ir buscar um carro que só pode usar ate dia 07, até ai tudo bem porque o mecânico diz ter o carro pronto nesse dia.
    O que não acho normal é não pagarem as despesas,o meu pai teve de se deslocar de táxi para o trabalho ao qual não tem autocarros dias 27, 28, 29, 30 de Agosto e dias 02, 03 de Setembro, para alem disso partiu os seus óculos no acidente
    Ele é o habitual condutor do carro,embora o seguro esteja no nome da minha mãe.
    Ficaram sem transporte e privados de fazerem o seu dia a dia normal durante 8 dias.
    Poderá o meu pai pedir as despesas inerentes à paragem do veiculo?
    Já que o mediador não esta a fazer o seu trabalho,a quem ele se deve dirigir?

    obrigado

    • Olá Sara, obrigado pelo seu comentário e suas questões.
      Pedimos desculpas pela demora, mas, são muitas solicitações. Agradecemos que partilhe este artigo pelo seu grupo de amigos.

      Quanto às suas questões, há um reparo que lhe quermos fazer, as declarações amigaveis não servem para determinar quem é o culpado.

      Antes de mais queremos perguntar se já assinaram o relatório e o recibo de quitação de inddeminização da companhia?

      Caso contrário, não aceite os valores propostos e solicite o reembolso das despesas de transporte desde a data imeditamente ao sinistro até à data de recepcção da viatura na oficina. Quanto aos outros danos, terá de pedir a substituição natural dos bens. Para isso terá de apresentar de Facturas Pró-forma com os valores actuais e pedir esses valores. Se a companhia de seguros se recusar, só lhe resta a via juridica. Mas, terá de ver se os valores envolvidos, valem a pena.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Andre luiz

    Ricardo,
    Espero que possa me ajudar
    Bati meu veiculo e deu PT
    Nao tenho como receber pois o carro está com reserva judicial
    E a parte contraria nao quer fazer a substituicao do bem para q eu possa receber da seguradora
    Como faço para receber algum valor para o reparo do bem,pois a seguradora se recusa a fazer um acordo ?
    Obrigado
    andré

    • Olá André,

      Apesar de ser perda total, se o seu desejo for o de reparação a companhia é obrigada a fazer a substituição natural do bem. Mas se for esse o caminho, terá de o fazer pela via juridica, isto é, tribunal.
      Enquanto isso, é recomendado que junte todas as despesas.

      Não existe outra forma de resolver o problema.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

    • Exmo. Senhor

      Espero que o texto que se segue o elucide.

      Ao dispor

      José da Silva Lopes

      CÁLCULO DA INDEMNIZAÇÃO POR PERDA TOTAL DE VEÍCULO

      Os acidentes de viação são bastante frequentes.

      Perante um acidente, o veículo pode sofrer diversas categorias de danos: desde os danos parciais que podem ser reparados ou, pelo contrário, pode sofrer danos demasiado graves, situação em que se considera haver “perda total”.

      EXISTE PERDA TOTAL se:
      – o veículo desapareceu ou ficou totalmente destruído;
      – o veículo sofreu danos que não podem ou não devem ser reparados, por colocarem em causa as suas condições de segurança;
      – no caso de veículos com menos de dois anos, o custo estimado para a reparação dos danos, somado ao valor do veículo no estado em que ficou após o acidente (valor do salvado*), ultrapassar os 100% do valor pelo qual poderia ser substituído antes do acidente (valor venal**);
      – no caso de veículos com mais de dois anos, o custo estimado para a reparação dos danos, somado ao valor do veículo no estado em que ficou após o acidente, ultrapassar os 120% do valor pelo qual o veículo poderia ser substituído antes do acidente.

      Para CALCULAR O VALOR DA INDEMNIZAÇÃO é preciso apurar o valor do salvado e o valor venal.

      A INDEMNIZAÇÃO a pagar por perda total é equivalente a:
      – ao valor venal do veículo deduzido o valor do salvado, se o salvado ficar na posse do proprietário;
      – ao valor venal do veículo, se o veículo passar a pertencer ao segurador.

      Quando o segurador propõe o pagamento de uma indemnização por perda total, está obrigado a prestar as seguintes INFORMAÇÕES ao lesado:
      – quem foi a entidade que estimou o custo de reparação dos danos e avaliou se era ou não possível a reparação;
      – qual o valor venal do veículo no momento anterior ao acidente;
      – qual é a estimativa do valor do salvado e quem é a entidade que se compromete a comprá-lo por esse valor.

      *Valor do salvado: correspondente ao que resta do veículo sinistrado;
      ** Valor venal: que é o valor pelo qual o veículo poderia ser substituído antes do acidente).

  • Vera Araujo

    Bom dia.

    Tive um acidente de automovel, por culpa de terceiro, onde houve perda total do veiculo e danos corporais (meus). Fui tratada, e a seguradora pagou todas as despesas. Também recebi uma indeminização pela perda total do veiculo e uma indeminização pela incapacidade permanente. Fiquei satisfeita com a forma de trabalhar da seguradora e com os valores pagos por esta. A minha dúvida é, estes dois valores de indeminização (danos patrimoniais e danos corporais) têm de ser apresentados no IRS? Se sim, qual das indeminizações e em que secção.
    Obrigado.

    • Olá Vera Araujo, a questão que nos levante é pertinenente. Mas a resposta é não.

      Contudo, vamos ler um pouco sobre essa matéria e caso exista algo mais nas entre linhas iremos contacta-la nesse sentido.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Prometido é devido. Afinal de contas a informação que lhe prestei na fase inicial estava errada.
        Depois de indagar um pouco acerca desta questão, isto é, perguntei a quem percebia mais do que a nossa equipa acerca desse assunto, a senhora Vera assinou um recibo referente à indeminização recebida, pelo que é comveniente que esse valor seja declarado na sua declaração de IRS.

        Cumprimentos,

        A Equipa AO

        • Vera Araujo

          Desde já agradeço a atenção.
          No entanto continuo com uma duvida, pois ouvi dizer que só uma das indiminizaçãos é que teria de entrar no IRS. O problema é que a pessoa que me disse, não se lembrava se era a indeminização pelo dano na viatura, ou se era pelos danos corporais. Outra questão que quero levantar e que o recibo a que eu associo por dados corporais, tem escrito “pagamento de indeminização/despesas referentes a todos os dados resultantes do presente sinistro”. Será que interfere, por ter a palavra “/defesa”?

          Obrigado pela atenção.

          Vera

          • Olá Vera,

            Segundo a informação que recebemos, as indemnizações, sejam elas por via de sinistro automóvel ou outra via, têm de ser inscritas na sua declaração de IRS.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • welto daniel

    ola tudo bem,
    a um ano emeio atrás tive uma acidente em um carro alugado no qual o mesmo se deu perda total sendo que naum houve vititmas e nem outro veiculo envolvido, agora o dono do carro quer que eu pague as diárias do carro pelo tempo pelo qual o mesmo ficou parado
    mas eu não tenho condições de arca com o valor pedido o que fazer?

  • Tiago

    Gostaria de expor a minha situação:

    data do acidente: 7 de agosto de 2013

    intervenientes:
    – viatura A (conduzida por mim + um passageiro)
    – viatura B (conduzida por um garagista)

    descrição do acidente:
    a viatura B fez uma manobra perigosa de inversão de marcha, saindo da berma do lado direito junto à oficina, propriedade do condutor e no momento em que se encontrava em posição perpendicular à estrada, a viatura A, conduzida por mim foi embater na sua lateral esquerda.

    imediatamente após o acidente:
    – os três ocupantes das viaturas foram transportados para o hospital, tendo recebido alta.
    – as autoridades tomaram conta da ocorrência.

    situação actual:
    existem 3 seguradoras e 3 processos sobre este sinistro. são:
    – seguradora do veículo A
    – seguradora do veículo B
    – seguro de carta/garagista (condutor do veículo B)

    as decisões tomadas até agora são:
    – seguradora do veículo A: a responsabilidade do acidente pertence na totalidade ao condutor do veículo B
    – seguradora do veículo B: a responsabilidade do acidente pertence na totalidade ao condutor do veículo B
    – seguro de carta/garagista (condutor do veículo B): declinamos toda e qualquer responsabilidade por falta de documentação probatória

    neste momento solicitei apoio jurídico junto da minha seguradora, que acabou de receber toda a documentação que eu tinha disponível e que supostamente me irá defender.

    Questão: Qual o procedimento mais aconselhado, para que o desfecho me seja favorável e para que seja o mais breve possível.

    Enquanto a questão da responsabilidade era (e continua a ser) discutida, foram efectuadas peritagens à minha viatura, por parte das 3 seguradoras que foram unânimes na decisão de não reparar o veículo, uma vez que a estimativa de reparação é superior.
    O meu veículo é um Renault 4 GTL de 1992, carro de grande estima que não estava à venda por valor nenhum, foi o meu primeiro carro, oferecido pelo meu pai que na sua adolescência aprendeu a conduzir, tirou a sua carta e acabou por comprar também um Renault 4 como seu primeiro carro. Trata-se de um carro que marcou várias gerações e é considerado um ícone, sendo um objecto de valor sentimental, além do seu valor material. O valor máximo apurado, colhido no mercado, segundo as seguradoras é de 1.200 €, com possibilidade de os salvados serem vendidos por 110 €, obrigando a seguradora, desde que provada a obrigatoriedade, a indemnizar no valor de 1090 €.
    O valor da reparação é de 2.622 €.
    Não aceito o valor e quero apenas o meu carro de volta.

    Questões:
    – É possível exigir a reparação?
    – Devo colocar essa questão de imediato ao apoio jurídico e juntar ao processo da responsabilidade do acidente? Ou aguardo o desfecho da responsabilidade para depois exigir a reparação?
    – Quanto tempo pode demorar este processo?
    – Posso exigir uma viatura?

    Obrigado pela atenção.
    Os melhores cumprimentos.
    Tiago

    • Olá Tiago, antes de mais queremos agradecer a sua questão e dar-lhe os parabéns pela forma como o fez. Gostariamos de contar com a sua ajuda para divulgação do nosso portal.

      Quanto à sua questão?
      Em primeiro lugar, tem de ser considerado lesado.
      Depois, terá juntamente com o apoio jurídico de fazer prova que o seu carro tem uma valor bem superior do que a companhia de seguros está a determinar. Para isso, é importante demonstrar o cuidado que teve estes anos todos com o seu veículo, as manutenções feitas e a elevada qualidade que o carro tinha. Depois há que juntar aspectos, como a qualidade de mobilidade e o da afectividade.

      MUITO IMPORTANTE – Para terminar, há um aspecto que poderá elevar e muito o valor do seu carro, isto porque, estamos a falar de um carro de colecção e por esse motivo, tem valor de mercado. Só terá de apurar o valor de mercado.

      Outra questão que normalmente ajuda, são os danos corporais, se os teve agarre-se a isso, vai ajudar muito no futuro.

      A sua tomada de posição acerca do assunto deve ser imediata, não deve esperar por desfechos. Deve informar o seu apoio juridico da sua vontade e que este informe a companhia de seguros das suas reais intensões.
      Quanto à viatura de substituição tem direito a ela desde que seja considerado lesado.
      O tempo deste processo se for por via normal, isto é, sem recorrer a tribunais é um processo que poderá demorar 6 meses, pelos tribunais o morozidade será sem dúvidade muito maior.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Concordo com o que foi respondido.
        Porém, alerto para o facto de dominar todos os elementos e circunstâncias que determinaram o acidente, pois só assim se poderá ultimar uma solução jurídica correcta e totalmente abrangente.

        Ao dispor

  • ARTUR

    Boa tarde:
    Num largo fronteiro a uma igreja, passa uma estrada municipal. Tinha o carro estacionado em local apropriado e de fronte à mesma capela.
    Em frente existe essa estrada municipal que é intersetada por outra vindo de outra zona e freguesia local.
    Ao sair do estacionamento, verificando todas as circunstancias que me permitissem fazer a manobra de marcha atrás nas devidas exigencias e cautelas e no mais curto espaço e sou embatido na traseira esquerda do meu carro, por outro que se apresentou nessa artéria que liga a esta via que passa em frente da capela, e com a frente direita desta, na faixa contrária que supostamente deveria ser a que ela deveria ter tomado.
    A mesma é precedida de stop. Embora ela teime (a condutora), em dizer que fez a paragem obrigatória, ela veio embater na minha.
    No entanto e verificadas as coisas, se ela tivesse feito a paragem obrigatória pela imposição do sinal B2, feito a perpendicular ao cruzamento, nem sequer teria embatido. Isso, porque daria tempo de efetuar a manobra e sair na direção devida e sem qualquer contato. No entanto, ela saíu em diagonal e tentou ultrapassar-me antes de eu sair, talvez pq levava pressa.
    Eu posso ser indiciado por não cumprir o Art.º 35.º C.E., mas ela, não cumpriu diversos Art.ºs entre eles o mesmo, e os respeitantes à imposição do B2.
    Mais informo que houve auto de ocorrencia por parte da GNR.
    A seguradora é a mesma. Querem atribuir 50% a cada segurado. Eu acho-me injustiçado. Reclamei. Querem manter a mesma posição dos 50%. Eu exijo a total reparação dos mesus danos. Terei razão em exigir isto? Obrigado.
    Por favor podem-me orientar qual o procedimento a tomar?

    • Olá senhor Artur, é um caso normal uma vez que as companhias de seguros envolvidas são a mesma.
      Tendo em conta a forma como redige, facilemnte irá perceber que só tem uma forma de lutar pela sua razão, que é a discussão do assunto em tribunal, onde aconselhamos a reconstituição do acidente no local.
      Mais não pudemos aconselhar.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Demetrio Gomes

    Oi! Farei um seguro para meu carro, mas ao cotar o mesmo, fui surpreendido com uma declaração que achei muito estranha, a corretora perguntou se eu usaria o carro para ir ao trabalho, eu falei que não pois moro muito perto, ela cotou um valor , mas me advertiu que se em caso de uma eventualidade eu acabe utilizando o carro para ir ao trabalho e me ocorrer algo no caminho ou no trabalho, o carro não estará segurado. e a realidade é que eu vou andando ao tralho e pretendo continuar indo , talvez em dia de muita chuva vá de carro, o que ocorrerá muito pouco, mas é decepcionante saber que estarei desprotegido pelo seguro que pago. a informação da corretora esta correta? Se eu disser que não utilizo o carro para ir ao trabalho, mas em uma eventualidade utiliza-lo ,estarei descoberto? Antecipadamente agradeço pela atenção.

    • Olá Demetrio Gomes, não sei se vive em Portugal, uma vez que desconhecemos esse tipo de atitude.
      Mas tendo como expêriencia a questão das tarifas por área de risco, isto é, se é habitante de uma grande metrople, o seguro fica mais caro do que o mesmo seguro num carro que circule numa metrople pequena, essa questão que a sua companhia de seguros lhe coloca faz sentido. Uma vez que as suas deslocações para o trabalho são realizadas em horários de maior tráfego.
      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Florbela

    Bom dia,

    Tenho um Opel Corsa Elegance gasolina 1.2 de 2003.
    Na 6º feira , dia 27/09/2013, estava num cruzamento parada no Stop e uma viatura veio embater na minha.
    Ele é o culpado.
    A minha seguradora deu-me veiculo de substituição no próprio dia e 2ª feira (30/09/2013) fez a peritagem……perda total!
    A seguradora disse-me que o carro no mercado valia +/- 2900 € e o arranjo estimado 5000 €!
    Disseram que não mo vão arranjar e que estão a estudar a questão e me vão contactar para fazer uma proposta……
    Que me diz?
    Que posso fazer?
    Obrigada.
    Florbela.

    • Olá Florbela, antes de mais queremos agradecer a sua questão. Como sabe este canal não se trata de um consultório. Dizemos isto para que fique bem claro que a ajuda que damos aos nossos leitores é totalmente gratuita e não temos qualquer tipo de intenção com a ajuda.
      Queremos sim é que a Florbela partilhe o nosso portal com a sua rede de contactos.

      Agora o seu assunto. Tudo depende da proposta que lhe vão fazer. Se o valor de indemnização se aproximar aos valores de mercado para que possa comprar um carro identico, sugerimos que aceite e compre outro carro. Caso contrário, isto é, se o valor de indemnização for muito abaixo dos valores necessários à aquisição de uma viatura idêntica, então deverá solicitar a substituição natural do bem. Mas, neste quadro, terá obrigatoriamente que recorrer à ajuda de um advogado.
      Um questão importante e que costuma ajudar na resolução de conflitos é os danos corporais. Se os teve agarre-se a isso.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • ANICETO ANJOS

    Estou passando pelo mesmo problema tive um acidente o dia 16-8- 2013 ao tentar ultrapassar o veiculo virou a esquerda sem fazer o sinal ia para casa e caminho particular eu para não bater tentei desviar mais para esquerda e bati numa caixa em cimento de aguas fluviais.passados 28 dias a companhia de seguros manda-me uma carta que não assumia a responsabilidade porqeu eu me despistei aõ tentar ultrapassar .não bati no outro carro ele assumiu a culpa quando estava-mos para prencher a declaração setiu-se mal teve de vir a ambulancia foi para o hospital ao outro dia morreu não ha testemunhas so a minha muljer que estava no carro comigo o que poderei fazer

    • Olá,
      O seu caso não é de todo fácil de resolver.
      A única coisa que pode fazer é intentar uma acção contra a companhia de seguros.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

    • Exmo. Senhor

      É frequente esse tipo de argumentos por parte das Companhias de Seguros para se furtarem ao pagamento de uma indemnização.

      Com os elementos que referiu dispor creio que não será assim tão difícil obter a justa indemnização.

      Acresce que com a recente alteração do Código de Processo Civil as partes envolvidas podem sempre prestar o seu depoimento.

      Ao inteiro dispor de V. Exa..

      Com os melhores cumprimentos

      José da Silva Lopes

    • ANICETO ANJOS

      Em relação ao vosso comentário sobre o meu acidente em 6-10-2013 decidi pedir o apoio jurídico a minha comp. de seguros já enviei todos os documentos que me pediram a minha pergunta e a seguinte se o apoio jurídico não der resposta que eu pretendo posso exigir que o caso va para tribunal .Ou so atreves de um advogado particular Boa tarde comprimentos a EQ.obrigado

      • Olá,

        Caro senhor Aniceto Anjos, o senhor poderá sempre que quiser levar o caso para as malhas do tribunal.
        O que normalmente acontece é que quando o apoio jurídico da companhia de seguros se esgota, é porque entendem não haver mais matéria. No entanto, existem casos em que os clientes agem por sua conta e conseguem resultados mais positivos. Mas, para isso têm de contratar um advogado privado.
        Mas, é preciso alguma prudencia nessas situações, isto porque, muitas das vezes os valores de indemnização não compensam a contratação de um advogado.

        Cumprimentos,

        A Equipa AO

  • Carlos Faria

    Boa noite.
    No dia 13/09/2013 pelas 09:30 dirigia-me para a Trofa de mota com a minha namorada, ao chegar perto de uma rotunda, o trânsito circulava em marcha lenta, e eu ultrapassei algumas viaturas a baixa velocidade numa zona de linha descontínua, de repente surgiu uma senhora à minha frente que fazia a travessia da faixa da direita para a esquerda por entre os carros sem utilizar a passadeira que se encontrava 22 metros à frente e sem tomar as devidas precauções, consegui travar 2 metros antes do embate, que ocorreu 20 cm dentro da via de sentido contrário, a senhora alegou que não me viu.
    Ela ficou ferida e foi transportada ao hospital pelos bombeiros, nós sofremos pequenas contusões.
    A mota ficou bastante danificada na frente e lateral direito, o orçamento prévio ronda os 3000€.
    Chamei a GNR ao local, que tomou conta da ocorrência.
    Tenho uma testemunha, condutor do veículo que a senhora passou pela sua traseira.
    A mota era o meu meio de transporte diário para o trabalho, estando privado da sua utilização, o que devo fazer, mando reparar e apresento a fatura à culpada ou aguardo a resolução do caso?
    A minha companhia é a Okteleseguros e o meu seguro é contra terceiros, proteção de ocupantes e proteção jurídica.
    O meu seguro diz que não faz a peritagem porque eu não disponho da cobertura de danos próprios, passadas 3 semanas recebi o único contacto do meu seguro alegando que declinavam qualquer responsabilidade no sinistro e danos dele decorrentes, porque conforme a instrução do processo a peã é responsável pelo sinistro.
    Da parte do seguro disseram-me que sou eu que tenho de pedir um orçamento para a reparação da mota, isto está correto?
    O meu seguro diz que sou eu que tenho que reclamar o pagamento dos danos junto da peã, não teria de ser o meu seguro a reclamar o pagamento dos danos junto da culpada?
    O meu seguro só serve para eu pagar a anuidade, e depois excluem-se de qualquer apoio ou responsabilidade?
    A proteção jurídica não serve para me ajudar na resolução do sinistro?

    Obrigado pela atenção,
    Carlos Faria

    • Olá Carlos Faria, antes de mais queremos agradecer as suas questões e aproveitamos para lhe pedir que recomende o nosso portal à sua rede de amigos.

      A situação que nos coloca não é muito clara, isto porque, ficamos sem perceber se o peão foi dado ou não como culpado. Contudo, é importante que perceba o que realmente cobre um seguro de mota contra terceiros. Em caso de não responsável, “que é caso”, a companhia não é obrigada a pagar rigorosamente nada. Mas se tem apoio jurídico e necessita dele para mediar este conflito, pode solicitar a sua activação.

      Outra coisa que deve conservar é os dados do testemunha, isto porque, o peão apesar de ter sido o responsável pela causa do acidente pode sempre intentar uma acção contra si. Nesse caso, testemunhas são de extrema importância.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Carlos Faria

        A peã foi dada como culpada no sinistro pelo meu seguro. Eu sei que o meu seguro não tem obrigação de me pagar nada, porque é contra terceiros. Também tenho proteção jurídica.
        O meu seguro diz que tenho de ser eu a reclamar o pagamento dos danos da mota junto da culpada.
        A minha dúvida é não deveria ser a minha companhia a reclamar o pagamento junto da culpada?
        E a peritagem à mota não deveria ser efetuada por um perito da minha companhia, para apurarem o valor a reclamar junto das culpada?
        Mais uma vez obrigado pela atenção,
        Carlos Faria

        • Olá Carlos,

          Respondendo às suas questões. A companhia teria de responder por qualquer coisa desde que a outra parte integrante do sinistro possuísse seguro.
          O que tem de fazer é reclamar ao peão a reparação da viatura e todas as despesas resultantes deste sinistro.
          Pode reclamar ao peão de duas formas, sempre por escrito em carta registada com aviso de recepção, apresentar as contas. Caso o peão não aceite, só nos tribunais vai resolver o problema.

          Peritagem, a companhia não é obrigada a nada, é o Carlos que tem de pedir um orçamento de reparação.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

      • Carlos Faria

        A minha dúvida prende-se com o facto de o meu seguro não contactar a culpada e dizer que tenho de ser eu a reclamar os danos junto da culpada.
        O meu seguro não me deveria representar?
        Nas condições especiais do contrato de seguro está mencionado que o segurador substitui o segurado na resolução dos sinistros seja de forma amigável ou litigiosa.
        Acho que a minha companhia se está a demitir das suas responsabilidades.

        Carlos Faria

        • Carlos, tal como já lhe tínhamos informado, pode pedir a activação do apoio jurídico para o ajudar a resolver a situação, desde que a cobertura “Apoio Jurídico” faça para das coberturas contratadas na sua apólice de seguro de mota.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Vanda M.

    olá boa tarde. necessito da vossa ajuda.
    tive um acidente a qual não fui culpada dia 29/0813 e depois de muitas dores de cabeça o meu carro encontra-se finalmente pronto a nivel de oficina, embora ainda não tenha sido feita a peritagem final uma vez que foi acordado com a oficina e seguradora Generali ( a qual não recomendo a ninguém), que o perito ia acompanhar a reparação do carro e no final era feito o relatório. espero bem que não me coloquem problemas pois o valor da reparação é bastante elevado em relação ao valor do carro. mas a minha questão deprende-se com o seguinte: o penu que sofreu o impacto ficou danificado, logo tem que ser substituido. inicialmente a seguradora só queria substituir um penu. Eu aleguei junto da seguradora que me fosse colocado um penu igual ao outro que lá estava ou então teriam que me substituir os dois uma vez que os penus têm que ser ambos de rodado igual. Consegui que comtemplassem os dois penus na peritagem mas agora exigem-me o pagamento de 30% s penus. Isso é o que está previsto na lei? eu já fui lesado e bastante porque só me deram carro de substituição durante 14 dias e estou 1 mês e 8 dias sem carro.
    será que me podem ajudar em relação a esta questão dos penus? sendo que não fui culpada pensoque não tenho que pagar nada idepedentemente dos penus estarem a meio uso.
    Aguardo uma resposta vossa. obrigada.

    • Olá,

      Cara Vanda M., desde já agradecemos a sua questão. Aproveitamos para lhe pedir que partilhe o nosso portal com a sua rede de amigos, só desta forma conseguimos ajudar mais pessoas.

      Quanto às suas questões, a desvalorização dos pneumáticos apresentada pela companhia parece ser justa tendo em conta que os pneus que o seu carro tinha não eram novos. No entanto, deverá juntar todas as facturas dos custos relacionados com a viatura de substituição, resultantes da demora da reparação do seu carro e apresentar à companhia para que estes sejam devolvidos à sua pessoa.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Vanda M

        obrigada pela resposta. já tenho o carro e paguei os penus!
        em relação ao carro de substituição não aluguei nehum porque não tinha disponibilidade financeira para tal e depois corria o risco de não me pagarem.

  • Bruno Roque

    Desde já congratulo a equipa do Automóveis online, pelo excelente artigo publicado e por todos os esclarecimentos fornecidos sobre um assunto que tantas duvidas e transtornos causa. O serviço por vos aqui prestado é um serviço de enormíssima qualidade uma vez que por ignorância da maior parte de nós segurados, vimos os nossos direitos usurpados pelas seguradoras que não pretendem prestar um serviço de qualidade, mas sim encherem os seus cofres as custas dos segurados.

    Também eu por contingências da vida me vi abraços com os problemas de um sinistro, no qual estive envolvido no passado dia 08 de Setembro do corrente ano. O sinistro do qual fui terceiro lesado (sentença já proferida pela seguradora do outro veiculo envolvido), ocorreu quando circulava numa via rápida e o outro condutor abalroou a parte traseira da minha viatura. No momento do acidente as autoridades tiveram no local, e levantaram o auto de ocorrência, que ambos os condutores envolvidos no acidente assinaram. Alem disso foi preenchida a declaração amigável sem que nenhum dos condutores se tivesse assumido como culpado. No dia seguinte à ocorrência, entreguei na minha companhia de seguros (OK Teleseguros) a referida declaração, juntamente com a copia das declarações por mim proferidas no local do sinistros às autoridades presentes.

    Dois dias depois fui informado da abertura do processo, assim como fui contactado pela companhia de seguros do outro veiculo (Fidelidade) para agendamento da peritagem. A peritagem aconteceu dois dias depois, sendo o resultado da peritagem condicional a perda total do meu veiculo. Alegam que o valor venal do meu carro, um saxo 1.1 a gasolina de 1998 é de 1100 euros e que o valor da sua reparação é cerca de 4750. O salvado foi avaliado em 190 euros.

    Depois da comunicação do resultado da peritagem estive cerca de uma semana sem ser contactado por ambas as companhias, pelo que tive de ser eu a encetar novo contacto a fim de ser esclarecido sobre o amamento do processo. Pelo que fui informado, o processo estava em avaliação por um perito. Perito esse que me contactou no dia seguinte com o objectivo de recolher informações. Acabei por prestar as mesmas declarações que já tinha prestado as autoridades e à minha companhia.

    Ate ao dia 3 do corrente mês não voltei a ter qualquer informação do processo, dia em que recebi uma carta da companhia de seguros Fidelidade onde me comunicaram que o processo estava parado a aguardar que as autoridades entregassem o auto da ocorrência.
    No dia 8 do corrente mês encetei novo contacto telefónico com a minha seguradora a fim de pedir esclarecimentos sobre o estado do processo, onde me informaram que fruto de ter recorrido ao hospital o parecer podia demorar 45 dias úteis a contar da data da abertura do processo. Referi que sempre me tinham informado que o prazo máximo seria de 32 dias úteis e que se por algum motivo este prazo foi alterado me deviam ter informado imediatamente. Como estava a fincar desconfiado com o tratamento das seguradoras referi que iria apresentar uma queixa ao ISP, uma vez que estava sem carro a algum tempo e que essa situação me estava a causar demasiados constrangimentos. Durante este processo todo, sempre me disseram que não tinha direito a carro de substituição, a minha apólice não contempla o carro de substituição em caso de sinistro e pela outra companhia só teria direito no caso do outro condutor ser 100% considerado culpado.

    Esta situação culminou com um telefonema no mesmo dia por parte da seguradora Fidelidade, onde me informaram que no dia seguinte já estariam em condições de proferir uma decisão. A decisão final foi-me comunicada no dia 9 de Outubro, onde fui informado de que a Fidelidade assumia em 100% a culpa do sinistro. Estou a aguardar uma comunicação formal, por escrito uma vez que a comunicação foi realizada por telefone. Pelo telefone já deixaram transparecer que a proposta que me vão fazer será o valor venal do carro antes do sinistro menos o valor do salvado, o que corresponde a 910 euros. É claro que com este valor não consigo adquirir um veiculo que me de as mesmas garantias que o meu me dava ate porque tenho a certeza que tinha carro para os próximos 7 ou 8 anos.

    Posto isto tenho algumas duvidas que passo a enumerar:

    1 – Uma vez que a companhia de seguros do outro condutor assume a responsabilidade total do sinistro, tenho direito a viatura de substituição enquanto não for encontrada um entendimento entre ambas as partes (eu e a companhia de seguros Fidelidade)?

    2 – No caso de necessitar de recorrer a ajuda jurídica (por não concordar com a proposta efectuada), a que devo recorrer, ao apoio jurídico da minha companhia, ao CIMPAS ou a um advogado que não esteja relacionado com as companhias de seguros?

    Desde já agradeço a atenção dispensada.
    Cumprimentos,
    Bruno Roque

    • Olá Bruno Roque, antes de mais queremos agradecer as sua palavras e o seu post. Aproveitamos para pedir que partilhe o nosso portal pelo seu circulo de amigos. Pois, só desta forma é que conseguimos chegar a um maior número de pessoas.

      Lemos o seu relato e queremos desde já dizer que as declarações de sinistro amigáveis, não servem para que alguma das partes assuma a responsabilidade do sinistro, embora o possam fazer no verso, no local deixado para relato do acidente.

      Percebemos através do seu relato que o Modus operandi utilizado pelas duas companhias foi no sentido de ganharem tempo. Vamos tentar explicar o melhor que podemos.

      1) Sendo o Bruno terceiro lesado, tem direito a uma viatura de substituição desde o dia do sinistro até ao dia de encerramento do processo. Uma vez que não lhe deram a viatura de substituição, terá de fazer um exercício, isto é, estimar o número de quilómetros que faria com o seu carro para fazer face ao seu quotidiano. Chegando ao número de quilómetros, terá que aplicar o valor previsto por lei para indemnização por quilometro que é de 0,36€ o quilometro. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010;

      2) Se teve danos corporais resultantes do acidente sofrido, não abdique nunca de exigir todos os tratamentos e diagnósticos a que tem direito e eventuais indemnizações;

      3) Se transportava materiais como por exemplo, computadores, telemóveis ou outras coisas e que ficaram danificadas, tem direito de pedir a substituição natural dos bens danificados, isto é, tem direito a pedir o valor igual ao do actual momento para adquirir equipamentos iguais ou semelhantes;

      4) Não tem que aceitar a indemnização pelo valor venal, afinal de contas, o senhor não é vendedor de automóveis para ter que aceitar a venda do seu carro, isto é, aceitar o valor de comercio/mercado do seu carro, isto é, se pretender lutar noutras instancias pelos seus direitos, então terá de exigir a reparação do seu veiculo, desde que faça prova que o seu carro apresentava condições únicas e que nenhum no mercado de usados consegue satisfazer todas as suas necessidades e que por esses motivos quer a reparação do veiculo.

      5) Quanto à ajuda especializada, isto é, advogado, a companhia de seguros não nos parece uma boa ideia, o CIMPAS é mais razoável, mas um advogado independente seria sempre a melhor via.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • vanda M

    Tive um sinistro da qual não fui culpada. o carros sofreu mts danos um dos quais foi o penu do lado do impacto que ficou danificado. como me me conseguem arranjar um penu igual ao outro que já lá está vão substituir-me os dois e este caso querem que pague 30% do valor total dos penus, justificam eles que devido ao desgas-te os penus que lá estavam.
    agora pergunto é legitimo da parte da seguradora incubir-me a mim o pagamento desta %?
    aguardo a vossa resposta e ajuda. ontem já tinha envidado um comentário mas daspareceu aqui do site.

    Atentamente, Vanda

    • Olá Vanda, o seu comentário não desapareceu, simplesmente os comentários são analisados e respondidos um a um. No caso já lhe demos resposta.

      Cumprimentos,

      A Equipa Ao

  • Carlos

    Olá,

    Li atentamente o vosso artigo que achei muito esclarecedor e gostaria de pedir a vossa ajuda ou alguns contactos que me possam ajudar como proceder com a seguradora pois estou desesperado com a proposta de perda total desta.
    Até ao passado dia 2 de Outubro era o feliz proprietario de um Volkswagen Golf IV 1.4 Gasolina de 03/2003 (146.000KMs). Carro este que foi pago pelo meu pai que infelizmente já nao se encontra entre nós. Este foi (ainda é?) o meu primeiro e unico carro e foi comprado em segunda mão com 5 anos e permitia-me fazer a minha vida normal podendo-me deslocar onde quisesse e à hora que bem entendesse. Antes de ter o carro tinha de morar proximo do emprego e de me deslocar a pé cerca de 2.5km para ir para o trabalho fizesse sol ou chuva. A minha qualidade de vida melhorou imenso graças a este carro e custa-me separar-me dele. Acontece que no dia 2 de Outubro de 2013 quando circulava no IC19 sentido Sintra-Lisboa e estando parado numa fila sou atingido por um outro veiculo no canto esquerdo da traseira do meu carro (o outro condutor ainda tentou desviar-se e por isso apenas acertou no canto esquerdo). Felizmente não houve feridos mas o meu carro ficou com a roda traseira do lado do condutor dobrada, o eixo partido e parte do para-choques partido. Chamei o reboque através do número de assitencia em viagem do meu seguro(seguro contra 3ºs apenas). Foi-me perguntado para que zona queria que o carro fosse e ao dizer Carnaxide foi-me indicado a oficina Soato Carnaxide (não me informaram que tinha hipótese de escolha). O outro condutor deu-se imediatamente como culpado e preenchemos a declaraçao amigavel. A seguradora do outro condutor (AXA) assumiu a responsabilidade a 100% mas todo o processo está a ser tratado pela minha seguradora (seguro-directo) ao abrigo do protocolo IDS. Após a peritagem foi-me enviado o resultado do processo no qual foi alegada perda total ao abrigo do DL 291/07 art 41.Na carta que me foi enviada pela seguradora o valor de indeminizaçao é de 2.260 euros e 1.590 para o salvado. O valor proposto não me paga a reparaçao, nem me permite comprar uma viatura nas mesmas condições (cujo valor se agravaria com a transferencia de registo). Reparação esta que não é inviavel pois apesar de na carta dizer que é “reparação desaconselhável” no “relatorio” que o perito deixou na oficina e que consegui obter acesso é dito que o carro está dado como perda total pelo artigo 41 alinea c) do DL 291/07. O meu carro apesar de ter 10 anos estava muito estimado e fazia todas as revisoes na marca. Com os 3850 euros em que avaliaram o meu carro não tenho a certeza do que iria receber se comprasse um carro desse valor. Já para não falar das despesas imediatas que teria para repor peças de desgaste como é provavel de acontecer a quem compra carros deste valor. De acordo com a cotação do vosso site o meu carro o valor comercial seria 4100 euros. Posso tentar regatear a proposta da seguradora, ou exigir um carro nas mesmas condiçoes, já com a papelada tratada e tudo mais? Vale a pena pagar a um advogado para tentar fazer valer os meus direitos? Quanto é que isso me custaria e posso imputar esses custos à seguradora? Tambem nao me foi explicado como chegaram ao valor dos 3850 euros (valor venal) como posso contestar isso?

    obrigado
    Carlos

    • Olá Carlos, antes de mais queremos agradecer o seu post. Queremos também pedir que partilhe o nosso portal com a sua rede de amigos, pois só desta forma é que conseguimos garantir o alcance a mais pessoas.

      Respondendo às suas dúvidas, como se trata de um terceiro lesado, pode não aceitar as condições que a companhia de seguros lhe está a propor. Contudo, é preciso perceber se os valores envolvidos permitem a contratação de um advogado. Por vezes os valores não são suficientes para a contratação de um advogado, sendo mais sensato uma negociação coerente com a companhia de seguros.

      1) Pelo que percebemos da sua exposição, não houve danos corporais, pois caso tivessem ocorrido danos corporais, o Carlos estaria em condições de exigir muito mais à companhia de seguros. No entanto, desde o dia do acidente até à conclusão de todo o processo, presumimos que não teve direito, ou pelo menos a companhia de seguros não lhe forneceu uma viatura de serviço. Assim sendo, tem direito a uma viatura de substituição desde o dia do sinistro até ao dia de encerramento do processo. Presumindo que não lhe deram a viatura de substituição, terá de fazer um exercício, isto é, estimar o número de quilómetros que faria com o seu carro para fazer face ao seu quotidiano. Chegando ao número de quilómetros, terá que aplicar o valor previsto por lei para indemnização por quilometro que é de 0,36€ o quilometro. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010;

      2) Outro aspecto é os bens lesados que transportaria no dia do acidente, estamos a falar por exemplo de telemoveis e computadores que pudessem ter sido danificados. Assim, se transportava materiais como computadores, telemóveis ou outras coisas e que ficaram danificadas, tem direito de pedir a substituição natural dos bens danificados, isto é, tem direito a pedir o valor igual ao do actual momento para adquirir equipamentos iguais ou semelhantes;

      3) Não tem que aceitar a indemnização pelo valor venal, afinal de contas, o senhor não é vendedor de automóveis para ter que aceitar a venda do seu carro, isto é, aceitar o valor de comercio/mercado do seu carro, isto é, se pretender lutar noutras instancias pelos seus direitos, então terá de exigir a reparação do seu veiculo, desde que faça prova que o seu carro apresentava condições únicas e que nenhum outro carro no mercado de usados consegue satisfazer todas as suas necessidades e que por esses motivos quer a reparação do veiculo. Ma, é preciso que consiga igualmente provar que o seu carro pode ser reparado e que essa reparação consegue garantir todas as normas de segurança.

      Isto posto, só lhe resta perceber se vale a pena ou não contratar um advogado para resolver estas situações.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Carlos

        Muito obrigado pela vossa resposta.
        Efectivamente foi-me dada uma viatura de substituição (após insistir com a seguradora e só depois de a outra seguradora ter assumido a culpa a 100%), mas durante 2 dias nao tive carro. Tive de andar de autocarro, taxi e algumas boleias de colegas. Gostava que me esclarecessem o que significa “tem direito a uma viatura de substituição desde o dia do sinistro até ao dia de encerramento do processo”, em particular o que se considera “encerramento do processo”. Significa que terei de devolver a viatura assim que aceitar a proposta? Ou só quando me tiverem afectivamente pago (dinheiro na mao ou conta bancaria). Ainda assim, para reaver a parte do valor do salvado tenho de ser eu (não devia ser a seguradora?) a tratar com a empresa que se compromente a ficar com ele. Até receber esse dinheiro ainda teria direito à viatura de substituicao? Continuo a ter direito à viatura de substituição se rejeitar a proposta inicial da seguradora e/ou enquanto não houver acordo?

        Mais uma vez muito obrigado pela vossa ajuda!
        Bem haja,
        Carlos

  • Alberto P

    Bom dia a toda a equipa, e parabéns pela vossa continuada labor de esclarecimento e ajuda possível.

    Neste meu caso gostava de saber o seguinte:

    Tive um acidente em que resultou só chapa retorcida, e em que a seguradora considerou “perda total” do veículo por considerar o valor da sua reparação superior ao valor venal do mesmo. Ao princípio tentei negociar e até outros meios de persuasão. Voltaram a propor-me o mesmo valor por considerarem que a outra coisa não estão obrigados.

    Depois de consultar um advogado, decidí aceitar a indemnizaçao proposta porque o tempo que iria ficar sem carro , recorrendo à via judicial, seria muito extenso.

    Do facto dei devida informaçao por escrito à seguradora. Pedí que me informassem também dos passos à seguir depois de o automóvel arranjado. Remeteram-me para o IMTT para pedir uma Inspeção B.

    Contactei o mesmo organismo onde, depois de consultarem a sua base de dados, dizeram-me que nada constava no processo do meu carro e que estava tudo bem. E que deveria esperar por uma comunicação escrita por parte do IMTT para marcar a tal inspeção B, se fosse necessário.

    Mas também me alertaram para o facto de que os serviços demoravam muito tempo a tomar conhecimento das comunicações das seguradoras e a decidir o que fôr devido.

    Dito isto, a minha pergunta é a seguinte:

    O automóvel continua segurado? e em caso de outro acidente, como se comporta a seguradora?

    Desde já agradecido pela vossa resposta, despeço-me

    Atentamente

    Alberto P.

    • Olá caro Alberto P, antes de mais queremos agradecer o seu post e pedir que faça a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Respondendo directamente à sua questão, depois de uma perda total o seguro é automaticamente anulado, isto é, essa viatura deixa de ter seguro válido. Quanto à segunda questão, não há porque ter um acidente com essa viatura, pois essa só pode circular após a inspecção B.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Alberto P

        Boa tarde a toda a equipa,

        Finalmente fiquei esclarecido dessa parte. Nunca em toda a troca de cartas e emails com a seguradora me referiram em que consistia a Perda Total e as consequências a nível de seguro ou circulação!

        Hoje de manhã estive nos serviços do IMT em Lisboa, na Av. Elias Garcia.
        onde verificaram outra vez o estado do meu processo e no qual não consta nenhuma notificação de perda total.

        Foi-me informado, ao meu pedido, que a seguradora devia dar parte para o IMT da consideração de perda total e de salvado com os motivos explicitados de tal facto. Disseram-me também que me (a seguradora) deveriam notificar também de tudo isto, porque seria com essa carta que eu então poderia marcar a tal inspecção B. Falaram-me também que essa comunicação obedecia a um modelo de impresso específico (segundo uma lei).

        Será que me podem elucidar de que tipo de comunicação, impresso e lei se referem? Qual o seu conteúdo especificado?

        Agradeço desde já a ajuda prestada.

        Cumprimentos
        Alberto P.

        • Olá caro Alberto P.,

          Presumimos que teve conhecimento de que o seu processo resultara em perda total, porque a companhia o informou desse evento por carta.

          Ao aceitar a proposta de indemnização da companhia, terá sempre que enviar para a companhia por carta ou por e-mail a resposta a essa carta, onde aceita ou não a indemnização proposta. Em caso de aceitação, terá de informar nessa mesma carta que pretende ficar com o salvado e pretende o não cancelamento da matricula do carro, onde irá ter de juntar cópia do DUA da sua viatura.

          Depois irá receber uma carta da companhia, onde esta passa a proposta inicial de indemnização condicional para definitiva e lhe irá juntar um recibo para que esse seja assinado por si e devolvido.

          Note: fique com cópias de toda a correspondência.

          É com a última carta que a companhia lhe enviou, aquela que passa de condicional a definitivo, que deverá levar ao IMTT juntamente co um relatório que a oficina reparadora prepara onde descrimina todo o trabalho executado e peças colocadas.

          Normalmente é assim que se procede. Se não for assim, não sabemos como.

          Só uma pergunta, os documentos não ficaram apreendidos pela policia, pois não?

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • TIAGO

    BOA TARDE.
    sua reportagem vai me ajudar e muito no processo do meu veiculo. Porem gostaria de mais orientações, possuo um veiculo de 36 anos atras de colecionador onde tenho maior apego e gastei muito dinheiro na restauração. Hoje ele é considerado praticamente placa preta, devido alguns acessórios no motor, para ganho de potencia nao coloquei placa preta. Meu carro estava no condomínio na garagem, uma mulher colidiu e a seguradora avaliou com perito a perda total, porem eles nao estao querendo pagar o valor do mesmo veiculo e com os acessorios que ele possuia! Nao existe tabela Fipe para o veiculo, como devo proceder uma vez qua ja montei todo processo, com varios orçamentos duas vezes superior ao oferecido pela seguradora?

    • Olá Tiago, obrigado pela sua questão.

      Este artigo foi criado para o público alvo português de Portugal, tendo em conta a sua legislação. Brevemente o Automoveis-Online vai ser inaugurado ai no Brasil, através do http://www.automoveisonlinebrasil.com.br. Mas, o que você deve fazer, tendo em conta que a tabela Fipe, não apura o valor de carro de coleção, você deve recorrer à ajuda de associações de carros de coleção. Nessas associações, você vai conseguir não só o valor do seu carro de coleção, bem como uma ajuda extra, pois eles serão as pessoas indicadas nesse assunto.

      Cá em Portugal existe o ACP, ai no Brasil, não temos conhecimento, mas vamos perguntar ao nosso parceiro brasileiro para lhe dar as melhores dicas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alberto P

    Bom dia, obrigado pela resposta,

    … “Em caso de aceitação, terá de informar nessa mesma carta que pretende ficar com o salvado e pretende o não cancelamento da matricula do carro, onde irá ter de juntar cópia do DUA da sua viatura.” …

    Pois, eu já recebi a carta à qual respondí, não fiz é referencia ao não cancelamento da matrícula, de resto escreví tudo e juntei cópia do Dua também.

    … “Depois irá receber uma carta da companhia, onde esta passa a proposta inicial de indemnização condicional para definitiva e lhe irá juntar um recibo para que esse seja assinado por si e devolvido” …

    Na carta que eu recebí está só a informação de que procederam ao depósito por transferência bancária do valor da indemnização. Só acrescenta que é referente à Reparação/Perda Total.

    O carro já está arranjado noutra oficina mais em conta, que não a recomendada pela seguradora que lhe fez a peritagem e lhe apresentou o orçamento elevado. Não pode é andar porque não sei como está a questão do seguro.

    Será então que tenho que esperar que me mandem outra carta?

    No IMTT fizeram-me referência ao Relatório da Peritagem, com a quantificação dos danos ocorridos e do que será necessário arranjar, este documento nunca me foi facilitado pela seguradora que se limitou a informar-me que, depois de consultar a oficina recomendada e sem nunca se referir a essa peritagem, a viatura tinha sido dada como Perda Total porque o seu arranjo ficava mais caro do que o seu valor venal.

    Posso pedir (ou exigir) o relatório discriminado da peritagem efectuada?

    Os documentos do automóvel estão todos em meu poder porque como não houve feridos e o outro conductor se deu como culpado,não houve necessidade da participação da polícia.

    Agradecido desde já com a vossa colaboração, despeço-me com consideração
    Alberto P.

    p.s. já vos tenho colocado na minha página, e sei que as partilhas têm sido muitas.

  • Micael Sousa

    Boa noite,

    no dia 02-08-2013 tive um acidente com o meu Golf 2 1.6 TD de 1990, acidente carro para a oficina perito foi a oficina andei no carro da minha namorada e não mais que uma troca de cartas e aceitei o segundo valor que eles me ofereceram pois deram-me perda total.. pois o valor que eles me ofereceram dava para comprar outro carro idêntico só não viram que o meu era de 3 portas etc mas não mais que isso ofereceram pouco e visto o meu mediador me andar a ajudar e não avia mais argumentos e eles não me arranjavam o carro que tinha um valor de reparação de 3.072.53€ ok eu feito burro fui na conversa do meu mediador e aceitei os 815€ que eles me ofereceram e fiquei com o salvado que me estavam a oferecer 185€ aceitei após segunda proposta deles… não sei se fiz mal ou nao mas o meu mediador apenas disse que não tinha mais argumentos visto encontrar na net veículos por esse valor e alguns até a baixo… se bem que perdi um carro de 3 portas e eles guiavam-se por uns de 5 portas… contudo ainda apareciam uns de 3 portas de 900€, aceitei conseguiu calar-me. Com este processo todo na altura ainda na primeira carta eu liguei para uma empresa que me queria comprar o veiculo eu disse que queria ficar com ele ok, mas só o poderia tirar da oficina após pagamento do parque da mesma, ligo para o seguro dizem que não se responsabilizam por parque nenhum da viatura e que isso não tem nada a ver, o meu mediador disse deixa estar eles pagam etc, o processo já vai longo e o valor já esta acima dos 800€ para pagar a oficina de parque e eles dizem que não pagam nada.

    Como devo proceder neste caso… eles devem pagar ou tenho de ser eu?

    Não esquecendo que comprei outro golf 2 passado pouco tempo para poder circular.

    • Olá Micael Sousa, temos algumas questões que para lhe colocar, o senhor foi vitima de acidente de viação, isto é, é considerado um terceiro lesado?
      Teve danos corporais? A policia foi ao lugar do acidente? isto é, existe um auto de notícia? Aceitou o valor de indemnização proposto, e, já assinou o recibo de quitação?

      Respondendo só à sua questão relacionada com a oficina, a companhia é obrigada a pagar pelo parque até ao dia que decide e lhe comunica que o carro é perda total. Pelo que deve fazer os cálculos para não ser prejudicado.

      No entanto, responda às questões que lhe colocamos.

      Cumprimentos,

      A Equipa Ao

      • Micael Sousa

        Fui vitima de acidente de viação sem culpa.
        Não tive danos corporais.
        A policia esteve no local.
        Existe um auto da policia.
        E aceitei o valor da indemnização… mas só a segunda proposta dele.

        Já recebi o dinheiro…

        O acidente foi a 2 de agosto e a informação de perda total foi a 9 de agosto….

        • Olá Micael, as perguntas que lhe fizemos foi para perceber se você ainda ia a tempo de reverter as coisas, mas, depois de aceitar as condições de indemnização e receber o dinheiro, não há nada a fazer. Como não teve danos corporais, que era a única forma de reabrir um processo, fica sem possibilidades de reabrir o processo.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • aniceto anjos

    boa noite tenho seguido com alguma atenção os comentarios e concelhos.gostariade saber se for possivel se o concelho juridico não der uma resposta positiva do processo posso pedir para oprocesso ir para tribunal ou so atraves de um advogado particular comprimentos

    • Olá caro Aniceto Anjos, antes de mais obrigado pela sua questão. Pedimos que partilhe o nosso portal pelo seu circulo de amigos.

      A sua questão não é muito clara para nós, isto porque, quando se refere ao concelho jurídico, está a referir-se a qual?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • marcio

    Boa noite! Um caminha da empresa Rápido 900, me prensou ou seja causou um abalroamento pegando da traseira da mala e destruindo as duas porta do meu carro, O motorista alegou que não me viu por ser um ponto cego, mesmo descreveu esse detalhe no BO,Será que com essa descrição que ale alegou o Brat ao ficar pronto vai perceber que ele e quem foi o culpado?O procedimento e esse mesmo, e esperar o Brat ficar pronto para que a seguradora tome providencia?Fiz contato com a empresa e segundo eles o motorista em que estava dirigindo o caminhão ainda não foi chamado para prestar esclarecimento, porque o mesmo esta viajando, então um atendente da empresa me pediu por e-mail, alguns dados e fotos referente ao acidente e pediu para aguardar o Tal Brat ficar pronto para que assim passar o caso para a seguradora. Peço desde já uma orientação referente ao acontecido,Grato pela atenção!

    • Boa noite!

    • Olá Marcio, antes de mais obrigado pela sua questão. No entanto, este artigo foi escrito para o mercado e lei Portuguesa.
      Como não é do nosso interesse informar mal os nossos leitores, terei de lhe pedir que aguarde o lançamento do Automoveis-Online no Brasil e que está para breve.
      Quando isso acontecer a nossa equipe poderá dar-lhe a ajuda que precisa.
      Esteja atento ao novo portal de compra, venda e noticias de automóveis no Brasil o Automoveisonlinebrasil.com.br.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Armando Pinto

    Olá.

    Antes de mais obrigado pela disponibilidade que demonstram. Peço-vos a vossa opinião para o meu caso:

    Na madrugada de Sábado (há 2 dias), um condutor bateu em vários carros estacionados e fugiu. Um desses carros era o meu. Quando vi os meus estragos, pareceu-me ter raspado ao de leve no para-choques e numa jante e não ter nada de especial (nem sequer estava amassado), pelo que hoje de manhã, segunda-feira, saí com o carro para o trabalho como normalmente. No entanto, ao conduzir notei a direcção algo desalinhada e, após inspeccionar novamente, parece-me a roda de trás (onde bateram) estar “metida” para dentro.

    Ao que pude saber (perguntei a vizinhos), ninguém se apercebeu de nada, mas vou continuar a indagar. Tendo em conta o que relato, e que já retirei o carro do local, que conselhos de podem dar sobre o que fazer de seguida. Chamo a atenção para ter um seguro contra todos os riscos e o meu carro ser de 2004.

    Obrigado.

    • Olá Armando Pinto, antes de mais agradecemos o seu relato e questão. Gostariamos de pedir que partilhasse o nosso portal pela sua rede de amigos.

      Quanto à sua questão, nunca deveria ter pegado no carro, sem antes chamar a policia e apresentar queixa, nem que fosse contra desconhecidos e à posteriori participar à companhia.
      O que lhe posso dizer é que agora e agindo de boa fé, nada poderá fazer a não ser que algo lhe volte acontecer. Nesse caso, deverá chamar a policia e participar que o seu carro foi vitima de um acidente sem conhecimento do responsável por esse acidente. Depois, é só participar pela via de danos próprios à companhis de seguros.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Paula Martins

    Bom dia.
    Fui vitima de acidente de viação à cerca de 2 anos. A companhia do outro condutor assumiu as culpa mas deu o carro como perda total, por a reparação ser superior ao valor venal do mesmo. Não aceitamos a proposta da seguradora e também referir que houve feridos e demos seguimento ao processo na justiça. Neste momento estamos num impasse… a nossa justiça é lenta e nada ainda se resolveu, continuamos à espera e a minha pergunta é a seguinte:
    – O carro está bastante danificado e parado na garagem…. Posso reparar o veiculo, estando a decorrer o processo em tribunal?

    Cumprimentos , Paula

    • Olá Paula Martins, antes de mais queremos agradecer a sua exposição. Gostaríamos de pedir que partilhasse o nosso portal por toda a sua rede de amigos.

      Quanto à sua questão, existem factos que não apresentou e que são relevantes. Por exemplo, as circunstâncias do acidente, é participante directo no sinistro ou é terceiro lesado? Recorreu ao CIMPAS para mediar o conflito ou foi por outra via? As pessoas que sofreram os danos corporais, ficaram correctamente restabelecidas ou não?

      Repare, poderíamos-lhe dizer que pode reparar a viatura e é verdade, pode. Mas atenção, se a companhia for dada como culpada ela terá de pagar a reparação da viatura, mas, só o fará se o seu veículo, depois de reparado, tiver efectuado uma inspecção B e tiver passado nessa inspecção. Esta é que determina se o seu carro, foi arranjado com sucesso e cumpre todas as normas de segurança a que é obrigado. Caso contrário, a companhia não tem que pagar nada.

  • MF

    Boa noite,
    Antes de mais quero-vos felicitar pelo excelente trabalho que acabei de ver e ler.
    Venho por este meio solicitar ajuda, pois encontro-me no estrangeiro e já tentei contactar telefonicamente o IMTT, mas nunca fui atendido.
    A situação é a seguinte:
    Vendi o meu carro â cerca de 2 anos e esta semana por haver recebido em casa 2 autos de contra-ordenação, verifiquei que a viatura não só continua ainda em nome, bem como o imposto de selo nas finanças referente a 2012 e 2013 não foi pago. ( estando eu em dívida para com as finanças, pois é no meu nome que está registado).
    Pois, após reflexão sobre o assunto cheguei à conclusão que o valor que pagaram pela viatura, já usufruiram durante estes 2 anos, e uma vez que agem de má fé, pretendo ir buscar a viatura que está em meu nome ( é minha certo?).
    Pois as opções que encontrei foram:
    1- Buscar o carro sem dizer nada a ninguém;
    2-Pedir à policia para apreender e ir buscá-lo em seguida.
    Só não sei o que será mais correcto e como se procede.

    Agradecia ajuda nesta situação se possível.

    • Olá MF, achamos que deveria seguir pela segunda opção. Contudo, nunca o poderá ir buscar. Após ter pedido a apreensão da viatura e decorridos 6 meses, vai à policia e pede o documento relacionado com esse pedido de apreensão, para cancelamento da matricula no IMTT. Depois, com esse documento vai ao IMTT e manda cancelar a matricula.

      Em ambos os casos, quando o veiculo for fazer a inspecção é apreendido.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • MarioSeco

    Boa noite,
    A cerca de 6 anos tive um acidente ridículo em que não tive culpa, estava parado num cruzamento a espera de entrar na via e veio um carro que por excesso de velocidade para a manobra que efetuou me abalroou e praticamente me destruiu a viatura.
    Na altura exigi uma viatura de substituição pois necessitava dela para o trabalho e passei mais de 2 meses a tentar resolver com as companhias de seguros a resolução do problema que foi empurrado para o tribunal (não o judicial) em que tive uma audiência e que perdi pois foi-me oferecido um valor que não dava para pagar nem o aluguer do carro de substituição. Qd não aceitei o juiz decidiu que eu não teria razão e ai perdi tudo.
    Sinto-me muito injusticado, pois por não ter hipótese de pagar um advogado decente perdi contra advogados poderosos de companhias de seguros.
    Nunca vou esquecer esta injustiça que me custou bem caro. Mas que? Que um leigo em lei como eu pode fazer?
    Quando não se tem poder econômico as coisas são assim. Isto é o pais onde vivo!

    • Olá Mario Seco, antes de mais queremos agradecer o seu post. Gostaríamos de lhe pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      É com um enorme lamento que lemos as suas palavras. No seu post, não ficou muito claro se o outro condutor lhe embateu por de trás. Também não ficou claro se o tribunal a que se refere é o CIMPAS.
      Mas, se tivesse tentado resolver as questões pelas vias normais teria recebido certamente os valores a que tinha direito. Como não somos advogados e o nosso objectivo não é esse, não lhe sabemos responder se seria possível reabrir o processo e lutar pelo que tinha direito.
      Mas, para evitar que isso aconteça a outras pessoas, partilhe este artigo.

      Mais uma vez, obrigado por partilhar a sua história.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Mário Gonçalves

    Boa tarde, antes de mais queria agradecer o vosso serviço informativo, que tão bom benefício traz a pessoas desinformadas como eu.

    Encontro-me numa situação delicada em que ninguém me consegue dar respostas e esclarecer a minha duvida, as únicas respostas em relação ao meu caso que tenho, são do concessionário reparador e da seguradora, que não me agradam.

    Sou proprietário de um taxi em Lisboa, e infelizmente sofri um acidente ontem à tarde, do qual não tive culpa, e perante a lei, até o meu carro ser reparado, tenho direito a uma compensação monetária diária, mediante o tempo que o taxi vai estar paralizado. No concessionário informaram-me que ia demorar cerca de dez dias só para as peças chegarem do estrangeiro. No entanto, a seguradora alega que só se responsabiliza pelos quatro dias de reparação, e não pelo tempo que as peças demoram a chegar. Sendo assim, serei eu que tendo sido prejudicado por um acidente do qual não tive a culpa, que tenho que sair prejudicado e arcar com a responsabilidade de dez dias sem trabalhar e sem ser ressarcido devido a paralização? Para que serve então o Seguro que eu pago prontamente todos os anos?

    Se vos for possível, fico imensamente agradecido pela vossa ajuda.

    • Olá Senhor Mário Gonçalves, antes de mais obrigado pelo seu post. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Respondendo à sua questão, o que diz é correcto, o senhor tem direito a uma compensação monetária por via das perdas de exploração. Neste caso, o senhor só terá que ir ao concessionário e solicitar por escrito, qual o tempo de imobilização da viatura previsto para a reparação integral do mesmo.
      Com esse documento, deverá notificar por escrito, em carta registada com aviso de recepção, informando que a sua principal e única ferramenta de trabalho e de transporte se vai encontrar imobilizada pelo número de dias que a concessionária lhe disse a si igualmente por escrito.

      Note: Ao informar desta forma a companhia de seguros, vai também poder solicitar uma viatura de substituição pelo número de dias em que a viatura está imobilizada. Atenção, que na sua carta deverá ter o cuidado de dizer que durante o horário de expediente a viatura é de uso profissional, “sua ferramenta de trabalho”, e que no restante horário é uma viatura de uso particular.
      Nessa mesma carta, deverá demonstrar que é sua intenção receber uma compensação monetária por perdas de exploração pelo número de dias em que a viatura se encontra imobilizada e não, pelo número de dias de reparação. Alegando que a mesma não pode circular, seja por empeno ou pelo código de estrada que impede que um veículo possa circular com danos exteriores.

      Este é o principio pelo qual a companhia de seguros se deveria regular e nunca o faz. É Lei e tem de ser cumprida.

      Para além dos danos que relatou, existem outros?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • MF

        vao responder ao meu post?? obrigado ass MF

        • OLá MF, pedimos desculpa, mas no nosso sistema já tínhamos a informação que a resposta tinha sido dada. Não sabemos a razão pela qual a resposta desapareceu. Vamos rectificar. Por favor aguarde.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

          • MF

            obrigado

    • Exmo. Senhor

      Deverá de imediato pedir à Companhia de Seguros um automóvel de substituição com as mesmas valências do seu.
      Como seguramente não conseguirão responder ao solicitado, V. Exa. terá todas as condições de poder exigir o pagamento do que deixou de ganhar no período de imobilização do S/ automóvel.
      Não se deixe intimidar pelas posições de força das Companhias de Seguros.

      Com os melhores cumprimentos

      José da Silva Lopes

  • Edjane

    Bom dia,
    quando a seguradora faz vistoria(para seguro) na agência, aprova a vistoria, e quando vc pega o veículo faz um laudo em uma especializada e o laudo consta que o veículo é procedente de enchente e que não vale metade do preço que vc pagou, além de ter sido todo reformado, como devo proceder em relação a seguradora que aprovou o veículo??

    • Olá Edjane, antes de mais obrigado pelo seu post. Gostaríamos muito de lhe dar uma dica, mas por enquanto não o podemos fazer. Isto porque, este artigo foi redigido para o mercado Português de Portugal.
      Brevemente vai abrir o Automoveis Online Brasil e vamos publicar um artigo semelhante, mas, adequado ao mercado Brasileiro.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • silva

    Boa tarde gostaria de saber se me podem informar se isto que se passou é legal, comprei uma A6 2700cc a um particular e não tenho fatura da mesma, fis um seguro a na cidade que o comprei, na Lusitânia a Lusitânia fez-me o seguro dizendo-me que eu tinha feito um bom negocio que o meu carro valia 34000 mil euros, 3 meses depois tive um acidente num dia de muita chuva bati de frente, a companhia de seguros disse que o meu carro estava muito valorizado, que a minha viatura como não tinha fatura da compra só valia 22000 mil euros. E é só o que me querem dar. Quando passados os 6 meses da data da minha compra se eu pedir a Lusitânia uma simulação ainda valorizam o meu veículo em 32500 mil euros. Obrigado

    • Olá Silva,

      Antes de mais queremos agradecer o seu comentário. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Respondendo à sua questão, o senhor Silva tem na sua posse o contrato de seguro que fez e todas as condições particulares do seguro?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • A vossa pagina tem sido uma boa ajuda.
    Obrigado

  • Bom dia

    Venho por este meio solicitar a vossa ajuda para o seguinte sinistro:
    No dia 11 de Novembro do corrente ano circulava em plena estrada nacional quando sofri um violento embate por trás, após o embate parei o carro, desliguei o motor e saí fora do veiculo para ver a extensão dos danos e poder vestir o colete que se encontrava na mala, quando estava na traseira do meu carro a analisar os estragos veio uma terceira viatura que embateu na segunda que já se encontrava parada atrás da minha e foi projectada de novo contra o meu carro e em simultâneo atingido-me visto eu me encontrar na traseira da minha viatura, fui projectado pelo ar pelo espaço de 5 metros acabando por aterrar no asfalto e deslizar por 2 metros fazendo com que ficasse com várias lesões traumáticas desde a cabeça aos pés em todo o hemicorpo direito, ( Traumatismo a nivel do tornozelo, coxa, braço, clavicula, cervical e zona occipital da cabeça) exigindo a presença do inem no local e posteriormente ser transportado para a unidade hospitalar mais próxima, estando eu actualmente em recuperação destes traumatismos. Logo ao segundo dia após o sinistro comuniquei á minha seguradora a situação, para que desse andamento ao processo, mas fui logo informado que devido a este acidente ser complexo as averiguações poderiam durar até um máximo de 32 dias uteis, segundo os estatutos das seguradoras e que durante esse tempo não teria direito a veiculo de substituição. Estou muito aborrecido com esta situação pois já se passaram sensivelmente 20 dias e a minha situação não avança para uma resolução. Por isso vinha pedir a vossa ajuda para me informarem como devo proceder em relação á situação da viatura de substituição e sobre os direitos que me assistem na situação do atropelamento.

    Peço desculpa pelo testemunho alongado e agradeço desde já o apoio que me possam disponibilizar.

    Obrigado

    • Olá J.Garcia, antes de mais obrigado pelo seu relato e desde já lhe estimamos as rápidas melhoras. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Quanto ao seu caso. Antes de mais queríamos dizer que se a questão dos 32 dias úteis é correcta e está prevista na lei, também é verdade que o senhor tem direito à viatura de substituição e muito mais.

      Um lesado com a extensão dos seus danos tem matéria mais que suficiente para ter direito a tudo e mais alguma coisa.

      Para além dos danos corporais e danos na viatura, sofreu algumas perdas, como por exemplo, computadores, telemoveis ou outras coisas? Qual é a sua profissão? Está a ter perdas financeiras por via do acidente?
      De que região nos escreve?

      Responda a estas questões por favor e não desista de nada.

      Mais uma vez as melhoras rápidas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Queria agradecer desde de já, pela pronta resposta.
        Quanto ás questões colocadas, confirmo a perda de um telemovel e oculos de sol. E Tive perdas financeiras por via do acidente, no momento já não tenho essas perdas pois estou a retomar a minha vida dentro da normalidade. escrevo de Vila Real.

        Obrigado pela atenção

        • Olá J. Garcia, quanto às suas perdas, deveria ter solicitado na indemnização, o valor referente a essas perdas.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

    • Exmo. Senhor

      Enquanto aguarda a posição da Companhia de Seguros deverá reunir todos os elementos de prova, designadamente os clínicos e eventualmente colher os depoimentos escritos ou gravados (com autorização prévia) das testemunhas.
      Deverá também pedir a um mecânico da S/ confiança que lhe indique os danos concretos da viatura e os montantes da reparação, devendo saber qual o valor da viatura sinistrada.

      Estes são apenas algumas recomendações que entendo ser mais pertinentes.

      Desejo-lhe as melhoras e que este sinistro tenha o melhor desfecho para V. Exa..

      Cumprimentos

      José da Silva Lopes

  • Thiago

    Olá Antonio Silva, e a todos que viram esta postagem,
    primeiramente quero agradece-lo e ao mesmo tempo parabeniza-lo António pelo brilhante trabalho que você fez aqui neste site, achei muito bom mesmo, pois quantas pessoas, assim como eu também, que se envolveram em acidentes e não sabiam como agir no momento da situação e no tramite do processo de indenização, e com este bom trabalho muitas pessoas iram se atar e saber o que fazer daqui para frente, parabéns.

    Bom Antonio gostaria de lhe informar o meu caso para saber se você pode me ajudar.

    No dia 26 de Setembro 2013 estava transitando (voltando do serviço) com minha motocicleta (cg titan 150) pela via sentido a minha casa (obs: estava em velocidade permitida pela via 50 a 60 km/h), quando olhei pelo espelho retrovisor da moto e visualizei um veículo em velocidade superior a minha chegando muito rapido, o qual acabou colidindo na traseira da motocicleta. Eu voei para trás, e ao cair na pista rapidamente levantei e o veículo estava ainda arrastando a motocicleta no asfalto. Eu sentei no canteiro onde algumas pessoas que presenciaram o acidente vieram a me socorrer e informaram que o veículo quase me atropelou também. O motorista do veículo HB20 era um garoto de 19 anos o qual estava com permissão para dirigir fazia 2 ou 3 meses, o qual saiu do veículo falando no celular, e de pronto me informou que iria prestar todo auxílio possível. Pois bem acionaram o socorro e eu fui para o hospital e meu pai foi ao local do acidente cuidar da negociação. O veículo esta em nome da empresa do pai do garoto e tinha seguro, pois levamos a motocicleta até a concessionária honda a qual passou um orçamento no valor de 3200,00 para concertar. O seguro primeiramente negou o concerto, e após eu conversar com o garoto disse que iria resolver. três semanas após o contato a concessionaria me informou que a moto estava pronta, ao chegar lá a moto tinha avarias ainda, onde a concessionaria informou que a seguradora nao permitiu o concerto. Novamente informei o garoto e ele acionou o seguro, pediram para levar a moto a concessionaria, e entao quando retirei não cobriram de novo as avarias.

    Pois bem, eu tenho 21 anos trabalho como autônomo e por bobeira não pagava INSS, e sofri uma fratura na minha mão esquerda e escoriei parte do meu braço, minha jaqueta rasgou toda, controle do portão eletronico quebrou, bolsa do noutbook rasgou, calça rasgou, cuturno rasgou, capacete quebrou o suporte de viseira (não tem concerto), e a moto esta avariada. Por conta das lesões e do não concerto da motocicleta fiquei encostado por 2 meses onde as despesas eram arcadas pelo meu pai.

    tentei um acordo direto com o garoto, mas ele disse que a responsabilidade de arcar financeiramente é da seguradora. Conversei com alguns amigos e me disseram para entrar com processo contra o dono do veículo, contra a seguradora e contra a concessionária.

    Você pode me ajudar no que eu posso fazer?

    Muito obrigado,
    Thiago

    • Olá caro senhor Thiago, antes de mais a equipa do Automoveis-Online quer agradecer o seu comentário. O nome António Silva foi o nome que a equipa considerou para gerir esta parte.

      Respondendo à sua questão, Thiago, gostaríamos muito de o ajudar com algum tipo de informação, mas como este artigo foi escrito para o mercado Português de Portugal e pelo que percebemos, o Thiago é Brasileiro, irá ter de aguardar pelo lançamento do Automoveis Online Brasil , para que o artigo seja articulado ao mercado Brasileiro.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Bruno

    Boa Tarde
    No dia 3 de Agosto de 2013( sábado), tive um acidente de mota em que não tive culpa (dando-se logo nesse mesmo dia o outro interveniente como culpado).
    No dia 05 de Agosto (segunda feira) fiz logo toda a participação no meu mediador onde pedi logo um veiculo de substituição pois era a única maneira que tinha de me deslocar.
    No dia 06 de Agosto recebo um telefonema da companhia de seguros do culpado a informar que assumiam a totalidade da culpa no acidente, ainda nesse telefonema voltei a afirmar que precisava de um veiculo de substituição.
    No final de mais uns telefonemas e umas cartas trocadas, em que eles dizem para eu alugar um veiculo ( eu informei os mesmo que não tinha dinheiro, que me encontrava numa situação financeira complicada e que nestes dias todos andava com veículos emprestados e a pedir favores) com a companhia do culpado, só no dia 13 de Agosto pelas 17h00 é que me foi indicado para levantar o veiculo de substituição mota na rent ( que eles próprios pagaram).
    No final de todo este processo e depois de reparado o meu veiculo, pedi uma indemnização de 900€ por Paralisação / Privação de uso do meu veiculo (mota) pelo período em que eu como proprietário não pude dispor dela.
    Esta indemnização a rondar 900€ pedi baseada na tabela de aluguer de veículos (motas)… ou seja o valor que a companhia de seguros teria de arcar se me aluga-se logo uma mota desde o primeiro dia.
    Surpresa minha que depois de eles terem sido informados que não tinha dinheiro, andava a pedir favores, andava com carro emprestado, não me querem pagar a indemnização por paralisação/privação de uso do meu veiculo, por não apresentar despesas.
    Estou a pensar recorrer ao CIMPAS mas gostaria de saber a vossa opinião sobre o assunto e se tenho ou não direito á indemnização… e em que legislação me devo basear.

    Obrigada
    Bruno

    • Olá Bruno, antes de mais obrigado pelo seu comentário. Seja bem vindo ao Automoveis-Online e aproveitamos para pedir a partilha do nosso portal com a sua rede de amigos.

      Respondendo à sua questão. A companhia de seguros só é obrigada a pagar-lhe o que está determinado por lei, ou seja, um valor por quilometro percorrido.
      “Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.”
      Isto porque informou a companhia que andava com carro emprestado.

      Dependendo dos casos, pedir uma indemnização por perdas de exploração é algo mais técnico e que necessita de prova bem fundamentada. No entanto, tendo em conta o valor, poderá recorrer ao CIMPAS, que será a melhor via para resolver esse conflito, tendo em conta o valor em questão.

      Mas sinceramente, achamos que não ter grande sucesso. Isto porque, o seu processo foi mal conduzido desde o início.

      Repare, teve um acidente e tem a certeza que não é culpado, então no dia seguinte ao acidente vai ligar para um rent-a-car e perguntar se trabalham com a companhia de seguros do responsável do sinistro. Depois, alugam um carro e deixam um cheque de caução ou uma garantia com um cartão de crédito e pegam no contrato de aluguer da viatura similar à vossa e entregam na companhia do responsável do sinistro. Pedem para anexar esse contrato ao processo de sinistro e pedem uma cópia de recepção desse documento assinada e carimbada pela companhia.

      Depois de fazerem isto, a companhia de seguros do responsável pelo sinistro, vão acelerar todo o processo e os lesados não ficam privados de nada.

      ATENÇÃO! É necessário ter mesmo a certeza de que não são culpados. Caso contrário, poderão ter de pagar a viatura de substituição.

      A Equipa do Automoveis-Online escreveu um artigo em que explica como as pessoas deve agir com as oficinas durante um processo de sinistro automóvel.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • H M

    Boa tarde, na passada quarta sofri um acidente de viação. Encontrava me parado à espera que o veiculo que seguia a minha frente virasse à esquerda para estacionar nessa mesma altura surgiu outro veiculo que embateu na minha traseira empurrando-me contra o outro veiculo. Tive k ser assistido no hospital pois doí-me bastante a zona do pescoço. Não tendo nada fracturado, felizmente só que agora preciso justificar a minha ausência no local de trabalho. Onde me devo dirigir ao meu medico de família pedir baixa medica ou á seguradora do culpado?

    • Olá Helder Martins, antes de mais obrigado pelo seu comentário. Seja bem vindo ao Automoveis-Online e aproveitamos para pedir a partilha do nosso portal com a sua rede de amigos.

      Respondendo ao seu comentário. Danos corporais, são os que as companhias de seguros menos gostam de resolver, isto porque, são mais melindrosos.

      O senhor deverá ir à companhia de seguros do responsável pelo sinistro e pedir que o mandem imediatamente para um centro médico. Alegando que sofreu a chicotada de coelho e que se encontra com dores intensivas na cervical e dores de cabeça.

      A companhia, vai-lhe dar baixa médica e realizar todos os diagnósticos e tratamentos necessários para que fique totalmente restabelecido.

      Caso não fique 100% restabelecido, isto é, apesar de ficar muito melhor, mas continuar com sequelas desse dano corporal, a companhia vai ter de lhe dar uma incapacidade parcial e uma indemnização pela percentagem atribuída à incapacidade.

      Vamos-lhe dar um exemplo, imagine que o seu trabalho é estar sentado todo o dia em frente a um computador. A posição em que se senta, causa muitas dores de coluna e cervical. Ora, esse acidente iria retirar-lhe capacidade fisica para o trabalho, logo teria de lhe ser atribuída uma incapacidade parcial para o trabalho.

      Desejamos-lhe as melhoras rápidas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Tania

    Bom dia,

    Tive um sinistro, o qual já foi dado como culpado o terceiro. Mas o meu carro foi considerado como perda total, a seguradora do terceiro entrou em acordo com o meu mecânico com um valor para reparação o qual eu já aceitei tal como o mecânico. O problema agora é que dizem que eu não tenho direito a veículo de substituição uma vez que houve acordo de reparação a um veículo de perda total. É verdade? O que posso fazer? Obrigada

    • Olá Tânia, antes de mais obrigado pelo seu post. Gostaríamos de lhe pedir a partilha do nosso portal junto da sua rede de amigos.

      Respondendo à sua questão, segundo as obrigações da companhia de seguros, a viatura de substituição terá de ser facultada pela companhia responsável pelo sinistro desde o dia seguinte ao do sinistro até ao dia em que vai levantar a viatura reparada à oficina.

      No entanto, como não sabemos os contornos do seu acordo de reparação da viatura, não lhe podemos adiantar nada mais.

      O facto de o carro ser perda total, não interfere com a viatura de substituição. Até porque, até ao dia em que a companhia determina que é perda total, a viatura de substituição tem que ser atribuída.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

    • Olá Tânia, antes de mais obrigado pelo seu post. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Quanto ao seu problema, não podemos dar grande ajuda, isto porque não sabemos os contornos do acordo que fez. No entanto, a companhia de seguros tem sempre de assumir a viatura de substituição desde o dia seguinte ao acidente até ao dia em que é determinado perda total.

      Mas, seria necessário sabermos mais acerca desse acordo.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Tânia

        Boa noite,

        desde já agradeço a ajuda prestada.
        Quanto ao sinistro, estive 15 dias a aguardar o veredicto das companhias, tendo eu 99,99 % de certeza que iria ser o terceiro o culpado visto este apresentar-se pela esquerda sem qualquer sinalização de prioridade e/ou stop. Mas como existia o tal 0,01 % de duvida não aluguei qualquer viatura pois ainda me calhava os custos deste aluguer. Ao fim de três dias o perito da outra companhia dirigiu-se ao meu mecânico para averiguar os estragos e acordar um orçamento. Chegaram a um acordo que a companhia daria x, e questionaram ao mecânico se ele conseguiria ou perda total e reembolsavam-me. Cheguei a conclusão que seria melhor a companhia pagar ao mecânico o valor acordado pois o que me dariam não dava para nada. Assim, passado 15 dias o mecânico informou-me que recebera um fax com autorização para arranjar, que a conclusão era definitiva.Então autorizei o arranjo e telefonei para a companhia para saber sobre o carro de substituição, foi quando me informaram que não teria direito visto existir acordo na perda total. Questionei as despesas que tenho tido, senhas, etc, disseram-me para enviar que iria para análise.

        Obrigada pela atenção prestada,

        Cumprimentos,
        Tânia Miranda

        • Olá Tânia, antes de mais obrigado pela sua exposição. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

          Relativamente à sua exposição, o facto de ter sido dado como perda total, a viatura de substituição e ou despesas relacionadas com esse transporte, têm de ser suportadas pela companhia de seguros até ao dia em que foi determinada que seria perda total, isto é, dia em que a companhia fecha o processo de sinistro e passa ao quadro da indemnização. Assim, você tem o direito de pedir o valor relativo aos dias que decorrem do dia seguinte ao sinistro até ao dia em que é deliberada a perda total.
          Vá à companhia e coloque o assunto por escrito, peça uma cópia do documento que vai entregar, assinado por quem recebe e com o carimbo da companhia de seguros. De seguida vá ao ISP – Instituto de Seguros de Portugal e apresente uma queixa.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Pedro Santos

    Boa tarde António,

    Antes de mais, queria congratular-vos pelo excelente site e, em particular, por este excelente artigo.. que tendo em conta as circunstâncias que irei relatar, tem me ajudado imenso.
    Tentarei sintetizar ao máximo este relato, mas não será fácil.

    Acontece que no passado dia 12/Dezembro (2013), enquanto me deslocava para o local de trabalho, estive envolvido num acidente no qual estou isento de qualquer culpa. Um carro à minha frente sinalizou mudança de direcção, eu parei o meu carro atrás e passados alguns segundos, uma carrinha embate na traseira do meu carro projectando-o para a traseira do carro que se encontrava à minha frente. Não houve qualquer dano físico em nenhum dos 3 envolvidos. Apenas danos materiais

    Chamei de imediato as autoridades ao local para realizarem o auto da ocorrência e, visto que o meu carro ficou imobilizado, requisitei um reboque à minha companhia de seguros para enviarem-no para uma oficina de minha escolha. Nesse mesmo dia, efectuei a participação à Allianz (seguradora do culpado) no qual deixei bem claro que, iria necessitar de uma viatura de substituição com urgência.

    13/Dez
    Fui informado pela oficina que a peritagem se encontrava agendada para dia 17/Dezembro.

    16/Dez
    Enviei um mail para a Allianz e para a oficina, informando ambos que apenas autorizava a reparação do veículo com peças originais. Nesse mesmo dia, durante a noite, realizei uma lista de 6 peças que não deveriam ser encomendadas à marca através do VIN do veículo, porque pertenciam a um modelo mais recente. Essa mesma lista foi enviada para a oficina e para a Allianz.

    17/Dez
    A peritagem foi efectuada ficando como “Condicional”. Nova peritagem marcada para 19/Dez.
    Enviei novo email para a Allianz onde relembrei o facto de necessitar urgentemente de veículo de substituição e, caso não o fizessem eles, seria eu a fazê-lo.

    19/Dez
    Segunda peritagem realizada, ao qual o perito em questão diz à oficina que o valor do arranjo será superior ao valor do veículo.. ou seja, perda total.
    Liguei para a Allianz por forma a confirmar esta situação. Não o puderam fazer pois a última peritagem ainda não se encontrava no sistema informático da seguradora.

    20/Dez
    Após contacto telefónico com a Allianz, consegui a confirmação da perda total… mas ainda de carácter condicional. O auto levantado pela GNR também já se encontrava na posse da Allianz e estariam a ser apuradas responsabilidades. Só após apurar responsabilidades é que a perda total poderá passar a definitiva.
    Nesse mesmo dia, e tendo em conta o tempo que havia passado desde o acidente, decidi deslocar-me a uma rent-a-car (com a qual a Allianz tem acordo) e alugar um veículo idêntico ao meu.

    21/Dez
    Email enviado à Allianz informando-lhes que procedi ao aluguer duma viatura de substituição.

    23/Dez
    Após vários contactos telefónicos com a Allianz, ao final do dia, já tinha como definitiva a perda total e já tinha sido emitida uma carta com o valor. Informaram-me telefonicamente dos valores propostos pela Allianz e, obviamente, são ridículos. Valor da reparação é de 5000€ e o valor do veículo (estipulado pela Allianz) é de 3250€.
    Para além disso, dizem que para casos de perda total, a Allianz não é responsável por facultar veículo de substituição.
    No final da conversa, pedi à pessoa para informar o gestor de processo que queria falar telefonicamente com ele, por forma a agilizar um pouco o processo.

    Acções futuras:
    Tentarei dialogar directamente com o gestor de processo, declinando a sua proposta e apresentando-lhe 2 ou 3 contra-proposta que estarei disposto a aceitar. Estas contra-propostas terão um carácter em jeito de ultimato. Caso não sejam aceites, será instaurado um processo judicial contra a seguradora Allianz, referente a este processo de sinistro.

    Dúvidas:
    – Existe um dano material que certamente não constará do auto da ocorrência levantado pelas autoridades. O meu telemóvel, que se encontrava no banco do pendura, foi projectado contra o tablier, rachando o visor do mesmo. Na altura, um pouco por desconhecimento dos meus direitos e também pelo nervosismo dada a situação, acabei por não mencionar. Como poderei proceder para que seja reparado?
    – Como deverei proceder para apresentar as contra-propostas? Email? Carta registada? Deverei ser eu a fazê-lo ou será melhor contratar um(a) advogado(a) para o fazer?
    – Será que poderia indicar algum(a) advogado(a) para este tipo de assuntos? Eu sei que existem diversas áreas na qual a advocacia se especializa.. e por isso pergunto se conhece algum dentro desta área especifica?

    O veículo em questão estava a ser arranjado para ser vendido a um amigo. Fizemos um acordo de que, se eu o arranja-se todo, ele me compraria o carro. Até 4 dias antes do sucedido  Eu investi cerca de 1700€ no carro (pintura completa, bate-chapas, peças novas, etc.). Neste momento, esse meu amigo ja não tem interesse no carro, pois a estrutura do chassi sofreu danos, e a sua reparação não é fácil.

    Estou preparado para seguir para a via judicial e leve o tempo que levar, não vou permitir que seja injustiçado.
    No entanto, gostaria que me pudesse orientar nesta fase, em que não tenho ainda um advogado responsável pelo assunto e que ainda não está completamente posto de lado, um acordo amigável. É que a partir do momento que contratar um advogado, todas essas despesas serão apontadas à Allianz para devolução.. e o mais provável é que, chegando a esse ponto, a via judicial seja inevitável.

    Obrigado desde já pela sua ajuda.
    Feliz Natal.

    • Olá Pedro Santos, antes de mais parabéns pela sua explicação e pelos passos dados. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal pela sua rede de amigos.

      Passando aos pontos colocados:

      Acções futuras, entendemos que é mais rápido e mais comodo falar com pessoas directamente, estamos a falar, de o Pedro falar com o gestor de sinistros.Sempre que o fizer faça-o por escrito e peça comprovativo dessa comunicação.

      Quanto à questão do auto de policia, não é necessário que esse conste desse auto, terá é de fazer chegar à companhia de seguros que teve esse dano e que pretende ser indemnizado.

      Se não concorda com a perda total e pretende ver o seu veículo arranjado, poderá sempre não aceitar a proposta e levar o caso para um tribunal. Poderá questionar a oficina de qual é o valor real para a reparação da sua viatura, ou procurar noutra oficina um melhor orçamento, mas atenção, terá sempre que suportar custos de mobilidade e a primeira oficina poderá cobrar-lhe algo pelo tempo em que a viatura se encontrou lá estacionada.

      Para resolver este tipo de conflitos, deverá sempre procurar um advogado. Quanto a uma recomendação da nossa parte, por questões relacionadas com a lei Portuguesa, não nos é possível fornecer esse tipo de informações. Já o fizemos, mas, fomos interpelados no sentido de não o voltarmos a fazer. Pedimos desculpa, mas nesse capitulo não o podemos ajudar.

      A companhia de seguros nunca lhe irá pagar os valores investidos no carro anteriormente ao sinistro, por isso, não conte com esses valores.

      Mais uma vez, relativamente à questão dos advogados, aconselhamos à contratação de um, mas não podemos recomendar seja quem for.

      Podemos contudo, informar que neste artigo e nos comentários, existem alguns que são de advogados. Experimente uma abordagem, não perde nada por isso.

      NOTA IMPORTANTE: Todas as comunicações com a companhia de seguros devem ser feitas por escrito e registadas os envios e recepções dessas comunicações.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Rita Marques

    Boa tarde,

    Tenho o carro na suécia neste momento e um alce atravessou-se na estrada e partiu para cima do meu carro. Como tal, o carro está danificado e não pode circular. Activei a cobertura de danos prórpios mas o processo é mais moroso uma vez que ocorreu no estrangeiro. Ainda não tenho a marcação da peritagem, em épocas festivas o povo sueco trabalha pouco e ainda não pus o carro em oficina alguma. Necessito de uma viatura de substituição (a assistência em viagem não disponibilizou nenhuma porque o carro está fora de portugal há mais de 2 meses), perguntei se poderia alugar uma viatura e receber o reembolso da companhia de seguros e a resposta que me deram foi a de que a minha apólice assegura uma viatura de substituição em portugal. Não me deram garantias de que o reembolso seria feito! Alguém que tenha passado pela mesma situação consegue aconselhar-me? Vou ter mesmo que alugar um carro e não quero ficar com essa despesa.

    Boas Festas!

    • Olá Rita Marques, antes de mais obrigado pelo seu comentário. Gostaríamos de pedir que partilhasse o nosso portal com a sua rede de amigos.

      Quanto à sua questão, está a viver na Suécia e o carro é matricula portuguesa?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Rita Marques

        Boa tarde,

        O carro é de matrícula portuguesa. Trouxe-o somente por uns meses…

        Cumprimentos,

        Rita Marques

        • Olá Rita Marques, a nossa questão vai no sentido de perceber se a senhora há quanto tempo está na Suécia.

          É muito importante antes de mais saber na sua carta verde se a suécia se encontra referenciada. Caso contrário, isto é, se a Suécia não figurar na sua carta verde, deveria ter pedido a extensão territorial para ter danos próprios. Caso não o tenha feito, não irá ter a cobertura de danos próprios.

          Não pensando no pior, isto é, pensando que a sua viatura está coberta com danos próprios e desde que não tenha dito à companhia de seguros que se encontra nesse país há mais de 60 dias, a assistência em viagem tem de lhe ser prestada e fornecida a viatura de substituição. Se já comunicou à companhia de seguros que se encontra há mais de 60 dias na Suécia, lamentamos informar, mas não tem direito ao serviço prestado pela assistência em viagem.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • A VOSSA MELHOR E URGENTE AJUDA, POR FAVOR.

    No dia 11 do corrente, por volta das 20:30 h um BÊBADO (2,02 g/l) destruiu a viatura (Rover 45 de 2001 c/cerca de 45.000 Kms) conduzida pelo meu filho.
    Felizmente que os danos foram apenas materiais, caso contrário, certamente, estaria a escrever-vos este Post de outro lugar.
    Nesse acidente em que se viram envolvidas 4 viaturas (a do bêbado encontra-se incluída) houve feridos, mas apenas ligeiros.
    Entretanto, ontem mesmo a Cª de Seguros remeteu-me uma missiva a remeter para Perda Total e “oferecendo” de indemnização o valor de 2.500,00 €.
    Face ao que acima tive oportunidade de ler, obviamente já declinei tal proposta. Agradecia, todavia, o vosso douto parecer e ajuda sobre o assunto.
    Grato pela atenção dispensada,
    Luís Filipe Silva

    • Olá senhor Luís Filipe Saraiva, quanto ao valor proposto pela companhia de seguros para a perda total, e face ao carro em questão, o valor é aceitável.
      No entanto, se a oficina que fez juntamente com o perito de seguros a peritagem ao veículo, garantir que é possível a reconstrução da viatura dentro das matrizes de segurança a que é obrigado, o senhor terá direito de exigir à companhia de seguros a sua recuperação.Mas, vai ter de fazer com a ajuda de um advogado.
      Isto porque o não aceitar a proposta que lhe foi apresentada, vai ter de fazer uma contraproposta e caso ela não seja aceite, terá de recorrer à ajuda especializada.
      Não se esqueça que tem direito também à indemnização por danos causados em bens transportadas a bordo aquando do acidente e com a viatura de substituição. Se houvesse danos corporais, teria igualmente direito aos tratamentos necessários até ao seu restabelecimento.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      A Equipa AO

  • micheli

    ola no dia 24 de dezenbro sofri um acidente com meu carro um citroem xsara picasso ano 2006 nao tive culpa um caminhao cortou minha frente .ele seguio e parou a ums tres kilometros mas para frente disse que nao nos viu e que o caminhao tinha seguro e que cobriria todas as nossas dispesas mas ele disse que nao tinha o numero da seguradora que era pra mim chamar um guincho que ele depois me pagaria ate ai tudo bem mas comesarao os problemas tive voltar em bora nao pude seguir minha viagem paguei o guicho 650,00 reais e dois dias depois tentei falar com ele e ele so desligava o telefone ai comsegui comtato por msg e ele me disse que nao teve culpa por isso nao assionaria seguro entao começarao os problemas tive que correr atraz ate que dia 2 de janeiro comsegui comtato com a empreza que disse nao saber de nenhum assidente mandei entao uma copia do b.o onde esta claro que o motorista deles é o culpado entao assionarao o seguro mas disserao que o guincho eles nao pagarão mas tive que pagar mas 120,00 reais de guincho para levar o carro para a oficina e o laudo nem saiu ainda mas algumas pessoas me disserao que provalvelmente por ter estourado um air bague vai dar p.t mas eu nao quero o dinheiro eu quero o meu carro de volta a sem mensionar que se der p.t o tanque estava cheio tinha acabado de completar isto eu tambem vou perder? o que devo fazer?

    • Olá,

      Micheli, obrigado por nos ter feito o seu comentário. No entanto este artigo foi escrito em português, mas para o mercado português de Portugal. Não podemos dizer que no Brasil seja igual, pois a lei brasileira é diferente da portuguesa. Por esse motivo não a vamos poder ajudar por agora. Brevemente vamos lançar o Automoveis-Online no Brasil.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • carolina

    se o acidente for tarde da noite e o condutor ficar com medo de descer o que fazer?

    • Olá Carolina, vamos tentar dar-lhe uma ajuda. Abra um novo comentário e faça a exposição do seu assunto. No final é só seguir os passos e fazer enviar.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Elisabete Narciso

    Boa tarde,

    Em Março de 2013, estacionei o meu carro no estacionamento em frente de casa por volta das 20h, no dia seguinte por volta das 15h e 30 minutos quando me dirigi para o meu veiculo deparei-me com o veiculo da moradora do mesmo prédio práticamente em cima do meu, não tendo sequer espaço para abrir a porta do condutor, tendo a parte lateral esquerda danificada e parte do pára- choques também amolgado e com tinta do outro veiculo. Chamei as autoridades que se deslocaram ao local e tomaram nota e tentaram contactar a outra condutora que não abriu a porta mesmo estando em casa . Tendo sido identificada no dia seguinte e segundo ela não pode ter sido porque não saiu de casa…Participei à minha seguradora e ela à dela, mas não se deu como culpada.
    O processo decorreu normalmente, com peritagens, fomos ouvidas por um perito cada uma expôs a sua versão. Como não foi possivel uma resolução amigável vamos ser ouvidas pela Cimpas.
    O que eu Gostaria que me esclarecesse é se no caso seja obtido o acordo na Conferência Inicial de Mediação do valor reclamado, se posso pedir uma indenização , pelo desgaste emocional e pela vergonha de ter que andar com o carro danificado durante todo este tempo que já vai longo?

    Muito obrigado, desculpa por me ter alongado tanto.

    • Olá Elisabete Narciso, se pode pedir? Poder pode, mas achamos que não vale a pena. Entendemos que vai ser mais uma perda de tempo, uma vez que em Portugal esse tipo de danos não relevados.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Marina

    eu tenho uma oficina reparaçao automovel este ano nos aumentamos preço hora de 32.00 para 34.00 companhia seguros nao quer aceitar isso gostaria saber se eles podem fazer isso (quando marcas aumentaram preço hora e eles aceitavam)

    Obrigado

    • Olá Marina, antes de mais queremos agradecer o seu comentário. Pedimos que partilhe o nosso portal por toda a sua rede de amigos.

      Repare, as companhias de seguros, podem controlar o preço pago em peças, porque isso é de domínio público, ou seja, para saber os preços, basta ligar para a marca e pedir o preço da peça. Quanto ao preço da mão-de-obra a companhia de seguros não tem nada que recusar, é o vosso preço e ponto final.

      Nós não sabemos bem em que âmbito nos pergunta isso, mas se foi um cliente seu que teve um sinistro e lhe colocou o carro em mão para ser arranjado, a companhia só tem que pagar o orçamento que a oficina realizou juntamente com o perito da companhia.
      Se a companhia não quiser aceitar os seus valores, então deverá notificar o cliente e solicitar que este fale com a companhia sob pena de ele mesmo ter de suportar esses custos.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

    • Exma. Senhora

      Tomo a liberdade de anotar o seu comentário, pois tudo passará por saber se possui algum contrato ou protocolo com a companhia de seguros em causa.

      A resposta a esta dúvida é decisiva.

      Ao dispor de V. Exa..

      Com os melhores cumprimentos

      José da Silva Lopes
      http://www.silvalopesadvogados.pai.pt

  • Fabio Lima

    Olá,

    Queria tirar uma duvida, se algum condutor bater meu veículo e se evadir do local, quais medidas devo tomar?

    Obrigado.

    • Olá Fábio Lima, antes de mais obrigado pela sua questão. Apesar de este artigo ter sido escrito para o mercado português de Portugal e a legislação brasileira ser diferente da portuguesa, entendemos que o melhor procedimento seria arranjar de imediato testemunhas e apresentar queixa na policia.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • me envolvi num acidente de carro deu pt no meu carro que tinha tirado a 3 dias da concessionaria,e do outro que bati,o seguro foi feito no meu nome mas minha carteira estava vencida,na hora não sabia pois tenho crianças pequenas e esqueci de renovar,depois do acidente renovei já estou com ela mas o seguro não quer pagar,o que posso fazer?me ajudem por favor.

    • Olá Carla, obrigado pelo seu comentário. Lamentamos, mas não a vamos poder dar grandes informações, isto porque este artigo foi escrito para o mercado português de Portugal e este enquadra-se na Lei Portuguesa.
      Mas, se as regras no Brasil forem iguais às de Portugal, você não poder fazer nada porque a companhia de seguros vai sempre reclamar que você não tinha carta de condução válida.

      No entanto, pensamos que com a ajuda de um advogado, você possa ter algumas chances. Isto porque, quando se compra um carro novo, é necessário fazer seguro e para o fazer é necessário apresentar documentos e se conseguir provar que nessa data que fez o seguro, que entregou os documentos para a companhia de seguros e nesses documentos estava a sua “carteira” caducada, então você tem como reclamar junto da companhia de seguros. Isto porque, a companhia de seguros não poderia ter aceite o seguro quando você não tinha carteira válida.

      Aproveito para informar que o Automoveis-Online irá estar brevemente disponível no Brasil.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Antonio Costa

    Boa tarde,

    No passado dia 19/10/2013 o meu carro (Xsara picasso exclussive 1.6HDI 07), foi abalroado a “porta” de casa (via publica) onde estava estacionado, o outro veiculo pôs-se em fuga mas tive testemunhas e retiraram a matricula mas infelizmente foi constatado pela PSP de que o veiculo em questão não possuía seguro dai tive de recorrer ao FGA onde onde a mais de três meses após uma queixa efectuada no ISP (embora pertença ao mesmo) por incrível que parece deu uma volta de 180º e o caso já avançou para conclusão da peritagem e seguinte ordem de reparação acontece que o perito avaliou o meu carro mt abaixo (6600€) do esperado e esta em vias de ir para perca total. Como acontece nesta situação? funciona como uma companhia de seguros? e que o valor em questão não da para comprar outro que me de o mesmo padrão de vida, filhos, escola,etc, etc…
    Isto já para não falar que estou a 3 meses a boleia e carros emprestados.
    Desde já mt obrigado

    • Olá António Costa, antes de mais obrigado pelo seu comentário. A sua questão não é nada fácil.
      Tendo em conta o artigo escrito e a lei portuguesa, entendemos não haver face ao sinistro uma distinção jurídica de uma companhia de seguros e o FGA, pelo que entendemos ser adequado a não aceitação dos valores e efectuar uma contraproposta. Depois, o valor que o perito de seguros está longe de ser o adequado à viatura em questão.
      Poderá utilizar o simulador do Automoveis-Online, “Qual o Valor do Meu Carro?!. Se fizer uma simulação do valor do seu carro vai ver que o valor é um pouco superior.

      Mas, por o seu caso envolver o FGA seria melhor utilizar o conhecimento de algum advogado entendido na matéria.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Antonio Costa

        Desde já muito obrigado pela sua disponibilidade,
        A situação parece estar normalizada,isto é, a oficina atribuiu um desconto a assim o orçamento baixou tendo ficado abaixo do valor comercial do carro como tal estou só a aguardar a ordem de reparação por parte do FGA. A problema disto é o tempo que demora!!! pois ja vai para quatro meses!!! desde o dia 10 de Outubro de 2013 e estou sem carro. verifiquei nuns post abaixo que mencionou o Decreto-Lei n.º 137/2010 como indemnização sabe se esse mesmo decreto de lei abrange o FGA? e como poderei beneficiar do mesmo?
        Mais uma vez mt obrigado.

        • Olá António Costa, o FGA funciona da mesma forma que funciona uma companhia de seguros, pelo que sendo uma Lei Portuguesa, o FGA terá que indeminizar pelo que essa Lei abrange.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

          • Antonio Costa

            Boa tarde,

            Ora mais uma vez mt obrigado pelo esclarecimento, mas infelizmente eles se recusam a aceitar o pagamento dessa mesma indemnização!!! procurei o decreto de lei mas n o encontro seria possível enviar por email o link desse decreto de lei, pois vou fazer uma participação aos ISP e foi me pedido uma carta a explicar todo o processo, pois eles também acham mt estranho estar a demorar tanto tempo.

            Mais uma muito obrigado
            António Costa

          • Olá António Costa, o decreto em questão é o seguinte: Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

            Cumprimentos,

            A Equipa Ao

  • Anabela

    Venho demonstrar todo o meu descontentamento do sinistro do meu veículo pelo que não me conformo como estado em que ficou pois era o meu ganha pão dizendo desta maneira pois não precisava de recorrer a outros meios de me deslocar assim como também fiquei em prejuízo visto que os documentos da viatura ficaram retidos no IMTT estes não me deixarem cancelar a matricula tendo que ser obrigada a entregar a viatura num deposito de desmantelamento e daí dar-se o cancelamento, como também tendo que pagar todos os impostos de Circulação do veículo mesmo este nem sequer estar circulando.

    Queria saber se ainda vou a tempo de poder fazer justiça pelo prejuízo que tive num acidente que tive a 16 de novembro de 2009 pois tenho tentado a todo o custo insistir na resolução do mesmo mas sem qualquer sorte.

    Dirigia-me em direcção ao local de trabalho pois encontrava-me a fazer uma Formação no IEFP da Guarda e todos os dias me dirigia da minha aldeia para a cidade da Guarda na véspera o tempo tinha geado assim como também ocorreram as primeiras chuvas de inverno

    Tive um despiste, embati de frente do canto esquerdo da minha viatura, subi o raider e deslizei, fiz uma pirueta no ar de 360 graus e que depois disso descaiu do lado direito e foi deslizando deitada do lado direito meio inclinada pela ravina a baixo e que esta parou.
    Fiquei ao alto de seguida tentei-me desprender do cinto de segurança mas não conseguia tive então de deitar o meu banco todo para traz e saí por cima do banco depois disso tentei apanhar a coisas que se encontravam espalhadas no carro devido ao despiste.
    Chegaram uns senhores a acudir-me mas eu já me encontrava de pé.
    Perguntaram se me encontrava bem e eu respondi que só tinha apenas dores. que não tinha nada partido e que estava bem.
    Então fizeram-me sair de junto da minha viatura, subi o monte da ravina pelos meus próprios pés nem sei como isso aconteceu pois esta é muito inclinada.
    No entanto reparei que o meu veículo se encontrava apenas danificado do lado direito isto é do lado do pendura pelo que era este o lado que se encontrava deitado e por baixo, seus vidros encontravam-se praticamente todos intactos menos o do pára brisas e o vidro do lado do pendura quanto ao resto este se encontra intacto.

    Quando chego a casa vindo do hospital depois de ter alta encontro o meu veículo com os vidros todos partidos assim como também este todo destruído sem que houvesse a possibilidade de ser reparado pois a sua carroçaria se encontrava num péssimo estado era como se tivesse capotado muitas vezes e eu ter ficado debaixo do veiculo sem tivesse a possibilidade de sair com vida, se é que me entendem pois eu não me conformo do estado em que o meu veículo ficou para mim deixaram-na cair outra vez no local do acidente e ?daí ele ter ficado com os vidro todos partidos e a carroçaria toda amassada pois não consigo dormir só de pensar que me destruíram o meu veículo e agora andar a favores de me emprestarem um veículo para me poder deslocar.

    Entrei em contacto com a DECO departamento jurídico e vieram a concluir o seguinte:

    Acusamos a receção da exposição enviada por V. Excelência, a qual mereceu a nossa melhor atenção.
    Na sequência da análise da mesma, cumpre-nos informá-la, que a situação em apreço consubstancia uma violação dos direitos dos consumidores consagrados na Lei n.º 24/96 de 31 de julho, concretamente, o direito à informação e à qualidade dos bens e na prestação serviços.

    Mais se informa V. Exa., que de acordo com o preceituado no artigo 483º do Código Civil, aquele que, com dolo ou mera culpa, violar ilicitamente o direito de outrem ou qualquer disposição legal destinada a proteger interesses alheios fica obrigado a indemnizar o lesado pelos danos resultantes da violação.

    Pois cheguei a solicitar o apoio jurídico mas este foi-me recusado da qual a resposta foi a seguinte:

    Exma. Senhora,
    Acusamos recepção do pedido de Defesa e Reclamação Jurídica, cujo conteúdo notámos. Ao mesmo foi atribuída a referência em epígrafe , que deverá ser sempre citada em qualquer contacto com os nossos serviços.

    Informamos que sendo a reclamação contra a nosso própria Companhia não podemos garantir a assistência solicitada.

    V. Ex.ª poderá intentar a acção e se ganhar obterá a reparação de todos os seus prejuízos.

    No entanto conforme a resposta dada pedi apoio jurídico por outros meios pelo qual me foi dado a atribuição de um advogado para resolver tal situação este entrou em contacto com o responsável pelos danos maiores pelo qual pediu que não fizesse nada que ficava com a viatura e reparava a outra que pertence ao meu ex-marido.
    Só que até agora nada fez.

    • Olá Anabela, a sua situação é um pouco complicada, até porque ficamos sem perceber se o seguro que tinha na sua viatura é contra todos os riscos.
      Depois, tentamos perceber a sua história, mas ficamos confusos, porque não estamos a perceber como é que o seu carro estava danificado parcialmente e chegada do hospital o carro encontrava-se todo destruído. Está a querer dizer que alguém o destruiu?

      Quando seguia para o IEFP para dar formação, tinha seguro de acidentes de trabalho? E, esse seguro tinha a protecção in itinere?

      Quanto à questão da Deco e do advogado, não podemos opinar nem dar qualquer tipo de dica.

      Cumprimentos

      A Equipa Ao

      • Anabela

        Boa noite,
        Peço desculpa por não lhe ter esclarecido as suas duvidas em relação ao meu caso.

        Em relação ao seguro este era contra terceiros, assim como também tinha uma franquia paga juntamente com o seguro de veiculo de substituição em caso de acidente com culpa pelo qual nem sequer me foi possível usufruir do mesmo como também demoraram darem-me a resposta pois ainda mantive o seguro activo até que recebesse uma resposta da parte deles como também ainda não me devolveram o estorno dos meses que não gozei depois do cancelamento do mesmo. O seguro apenas tinha dado inicio de renovação em Outubro e eu fiz então o cancelamento em finais de Janeiro.

        O carro quando saí de junto dele este apenas se encontrava parcialmente danificado isto o lateral frontal do lado esquerdo a parte frontal incluindo o capôt , o para-brisas que estalou durante o embate assim com a parte lateral frontal incluindo a porta do Pendura ao parar pois deu para poder ver antes me me terem levado para o hospital, pois quando chegou a ambulancia ao local eu nem sequer queria sair do local do acidente, Mas os bombeiros que estavam em serviço de prestar o socorro disseram-me que era obrigada a ir com eles mesmo não tendo nada alem de umas pequenas dores no peito de ter feito força com o cinto de segurança para me poder soltar. Sim estou a querer dizer que alguém me destruiu a viatura isto é a entidade de reboque que depois do mal já estar feito teve que chamar um camião-grua para remover a viatura novamente caida na ravina mas não do modo em como a deixei.

        Em relação ao seguimento para o IEFP não ia dar fomação mas sim ter formação num curso de Medidor Orçamentista, quanto ao seguro de acidentes de trabalho não me recordo se o tinha, pois apenas fiquei com 32 dias de baixa médica.

        A minha questão é a seguinte poderei eu após tantas tentativas em resolver o problema por mim questionado em fazer justiça e por uma acção contra a seguradora e todos envolvidos na remoção da viatura do local do acidente pois a minha advogada diz-me que já passaram os três anos isto a contar com o dia do acidente(16-11-2009 para poder intentar por um acção em no Tribunal Judicial já alguém me disse que ainda vou a tempo pois não conta a partir da data em que ocorreu o acidente mas sim a partir da data em que obtive o conhecimento dos meus direitos e querer então faze-los valer.

        Cumprimentos

        Anabela

        • Anabela

          Se tiver alguma duvida não hesite em me comunicar via email ([email protected]) pois enviar-lhe-ei tudo o que for necessário para que possa me dar um aconselhamento.

        • OLá Anabela, obrigado pelo seu post.

          Tecnicamente não lhe podemos dar essa informação porque não somos advogados. Mas, acreditamos que a sua advogada tenha razão.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • Tiago

    Bom dia, venho por este meio pedir a vossa ajuda no meu caso.
    Na madrugada de dia 30 para 31 de Dezembro, o meu carro esteve envolvido em um acidente (a condutora era a minha irmã), o condutor da outra viatura ia em excesso de velocidade e depois de passar uma lomba e passadeira em que o local assinala máximo de 30km/h de velocidade, embateu por trás na tentativa negligente de ultrapassar o meu carro, o condutor estava alcoolizado e foi apresentado em tribunal com crime no dia seguinte ao acidente, a minha irmã foi transportada para o Hospital devido ao embate ter provocado perda de memória e dores na coluna e pescoço ( foi retirada pelos bombeiros de desencarceramento), eu como cheguei pouco depois ao local tirei fotos ao local do acidente e tratei de chamar o reboque GNR e etc… O condutor do outro veiculo não se deu como culpado.
    Foi comunicado o acidente a ambas as seguradoras e em anexo enviei as fotos do acidente.
    O Hospital eviou a factura da despesa do tratamento em urgência para o meu seguro pois facultei o numero da minha apólice, o que foi recusado pelo meu seguro pois diz que não tenho cobertura sobre os danos no condutor, não percebo como é isto possível.
    Entretanto fiquei sem carro e até hoje não tenho carro de substituição, já fui ouvido por dois peritos e ainda não se chegou á conclusão de quem é o culpado. O meu carro foi avaliado, valor de mercado, em 3.900€ o salvado 1.010€ e o orçamento de arranjo 6.800€ estes valores foram me comunicados por carta em que o seguro se dispõe a pagar, quando o processo de averiguação de culpas estiver resolvido em apenas 3.900€ menos os 1.010€ do salvado ( o que eu acho ridiculo, primeiro porque o valor de mercado está muito baixo e segundo porque não me serve de nada ter um carro em salvado e mais 2900€ que não dá para o arranjo do mesmo) .
    Resumindo neste patamar já passou quase 1 mês depois do acidente, devido a um homem alcoolizado ter me batido na viatura por trás, fiquei a pé com despesas hospitalares por pagar e com uma proposta de 2900€ mais o salvado se chegaram a conclusão que a culpa foi 100% do condutor da outra viatura.
    Gostava por isto tudo que me aconselhassem em como proceder neste caso, pois estou cansado te tanta idiotice e injustiça.

    PS: As fotos enviadas para o seguro, foram ignoradas, só a semana passada é que o segundo perito comentou ” Se tivesse fotos do acidente era mais fácil” e tive que reenviar novamente pela terceira vez as fotos do acidente.

    Peço desculpa se não me fiz entender bem, mas tentei ser o mais esclarecedor possivel.

    • Olá Tiago, antes de mais obrigado pela sua história. Gostaríamos de pedir a partilha do nosso portal por toda a sua rede de amigos.

      Indo directamente ao seu assunto, pelo que se pode depreender do seu post é que a companhia de seguros assumiu o acidente, ou seja, o condutor que embateu no carro conduzido pela sua irmã, assumiu a responsabilidade e efectuou um proposta para a resolução do sinistro.

      Assim sendo, é preciso saber algumas coisas como por exemplo, a sua irmã, como é que ficou, está com sequelas do acidente?

      1) Tem direito a uma indemnização por cada quilometro feito entre o dia seguinte ao acidente até à resolução do sinistro, isto é, até que a companhia assumiu o sinistro e deu a como resultado da peritagem, perda total. Para estes efeitos tem de efectuar os cálculos com base no Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€;

      2) Uma vez que é parte lesada e não está interessado em vender o seu carro, tem direito a que este seja reparado, desde que o IMTT o considere apto a circular através da inspecção B. Para isso, a companhia será obrigada a suportar os custos de reparação previstos no orçamento executado por via da peritagem realizada;

      3) A sua irmã teve danos corporais e é aqui que se pode agarrar, isto porque se ela tiver sequelas pode processar a companhia de seguros e para além de todos os tratamentos, a companhia de seguros terá de pagar as despesas de tratamento de recuperação e eventuais indemnizações.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • João Martins

    Boa tarde,

    Primeiro de tudo os meus parabéns pelo excelente artigo e por todas as respostas aos posts.
    Venho questionar-vos sobre o tema de indemnizações para casos de furto/roubo.
    Assaltaram-me o carro, faz 2 semanas, arrancando o canhão da porta e furtaram-me o radio e bens pessoais(que a seguradora diz não pagar…e que aceito). Acontece que o carro já foi fazer peritagem e ainda esta a aguardar as peças(canhão e radio) cheguem para proceder com a reparação, pelo que não posso fazer uso do carro por o mesmo se encontrar sem fechadura.
    A questão que coloco é se posso exigir à companhia de seguros o valor que já foi orçamentado pela oficina em causa (sem o iva) e eu proceder com a sua reparação noutra oficina. Isto porque considero que o comportamento da oficina em causa não tem sido o mais correcto e porque o valor do rádio de origem são cerca de 1300+Iva e por esse valor coloco um radio melhor (ou compro um radio igual nos classificados online por 1/10 do preço) e a diferença de valor permite-me voltar a comprar alguns dos bens pessoais que me foram furtados.
    Certo de que este post “foge” um pouco ao tema central do vosso artigo mas seria uma ajuda pois a companhia diz que não me pode dar o dinheiro (sem justificar o porque).
    Uma vez mais obrigado e continuem o excelente trabalho.

    • Olá João Martins, obrigado pelo seu post. Antes de mais gostaríamos de pedir que partilhasse este portal pelo seu circulo de amigos.

      Quanto ao seu assunto, se a sua apólice tivesse a cobertura adicional de equipamentos transportados pela viatura, “acreditamos que não este o nome da cobertura”, a companhia teria de pagar os bens furtados.

      Quanto à segunda parte da sua exposição, primeiro terá de perguntar quantos dias é que a oficina deu para reparação do seu veículo. Depois, verificar se esse prazo já ultrapassou e caso a resposta seja afirmativa. Poderá solicitar à companhia de seguros a troca de oficinas.

      Quanto às justificações que o move, seguramente que as que deu não é a mais indicada. Isto porque, se a companhia de seguros o pudesse fazer, também lhe teria proposto o rádio em segunda mão e seguramente que o João não teria aceitado.

      Presumimos que a companhia possa aceitar a troca de oficina, mas por outros motivos, como por exemplo, o atraso na reparação do carro, a falta de transparência da oficina entre outros motivos. No entanto, a companhia poderá nesse caso sugerir uma oficina e também efectuar uma nova vistoria ao seu veiculo.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Eva Silva

    Gostaria de saber qual o valor pago por Km pelas seguradoras, quando é necessário o acidentado se deslocar a uma clinica para fazer fisioterapia de reabilitação, usando transporte próprio. E já agora se existe alguma norma sobre esse assunto – Pagamento de Kms quando é usado o transporte próprio nas deslocações a médicos ou a tratamentos. Obrigado pela vossa disponibilidade e fico a aguardar alguma resposta

    • Olá Eva Silva, para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Isabel

    Bom dia queria tirar uma dúvida eu tive um acidente em que o meu carro foi considerado para abate, o senhor que me bateu já assumiu a culpa, e a companhia dele já me enviou uma carta com o valor a indemnizar mas eu exigo também que me paguem as despesas todas que tive até á data que estou sem carro, pois devido a este acidente as despesas mensais aumentaram e até fome estou a passar com os meus filhos. Então exigi que me pagassem a paralisação do carro, visto que nem direito a carro de substituição tive, já vai desde o dia 12 de dezembro que tive o acidente, através da advogada foi enviada uma carta com esta exigência desde o dia 15 de janeiro. A minha dúvida é saber quanto tempo ainda demora até que me respondam? O que diz a lei relativamente a isto.

  • Carlos

    Olá, meu veículo se envolveu em um acidente no domingo retrasado, próximo da minha casa. No momento do acidente acertamos de forma verbal que ele assumiria o conserto do mesmo. Não houve a possibilidade de ir com o veículo em funcionamento até minha residência, de tal forma que o conduzimos empurrando. Após a data do ocorrido ele acionou a sua seguradora. Três dias após a data do acidente o veículo foi removido por um guincho e levado até o local em que se encontra a loja da seguradora e em seguida periciado e encaminhado a oficina. A corretora do segurado entrou em contato comigo e me explicou o que aconteceria no decorrer do processo. Depois de avaliado o veículo veio a proposta da seguradora, deram duas alternativas, sendo a primeira a indenização no valor bem abaixo até mesmo do que eu havia pago no veículo ou um acordo, em que eu retirasse o veículo do local em que ele está e uma quantia em dinheiro. Porém, nenhuma das duas propostas me interessa. Ressaltando que o veículo não possui valor de tabela (fusca 1974). Bem gostaria de saber como é que eu posso solicitar ou até mesmo negociar um valor que ao menos cubra os danos causados, já que o mesmo foi considerado perda total.

    • Olá Carlos, este artigo é exclusivamente para o mercado Português. Em breve vamos lançar a plataforma do Automoveis-Online no Brasil e vamos sem dúvida ajudar muita gente aí.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • AAL

    Muito agradecia que alguém apreciasse o problema que coloco a seguir, sobretudo de acordo com critérios e rigor matemáticos:

    Um artigo de uma lei diz que um veículo interveniente num acidente se considera em situação de perda total, na qual a obrigação de indemnização é cumprida em dinheiro e não através da reparação do veículo, quando se verifique, entre outras hipóteses, que o valor estimado para a reparação dos danos sofridos, adicionado do valor do salvado, ultrapassa 100 % ou 120 % do valor venal do veículo consoante se trate respectivamente de um veículo com menos ou mais de dois anos.

    Vejamos.
    Há um elemento a considerar: o valor a partir do qual não haverá reparação do veículo, mas sim indemnização em dinheiro.

    Esse valor, segundo o dito artigo da lei, será aquele que ultrapasse 100% (ou 120 %) de outro valor e não, que seja superior a outro valor!!! Se aquele primeiro valor tem que ultrapassar 100% (ou 120 %) do outro, então ele será necessariamente superior à soma deste mais 100% (ou 120 %).

    Ultrapassar 100% de um valor não é ultrapassar esse valor! Ultrapassar 100 % de um valor é ter que considerar esse valor, acrescentar-lhe 100 % e mais, ainda, o valor que o faz ultrapassar!

    Exemplo: ultrapassar 100 % de 1000 é considerar 1.000, os 100 % de 1.000, que são outros 1.000 e, pelo menos (por facilidade de contas) mais 1, ou seja, só 2001 é que ultrapassa 100% de 1.000.

    Supõe-se que ninguém duvidará que se a lei dissesse que …a obrigação de indemnização é cumprida em dinheiro e não através da reparação do veículo, quando (…) se constate que o valor estimado para a reparação dos danos sofridos, adicionado do valor do salvado, ultrapassa 50 % do valor venal do veículo, …se contaria com o valor venal do veículo (1.000), se acrescentava 50 % desse valor (500) e, pelo menos, mais 1, ou seja, para um veículo com o valor comercial de 1.000, euros, só um valor de reparação (mais salvados) de 1.501,00 euros é que faria com que se pudesse invocar ou optar pela indemnização em dinheiro.

    Ora, como em vez dos 50%, a lei refere 100 ou 120%, o cálculo tem de ser exactamente o mesmo, pois o que o determina é o significado das palavras usadas – “ultrapassa 100% ou 120% do valor…” e não “é superior a” –, sob pena de perversão da letra e do sentido da lei.

    Suponho, pois, que a questão será, em singelo, saber se o valor x, que deve ultrapassar 100% (ou 120%) de outro valor, o valor y, é igual a y+100% de y+1 ou, pelo contrário, x é igual a y+1?

    Tem que se notar que ao preço que custam as peças (e a mão-de-obra!), a maioria dos acidentes provocava perdas totais.

    Com efeito, considerando a desvalorização comercial dos veículos (é só consultar as tabelas das revistas da especialidade), seria comum que um veículo que em novo tivesse custado 35.000,00 euros, ao fim de 4 anos se mantenha em estado quase novo e, no entanto, só vale comercialmente cerca de 16.000,00.

    Ora, é sabido que um qualquer pequeno acidente, que envolva meia dúzia de peças caras e razoável mão-de-obra, vai custar muito mais que 16.000,00. É fácil.

    E, a ser assim (para não se falar na manipulação das perdas totais, através do abaixamento dos valores das viaturas e da subida dos valores das reparações), grande parte do parque automóvel português estaria na sucata!

    Note-se, aliás, o que prevêem as alíneas a) e b) do nº 1 do artº 41º:
    1 – Entende-se que um veículo interveniente num acidente se considera em situação de perda total, na qual a obrigação de indemnização é cumprida em dinheiro e não através da reparação do veículo, quando se verifique uma das seguintes hipóteses:
    a) Tenha ocorrido o seu desaparecimento ou a sua destruição total;
    b) Se constate que a reparação é materialmente impossível ou tecnicamente não aconselhável, por terem sido gravemente afectadas as suas condições de segurança.

    Nestes casos, parece que ninguém duvidará que não é possível a restituição natural e que, por isso, para além de danos de outra natureza, a viatura só pode ser paga em dinheiro e, obviamente, sê-lo-á pelo valor venal do veículo antes do sinistro corresponde ao seu valor de substituição no momento anterior ao acidente, a encontrar por acordo ou por outra via, incluindo a judicial.
    O que interessa é que o lesado alcance a obtenção de uma viatura da igualha da danificada, o que, na prática, se equipara a uma reconstituição natural.

    Simplesmente, no caso de reparabilidade, a regra é a da reconstituição natural, com óbvios ónus para as seguradoras (ubi commoda, ibi incommoda), mas com o único limite da excessiva onerosidade da reparação.

    Assim, não fazia sentido que se desrespeitasse a regra elementar da restituição natural quando o valor da reparação excedesse em 1 euro o valor da viatura, apurado por critérios incertos e sempre desfavoráveis a quem está no lugar de vítima inocente. Como se diz na maioria da jurisprudência, as reparações custam muitos euros (cinco vezes, e até dez vezes mais, do que os valores venais), …mas são possíveis!

    Se o legislador, com o acréscimo de um simples euro, equiparasse uma viatura apenas danificada, isto é, reparável, a uma viatura desaparecida ou totalmente destruída ou cuja reparação é materialmente impossível ou tecnicamente não aconselhável, por terem sido gravemente afectadas as suas condições de segurança, estava a reduzir a estilhas as regras mais elementares da responsabilidade civil.

    Muito obrigado.

  • Wilson Silva

    Boa tarde.
    Antes de mais, muitos parabés pelo excelente trabalho realizado aqui nesta pag.
    Bem, indo diretamente ao assunto, é o seguinte,
    Dia 14-02-2014, tive um acidente, o qual não fui culpado. No dia 16-02, fiz a reclamação a companhia congénere, e ativei os danos próprios. Foi realizada uma peritagem, que é dado o meu carro como perda total(peritagem feita pela minha companhia). Contudo, desde dia 16, venho solicitando a companhia congénere o veiculo de substituição, e que, nunca me foi atribuído, pois não tinham os relatórios de peritagem. Hoje, enviei o relatório para a companhia congénere, onde é dada a perda total, a qual me diz, que visto já ter conhecimento da perda total, não tenho direito a VS. Ou seja, perdi o direito, a algo, que efectivamente nunca tive em minha posse.
    Durante todo este período, a minha namorada, que ficou ferida, teve que recorrer ao uso de moletas, e está de baixa. Ela é proprietária de um café.
    As minhas duvidas são as seguintes:
    – Visto, desde o dia do acidente, ter ficado sem viatura, tenho o direito, a pedir uma indeminização diária de um valor +/- igual, ao que teria de pagar numa rent-a-car por uma viatura equivalente?! Pergunto isto, pois, inclusive contactei a CARES (pois contempla a minha apólice apoio jurídico), e o que me disseram, é que apenas tenho o direito a ser indemenizado, mas, tendo de apresentar facturas (transportes,taxi,ren-a-car), no entanto, não sou obrigado, a meu ver, a ter de ter 1000-2000€ para pagar por um carro de aluguer. A lei, permite, eu pedir um valor igual, mesmo não tendo feito o aluguer do veiculo?
    Outra questão, é, a minha seguradora, propõe pagar-me 6500€, no entanto, eu com tal valor, não consigo comprar uma viatura igual, o que me foi dito, é que devo recusar e então pedir a congénere o valor que acho justo, no entanto, a CARES, disse-me, que eventualmente, a outra companhia, poderá até dar-me menos. Ou seja, terei nesse caso, de ir para tribunal.
    Por ultimo, como acima referido, a minha namorada, ficou lesada, mas, até ao momento, nunca foi chamada para uma junta médica. No entanto, temos a baixa medica passada pelo medico de família, a duvida é, será que basta para no futuro, ser indemenizado pelo tempo sem trabalhar? Também teve que contratar outra pessoa para o lugar dela no espaço comercial, também tem direito a ser indemenizada por isso?
    Por favor, agradeço a vossa ajuda, pois esta situação está a dar comigo em doido.
    Muitíssimo obrigado e mais uma vez parabens

    • Olá Wilson Silva, antes de mais obrigado pela sua partilha. Gostaríamos de pedir que partilhasse o nosso portal pela sua rede de amigos.

      Quanto à viatura de substituição, no dia seguinte ao sinistro deveria ter solicitado a viatura de substituição à companhia de seguros e perguntado que tipo de carro é que ela iria atribuir. Caso ela o informasse que só iria atribuir viatura de substituição depois da peritagem, o senhor deveria ter ido a um rent-a-car e solicitado uma viatura com as características iguais, às que a companhia de seguros anteriormente o informou. Depois, pegava no contrato de aluguer, tira uma fotocópia e leva essa cópia à companhia de seguros, onde pede ao funcionário que o vai atender, que junte esse contrato ao processo de sinistro e pede uma cópia de recepção do mesmo. Não se esqueça de contabilizar todos os quilómetros que fez e horas que gastou, até resolver esta parte do problema.
      Contudo, como se trata de uma perda total, o senhor tem direito a ser indemnizado pelos dias que decorrem entre o dia seguinte do sinistro até ao dia que é declarada a perda total. Para efeitos de calculo do custo de quilometro, recorra ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Quanto a danos corporais, recomendamos que recorra à ajuda especializada, de um advogado. Isto porque, quando as pessoas sofrem danos corporais, nunca mais na vida ficam em perfeitas condições, pelo que as companhias serão obrigadas a indemnizar o lesado.
      No caso da sua namorada, os danos são corporais e patrimoniais.

      Quanto às suas dúvidas, no primeiro ponto, ficou sem viatura, mas recebeu indemnização para aquisição de outra viatura, não pode ir por ai.

      Repare, dentro das suas dúvidas, o que lhe podemos dizer é que está a conduzir muito mal o seu processo. O senhor tem muitos danos para ficar à espera que a CARES lhe vá dizendo o que fazer.
      Procure a ajuda especializada de um advogado neutro e resolva bem o seu problema.
      Quanto ao valor do seu carro, não tem que o aceitar, quem tem que resolver bem e rápido o problema é a companhia de seguros.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Antonio Carlos Santana

    Primeiramente gostaria de dizer que gostei muito deste trabalho neste site.
    Minha dúvida se refere a ação de reparação decorrente do acidente por Culpa da vítima que veio a falecer? Posso cobrar a família?

    • Olá caro senhor António Santana,

      Em caso de falecimento do interveniente com responsabilidade no sinistro e desde que este tivesse seguro automóvel válido à data do sinistro, todas as despesas decorrentes do mesmo serão encargo da companhia de seguros.
      Caso o interveniente não tivesse seguro válido, poderá tentar o ressarcimento dos seus danos e prejuízos junto da família, mas terá de ter apoio de um profissional do Direito.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Patrícia Rogado

    Boa tarde,

    gostava que me pudessem dar uma ajuda com a minha situação.
    Li o post e enquadro-me num acidente no qual não houve feridos, nem há culpa da minha parte.

    O que acontece agora é que o seguro avalia a reparação num valor superior ao valor de mercado do meu automóvel. E claro, querem pagar apenas o preço do carro no mercado.

    Em primeiro lugar, gostava de saber se posso recusar qualquer dinheiro da seguradora e insistir apenas com a reparação total, por parte da mesma, do que ficou danificado no acidente. Isto porque, com a indemnização que me possam dar, por mais que consiga comprar um carro no valor igual ao meu (FIAT PUNTO de 1998), nunca saberei se mais tarde terei gastos extra com o veículo. O meu automóvel está estimado e só não circula porque, de entre os danos todos, ficou com uma jante partida e pneumático furado. Depois de o ter comprado, há sensivelmente quatro anos, já investi aproximadamente 600 euros em peças novas com o veículo. Este corresponde às minhas necessidades e, à parte do acidente, nem sequer pretendia vir a substituí-lo tão cedo por essas razões.

    A ZURICH, seguradora do condutor culpado do acidente, fez no passado dia 23 uma peritagem ao meu veículo, que se encontra desde o dia do do acidente na mesma oficina (escolhida por mim). Agora aguardo uma resposta sobre a avaliação que fizeram, só que o mecânico, estando presente no momento da peritagem, já tem uma noção do valor em que eles avaliaram a reparação, daí eu querer saber como proceder e como insistir com a ZURICH.

    Eles são ou não obrigados a pagar/arranjar o meu veículo?

    • Olá Patrícia Rogado, antes de mais queremos agradecer o seu post. Pedimos que partilhe o artigo pela sua rede de amigos.

      Quanto às suas necessidades de informação, se considera que o valor apresentado não é o correcto, pode recusar a proposta que a companhia de seguros lhe fez.
      Isto porque se trata de um terceiro lesado, pode solicitar a reparação da viatura. Mas, é importante perceber que caso a companhia de seguro não o aceite, a Patrícia terá que recorrer para as instâncias jurídicas e isso poderá ficar muito caro.
      A situação na nossa modesta observação é que só teria vantagem num litígio caso tivesse tido danos corporais.
      Uma coisa que pode e deve solicitar é o pagamento dos km’s que a Patrícia realizou desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia que a companhia de seguros deu como fechado o processo de peritagem.
      Para o cálculo dos quilómetros efectuados deverá utilizar este o seguinte Decreto-Lei. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Felipe

    Boa Tarde,
    É o seguinte hoje tentaram-me arrombar a porta do carro (acho que os ladroões pensavam que se tratava de uma porta de madeira, enfim…). Não conseguiram abrir o carro, nem levar nada do intereior dele, mas deixaram um pequeno “buraco” que nem com pintura nova fica tapado, entre outros riscos que por lá deixaram.
    Liguei para a Companhia de Seguros (já que não era um caso de 112) e eles disseram que a minha apólice não incluiai atos por vandalismo.
    A questão é, vandalizam-me o carro e ninguem quer pagar agora?
    O que devo fazer?.

    • Olá Filipe, antes de mais obrigado por partilhar a sua história. Agradecíamos a partilha do nosso portal pelo seu circulo de amigos.

      Sobre o seu assunto, se a sua apólice de seguro não tem a cobertura de actos de vandalismo, o Filipe não pode reclamar esses danos à companhia de seguros.

      Contudo, se a sua apólice tiver a cobertura de furto e roubo e se tivesse participado à polícia o acto de roubo e furto e posteriormente a companhia de seguros teria não só que pagar o elemento roubado bem como reparar os danos causados na viatura.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Antonio Pedro

    Boa tarde parabéns pelo excelente trabalho e pela ajuda que tem disponibilizado.
    Tive um acidente e a minha companhia aceita 50% de responsabilidade com base num argumento que já demonstrei que não é real e ainda assim manteem a posição.
    se eu pedir para seguir para tribunal e vencer a causa, poderei pedir ser recercido pelo valor gasto com o precesso, advogado e tribunal.
    Obrigado pela atenção.

    • Olá António Pedro, não sendo a nossa área de especialização, pensamos que em caso de vitória fica isento do pagamento das taxas de justiça, ou seja, vai receber o valor que pagou ao tribunal para avançar com o processo. As despesas do advogado não poderão fazer parte do processo de indemnização e por esse motivo não pode receber esse valor da companhia.

      No entanto, estamos em querer que um advogado saberá como ultrapassar essa questão.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Rita Castanheira

    Boa Tarde, vou relatar a minha situação no dia 29 de Abril cheguei ao pé do meu carro que estava estacionado (e bem) e encontro a roda direita em cima do passeio, o lado do condutor todo riscado a frente e espelho riscado e dobrado e nem tinha reparado na parte de trás do carro que estava riscado devia ter sido da pancada que o carro levou. E claro o individuo fugiu e nem um papel deixou, ninguém viu nada.
    Eu liguei para a policia disseram para ir apresentar queixa, de seguida fui a seguradora, que é perto da oficina, quando me ia verifiquei que a direcção não estava boa, os mecânicos, não me deixaram trazer o carro por causa da direcção. O perito ao ver o carro diz que os problemas da roda é da parte de trás do carro e não tem a haver com este acidente, tenho seguro contra todos os riscos. O mais ridículo, o carro é novo é de fevereiro deste ano e o perito alega ferragens antigas na roda!! Não sei o que fazer? ja fiz uma reclamação ao seguro para o perito ir o local do acidente! Aguardo a resposta dele que na companhia dizem que podem demorar semana!! Tive durante 6 dias o carro de substituição e tive do entregar.

    Fico aguardando a vossa resposta

    Cumprimentos

    • OLá Rita, antes de mais obrigado por nos colocar a sua situação. Gostaríamos de lhe pedir que partilhasse o nosso portal pela sua rede de amigos.

      Directamente ao seu assunto, queríamos-lhe dizer que embora não possamos fazer, mas, se esses peritos tivessem que falar com algumas pessoas da nossa equipa, seguramente que o fariam de outra forma.

      Bom, quanto ao perito e ao que ele lhe disse, seria interessante que a Rita lhe perguntasse se foi ele que cometeu o acidente, pois ainda não foi relatado em nenhuma revista cientifica a capacidade humana para diagnosticar danos relacionados com o chamado “nexus causa efeito”.

      Aquilo que deve fazer o muito rapidamente é, levar o seu carro para um importador oficial da marca e pedir na companhia de seguros uma nova peritagem, referindo negligencia e falta de capacidade profissional do perito em questão.

      Informe a companhia de seguros que vai fazer uma das seguintes situações:

      1) Vai alugar uma viatura até ao dia em que a sua viatura lhe for entregue e que a mesma esteja como estava no momento imediatamente anterior ao sinistro, isto é, como novo. Sendo que a despesa desse aluguer é para imputar à companhia de seguros, ou seja, a companhia de seguros irá ter um custo adicional;

      2) Em vez de alugar uma viatura, a Rita vai utilizar uma viatura emprestada e vai querer ser indemnizada pelo chamado, pagamento custo por quilometro – “Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.”. Isto posto, a Rita terá que somar todos os quilómetros que faz durante todo o dia, inclusive se sair à noite e somar todos os dias.

      Quanto à questão do seu carro, refira que este era praticamente novo, isto é, tinha apenas meia dúzia de meses, que o comprou novo e que não tinha qualquer dano visível e mesmo não visível.

      Isto posto, como tem seguro de danos próprios, quer a viatura com todos os danos reparados, os visíveis e detectáveis e os não visíveis e não detectáveis à vista desarmada e claro relacionado com “nexus causa efeito”. Ou seja, se te empurro “causa” e te desequilibro tu cais “efeito”.

      Caso a companhia de seguros bata o pé, informe-os que vai procurar ajuda profissional, isto é, um advogado e vão resolver o problema em tribunal.

      NOTA IMPORTANTE: Não assine nenhum relatório na oficina nem na companhia de seguros. Os relatórios só se assinam no final do processo, ou seja, quando o carro lhe for entregue, é nesse momento que a oficina lhe vai entregar um relatório com tudo o que fez no carro e lhe vai pedir que o assine a dizer que está tudo em conformidade. Então, quando for levantar o carro, primeiro certifique-se de que o seu carro está mesmo bem arranjado e só depois é que vai assinar o relatório.
      Depois, tem trinta dia para detectar irregularidades, confronte de imediato a oficina e veja a posição dela. Se for uma posição de não querer assumir os danos, comunique à companhia de seguros do sucedido.
      Tudo o que disser e fizer neste tipo de processo, faça-o sempre por escrito e se for no balcão da companhia de seguros ou na oficina, peça documentos assinados e carimbados.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Li atentamente a sua exposição que é clarificadora e agradeço. Torna-se muito complicado gerir processos de sinistro que envolvem perda total devido a uma grande pressao exercida pelas seguradoras e muito dificil conseguir informação neutra sobre os assuntos. Obrigado!
    Gostaria de saber se poderia neste ambito esclarecer o seguinte: havendo um acidente em que nao fui culpada e tendo acionado a minha apolice de danos proprios, a viatura foi dada como perda total. No andamento do processo foi constatado que o veiculo que causou o acidente nao possuia seguro valido em Portugal e quis entrar em acordo. A minha aceitação de um acordo com o culpado do acidente inviabiliza o acinar da apolice de danos próprios? ou apesar do acordo o acionamento da apolice contratada de donos proprios obriga à ideminização por parte da seguradora? Poderá ajudar-me com este esclarecimento? Obrigado
    Carla

    • Olá Carla, a partir do momento em que acciona o seu seguro automóvel pela via dos danos próprios, não tem que fazer qualquer tipo de acordo. Você negocia o que tiver que negociar com a sua companhia e é a sua companhia que tem de resolver o problema junto do outro interveniente.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Carlos

    Boas pessoal,
    Segunda feira (dia 12-5-2014) tive um acidente, o outro condutor assumiu a culpa por completo através de participação amigável, visto que bateu contra o meu carro na minha faixa, ou seja, ele ocupou a minha faixa ao fazer a curva sem visibilidade e bastante apertada.
    O carro ficou bastante danificado na frente, farol de nevoeiro, pisca e farol frontal (do lado esquerdo), para-choques da frente, lip, grelha frontal, capô vincado (tem que ser um novo, não dá para reparar este) e no compartimento do motor acho que tem alguma coisa estragada, pelo menos algo relacionado com o ar condicionado, porque largou “ar parecido com nevoeiro”, provavelmente o radiador e também alguns encaixes… Basicamente precisa de uma frente nova.

    Estou agora há espera da peritagem mas já sei onde vou reparar o carro, numa oficina perto de casa em que tenho 200% de confiança.
    O que queria saber era se o meu mecânico pode exigir a reparação com peças novas e originais da marca do carro (neste caso, um golf 3 de 1996), de acordo com a lei claro.
    Tenho esta dúvida como o carro já se pode considerar “velho” eles podem não querer pagar peças novas…
    Porque comprar peças da concorrência ou na sucata, não me dá grande confiança e queria evitar essa opção, visto que o carro está muito bem estimado mesmo tendo 18 anos…
    Nem todas as peças são de origem da marca mas as que são de origem eles pagam igual?
    E em caso de perda total, em quanto acha que o perito/seguradora valoriza o meu carro?

    Obrigado pelas suas respostas e por este tão útil texto com imensa informação,

    Carlos.

    • Olá Carlos, antes de mais obrigado por partilhar a sua história. Gostaríamos de lhe pedir que partilhasse o nosso portal com a sua rede de amigos.

      Quanto à sua questão, o mais provável é a companhia de seguros dar-lhe perda total, tendo em conta a idade do seu veículo. Contudo, não é obrigado aceitar essa condição, porque é um terceiro lesado e tem direito à reparação da viatura. Mas, para o conseguir é quase certo que teria de recorrer a tribunal para o conseguir.

      Quanto às peças, pode exigir novas e de origem, mas nesse caso, estamos mesmo certos que o resultado será perda total. Às vezes é melhor flexibilizar.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • David Azevedo

    Boa tarde!
    Na passada semana vi-me envolvido num acidente de viaçao em que nao tive qualquer culpa, segundo o auto da Gnr, e presumo que terei os problemas relatados neste post. A minha viatura é uma Chrysler Voyager de 2001, e apesar da sua idade estava em excelente estado de conservaçao. Tinha efectuado uma reparaçao no total de 3000€. Agora presumo que me irão oferecer um valor muito reduzido por ela, apesar de nao ter grandes problemas resultantes do acidente ( airbags dispararam e frente algo danificada ), por ser um veiculo com algum tempo e de manutençao bastante cara. Pergunto aqui se me podem sugerir um bom advogado na região de Lisboa para resoluçao desta situação, ou se devo recorrer ao apoio juridico por parte da companhia que é diferente da companhia do veiculo que embateu na minha viatura.
    Obrigado pela informaçao prestada no post… estas sao informações que deviam ser tornadas públicas nos meios de comunicação social de forma a que todos soubesse-mos o que fazer. Este é o verdadeiro serviço publico. Muito obrigado

    • Olá David Azevedo, antes de mais obrigado pelo seu relato. Queremos desde já assinalar que não recomendamos advogados. Contundo, se ler com atenção os comentários, poderá encontrar alguns comentários de advogados. Podemos recomendar a plataforma Mundi Advocatus, é uma plataforma de advogados e poderá escolher um pela sua área de especialização.

      Quanto à questão, se deve contratar um advogado ou se deve optar pelo da companhia de seguros? Na nossa opinião, pensamos que é sempre melhor alguém neutro.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Mónica Mendes

    Boa tarde,

    Antes de mais os meus parabéns pelo artigo, pois ajuda em muito a dar alguns passos cruciais quando nos deparamos nestas situações.

    No passado dia 14 de abril, o meu veiculo, que se encontrava devidamente estacionado à porta de casa, sofreu uma colisão de um outro que terá entrado em despiste ou fora do controlo acumulado com velocidade excessiva e quase fuga da condutora culpada.

    Bom, o carro foi dado como perda total e não aceitando tal decisão, acabei por aceitar um acordo (que mal paga os danos do veículo e muito menos o tempo sem o mesmo, transtornos causados, desgaste psicológico, etc) para evitar mais perdas de tempo e paciência e para não ir para as barras do tribunal.

    Acontece que esta colisão danificou um computador portátil (com cerca de 7 anos) que se encontrava na mala do carro e eu apenas verifiquei isso 4 dias mais tarde, uma vez que em casa possuo outro computador e tablet para trabalhar e esse não tinha sido necessário usar entretanto. O pc não aparenta danos a não ser a falta de imagem no monitor. Foi feita uma peritagem ao pc já numa empresa de informática, onde o técnico informático terá dito que o dano poderá ter sido devido a um choque e que qualquer choque o poderia causar. O perito fotografou o pc e analisou o que tinha a analisar e contactou-me no sentido de assinar uma acta de acordo onde aceitei o valor de orçamento apresentado pelo loja.

    Após isto, e passados vários dias a aguardar resposta da seguradora do terceiro, constato com grande surpresa que a seguradora Açoreana, não assume o dano avaliado em 184,35€ por eu não ter prova, factura, de compra e pelo facto do técnico ter dito que o dano poderia ter sido causado por qualquer choque.

    Questiono se efectivamente o facto de não ter comprovativo de compra de um artigo com tantos anos, e pelo que disse o técnico bem como o facto de apenas ter reparado na avaria apenas 4 dias após o impacto, me faz ter que assumir o dano.

    O que devo fazer?

    Ficarei a aguardar a vossa resposta.

    Cumprimentos

    • Olá Mónica Mendes, antes de mais obrigado pelo seu relato.
      Quanto à companhia de seguros, nunca deveria ter aceitado qualquer tipo de acordo, pois é isso que todos querem, “acordo”.

      Quanto ao computador, terá que os informar que a Lei, não obriga apresentação da factura, isto é, terá de informar à companhia de seguros que já não possui factura, pelo que o procedimento legal é a Factura Proforma, de um equipamento novo ou uma Factura Proforma da sua reparação.

      A Mónica acedeu à reparação, mas podia ter exigido a “Substituição Natural” do bem. E, neste caso a despesa da companhia de seguros teria uma despesa bem mais elevada.

      Mas, para que perceba, para resolver este assunto, vai ter muito provavelmente que pensar num advogado. Mas se o conseguir resolver sem recorrer ao advogado tanto melhor.
      Comece por fazer uma exposição da matéria ao ISP – Instituto de Seguros de Portugal.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Angela Moreira

    ola Este artigo foi uma grande ajuda para mim , no dia 17 de Setembro de 2013 um veiculo assegurado da Axa da bateu no meu carro e fugiu, consegui ver a matricula , a pessoa nunca assumiu o acidente e fez o arranjado o seu carro e oficina particular sem dar conhecimento a Seguradora , Axa não queria assumir o acidente dizendo que a pessoa utilizou o carro para cometer um crime e que o veiculo foi utilizado como arma e que esses condições não estavam asseguradas (ouve embate seguido de agressão a minha pessoa e fuga do assegurado da Axa ) graças as testemunhas consegui provar que era esse o veiculo , a Axa só queria me dar 1600€ já com o salvado mas o mesmo carro estava no mercado a venda por 3000 € e graças a este artigo não aceitei mandei uma reclamação para o SIMPAS e hoje deram nos razão e a Axa foi condenada a pagar me 3000€ de indemnização e agora como fica a questão de estar desde Setembro de 2013 ate ao momento sem carro que eu levava para o trabalho, levava as crianças a escola ,e fazia o meu dia a dia fomos assistidas no hospital de Setúbal mas tivemos alta no mesmo dia como feridos ligeiros sera que tenho direito a uma indemnização pelos dias em que estive sem carro?

    • Olá Angela, antes de mais obrigado por partilhar essa informação com a nossa equipa. Não imagina como ficamos felizes. Se puder partilhe essa informação com a sua rede de amigos. Essa é a forma que nos faz crescer.

      Obrigado.

      A Equipa AO

  • Angela Moreira

    ola Boa tarde não me respondera a esta questão que coloquei (… a Axa foi condenada a pagar me 3000€ de indemnização e agora como fica a questão de estar desde Setembro de 2013 ate ao momento sem carro que eu levava para o trabalho, levava as crianças a escola ,e fazia o meu dia a dia fomos assistidas no hospital de Setúbal mas tivemos alta no mesmo dia como feridos ligeiros sera que tenho direito a uma indemnização pelos dias em que estive sem carro?)

    • Olá Angela Moreira, aquilo que tem de fazer para receber essa verba é reclamar na indemnização os custos de mobilização que teve de suportar.
      Dentro desses custos tem os que de direito são seus, ou seja, os quilómetros que fez para se deslocar, desde o dia imediatamente seguinte ao sinistro até à data em que recebe a carta da companhia a comunicar a perda total. Depois, poderá reclamar nesse mesmo tribunal, a indemnização, para as questões de mobilidade, com cálculo a começar no dia seguinte ao da recepção da carta de perda total enviada pela companhia de seguros até ao dia do juízo final.

      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Mais uma vez, agradecemos a sua partilha e gostaríamos que partilhasse o portal Automoveis-Online pela sua rede de amigos.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Angela Moreira

        Muito obrigada pela ajuda

  • Pedro sampaio

    Boa tarde.

    Um muito obrigado pelo vosso site, acreditem que ajudam muitas pessoas numa grande aflição.

    O meu problema e o seguinte:

    No dia 6 de Junho estava parado no sinal, entretanto ficou verde e arranquei quando de repente outro veículo veio bater, passando o sinal vermelho, na minha viatura de frente. Entretanto preenchemos a declaração amigável e um senhor parou e deu se como minha testemunha. O senhor deu se como culpado. Até aqui tudo bem.

    No dia seguinte apresento a parte que ficou na minha posse na minha mediadora de seguros.
    Fui contactado na segunda dia 9, marcando peritagem para dia 11 na oficina onde o carro ficou.

    No dia 11 o perito apresentou se lá olhou e apenas tirou foto e foi se logo embora, nem 5 minutos lá esteve, disse que tinha uma peritagem mais complicada. No dia a seguir a oficina ligou me a dizer que o perito tinha dado informação como perca total.

    No dia 12 ligo e pergunto como está a situação que tava a ser lesado e mandaram me ir buscar um carro de substituição no dia seguinte até terça-feira, dia em que disseram que tinham já tudo resolvido.

    Na terça-feira ligo e a primeira pessoa informa me que ainda não tem todos os elementos reunidos para me dizer algo, mas como eu disse olhe que a oficina está a queixar se do veículo que está sem andar tar ocupar espaço. Bem dito bem certo, passado 2 minutos fui contactado que já estavam em posse de me propor um acordo.

    Acordo: 3570€ mais o salvado que valeria 430€.

    Entretanto mediante as folhas do perito que coloca que os meus pneus, pneus colocados à 1 mês com fatura e novos, colocou que tavam a 50% piso.
    Invocando que não referem onde foram buscar a minha avaliação do automóvel porque apenas referiam tabelas deles.

    Enviei uma proposta dizendo visto que o carro estava bastante estimado, que este ano tinha já tido reparações na ordem dos 1000€ e tinha um valor sentimental visto ser a minha primeira viatura, carro que me foi dado pelo meu avô que faleceu á 2 anos, altura que me deixou o carro para mim.

    Propus que visto o carro ser um honda hrv 1.6 com 180 mil Kms em que mais de 100 mil foram a GPL, que o valor fosse de 4000€ mais salvado. Passados 5 dias fui contactado por email a recusar e que a proposta era aquela. E que avaliação era pela Eurotax… Eu perguntei mas eu liguei para a Eurotax no qual me informaram que não fazem avaliações de carros abaixo de 2002, ora se o meu e de 2000 como e isso possível? A senhora ficou atrapalhada e respondeu pois a sua viatura realmente não está abrangida pela Eurotax.

    Mas o valor e 3200€ mais 800€ pó sistema a gpl.
    E eu respondi minha senhora uma sistema a gpl anda nos valores de 1200€/1400€. Custou me há 4 anos 1600€. No qual a senhora respondeu de imediato sabe que o sistema gpl desvaloriza.

    Entretanto eu disse minha senhora eu tenho um orçamento de tirar o sistema gpl da viatura acidentada para colocar numa idêntica e o valor que abrange( tirar do carro, fazer manutenção, montagem, legalização na viatura nova no livrete e inspecção B) são 900€.

    Acho uma injustiça ter que tirar do valor que avaliam o meu carro para comprar outro, dinheiro para o sistema gpl que são logo 900€.

    Entretanto disse a senhora tenho duas simulações de valor comercial do meu carro e apenas a gasolina porque só aparece a gasolina que apresentam um valor de 3500€. Logo seria só 500€ que vocês valorizam o sistema gpl. Um absurdo.

    A resposta final foi algo de lindo:

    – meu senhor e o valor que temos e avaliação. Quer quer, não quer faça o que entender.

    O que posso fazer?

    Obrigado

    • Olá Pedro Sampaio, vimos pelos diversos post’s que publicou, que a sua situação é aflitiva, mas, não podemos alterar a ordem de entrada dos post’s.

      No entanto, depois de ler o que relata, entendemos que não tem se quer que aceitar essa condição. Ou seja, essa proposta. Quem está em condições de ditar as regras é você e não a companhia.
      Vamos por partes:

      1) Viatura de substituição, tem direito à viatura de substituição desde o dia seguinte ao sinistro, até ao dia que a companhia de seguros disse que se tratava de uma perda total. Depois, tem direito a ser ressarcido dos custos de mobilidade que tem depois dessa data até ao encerramento do processo.
      Se, não lhe deram a viatura de substituição no dia seguinte, deverá o Pedro, descriminar todos os quilómetros que fez com o carro que lhe emprestaram. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

      2) Se não aceita os valores, porque entende que não encontra uma viatura com a configuração da sua, pelos valores que lhe estão a propor, vai ter de procurar ajuda especializada, um advogado e que o poderá procurar no Mundi Advocatus, e resolver a questão no CIMPAS. Onde poderá alegar que a recuperação da viatura é possível e segura.

      3) Quanto à questão dos pneus, é tirar fotos, juntar as facturas e a prova está feita.

      4) Pode também solicitar uma nova peritagem e pode inclusive, solicitar uma peritagem automóvel profissional independente. A empresa alemã Dekra faz esse tipo de peritagens.

      5) Quando a senhora lhe disser que as coisas desvalorizam, tem de lhe responder que as coisas desvalorizam para quem as quer vender e que você não quer vender nada.

      Face à resposta que lhe deram, o que nós faríamos era avançar para outras instâncias. Seguramente que sairia em vantagem.

      Será que nos pode informar se houveram feridos e se houveram danos noutro tipo de equipamentos? Por exemplo telemóveis, computadores, tablet’s ou óculos?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Pedro sampaio

        Um muito obrigado pela vossa resposta.

        Então ou seja depois do sinistro até me darem carro de substituição posso apresentar despesas de km sobre aquele valor, mas tenho que comprovar?
        Agora visto que já me apresentaram uma proposta, mesmo que absurda, posso apresentar valores de faturas de taxi?

        Feridos não houve.

        Em relação a prejuízos não tive.

        O advogado enviou já uma proposta em que continha um orçamento de sistema de gpl novo e outro com a troca para outro carro. Também juntou uma avaliação em que o meu carro a gasolina está num valor comercial a data de hoje em 4255,11€. Mais 1050€ de troca de gpl pá outra viatura.
        Outro foi uma busca no standvirtual de uma viatura idêntica a minha em ano Kms e combustível mas não apareceu, apenas duas a gasolina e um estava venda por 4900€ e outro 4300€.

        Um muito obrigado pelo vosso site.

        • Olá Pedro Sampaio, as despesas de transporte, desde que siga pelo Decreto-Lei que lhe apresentamos, não precisa de comprovar nada, simplesmente tem de apresentar um mapa de quilómetros percorrido, isto é, uma simples folha de cálculo onde você registe todos os quilómetros que fez. Exemplo: De casa para o trabalho, 100 km; Do trabalho para casa, 100 km; Casa trabalho, 100km; trabalho casa, 100 km. Neste exemplo você teria percorrido 400km. Mas, se foi levar a esposa ao trabalho e foi busca-la, se levou filhos à escola, se foram às compras e fizeram vida social e tivessem feito 1000 km num dia, a companhia teria de pagar essa quilometragem. Só tem de a registar.

          Não vá pelo exemplo do táxi, nesse caso a companhia de seguros tem a lei do seu lado, ou seja, só lhe vai pagar senhas de autocarro.

          Os valores apresentados pelo seu advogado são equilibrados e com fundamento. Ele saberá como conduzir o processo da melhor forma.

          Quanto ao nosso portal, aproveito para informar que dentro em breve, o Automoveis-Online irá ter classificados, isto é, anúncios de carro usados, tal como o Standvirtual, só que os anúncios são grátis.

          Aproveitamos para pedir que partilhe essa informação e que nos ajude a crescer.

          Obrigado pelo seu post.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

          • Pedro sampaio

            Mais uma vez muito obrigado. Já partilhei pelos meus amigos. Porque acreditem faz bastante falta pessoas inovadoras e prontas ajudar para combater estes gatunos.

            Em relação a situação só não entendi uma situação, visto que agora temos andado nesta troca de emails de propostas, e depois mesmo de eles já me terem apresentado a proposta, poderei andar com carro emprestado e colocar os Kms que faço diários, tipo casa trabalho e trabalho casa, ia as compras e minha vida social normal que fazia, colocando numa tabela os Kms para apresentar até chegarmos a um consenso?

            E que nunca vi uma tabela nem fiz deste género.

            E que o acidente foi dia 6. De dia 7 a 12 andei com o carro do meu pai para deslocações de trabalho e assim. Depois dia 13 fui buscar um de substituição até dia 18. E neste momento ando de autocarro e metro a comprar senhas, mas se puder peço o carro de novo emprestado e meto os Kms.

            Obrigado mais uma vez

          • Olá,

            Caro Pedro Sampaio, se ler o Decreto-Lei que lhe colocamos num dos seus posts, poderá verificar a referencia ao valor que está definido por lei. A companhia terá de assumir esse custo até que o processo seja definitivamente concluído. Contudo, é razoável que lhes faça esse pedido de indemnização por escrito o quanto antes.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

          • Pedro sampaio

            Boa noite Sr. Antônio Silva.

            Mais uma vez um muito obrigado pela ajuda que, pelo menos falo por mim, que tem sido muito grande.

            Sendo que neste momento estou há mais de 2 semanas a espera da resposta, visto dizerem me que se enganaram na identificação do modelo do meu carro, algo muito muito estranho mas continuo aguardar.

            Gostaria apenas e por fim de pedir se e possível poder por algum email enviar lhe a tabela dos Kms para saber se e deste modelo, porque mais que procure e veja não encontro e por mais que fale todos desconhecem deste proçedimento. Gostaria apenas que pudesse dizer que estava bem elaborado para enviar para eles.

            Um muito obrigado mesmo pela vossa ajuda,

            Abraço

          • Caro Pedro Sampaio, a tabela a que se refere é um Decreto-Lei.
            Mas clique neste link, vai entrar numa portaria que fala sobre o assunto.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • Nuno Figueiras

    Boa tarde,

    sofri no passado dia 24 de Junho um embate por trás na minha carrinha, que ficou logo com meio para-choques traseiro a arrastar no chão, quando estava parado para ceder passagem a um peão na passadeira O carro apesar de obviamente ter motor para andar, não pode andar na via publica com o para-choques a arrastar, ou então sem para-choques. Portanto o carro seguiu para a oficina. Neste momento faço uma grande “ginástica” com o carro da minha mulher de modo a que este possa nos servir aos dois. Os nossos horários todos comprometidos e como se não bastasse acabo por gastar bastante mais em combustivel por ser forçado a fazer trajectos que se tivessemos os dois veiculos não necessitariamos. Uma vez que não sou culpado, a minha questão prende-se com o facto de poder ser indeminizado pelo fato de estar sem carro, uma vez que me disseram que só teria carro de substituição enquanto o carro estivesse efectivamente a ser reparado.

    O meu obrigado desde já.

    • Olá Nuno Figueiras, antes de mais queremos agradecer o seu post.

      O senhor tem direito a uma viatura de substituição a partir do dia seguinte ao do sinistro até à data de conclusão do processo.

      No entanto, se não optar pela viatura de substituição, faça um mapa de todos os quilómetros que tem de fazer desde que acorda até se deitar, todas as viagens contam. Depois, só tem de aplicar a lei e fazer o pedido de indemnização pelo custo por quilómetro. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Nuno Figueiras

        Agradeço desde já a vossa resposta. Só mais uma questão, o carro de substituição a ser entregue deverá ser da mesma gama? Isto porque a seguradora alega que só tenho direito a um carro de cortesia e não de substituição… Estas batidas só trazem chatices, que nem nos passa pela cabeça. O mais ridiculo é a minha seguradora não fazer nada por mim… sou tratado como se tivesse culpa no acidente.

        • Olá Nuno Figueiras, no caso de um sinistro em que você seja o lesado, a companhia de seguros terá de lhe dar uma viatura com as mesmas características da sua. E, neste exemplo, a companhia terá que lhe dar uma viatura de substituição. Eles, chamem-lhe o que quiser.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

          • Nuno Figueiras

            Agradeço toda a informação que me tem prestado, nem imaginam o quão importante esta tem sido. Sem o vosso apoio, não teria ido tão longe efectivamente. Resta-me divulgar o vosso site pelas pessoas que conheço, pois eu mesmo não o conhecia até precisar e fazer uma pesquisa na internet..

            Apenas uma ultima pergunta: Quando dizem ” O senhor tem direito a uma viatura de substituição a partir do dia seguinte ao do sinistro até à data de conclusão do processo “, o que se entende por fim do processo? Isto porque tenho o carro na marca (oficina escolhida por mim, na qual o carro é sempre assistido), mas nesta altura estão cheios de trabalho na parte de bate chapa e dizem que só me conseguem entregar o carro lá para o fim de Julho. A reparação assim por alto diria que serão uns 4/5 dias (o perito já esteve na oficina, mas terá de lá voltar para desmontarem o carro e avaliarem efectivamente os estragos). Neste momento apenas tenho carro de substituição até 11 de Julho (foi o que a seguradora me comunicou). Terei direito a carro de substituição até ao fim de Julho?

            Cumprimentos,

            e mais uma vez o meu obrigado pela vossa prontidão.

          • Olá Nuno Figueiras, a data de conclusão do processo é a data em que efectivamente o caso é definitivamente resolvido.

            Quanto ao valor de substituição, esse decorre entre a data que vai desde o dia seguinte ao da ocorrência do sinistro até ao momento em que a companhia assume a responsabilidade e determina a perda total. Depois, temos a indemnização por mobilidade, isto é, “em resultado do sinistro sofrido, ficou impossibilitado de ter a mesma qualidade de vida, por ter problemas de mobilidade, ou seja, deixou de ter acesso a um meio de transporte que lhe permitisse fazer o que fazia e às horas que quizesse fazer”, que vai desde o dia seguinte ao da determinação da perda total até que o processo encerre. Em ambos os casos, para determinar o valor de indemnização e para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

          • Nuno Figueiras

            Boa noite,

            mais uma vez agradeço toda a ajuda que me tem sido prestada.
            Entretanto tinha efectuado um post com umas ultimas perguntas, mas penso que por lapso ou falta de tempo não me foi respondido.

            No entanto volto a colocar uma questão crucial. Segundo o artigo 42 do decreto de lei 291/2007 temos:

            Artigo 42.º
            Veículo de substituição
            1 – Verificando-se a imobilização do veículo sinistrado, o lesado tem direito a um veículo de substituição de características semelhantes a partir da data em que a empresa de seguros assuma a responsabilidade exclusiva pelo ressarcimento dos danos resultantes do acidente, nos termos previstos nos artigos anteriores.
            2 – No caso de perda total do veículo imobilizado, nos termos e condições do artigo anterior, a obrigação mencionada no número anterior cessa no momento em que a empresa de seguros coloque à disposição do lesado o pagamento da indemnização.
            3 – A empresa de seguros responsável comunica ao lesado a identificação do local onde o veículo de substituição deve ser levantado e a descrição das condições da sua utilização.
            4 – O veículo de substituição deve estar coberto por um seguro de cobertura igual ao seguro existente para o veículo imobilizado, cujo custo fica a cargo da empresa de seguros responsável.
            5 – O disposto neste artigo não prejudica o direito de o lesado ser indemnizado, nos termos gerais, no excesso de despesas em que incorreu com transporte em consequência da imobilização do veículo durante o período em que não dispôs do veículo de substituição.
            6 – Sempre que a reparação seja efectuada em oficina indicada pelo lesado, a empresa de seguros disponibiliza o veículo de substituição pelo período estritamente necessário à reparação, tal como indicado no relatório da peritagem.

            A questão prende-se com o ponto 6 no qual tenho o carro na oficina da marca e a reparação será de aprox 5 dias. Entretanto como estamos em periodo de ferias, associado a um volume de trabalho elevado na oficina, estes dizem que só me conseguem dar a minha viatura reparada para o inicio de Agosto. Tenho direito a viatura de substituição (pela seguradora) até à reparação do veiculo, ou de apenas mais 5 dias que é o estimado pelo perito para a reparação?

            No caso de ter direito, qual a lei/decreto que me dá parecer favoravél.

            Obrigado,

            Nuno

          • Olá Nuno, realmente tem razão, apesar de já termos respondido à sua questão, não nos foi possível responder mais cedo.

            Tudo o que cita está correctíssimo. No entanto, é preciso perceber que existe formas diferentes de ser indminizado com uma viatura de substituição.

            Quando é responsável pela ocorrência do sinistro:

            Quando a sua apólice de seguro tem contratada a cobertura particular de viatura de substituição para situações de sinistro, ou seja, acidente de viação.

            Quando é lesado sem responsabilidade no sinistro:

            É neste capítulo que o lesado pode ser indminizado por diferentes formas.

            Num caso em que o lesado dispõe só de um seguro contra terceiros, ele terá direito à viatura de substituição, fornecido pela companhia de seguros do outro interveniente e pelo prazo que decorre do dia seguinte ao do sinistro até ao dia da conclusão da reparação ou até ao dia em que a companhia de seguros determina que a viatura do lesado vai para perda total.

            No entanto, nem sempre as companhias de seguros fazem propostas de indeminização equilibradas e que os lesados entendam ser o suficiente para que a sua normal qualidade de vida seja reposta. Neste propósito, o lesado não aceita a proposta, faz uma contraproposta e a companhia de seguros não aceita, o processo terá de ir para instâncias jurídicas. Quando isto acontece, o processo arrasta-se por um determinado período de tempo e durante esse período o lesado vai ter despesas de mobilidade. Então neste quadro, terá o lesado ou seu advogado de estimar um prazo de duração desse processo e fazer o pedido de indeminização por despesas relacionadas com a mobilidade com base no custo por quilometro, tal como determina o Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

            Isto posto, deverá o lesado e seu advogado fazer uma estimativa dos quilómetros que vai fazer durante esse período e adicionar esse valor aos restantes valores envolvidos no pedido de indeminização.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • lina viegas

    dia 8 junho tive um acidente da qual nao fui culpada o outro condutor vinha em contramão e acusou 1-38 de alcool chamei a gnr e ele foi a tribunal houve dois feridos ligeiros dia 9 participei a minha companhia de seguros e a dele nao me deram carro de emprestimo o seguro dele e o bess porque o carro deu perda total dia 11 enviaram carta peritagem condicional para dia 12
    dia 23 perda total 3183.45 informacao intercalar o carro e um fiat punto de 1996 andam a enrolar e eu e a minha filha temos que andar a pe e pedir carro emprestado queria saber se eles sao obrigados a emprestar um carro e o que significa o decreto lei 137,2010 e a mha mae nao esta melhor

    • Olá Lina Viegas, antes de mais queremos agradecer o seu post.

      Pedimos que reformule o seu post. Está difícil de o compreender.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Oriencio

    Olá a toda a comunidade “noticias.automoveis-online.com”.

    Tenho umas questões que não encontrei em lado nenhum da Internet.

    Na reparação de um veículo sinistrado onde são subsituídas peças danificadas por novas:
    O cliente tem direito a decidir se pretende ficar com as peças antigas em vez da oficina as “reciclar” por lei?
    Caso de uso do seguro de danos próprios com ou sem franquia e seguro de terceiros sem culpa:
    O cliente mantém esse direito ou é obrigado a prescindir de todas as peças danificadas e substituídas. Ou seja, o cliente deixa de ser dono das peças antigas a favor da seguradora? E esta tem direito a decidir o que fazer com elas?

    Caso o orçamento preveja a aplicação de peças originais como poderei ter total garantia que o veículo levou as ditas peças originais e não outras com valor na fatura idêntico ao do orçamento definitivo da seguradora?

    Agradeço antecipadamente pelo vosso revolucionário apoio ao consumidor 😉

    • Olá Oriencio, antes de mais obrigado pela sua participação.

      Respondendo à sua primeira questão, por lei, as empresas têm de reciclar as peças que substituem e ficam com elas. Mas, se as solicitar, não vemos qualquer impedimento nisso. Contudo, existem peças que quando danificadas, servem como moeda de troca para baixar o preço das novas peças.

      Segundo ponto, a companhia é dona das peças que substitui, ela é que decide o que fazer com elas. Repare que o lesado quer ter a viatura repara, e, a companhia de seguros vai indemnizar a sua reparação, ou seja, vai pagar pela substituição das peças velhas e danificadas, logo terá direito a ficar com as velhas.

      Terceira questão, a garantia total de peças originais está na factura que a empresa reparadora lhe emite. No entanto, pode sempre ocorrer o facto de lhe ser emitida uma factura com descrição de colocação de peças originais e na verdade, foram-lhe colocadas peças de concorrência. Neste caso, só terá de reclamar junto da companhia de seguros o facto e denunciar a oficina, essa sim, única responsável pelo facto.

      Para provar que as peças são de origem, teria de solicitar a seu custo, que as peças substituídas fossem desmontadas à sua frente e de algumas testemunhas para atestar a sua origem.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Oriencio

        Agradeço pela vossas respostas explicitas!

        Em caso de acidente de danos próprios, mesmo pagando franquia perde-se o direito a qualquer parte das peças a substituir?
        A empresa reparadora não me quer entregar qualquer factura nem das peças nem da mão de obra. Diz que a garantia é dada pela seguradora e as facturas são emitidas para a seguradora. É realmente assim?
        Tenho direito a uma cópia das facturas originais que a empresa reparadora teve de comprar na “loja das peças”?

        Votos de boa continuidade,

        Oriencio

        • Olá Oriencio, vamos por partes.

          1) Quem dá garantia sobre a reparação, nunca é a companhia de seguros mas sim a oficina;

          2) Não tem que perder direito às peças, tem direito é que ver o seu carro reparado em conformidade;

          3) A empresa é obrigada a dar-lhe um documento relativo à reparação e que descrimine todas as peças que levou e qual a garantia que tem.

          Cumprimentos,

          A Equipa AO

          • Oriencio

            Obrigado mais uma vez!

            Esse documento e a garantia é uma factura, conseguem ser mais explícitos de como esse documento deverá ser entregue?

            A oficina desconhece esse tipo de documento…

          • Olá Oriencio, o documento é uma factura sem valor final. Esse é o documento que lhe vai servir de garantia no futuro. Esse documento, a oficina deve juntar a cópia junto da factura original, aquela que eles têm de enviar às companhias de seguros.
            Caso não o queira fazer, isto é, caso não queiram emitir essa factura, têm de lhe dar uma garantia de 24 meses sobre todos os órgãos que foram reparados.

            Cumprimentos,

            A Equipa AO

  • joao bruno

    bom dia, nao sei se alguem me consegue de ajudar… mas pelo menos tento, dia 7 de julho tive acidente de mota 125cc com um veiculo pesado de mercadorias numa rotunda, ninguem se deu como culpado e tive que ir receber tratamento hospitalar, entretyando ja tive alta e estou indo trabalhar, mas sem veiculo, de boleia, transportes, como der, um dos requesitos necessarios deste emprego era ter transprte proprio para as deslocacoes. gostaria de saber se tenho direito a algum veiculo de subtituicao?! pois quando liguei disseram-me que poderia alugar um veiculo e posteriormente mandar a factura para analise deles… mas o tempo alongan-se e eu nao tenho uma fortuna para andar a alugar carro por minha conta. obrigado cumprimentos e boas resolucoes de problemas :p

    • Olá João Bruno, vamos directamente ao seu assunto. Desde que você não seja dado como culpado, você tem direito a uma viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao do sinistro.
      Na companhia de seguros, diga que quer uma viatura de substituição e pretende que o pedido de viatura de substituição seja feito por eles mesmo. Eles que reservem a viatura e que lhe digam qual o rent-a-car que tem de ir levantar a viatura.

      Não se esqueça que, caso venha a ser dado como não culpado, tem direito a pedir que lhe sejam pagas todas as despesas hospitalares, roupa e equipamento danificado no acidente e desde que você consiga provar que a viatura que tinha é ferramenta de trabalho, pode pedir indemnização por perdas de exploração.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Cláudia

    E passo a citar o sucedido:
    No passado dia 19 de Julho, tive um acidente em Frielas junto ao edificio da Traquinolândia.
    Eu vinha da IKEA quando entrei na reta já em Frielas e sempre em marcha lenta devido ao facto de andar à procura do edificio já referido e de não ter a minima ideia onde seria o sitio.
    A partir do momento que consegui avistar o placar do anúncio da Traquinolândia, iniciei a sinalização para a esquerda e lembro-me de ter reparado num portão de um terreno vedado que ficava à minha esquerda. Fui reduzindo ainda mais a marcha e quando me aproximei da entrada para o parque à minha esquerda, reparei que tanto o carro que vinha de frente como o carro que vinha de trás ainda se encontravam longe. Mas numa questão de segundos quando viro efetivamente à esquerda, o carro que vinha no mesmo sentido do que eu, colidiu comigo, levando-me a embater num carro que se encontrava estacionado à minha direita, e que devido ao facto de já não conseguir ter controlo na direção do meu carro, não o consegui desviar do carro estacionado, conseguindo apenas travar o mesmo.
    Devido à velocidade excessiva do carro que me bateu, o mesmo depois de me bater, subiu o passeio da sua esquerda indo apenas parar junto dos semáforos que se encontram mais à frente nessa mesma estrada.
    Uma senhora ia a sair do edificio, e ia levando com esse carro em cima.
    Eu com a força fui embater no carro que estava estacionado.
    Quando me dirigi ao Sr. para lhe pedir os dados, este começou-se a querer exaltar parando apenas quando o marido da minha testemunha lhe pediu para se afastar e deixar-me com as minhas filhas, que seguiam comigo no carro.
    Depois de tudo ter passado e ao falar com os donos do carro onde fui bater, ele informaram-me que o Sr. do carro que me bateu, tinha sido levado pela policia.
    Vim a saber de pois que ele realmente tinha álcool no sangue, dentro do permitido, mas tinha.

    Bom, a n-seguros, seguradora do carro que me bateu, deu-me como culpada, mas sinceramente não entendo o porquê e quero que tudo seja visto.
    Já falei com os peritos das outras companhias mas com a minha ainda não falei com ninguém pessoalmente. Os peritos das outras companhias foram ver o carro a minha não foi…
    Pedi para falarem comigo e ouvirem o que tenho para dizer e ainda nada.
    Agora, perguntei como é relativamente ao meu carro, a minha companhia disse-me que vou ter de pagar a permanencia do meu carro, desde que o carro entrou até hoje.
    Bom sinto-me perdida e sem apoio por parte da minha companhia.
    Gostaria que me dessem uma ajuda para que eu saiba o que terei que fazer, com quem falar, o que falar, o que acharem conveniente, até mesmo darem uma opinião quanto ao acidente.

    • Olá Claúdia, não lhe podemos dizer muito, a não ser que pode recorrer ao apoio judiciário da sua companhia de seguros. Na nossa opinião, não o deveria fazer.
      Achamos que seria mais prudente, recorrer à ajuda especializada de um advogado independente, para a ajudar a resolver esse problema.
      Repare, a Claudia refere que o outro condutor foi colhido pela policia, mas, não refere se a policia levantou auto, tirou medidas, se havia marcas de pneus no chão e se havia qual a dimensão das mesmas, entre muitas outras coisas.
      Parece-nos que há algo que não está muito bem descrito no seu comentário e que lhe pode estar a prejudicar e muito.

      Repare, para não falar nos danos com o carro, estamos a falar de danos de mobilidade, qualidade de vida, danos corporais, suas e relacionadas com as filha, entre muitas outras coisas. Se o condutor tinha álcool no sangue, mas, era o valor permitido por lei, a companhia de seguros dele não se vai poder colocar de parte no processo.

      Então recomendamos que procure um advogado para a ajudar e vá à polícia e solicite uma cópia do Auto de Polícia.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • catarina afonso

    ola boa tarde..no dia 15 de maio de 2014 sofri um acidente de viação.uma carrinha citroen berlingo que circulava a minha retaguarda embateu na traseira do meu veiculo, uma mitsubishi space star. eu seguia no meu veiculo com os meus dois filhos, um menino de 3 anos e uma menina de 23 meses(ambas as idades referem-se a data do acidente), transportando-os no banco traseiro do meu veiculo em cadeiras apropriadas para as idades e com o respectivo cinto de segurança,eu precisei de imobilizar o meu veiculo para dar assistencia a minha filha que se encontrava indisposta e nao havendo local para retirar o veiculo completamente da faixa de rodagem, tive que encostar o mais possivel a direita, fazendo o respectivo sinal de pisca. no entanto, o condutor do outro veiculo nem sequer se apercebeu que eu estava parada e embateu com bastante força no meu, projectando-me cerca de 25 metros para a frente na faixa de rodagem. do acidente resultou um ferido que foi a minha filha tendo sido transportada pelo inem para o hospital local, onde lhe foi feito raio-x e tac.depois dos resultados dos exames, a minha filha foi enviada para o pediatrico de coimbra com um traumatismo craniano e um hematoma, onde permanecemos durante 15 dias. o meu veiculo ficou completamente danificado atras e tambem nas portas laterais. o outro condutor foi dado como culpado após avaliaçao de peritos e o meu veiculo foi dado com perda total. contudo, ate a presente data ainda nao cheguei a acordo com a seguradora do outro condutor, pois a avaliaçao inicial que eles me deram foi de 1750€ de valor venal e 250€ no salvado. mas o valor de uma carrinha igual a minha no eurotax é de 2850€. aquilo que eu pretendo saber é quanto tempo tem a seguradora para me resolver esta situaçao do meu veiculo. é que entretanto ja comprei outro carro mas ainda nao recebi rigorosamente nada, nem sequer as despesas enquanto eu estive no hospital. muito obrigada e so vos contactei agora porque so descobri o site ontem atenciosamente catarina afonso

  • Filipe Oliveira

    Olá, tive um acidente em que nao fui culpado, e a companhia do cullpado do acidente mandou um perito avaliar o carro, um VW Lupo de 1999. O arranjo fica perto dos 5000 euros, e querem dar 1750 euros com salvado incluido de 250 euros. Supostamente o valor da viatura é de 2500 euros, mais coisa menos coisa mas como a viatura tinha ido à inspeçao e tinha reprovado estando ainda no periodo legal para a sua regularização, alegam que desvaloriza (em quase 1000 euros)!!!

    Ora… apesar das coisinhas mínimas, o carro estava em excelente estado em termos de mcanica e por esse valor nao consigo comprar um carro que me garanta a mesma qualidade e conforto….. ainda tentei negociar mas lá me falaram na lei de 2007 que segundo eles os deixa de parte no conserto da viatura…. a DECO e até a minha companhia de seguros me disseram que não havia muito a fazer… devo reclamar e pedir o conserto da viatura?

    Cumprimentos

    • Olá Filipe Oliveira, sabe que o facto de estar a circular com um carro com inspecção reprovada não é abonatório a seu favor.
      No entanto o que lhe recomendamos é o recurso à ajuda de um advogado, caso contrario pouco terá a fazer.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • aline

    vinha do meu trabalho em direção a minha casa quando meu carro simplismente rodou na pista, e em seguir parou …quando veio outro carro e embateu atras do meu. Sem saber porque meu carro perdeu o controle, desci, e a senhora que me embateu disse que a pista tinha uma grande piscina de óleo….chamamos a polícia, fiz na minha seguradora uma participaçao. Até que a polícia achou o senhor do caminhao, onde foi a seguradora assumiu as responsabilidades, mas, agora tenho ja a peritagem que deu perda total, mas, que esta a espera que a compania diga que assume ou nao. Enquanto isso, estou de baixa médica, fui completamente abaixo e fora dores nas costas e braço. Eu que não tive culpa do derrame de óleo e nem do embate por trás, estou a espera …dia 14 fazem 10 dias, ja liguei a deco, ,mandei e-mails, e estou cansada de pedir um carro para me deslocar, a minha filha comeca escola segunda dia 15/06/14 e ainda tenho processo parado, mas nao ha nada que eu possa fazer???? mesmo nao tendo culpa de nada, e tendo perda total? e se o medico me der alta dia 17/04/14 trabalho como????

    • Olá Aline, pedimos desculpa, mas gostaríamos de saber se nos descreve uma situação que ocorreu em Portugal ou no Brasil?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Idalina Santos da Cunha

    Olá a todos.
    O meu Toyota Yaris incendiou no passado dia 25/08 quando estava estacionado à cerca de 5 horas. Tenho seguro contra danos próprios que pago mensalmente à Tranquilidade. Avaliaram o veículo por um valor bastante inferior ao de mercado, mas é o valor que consta na tabela de desvalorização da apólice, segundo diz a seguradora. Será que posso exigir o valor de mercado? E tenho que continuar a pagar o seguro, sendo que depois do acidente já paguei uma menalidade no dia 6/9 e já recebi uma fatura do pagamento do próximo mês cujo período de validade é de 6/10 a 5/11?
    Cumprimentos

    • Olá Idalina Santos Cunha, se não quiser procurar pela ajuda especializada de um advogado, terá que aceitar os valores propostos pela companhia de seguros. A informação que nos coloca à disposição é muito diminuta, pelo que se torna muito difícil dar-lhe mais alguma orientação no deve fazer.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Veronica

    Exmos Srs.

    Um muito obrigado pelo vosso site, acreditem que ajudam muitas pessoas numa grande aflição.
    Encontrei quase todas respostas sobre meu caso, que As seguradoras não querem que nos sabemos.

    Venho por este meio solicitar informação em falta sobre meu acidente.

    Fui vitima de um acidente de viação …que resultou algumas lesões, tanto a nível físico , financeiro e profissional!
    Físico são lesões nas costas e ombro, financeiro é que eu tenho suportado todas as despesas e a seguradora há alguns meses que não me reembolsa, tendo muita dificuldade em pagar as minhas prestações , profissional porque não posso trabalhar a 100%…

    No dia 12/07/2014 tive um acidente, enquanto parei atrás d/um carro, qual parou para dar passagem ao um veiculo d/frente p/fazer a curva. O 3º veiculo bateu violentamente nas minhas traseiras, com força d/embate o meu carro bateu n/carro d/frente. Por esta causa d/ choque entre dois viaturas as minhas costas também sofreram um choque – nas zonas: d/pescoço- ate ficei uns segundos em escuro e não conseguindo sair d/carro; d/peito,braço- ombro direito e d/cintura.
    Ela (condutora ) – culpada queria fugir ( já deu marcha atrás para ir embora, mas como foi hora d/”ponto”- nao deu e com ajuda da outra condutora d/veiculo d/frente, que eu bati ).
    Liguei para 112, e chamei o GNR eles perguntarem se preciso INEM sé há feridos eu disse, que estou em choque, mas já esta a passar e acho que não vale pena, que não assim tão grave-recusei ( pensei que vai passar). Mas até ao fim do processo com GNR Autos ( o AUTO sobre minha viatura por me escreveu um d/autoridades, porque não estava em condições p/escrever-as mãos estavam a tremer d/choque, stress etc.) sobre 3 viaturas – já senti dor n/costas. que quase não estava segurar-me em pé, mas informei-me aos autoridades o que devo fazer e eles disseram que posso ir ao urgências ou ao um medico privado especializado.
    Como era um Sábado, quase 20.30 h, decidi ir ao medico privado especializado Osteopata, mas só n/2ª feira ( ele não trabalha n/Domingo ), porque ainda pensei a verificar como vai ser o meu estado no Domingo d/manha sé vai se passar como os restos d/choque, mas no Domingo d/manha foi obrigada a tomar a paracetamola p/dores e fui a trabalhar- sou recepcionista.
    Sobre a viatura – já está tudo concluído, mas foi tudo com minha força d/vontade (d/seguradora só foi comunicação sobre acidente e danos corporais n/inicio p/outro seguro): telefonemas 3 vezes por semana para os dois.
    Entretanto na 2ª feira fui directamento ao medico e a seguir ao Seguradora.
    Seguradora disse-me para continuar a fazer o meu tratamento, “Saúde é principal” , juntando todas as facturas e declarações d/medico, e eu continuei a fazer. O medico passo-me declaração d/incapacidade temporária d/14/07 até 20/07 e encaminhou-me para Centro d/saúde, entretanto no dia 17/07 fui p/Centro d/saúde ao medica d/família uma vez que disse, que era acidente de viação. Fiz os exames todos a coluna e não tenho nada, mas tou cheia de dores vim medicada do hospital mas não consegui ir trabalhar ainda e a medica passo baixa até dia 20/07, mas como doença natural – e eu não sabia, como devia ser escrito, só quando fui ter com uma averiguadora ela chamo-me atenção.
    E depois quando a seguradora pediu-me Declaração sobre subsidio d/doença não recebido n/estes datas d/Seg.Social inspectora d/SS informou-me que tenho dirigir ao Centro d/Saúde para fazer rectificação para /Doença Directa.
    Você já reparou quantos passos eu fiz sozinha sem ajuda d/Seguradora, mas ela podia-me informar sobre tudo no inicio….Que pena que encontrei O VOSSO SAIT SÓ AGORA…podia evitar tantos erros…

    Eu sou viúva e já tenho certa idade-39, tenho um filho ao meu cargo com 20 anos, está acabar um curso e fazer o estagio.
    Uns anos atrás juntei-me com namorado, e planeamos engravidar – no inicio d/ ano fizemos todos exames e testes. Quase tudo bem – só devia fazer uma cirurgia PLANEADA ambulatória ( MAS ANTES D/ACIDENTE GINECOLOGISTA INFORMOU-ME QUE DEPOIS D/CIRURGIA POSSO ENGRAVIDAR PASSADO 1 MES ), qual foi feita no dia 25/07/2014 a seguir D/ACIDENTE, QUE TROASSE-ME COMPLICAÇÕES N/CIRURGIA, POR CAUSA D/STRESS, QUE AFECTOU NO CORAÇÃO.
    E MAIS,… AGORA ESTOU VIGIADA E TRATADA PELO ORTOPEDISTA PRESTADA P/COMPANHIA DOS SEGUROS, ELE PASSO-ME INCAPACIDADE P/TRABALHAR 25% ATÉ 30/09 E INFORMOU-ME: QUE DEPOIS DOS TODOS TRATAMENTOS E DOS R-X,… SÓ POSSO PENSAR EM ENGRAVIDAR P/APROXIMO ANO. ( e com minha idade tenho dias contados…)
    Imagina a nossa desilusão…
    E para melhor recuperação aconselhou-me fazer hidroginastica, qual não pode ser incluída n/tratamentos e reembolsada…
    Já recebi uma proposta Provisória d/1ª parte das despesas : d/facturas d/medico privado, d/Centro Saúde e um vale sobre ( km ) feitos em deslocações, e assinei – é provisório, porque ainda tenho IPT 25% p/receber etc. está certo?

    V/POST:” quando as pessoas sofrem danos corporais, nunca mais na vida ficam em perfeitas condições, pelo que as companhias serão obrigadas a indemnizar o lesado.”

    1. Só quero confirmar sobre d/um d/V. postes:” na nossa opinião o senhor deveria interpelar a sua companhia de seguros e pedir o apoio jurídico que esta tem ao seu dispor por via das condições gerais da apólice de seguro.”- eu tenho direito o apoio jurídico?
    2. Até dia d/hoje 17/09 não recebi nada, será companhia de seguros terá de mim pagar 1ª parte d/indemnização e com juros de mora?
    3. Qual é valor d/indemnização Seguradora vai-me pagar sobre perdas salariais porque o meu salário base é 700 euros, mais subsidio d/alimentação e mais o prémio d/ produtividade ( será sé existe uma tabela com valores aproximados, sobre baixa e IPT 25% ) ?
    4. Sera sé tenho direito e como posso calcular a indemnização do dano moral sobre : em resultado do sinistro sofrido, ficei impossibilitado de ter a mesma qualidade de vida, por ter problemas de saúde, que mim permitisse fazer o que fazia e às horas que quisesse fazer etc. ?

    V./ POST: ” companhia de seguros e para além de todos os tratamentos, a companhia de seguros
    terá de pagar as despesas de tratamento de recuperação e eventuais indemnizações”

    5. Como posso calcular o valor das despesas de tratamento de recuperação e eventuais indemnizações a companhia de seguros terá de pagar ?

    Agradeço antecipadamente pelo vosso revolucionário apoio ao consumidor.

    • Olá Veronica, antes de mais obrigado pela sua questão. Antes de mais queríamos dizer que não foi fácil entender o que escreveu. Contudo, e para resumir tudo de forma simples, rápida e directa, dizemos-lhe que o seu assunto deveria ser tratado por um advogado. Parece-nos que não está a ser bem conduzido e que você está a ser penalizada.

      1) Tem direito ao apoio jurídico da sua companhia de seguros, desde que, essa cobertura faça parte da sua apólice de seguros. Contudo, achamos que seria melhor contar com o apoio de um advogado independente;

      2) Achamos que deveria ter solicitado uma viatura de substituição e ter considerado todas as perdas associadas ao que o sinistro lhe veio causar;

      3) Isso será sempre com base na lei e determinado por Juiz;

      4) Tudo depende do processo e da forma como o vai conduzir. Continuamos a dizer que deve pensar no apoio de um advogado independente;

      5) Tem de pedir facturas de tudo e apresenta-las à companhia.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Veronica

    E MAIS UMA PERGUNTA: E sé vou planear a engravidar – tenho fazer todos exames d/novo é o tempo… e as despesas… etc. ?

    • Olá Verónica, essas despesas à partida serão da sua conta. Mas foi como já lhe respondemos, tudo depende do advogado que contratar e da forma com o processo possa ser gerido.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Vasco Rodrigues

    Eu tenho uma questão a franquia e aplicavel em caso de perda total ou dedutivel na indemnizaçao final da perda?

    • Olá senhor Vasco Rodrigues, em ambos os casos a franquia é um valor assumido por sua conta e risco, ou seja, é um valor que você assumiu suportar em caso de sinistro, no acto da contratação de seguro.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Vítor

    Olá,
    Hoje a carrinha que costumo conduzir, e que é da minha irmã, foi assaltada. Partiram o vidro, roubaram o auto rádio, o meu GPS e três óculos de sol. Chamei a PSP que tomou conta do ocorrido. A carrinha tem seguro contra todos os riscos e a minha dúvida é: a que tenho eu direito por parte da seguradora? A substituição do vidro e auto rádio, o valor dos óculos e GPS, ou não tenho direito a nada e tenho de assumir todo o prejuízo?

    Obrigado

    • Olá Vítor, tudo tem a ver com as coberturas da sua apólice. o entanto, se tiver a cobertura de furto ou roubo, todo o que foi roubado de dentro da viatura está coberto e a companhia de seguros tem que o indemnizar por isso.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Maria Amalia Balbino Marques

    Boa noite, agradecia imenso que me ajudassem no seguinte assunto, pois já não sei mais o que fazer.
    No dia 5/9/2014 o carro do meu filho sofreu um acidente,o meu filho é menor e com 100% de incapacidade, alias o carro foi comprado ao abrigo da lei do deficiente.
    Não era eu que conduzia o carro no momento do acidente, mas sim uma amiga que esta devidamente autorizada pela alfandega para poder conduzir o carro, ela ficou ferida e teve que ser assistida no hospital, esta agora a ser atendida no hospital santa Maria, no Porto, mas como acidente de trabalho, porque em relação ao acidente do carro foi dito que toda e qualquer despesa que ela fizesse, quer em ir ao medico quer em medicamentos era da responsabilidade dela, por esse motivo accionou o seguro de acidente de trabalho, uma vez que foi na hora do almoço.
    Esta a ser tratada como já disse anteriormente, a fazer fisioterapia e hidroterapia, mas não lhe fizeram um único exame, apesar de ela se queixar com terríveis dores de cabeça, pois o embate foi bastante violento.
    A culpa foi do outro condutor, não parou numa rua com stop e bateu no carro causado despiste e o carro foi embater de frente num poste.
    Entretanto pedi varias vezes carro de sustituiçao, porque necessito mesmo do carro, para levar o menino a escola e aos tratamentos, comuniquei lhes a deficiência do meu filho e os transtornos que me estava a causar.
    Como disse o acidente foi no dia 5-9-2014, andei de táxi com o menino ate ao dia 16/9/2014, dependi da boa vontade dos vizinhos e do taxista, para me ajudarem. No dia 16-9-2014 dirigi me a Europcar e aluguei um carro, com uma mala grande pois transporto sempre a cadeira de rodas e os sacos para os respectivos tratamentos e a pasta da escola. o Aluguer é de 1379 euros por mês e esta a acabar um mês de aluguer, ou seja no dia 16-10-2014 terei que renovar o aluguer ou então contar com a boa vontade dos vizinhos e dos amigos.
    O carro do meu filho é um Dacia Duster de 14/2/2012 com 30000 km, aluguei um renault megane, porque não tinha muita escolha e era o que tinham disponível com a mala grande.
    Entretanto a Axa, companhia de seguros do senhor que bateu, enviou me um oficio a dizer que o veiculo foi dado como perda total e avaliavam o carro em 12 e tal euros e havia uma empresa de salvados de Lisboa que daria 4 mil e tal que perfazia 16990 €, valor comercial do carro, valor indicado por eles.
    Continuei a pedir carro de sustituiçao e nada e ainda dizia que todas as despesas que fizesse eram da minha inteira responsabilidade, fui inclusivamente atendida de urgência no hospital por 2 vezes, devido a toda a situação de me ver sem carro e sem posses para fazer face as despesas. Fui a Axa levar já algumas despesas, pois o dinheiro faz me falta, mas entretanto vieram devolvidas.
    Contratei um advogado porque pareceu me que nao estava a ver a situaçao encaminhada. No fim do mês de Setembro recebi um oficio da Axa a dizer que assumiam o acidente em 100%, mas nem por isso me deram veiculo de substituiçao.
    o que eu reclamei foi que queria ver a situaçao resolvida e que queria que me dessem o valor comercial do veiculo que eles proprios avaliaram em 16990 euros, todas as despesas com taxi ate ao dia 16-10-2014, despesas da minha entrada no hospital por 2 vezes, despesas com o Notário e IMTT para a aquisição de um carro novo, novamente adquirido em nome do meu filho e ao abrigo da lei do
    deficiente, e veiculo de sustutuiçao ate ao dia em que o meu filho sair do stand com um carro novo mais as despesas de aparcamento do carro na oficina em que esta desde o dia do acidente e ainda a despesa do gasóleo, pois o carro tinha atestado o deposito no dia anterior ao dia do acidente.
    e o respectivo cancelamento da matricula que nestas situações é obrigatório para poder adquirir um veiculo novo.
    A companhia informou o advogado que não pagaria as despesas do táxi e só pagariam o carro de sustituiçao ate ao dia 16-10-2014 e depois eu que me arranjasse, ate porque iria sair beneficiada com a acidente, uma vez que fui isenta dos impostos.
    Mas quem me isentou dos impostos foram as finanças, eles terão que me dar o valor comercial do carro independentemente do regime em que o carro foi comprado, certo?
    sera que posso confiar que eles vão mesmo cancelar a matricula? porque fui avisada no IMTT que teria que ser eu a levar o carro a um centro de desmantelamento e ficar com um documento a dizer que o carro foi abatido.Sinceramente não me parecem de confiança.
    Estou desesperada porque tenho que entregar ou renovar o aluguer e voltar a pagar, neste momento estou a pagar e muito para trabalhar.
    O que devo fazer?

    • Olá Maria Amalia Balbino Marques, vamos começar por partes.

      Se a sua amiga, está legalmente habilitada para conduzir essa viatura, a companhia de seguros, nunca poderia incumbir-se de qualquer responsabilidade, a não ser que essa informação não tenha sido prestada na data da contratação do seguro automóvel.
      Isto posto, ao accionar o seguro de acidentes de trabalho da sua amiga, estão aceitar as condições da companhia de seguros.

      Quanto a esta citação, “Esta a ser tratada como já disse anteriormente, a fazer fisioterapia e hidroterapia, mas não lhe fizeram um único exame, apesar de ela se queixar com terríveis dores de cabeça, pois o embate foi bastante violento.”, a sua amiga só tem de ir ao hospital público e dizer que teve um acidente de viação e que entende que a companhia de seguros não está a tratar do assunto com o cuidado que o mesmo requer e que tem muitas dores e que pretende ser observada no hospital e fazer o exames que acharem por direito fazer para determinarem não só o seu real estado de saúde, bem com, o melhor tratamento para o seu total restabelecimento.

      Quanto à viatura de substituição, faça um mapa criterioso de todos os quilómetros que fez, quer profissionalmente, quer em regime de lazer. Depois, faça os cálculos referente ao custo por quilometro, para isso deverá recorrer ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Quanto ao cancelamento da matricula, a senhora tem de assinar um documento para que a companhia de seguros mande cancelar a matricula. Contudo e uma vez que tem advogado, deveria solicitar ao senhor Dr., que assegurasse que a matricula seria cancelada.

      Quanto às despesas que teve com o sinistro, e ao que a companhia diz sair beneficiada com o sinistro, tem que forçar o seu advogado, no sentido de este defender os seus direitos. Uma vez que existem danos que não estão indemnizados. Entendemos que a sua amiga, deveria recorrer à ajuda especializada de um advogado, para que fosse indemnizada por todos os prejuízos que lhe foram causados.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Sonia Almeida

    Olá Boa tarde
    Desde já os meus parabéns pelos assuntos aqui retratados. Gostaria de pedir a vossa ajuda/opinião sobre o meu caso: no passado dia 8 de outubro, na IC19, colidiram com o meu veículo, fazendo com que este fosse projetado e ainda embatendo nas barreiras de segurança. O resultado foi a imediata imobilização do carro, ainda assistência médica ao meu filho de 1 mês que ia no carro, e fiquei imediatamente sem forma de me deslocar. No dia de hoje, após ter telefonado por diversas vezes, desde o dia a seguir ao acidente, para a seguradora do outro interveniente (responsável pelo acidente), para averiguar a atribuição de veículo de substituição (que não tive direito), enviaram me por email o resultado da peritagem que foi feita no dia 14/10. Foi dada a perda total do veículo (Volvo S40 base / Gasolina e GPL/ 2001), propondo um valor de 2880 euros de indemnização, deduzindo 300 euros de salvado. Eu considero que este valor é bastante baixo, considerando o tipo de carro que era, seguro! e claro o que significava para a nossa vida, e considero que não levaram em conta o facto de ter investido nele um Kit GPL. Será possível reclamar o valor do Kit GPL? Será o valor venal deste carro, o valor que me propõem? Ainda por cima na 6ª feira anterior tinha tido uma manutenção no valor de 200 euros. Com o valor que me propõem não vou nunca conseguir comprar um carro com as mesmas características, e o meu marido trabalha por turnos, o que significa que não há transporte em alguns horários. Posso reclamar o valor gasto em transportes desde o dia do acidente? Se me puderem dar uma “luzes” agradecia.
    Obrigada e os meus melhores cumprimentos,

    • Olá Sónia Almeida, quanto à questão da viatura de substituição, deveria ter ido a uma rent-a-car e alugado um automóvel com características semelhantes à sua. Depois, deveria levar o contrato de aluguer à companhia responsável pelo sinistro. Se o tivesse feito, a postura dessa companhia seria outra seguramente.
      Quanto ao valor da sua viatura, se não concorda com ele, porque acha que com o valor de indemnização não consegue comprar uma viatura igual, que não só lhe garanta a mobilidade, segurança e que lhe seja restituida a sua normal qualidade de vida, só tem de não aceitar o valor, recorrer à ajuda especializada de um advogado e reclamar indemnização pelo valor de reparação da mesma.

      Uma vez não atribuída a viatura de substituição, terá direito a ser indemnizada por quilometro percorrido. Ou seja, tem de fazer um relatório exaustivo de todos os quilómetros que percorreu, desde que acorda, ou seja, sai de casa para desenvolver todas as suas tarefas de quotidiano, até se deitar. Registe todos os quilómetros, inclusive os que faz em regime de socialização. Depois, faça os seguintes cálculos, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro e a base legal é o Decreto-Lei n.º 137/2010.

      Existe outro facto que não se deu conta, se o seu bébé teve danos corporais, a questão é, foi ao hospital com o bébé? Se não foi, vá a um hospital público e relate o sucedido, peça exames ao hospital e dessa forma pode obrigar a companhia de seguros a prestar assistência médica não só ao bébé como a si mesma, desde que faça o mesmo, bem como a que lhe seja dada uma indemnização pela via dos danos corporais.

      No entanto, recomendamos que procure um advogado para lhe dar apoio.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Márcio

    Olá a todos.

    Encontrei este site enquanto efectuava umas pesquisas sobre demoras nos seguros em casos de sinistros e aqui vim parar, e venho ver se consigo obter ajuda.

    Peço a citar o que me aconteceu, sofri um sinistro no dia 13/10, uma senhora saiu de um estacionamento, sem olhar e sem assinalar a marcha, e acabou embatendo na minha viatura que circulava normalmente na respectiva faixa.

    O impacto foi forte, principalmente com a roda do lado direito, (local onde se deu o imapcto), tanto que com o imapcto, o carro da respectiva senhora foi embater em outro que estava estacionado.

    O carro que estava estacionado pertence a uma escola de condução, em que o mesmo se encontrava no local do acidente, e todos preenchemos a resptiva folha amigavel, visto que ela se deu por culpada, e tendo toda a logica conforme o respctivo instrutor informar no local do acidente.

    Até aqui tudo certo, agora o problema está com a companhia de seguros, desde o dia do impacto, o carro ficou com vibração no volante, o que me nego a conduzir a viatura neste estado, solicitando a viatura de substituição a companhia de seguros da pessoa que me bateu no carro.

    Disseram-me por telefone que só depois de aberto o processo e feita a peritagem, é que me poderiam fornecer viatura de substituição, alem do atraso da respctiva peritagem, que so foi efectuada no dia 17/10 )até esta data o carro esteve parado numa garagem, disseram-me após a peritagem que o veiculo estava em bom estado de circulação mas que tinham de apurar responsabilidades que pode demorar 30 dias e que então me forneciam carro de substituição.

    Liguei para a companhia de seguros, informaram-me a mesma coisa, mas que apos insistencia minha, informaram que pagavam todas as despesas de deslocação que tivesse, neste periodo de tempo que tivesse sem viatura,

    Reterei o carro da oficina e a caminho de casa, o carro parou de funcionar, liguei para a minha seguradora que por sinal foi muito rapida, e em 5 minutos o reboque chegou-me ao local para levar de novo o carro para a oficina para apurarem se a avaria se deu pelo sinistro.

    Liguei de novo para a companhia de seguros da mulher que me embateu, e mandaram-me informar por email que a viatura parou de funcionar apos a peritagem, lá enviei um email a unica resposta que recebo por parte da seguradora foi a mesma que por telefone que me pagavam todas as despesas de transporte enquanto a viatura estivesse parada.

    Dito isto, deixei então o carro na oficna da marca, e liguei para algumas rent a car para alugar uma viatura, tendo em conta que o processo pode demorar cerca de 1 mes até apurarem culpados como dizem, o aluguer da viatura pode chegar aos mil euros, e como é obvio não tenho esse dinheiro para esbanjar assim do nada.

    Transportes publicos não existem nos trajectos que faço, andar de taxi todos os dias também não é solução pois so numa so viagem o taxista cobra cerca de 40€, nisto tive mesmo de pedir carro emprestado a minha namorada fazendo ja um grande sacrificio para se conseguir consiliar tudo.

    Pensando eu que pronto estariam as coisas semi resolvidas por 30 dias, tenho agora a oficina a me ligar a informar que se a viatura está lá parada, tem um custo de ocupação do local todos os dias imputado ao cliente.

    Com isto tudo entro em desespero não é, a custa do acidente tenho tido custos acrescidos, transtorno, stresse, e ainda me põem a informar que tenho de pagar por la ter a viatura parada.

    Que faço nesta situação?

    é que pelo que ja pesquisei, ja vejo que o custo de mão de obra do conserto da viatura, será superior ao valor comercial do carro, mas eu investi dinheiro no carro recentemente, tinho levado bateria nova, travoes e discos novos, pneus novos, desempenagem e pintura de jantes, tendo eu até as facturas de todas as obras efectuadas no carro, pondo o mesmo muito a cima do valor comercial do mesmo, pois pelo ue ja pesquisei o valor que me irão ofecerer sera inferior ao que o carro vale, e ja estou a prever outro stresse para o futuro e isto se ainda não arranajarem uma desculpa para ser eu ainda o culpado.

  • Nuno

    Caros,
    Artigo e opiniões bastante pertinentes, mas, pelo bastante que li, não encontrei a seguinte situação:
    – Vamos supor que tive um acidente sem culpa (sou o lesado) e as companhias aceitam pagar os danos da minha viatura, no entanto, o meu motor já está com alguns kms e estava a pensar vender antes do acidente, onde o valor rondava entre os 1500 e 2000€.
    – O orçamento da reparação é de 1000€, tenho um tipo que está disposto a dar 1000€ pelo carro conforme está após o acidente e antes de reparar.
    Posso solicitar à seguradora o dinheiro da reparação (e assumir a respetiva desvalorização) e vender o carro sem reparar?

    Obrigado
    NF

    • Olá Nuno, sim pode. Para isso terá de ir à oficina onde está a sua viatura, solicitar o relatório de peritagem original para entregar na companhia. Uma vez na companhia, entrega o relatório e diz que quer receber o valor de indemnização.
      Nota: se o valor atribuído à reparação, 1000€, for com IVA, terá que levar uma factura com o IVA descriminado para que a companhia de seguros lhe pague o IVA. Caso contrário, o valor a receber seria 813€.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alex

    Boas, tive um despiste à noite numa via com iluminação, o meu veiculo foi contra um poste e rodopiou para o meio da auto estrada, a frente ficou destruída, o motor parou, o sistema eléctrico também. Saí do carro e a mala não abria por estar ligada ao sistema eléctrico e assim não consegui tirar o triângulo. Liguei para o 112 a descrever a situação, passados uns 3 a 4 minutos vem um camião que não se desviou como outros carros e pesados que se desviaram e bate contra o meu carro e arrasta-o por 50 metros e só pára contra a berma da estrada tendo o meu carro sido considerado perda total. Neste caso de quem é culpa. Obrigado

    • Olá Alex, tendo em conta o seu relato, parece-nos evidente que a via iluminada a que faz referência é uma auto-estrada.
      Quanto a quem é a culpa? Colocando o assunto desta forma, o único culpado é o camionista. Isto porque, o senhor Alex será multado por não ter cumprido as regras previstas no Código de Estrada, sendo autuado por isso e o camionista é responsável pelo sinistro porque circulava com velocidade excessiva.
      Entende-se por velocidade excessiva, sempre que um condutor não consegue deter a sua viatura em segurança no espaço livre à sua frente. Esta regra aplica-se independentemente da velocidade que circula. Repare, se circular a 20 km/h e mesmo assim, não consegue evitar um acidente, determina-se que a pessoa estava a circular com velocidade excessiva.
      Mas, o mais importante é recorrer à ajuda especializada de um advogado e com essa ajuda proceder à recolha de prova.
      Primeiro, deve solicitar à Dekra uma peritagem automóvel, eles têm a capacidade de provar que a viatura estava com falha eléctrica, facto que o impossibilitou de assinalar o sinistro. Depois, deverá solicitar o uso das gravações que são feitas nas auto-estradas.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alexandre

    Bom dia

    Tenho uma questão simples que se prende com a apresentação de despesas de transporte.
    Durante o periodo de imobilização do veiculo (período ao qual não está atribuído o de substituição), foi efetuada despesa com um voo doméstico – Portugal, pela companhia RYANAIR, que “não passa fatura”, apenas um recibo onde está descriminado o valor com as taxas inerentes. Esta questão foi levantada por muitas associações de contabilistas em fóruns, sobre o processamento de despesas com viagens em companhias “lowcost”, e nos mesmos se conclui que o recibo junto com o bilhete pode ser apresentado/justificativo das despesas

    Pergunto se esta despesa pode ser apresentada nesta modalidade (recibo + bilhete) e se a mesma é prontamente assumida como despesa de transporte com a respetiva ação pecuniária, juntamente com todas as outras despesas.

    Já agora, qual o prazo para apresentação de todas as despesas decorrentes da imobilização do veiculo próprio?

    Obrigado.

    • Olá Alexandre, embora pareça uma questão simples, para nós não o é. Isto porque, é a primeira vez que nos colocam esta questão. Mas, temos dúvidas se a companhia de seguros vai assumir essa despesa, ao abrigo da obrigação “viatura de substituição”. Isto porque, quando a companhia de seguros não coloca à disposição do lesado uma viatura de substituição, o lesado pode pedir um valor de indemnização para as questões de mobilidade. Mas, essa indemnização é calculada com base no Decreto-Lei n.º 137/2010, que faz referencia ao pagamento de um valor por quilometro feito. Para efeitos de cálculo, o valor a cobrar são 0,36€ por quilometro. Assim sendo, entendemos que deva fazer um mapa dos quilómetros percorridos.

      As despesas têm de ser apresentadas antes de o processo ser encerrado.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • ORY

    Boas , venho aqui colocar a seguintes questao , sofri um acidente da qual a outra parte se deu como culpada , o arranjo da viatura fica em 400 euros , poderei eu solicitar à seguradora que em vez de pagar o arranjo me de o dinheiro?

    • OLá Ory, pode sim. Tem de se dirigir à oficina e pedir o original da peritagem e entrega-lo na companhia de seguros e solicitar que lhe seja paga a indemnização.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Nuno

    Boa Tarde !Gostaria de obter uma ajuda vossa!
    No passado dia 11/11/2014 sofri um acidente de viação após o condutor ter saltado um stop ficando com a frente do meu motociclo destruida , o casaco e capacete danificado e eu com hematomas fortes , inclusive houve um desmaio (nem sequer me lembro o impacto). Como gato escaldado de agua fria tem medo ,decidi falar com um advogado sobre o sucedido pois na oficina alertaram-me logo que a reparação seria superior ao valor comercial do veiculo e que a companhia não ia nessa. Acontece que fui aconselhado pelo mesmo a não olhar tanto para o valor material das coisas, que por ai não ia a lado nenhum,pois iam-me dar só o valor venal da moto e ponto final mas sim antes para os danos sofridos pela minha pessoa ,quer fisicamente quer mentalmente .Essa sim deveria de ser a estratégia para poder ter direito a um valor justo.Gostaria de saber a vossa opinião pois parece-me que não é bem essa via que defendem .obrigado!

    • Olá Nuno, quem melhor que um advogado para lhe dar esse conselho? É um facto que é mais fácil construir um processo com base nos danos físicos e mentais do que nos danos materiais. Mas, o seu advogado saberá bem que existe sempre a possibilidade de não aceitar a indemnização que lhe é proposta para a viatura e restantes danos materiais.
      Mas, existem outras indemnizações que não deve de todo descurar, como por exemplo a viatura de substituição. No entanto, não querendo utilizar o termo estratégia, pensamos que se sofreu danos corporais e mentais, deve exigir todos os tratamentos que tem direito e as devidas indemnizações.
      Note: Não somos advogados nem queremos nem podemos ser. Aconselhamos que recorra sempre à ajuda especializada de um advogado.
      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Nuno Albuquerque

    Bom Dia,
    tenho umas dúvidas que gostaria se possível de ser esclarecido. Eu ontem fui vitima de um acidente rodoviário, em que não fui o culpado. Como necessito de um veiculo para ir trabalhar, contactei a minha seguradora no sentido de me ser disponibilizado um veiculo de substituição. Pedido esse que me foi recusado, pois só são disponibilizados os mesmos em caso de AVARIA e não por ACIDENTE, MESMO QUE NÃO SEJA O RESPONSÁVEL PELO MESMO. Isto é legal mesmo ? É que isto parece-me um pouco surreal e até mesmo anedótico ! Outra questão é, se o valor for superior ao arranjo do mesmo, como proceder nestas situações ? Porque o meu carro é um VW Golf GTD de 1991, logo a companhia quererá certamente dar me uns tostões pelo carro, se não for mesmo para abate, situação que logicamente não é do meu interesse.

    Agradeço desde já toda a ajuda que me possa ser disponibilizada nestas minhas dúvidas, muito obrigado .

    • Olá Nuno Albuquerque, à sua pergunta a reposta é, tudo depende da forma como solicitou a viatura de substituição.

      Se pediu à sua companhia de seguros uma viatura pelo motivo de avaria, a sua companhia está no seu direito de recusar porque o motivo não foi avaria, mas sim, um sinistro pela via de acidente de viação. Neste caso teria de requerer à companhia de seguros do outro interveniente uma viatura de substituição. Se lhe recusarem o pedido e desde que tenha a certeza de que não é culpado, o Nuno vai a um rent-a-car e aluga uma viatura e apresenta na companhia de seguros do outro interveniente a factura e o respectivo contrato de aluguer.

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • ricardo vilasboas

    Boa noite se me pudessem ajudar na resuloçao do meu caso ficaria muito grato a questao e a seguinte. Tive um acidente no qual eu nao acho que tenho culpa nenhuma.
    eu ia na minha faixa de rodagem quando me deparei com um veiculo parado em segunda via pareia para deixar passar os veiculos da faixa contraria depois de eles passarem sinalizei a manobra de ultrpassagem quando estou a efectuar a mesma ja com o meu veiculo a entrar na faixa contraria o veiculo que esta atras de mim lembrase de me ultrapassar embatendo na porta lateral esquerda frente agora o meu seguro imputa 100 por cento responsablidade ao veiculo que me embateu mas o seguro do mesmo nao assume responsablidade sendo que eu perciso do veiculo para me deslocar para o trabalho se me pudessem ajudar agradecia a policia foi ao local obrigado

    • Caro senhor Ricardo Vilas Boas, quem vai determinar a responsabilidade do sinistro é a companhia de seguros. No entanto precisamos de saber se a sua participação foi um IDS – Indemnização directa ao segurado ou se foi uma reclamação à companhia do outro interveniente?

      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • bruno

    reduzi a marcha do meu veiculo, em obediencia a um outro que estava parado a minha frente em um cruzamento, quando um terceiro veiculo colidiu na minha trazeira projetando meu veiculo sobre a trazeira do primeiro, agora a cia do terceiro veiculo quer pagar somente o conserto da trazeira do meu veiculo e nao a parte frontal. . isso é correto?

    • Olá Bruno, apesar de a sua exposição não ser a mais clara, a companhia de seguros terá de suportar os custos com todos os danos.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alexandre

    Bom dia.
    Estive envolvido num sinistro em outubro em que, na posição de terceiro lesado, apresentei à seguradora despesas referentes a danos causados pela privação do meu carro ou de outro de substituição (essencialmente transporte).
    Apresentei os dados e documentos para o pagamento da indemnização via carta registada com aviso de receção, tendo esta sido recebida em 25 de novembro 2014.
    Até hoje, 09 janeiro 2015 ainda não recebi nenhuma resposta da seguradora.
    Telefonei para o call center na semana passada e disseram que tinha sido emitida proposta em 30 dezembro 2014.
    Telefonei novamente esta semana e informaram que o envio foi a 31 janeiro…

    Visto ter efetuado a apresentação de despesas em 25 novembro 2014, qual o prazo para a seguradora proceder ao pagamento da indemnização ou apresentação de proposta (no fundo, formalizar contacto com o terceiro lesado)?
    Parece-me um exagero… estava a contar com essa verba para ter um natal minimamente digno… Nem natal nem Reis!…

    Poderei/deverei apresentar reclamação ou a seguradora ainda está dentro dos prazos legais (ou não existem prazos para o pagamento destas despesas)?

    Obrigado e bom ano 2015

    • Olá Alexandre, não deve reclamar mais nada à companhia de seguros, uma vez que a mesma não lhe dá resposta.
      Deve sim, intentar uma acção em tribunal contra essa companhia e conjuntamente com o seu advogado exigir não só a indemnização a que tem direito pelos danos que sofreu, bem como, todos os custos que teve e continua a ter em virtude dos danos sofridos até à data por o problema não se ter resolvido.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Leonor

    Boa tarde
    No passado dia 9 de dezembro de 2014 sofri um acidente. Estava parada no sinal vermelho e um carro, não parou e bateu-me na traseira do meu carro. Alguém chamou a polícia e também o INEM. Fui para o hospital onde foi diagnosticado traumatismo na regiao occipital. Saí no próprio dia. Não foi grave mas ainda hoje, um mês depois, me doi a cabeça. O meu carro foi dados como perda total. Não tive direito a carro de substituição antes da peritagem porque foi acionado o inem. Depois da peritagem também não porque o perito deu o carro como perda total. O carro, dizem eles, vale 1795€, o valor do salvado é de 455€ e eu tenho de optar entre 1795 e fico com o carro ou 2250 e vendo o carro. Reclamei do valor e propus 2700€ que é mais ou menos a reparação do carro numa oficina que não a marca. Recebi hoje uma carta da Companhia de seguros dizendo que assumem 100%de responsabilidade, que irei brevemente ser contactada pelo sector de acordos, que no âmbito do n.º 1 do artigo 37º da lei 291/2007 entendem não ser necessária avaliação do dano corporal e que a ordem de reparação do meu carro deve ser dada por mim para a oficina onde ele está. Infelizmente eu não sabia que podia bater o pé e querer que o carro fosse arranjado na marca (não conhecia o V/ site).
    Ora bem, para além do valor que eu propus (2700€ para arranjo do carro) a minha vida, durante um mês, foi um caos. Na minha casa só tenho este carro que apesar de ser de 2001 era um excelente carro que nunca tive qualquer problema com ele. Não usei taxis porque tinha de investir muito dinheiro todos os dias para ir trabalhar e para ir as compras, etc. Então pedi a amigos, familiares que me têm dados as boleias que preciso. A gasolina tem sido à minha conta, claro, e os favores nunca mais os pago.
    O que eu queria perguntar era se eu podia pedir uma indemnização dos prejuízos, chatices e incómodo que tenho tido durante este mês sem que tenha de submeter uma ação em tribunal. Uma ação em tribunal implica gastos com advogados e processos judiciais. Se for eu a negociar com a seguradora que tipo de argumentos posso expor. Além disso, eles dizem que entendem não ser necessária avaliação do dano corporal. Na verdade não parti nada mas a cabeça ainda hoje me doi e sinto dormência na parte onde bati.
    Se puderem ajudar-me agradeço. Não tenho mediador de seguros, a minha companhia disse que me dava apoio jurídico mas já lá vai mais de uma semana e não me dizem nada.
    Obrigada
    Leonor

    O

    • Olá Leonor, antes de mais, quem sabe da sua saúde é você e mais ninguém. Se há data do sinistro você se encontrava bem e após o sinistro apresenta sequelas, essas têm de ser tratadas e assumidas pela companhia de seguros.
      Deve, agendar uma reunião com um advogado para perceber se vale a pena ou não intentar uma acção contra esta companhia. Na nossa opinião é que deve avançar.

      Ficamos sem perceber se mandou arranjar o carro ou se optou pelo valo que a companhia de seguros lhe propôs. Contudo, Entre o dia do sinistro e o dia em que foi deliberado perda total, passaram alguns dias. Dias esses que têm de lhe ser pagos no que à mobilidade diz respeito. E para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Quanto aos danos corporais, consulte um advogado e vá em frente.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • André Cabral

    Boa noite, conto aqui uma história que se desenrola e não vejo solução para tal gostava de saber o próximo passo a dar.

    Acontece que, no dia 06/04/2014 tive um sinistro numa estrada do município de Penafiel e, como o normal, chamei as autoridades que, por sua vez tomaram conta da ocorrência.
    Estando a estrada em mau estado, pertencendo a mesma ao Municipio e ouvindo a opinião das autoridades decidi reclamar o sinistro e como o normal num sinistro fi-lo à seguradora, neste caso à seguradora da Câmara Municipal de Penafiel, com prévio aviso a essa mesma.

    Seguindo os passos que me foram indicados por parte da levei o carro para oficina para que fosse feita a peritagem.
    Dia 08/04/2014 é realizada a peritagem na oficina, peritagem essa, feita por um perito da Seguradora que, pediu para que fosse enviada a factura para a seguradora. Dei ordem de reparação à oficina e, esperei por uma resposta por parte da Seguradora.
    Passado algum tempo sem obter uma resposta, decidi contactar a seguradora para um esclarecimento do que estava a decorrer para justificar todo o tempo que se tinha passado e, após vários telefonemas foi-me dito que para terminar o processo e receber o valor da reparação faltava apenas a resposta da Câmara Municipal que, já tinham contactado por vários meios mas continuavam sem resposta.
    Achando estranho essa atitude por parte da Câmara Municipal voltei a contactar a seguradora encontrando o processo já num responsável superior que me deu a informação que eles não tinham contactado directamente a Câmara Municipa mas sim o escritório que trata do seguro para a Câmara.
    Decidi ir à Câmara Municipal saber o porquê de não existir uma resposta onde abriram um processo para tratar das coisas internas (achei estranho) e chegando à conclusão que a Câmara Municipal não tinha sido informada da minha queixa à seguradora , calculo que o tal “mediador” de seguros não os tenha passado a informação, sendo um assunto que não é de meu respeito.

    Mais tarde sou contactado pela Câmara através de telefone a pedir-me uma nova digitalização da factura correspondente ao serviço prestado pela oficina pois a digitalização enviada pela primeira vez não estava legível. Acontece que, a factura original foi enviada para a seguradora, a pedido do seu perito e, neste momento a oficina apenas tem em sua posse uma cópia da mesma. Sendo o meu pedido recusado por parte da seguradora quando os contactei a pedir que me enviassem uma cópia da mesma.
    Voltei a deslocar-me à oficina e fiz uma melhor digitalização da mesma enviando novamente para a Câmara Municipal. Sem obter resposta por parte da Câmara Municipal decidi contactar-los através de telefone no dia 31/12/2014 , onde me foi dito que quem tratava desses assuntos não estava de momento presente no edifício da Câmara Municipal de deixando o meu contacto para me poderem contactar mais tarde.

    Acontece que após este ultimo telefonema já passou mais um mês e já enviei 2 emails para a Câmara e um para a seguradora.
    Faz este mês 9 meses desde o sinistro já passaram.
    Estou a pensar em deslocar-me à Câmara e fazer uma queixa por escrito mas a verdade é que penso que o problema tenho que ser resolvido entre a seguradora da câmara e a câmara. E por fim a seguradora da-me uma resposta a mim. Chegaram até a dizer-me que estava tudo pronto para me pagarem só faltava o parecer da Câmara. No entanto já compus a carrinha mas não me vou dar ao trabalho de compor a estrada que, continua igual.

    Gostava de saber a vossa opinião
    Cumprimentos

    • Olá André Cabral, a questão é, a Câmara Municipal de Penafiel tem ou não seguro válido? É que se tem, então quem tem que responder pelo dano é a companhia de seguros.
      Peça ajuda especializada de um advogado e juntamente com ele exija à companhia de seguros ou à Câmara Municipal de Penafiel, uma indemnização pelos danos que lhe estão a causar, nomeadamente os de mobilidade e perda de qualidade de vida. Para os de mobilidade e para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Adelino Nogueira Torres

    Bom dia.No dia 10-1-2015 ,estava a entrada de uma rotunda,e enquanto cedia passagem a uma condutora ,vem um condutor alcoolizado,que me abalrroou atirando-me contra essa condutora.No local ,e perante as autoridades,assumiu a culpa.Posto isto a minha companhia de seguros,que e a mesma do culpado, deu perda total a minha viatura,com um valor de 2000 euros,1550 em dinheiro e 450 pelo salvado.Nao estou de acordo ja que para comprar um carro igual pedem 3000 euros.O que devo fazer?
    obs: O carro e um Toyota Yaris VVTI ,AC;Jantes Liga Leve.1999 com 175000 Km

    • Olá Adelino Nogueira Torres, o seu caso não é muito diferente de alguns que já respondemos. Basicamente tem de informar a companhia de seguros que o seu negócio não é compra e venda de viaturas e que a sua também não está à venda e que a quer reparada. Para isso, tem de garantir que uma determinada oficia auto lhe repara e garante que a mesma fica em conformidade e que para isso é necessário um determinado montante.

      A companhia vai declinar, rejeitando a sua posição. Vai ter de recorrer a um advogado e intentar uma acção para resolver o assunto. Tente através do Cimpas.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Daniel

    Boa tarde,
    Tive este mês um acidente em que a culpa é minha. O carro é novo e tem apenas 8 meses e o seguro é contra todos os riscos.
    O concesionário deu perda total do carro e agora a seguradora está a informar-me que me quer pagar o “valor de mercado” da viatura que obviamente não me permite substituir o veiculo por outro igual.
    Já estive a analisar o contrato e a seguinte alinea é a unica em que encontro alguma coisa relevante a esse assunto:
    “O veículo seguro atrás mencionado encontra-se sujeito à tabela de desvalorização a seguir indicada, salvo se o mesmo tiver menos de cinco (5) anos de matrícula à data da celebração do presente contrato de seguro, situação em que o capital seguro se manterá inalterado nas três (3) primeiras anuidades do contrato, sem prejuízo da aplicação das cláusulas relativas à Redução e/ou Reposição de Capital em caso de Sinistro.”
    Conseguia explicar-me o significado desta frase? Isto tem influência no valor que terei a receber ou apenas no que pago?
    Caso tenham outra informação que me possa ser util agradeço toda a ajuda que poder dar já que nunca tinha tido nenhum acidente e estou um pouco sem saber como tratar das coisas.
    Desde já agradeço a ajuda.

    • Caro Daniel, o problema que você tem com a companhia de seguros é o que todos os clientes têm, ou seja, as companhias usam e abusam do meandros da lei para resolverem os problemas a seu favor e vencem os clientes pelo cansaço. No entanto, entendemos que vai ter sempre de recorrer à ajuda especializada de um advogado.

      Não tem que aceitar a perda total da viatura e que não aceita o valor proposto, uma vez que, o valor avançado pelas companhias de seguros é um valor comercial e isso pressupõe que queira vender a viatura. Mas, não é isso que o Daniel quer.
      O que esse alinea quer dizer é que a companhia de seguros tem de lhe pagar a viatura em caso de perda total pelo capital que está assegurado. Depois é preciso saber se a sua apólice tem a cobertura de substituição do veículo pelo valor de novo.

      O ideal é consultar a ajuda especializada de um Precisa de advogado?.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Luís Afonso

    Desde já felicito-vos pelo site, pela excelente matéria e pela vossa ajuda tão preciosa, que considero ser um serviço público de extrema relevância.

    Tal como inúmeros casos já aqui apresentados, também eu me sinto injustiçado e impotente perante o ‘modus operandi’ sinistro e ardiloso das companhias de seguros.

    Fui vítima de um acidente sobre o qual não tenho indubitavelmente qualquer responsabilidade, tendo ficado sem o meu veículo que tanto estimava e uma proposta miserável da seguradora do culpado.

    Factos:
    No passado dia 3 de Março pelas 7h50 da manhã uma carrinha de distribuição de pão, com notório excesso de velocidade, não deu prioridade a um veículo que entrava na rua e ao embater neste, a carrinha capotou e veio abalroar o meu veículo que estava correctamente estacionado. Felizmente, no meio deste sinistro digno de um filme de acção, ninguém sofreu danos físicos.
    Depois de muitos registos vídeo e fotográficos e das devidas diligências, fiz diversas exposições por e-mail e contactos telefónicos para tentar agilizar o processo, porque esta situação causou-me e continua a causar um enorme transtorno, sendo que, acabei hoje de receber a carta com esta triste notícia: o carro foi dado como Perda Total pela seguradora do culpado (Açoreana Seguros), pois a estimativa de reparação é de 4644,63€, o valor venal do veículo de 1600€ e o valor do veículo danificado é de 185€. Fazendo as contas, a seguradora apurou um valor final a receber de 1415€!!! Fiquei estupefacto!!!
    Infelizmente as contas da seguradora não traduzem em números, nem de perto, nem de longe, a realidade de quem perdeu o seu bem.
    Fez precisamente no dia do sinistro 1 mês e 1 dia que comprei o veículo já usado, com muito esforço e com o suor do meu trabalho. Procurei muito para encontrar o que precisava pelo valor que podia pagar. Muito embora seja um carro com 18 anos contava apenas com 68000 km’s e estava, na minha modesta opinião, quase novo em todos os aspectos, extremamente bem estimado para a idade. Mas o mais importante é que servia perfeitamente para as minhas necessidades e dado o seu estado ‘semi-novo’, dava-me garantias de funcionar na perfeição por uns largos milhares de kilómetros e por muitos anos.
    Neste momento, pelo valor que me estão a tentar incutir certamente não irei encontrar outro tão bom como o que tinha.
    Certo é, que não posso aceitar tamanho ATESTADO DE ESTUPIDEZ!
    Em suma, fiquei sem o meu belo carro!

    Quando questionei a seguradora sobre um veículo de substituição foi-me comunicado que só teria direito caso o meu carro fosse arranjado e durante o período do conserto. Quanto a uma possível indemnização pelo facto de estar privado do meu veículo, nem sequer se dignaram a responder ao meu e-mail. Fui informado que se optasse por alugar um veículo seria por minha conta e risco e que se eu não fosse o culpado do sinistro (esta é mesmo para rir) ‘eventualmente’ assumiriam as despesas com o aluguer do veículo. Ora, isso é muito bonito, mas mais uma vez na realidade as pessoas trabalham, têm uma vida cheia de afazeres e contam com que têm e eu tinha um carro que era precioso para me deslocar ao meu local de trabalho. Infelizmente, com tenho alguns constrangimentos financeiros não tenho como avançar com uma verba para alugar um veículo, pois seria isso mesmo que faria, e nem tenho dinheiro disponível para gastar em táxis para cobrir todos os percursos que fazia diariamente com o meu carro.

    Pelo que li nas anteriores exposições, dado o desfasamento da realidade aos olhos das seguradoras, resta-me agora escrever à seguradora a rejeitar tal injustiça e caso não cheguemos a acordo terei de partir para mais um litígio.
    Enfim… haja saúde.

    Caso seja possível, gostaria de saber a vossa opinião a respeito do seguinte:

    1- Existe mais mais algum procedimento que eu deva ter em consideração antes de entrar em contacto com a seguradora a repudiar a proposta apresentada.

    2- Será justo pedir o valor do arranjo, mais o veículo salvado e um valor de indemnização por cada dia que estou impedido de circular com o meu veículo.

    3- Para além de apresentar as despesas de deslocação, que são físicas e visíveis mediante a apresentação das facturas, durante o período sem o meu veículo posso pedir algum outro tipo de indemnização por todos transtornos causados pelo sinistro? há maneira de apurar esse valor?

    Mais uma vez, muito obrigado e continuem o excelente trabalho

    Com os melhores cumprimentos,

    Luís Afonso

    • Olá Luís Afonso, antes de mais obrigado pela sua bem orientada exposição.

      1) Não tem que aceitar a perda total e exija a reparação da viatura.

      2) Se não lhe deram viatura de substituição, saiba que pode receber indemnização pelo quilometro percorrido, desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia que recebeu a carta a informar da perda total. Faça um mapa de quilómetros realizados por dia, coloque tudo, até as saídas sociais. Depois, para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      3) Terá de pedir o valor de reparação da viatura e a sua viatura e repara-la e depois submete-la a uma inspecção B. Quanto a mais indemnizações, só se arranjar um bom advogado, mas não nos parece viável.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

      • Luís Afonso

        Estimada Equipa AO,

        Desde já agradeço a vossa resposta.
        Após muitas chamadas, uma contestação da minha parte e muito tempo de espera ainda não consegui resolver o meu problema.
        As seguradoras, neste caso em particular a AÇOREANA SEGUROS, são peritas em protelar a favor dos seus interesses. Escondem-se atrás dos seus colaboradores telefónicos que dizem nada poder fazer e os gestores dos processos não têm nome, nem rosto! É vergonhoso!
        Liguei novamente hoje (28 de Abril) para saber porque razão desde o dia 8 de Abril não tinha qualquer posição relativa à minha contestação, ao qual o colaborador me informou que na carta enviada dia 24 de Abril (que ainda não recebi) não haveria qualquer alteração ao montante apurado.
        Acontece que o carro ainda se encontra no parque automóvel da oficina onde foi feita a peritagem, com o valor da sua permanência no parque a aumentar diariamente e ainda não há nenhuma resolução, pois eu não aceito os 1415€ pela perda total do meu veículo!

        Perante este cenário pergunto:

        – devo insistir na reparação do meu veículo mais uma indemnização com base nas despesas de deslocação (que posso comprovar através das facturas/recibos)? como? sabendo que só judicialmente é que terei essa hipótese.

        ou

        – devo pedir um valor inferior, custo de aquisição do carro (adquirido em 02.02.2015) + despesas de deslocação durante o período em que o processo decorre + o salvado? caso fique com o salvado quem é fica responsável pelo valor do parqueamento, eu ou a seguradora que protelou o processo?

        – a quem devo recorrer? ao CIMPAS? segundo o que li só podem ter estado envolvidos até 3 veículos e neste caso envolveu 4 (embora 2 de forma indirecta, o meu veículo que estava à frente deste).

        Começo a ficar desesperado por uma solução breve e creio que é esse o ponto que as seguradoras tanto esperam dos lesados.

        Uma vez mais agradeço a vossa sábia orientação.

        Com os melhores cumprimentos,

        Luís Afonso

        • OLá Luís Afonso, achamos que deveria já ter solicitado a ajuda de um advogado para o amparar neste seu processo complicado. Achamos que não deve ceder e lutar pelo que é seu. Deve insistir na reparação da viatura e solicitar uma indemnização adicional pelos custos que a falta de veículo lhe está a gerar diariamente.

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          Cumprimentos,

          A Equipa AO

  • edgar manuel

    Antes de mais..boa noite…
    Apesar de já ter lido muitas histórias parecidas com a minha… vou optar por escrever na mesma a minha.. Espero que me respondam..Agradecia..
    Bem, factos, tive um acidente de aviação do qual não sou culpado.. O meu embateu noutro, quando este se atravessou a minha frente…
    Mas..já me informaram através do mediador que ele(o outro condutor) deu se como culpado.. Bem, dei ordem para deixarem o meu carro numa oficina para avaliação dos danos.. Fui sabendo que o perito tem ido lá e em principio vai ser perda total.. Para mal dos meus pecados. Eu queria que ficasse como o tinha antes de ter um acidente.. Mas já sei que vão recorrer á situação do valor comercial e da percentagem(70%) que dão, de valor marginal para poderem arranjar o carro, ou dão nos dinheiro e não arranjam o carro…
    vou colocar aqui algumas questões e deem me a vossa opinião se possível:
    1- sou obrigado a aceitar os valores que eles me possam apresentar?
    2- se for para tribunal posso até ter hipóteses de ganhar a causa mas vai ser demorado?
    3- tive financiamento através de uma financiadora para a compra do carro, logo será que eles(seguradora) pagam automaticamente a financeira?
    PREOCUPAÇÕES-Será que tenho alguma palavra a dizer, resumindo… Se pagam a financeira, podem até me pagar o empréstimo do carro, mas depois fico sem carro e não vou poder fazer outro empréstimo, nem vou receber qualquer remanescente, Não sei como vai ser mesmo…
    Cumps

  • Jose Ramalho

    Gostaria que me dessem a vossa opiniao/ajuda relativamente ao seguinte asunto:
    À dias estive envolvido num acidente em que o condutor do outro veículo foi o culpado. O processo segui mais ou menos dentro da normalidade. Estava a pensar que a minha mota quase nova, com 6 km e em muito bom estado de conservação fosse reparada na totalidade. No entanto hoje quando recebi a proposta da minha seguradora e tive uma surpresa. Como o custo da reparação 6.366€, ultrapassa o valor comercial (avaliado em 5.300€), a seguradora apenas me quer indemnizar em 4.200€ sugerindo ainda a venda do salvado por 1.100€ para perfazer o valor comercial. Respondi a informar que não aceito a proposta e que exijo a mota tal como se encontrava antes do acidente, caso contrário recorreria a via judicial. Acham que estou a agir correctamente? Aconselham algum advogado? Muito obrigado
    Cumprimentos,

    Jose

  • Rita Almeida

    Boa Noite, apos ler este artigo, veio de encontra ao problema que tenho de momento e aprecisar de ajuda para o solucionar. No dia 18/04/2015, sabado passado, uma senhora ao estacionar o seu carro conseguiu bater em 4 carros, que estavam estaionados , os 2 primeiros carros tiveram o maior estrago, sendo o primeiro o meu.
    Sendo um carro com 16 anos de idade, foi feita a peritagem e deu um valor superior ao valor da viatura, ou seja ,dizem eles superior ao valor de mercado da viatura!!! Vao dar a viatura como salvado. Sendo assim o meu carro que ate estava estimado ,a andar, com as revisões em dia, com poucos kms, e tinha posto 4 pneus novos no ano passado (2014) fica inutilizao e eu sem possibilidade de comprar outro igual. Como me podem ajudar? Estou a pensar contactar também o CIMPAS e fazer a contestação.
    Obrigada

    • Olá Rita Almeida, tem de informar a companhia de que não aceita a perda total por, não querer vender o carro e necessitar dele para a usa vida do dia-a-dia. Reclame uma indemnização diferente ou lhe reparam a viatura ou têm de lhe arranjar uma viatura que seja semelhante em tudo à sua. Quanto a recorrer do CIMPAS, deverá fazê-lo mas acompanhada por um advogado.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • sandra

    Boa tarde,

    Em Setembro de 2014 o meu pai sofreu um acidente de viação, quando fazia a seu volta de bicicleta diária.

    Sofreu vários danos, foi operado ao ombro, etc..

    Não concordamos com o que veio no relatório final, as percentagens de incapacidade é bastante baixa…

    Como devemos fazer para reclamarmos? contactar com um advogado?

    Somos do distritode Leiria, podiam informar nos de um advogado que seja especializado neste assunto? Obrigada
    Cumprimentos

  • Joao

    Bom dia,

    No passado dia 31-03-2015, fui alvo de um acidente quando conduzia o meu motociclo. Desde então que tenho tentado junto da minha seguradora travar todas as diligências necessárias para provar que não fui culpado no acidente. Desde fotos, depoimentos, testemunhas, etc. Já foi feita a peritagem e segundo a oficina o valor total do arranjo ronda os 4100€. Porém a seguradora da outra viatura atribui-me responsabilidade de 50%, a minha seguradora através do apoio jurídico, que accionei após ter recebido o e-mail da outra seguradora (AXA) a definir a responsabilidade de 50%, atribui-me exactamente o mesmo. Porém continuo a não concordar com a opinião dada pelo apoio jurídico que se limitou a uma mera análise da carta da AXA. Solicitei a reconstituição do acidente à minha seguradora e neste momento aguardo por uma resposta.

    O que posso fazer mais?

    JT

    • Olá João, antes de mais aceite as nossas desculpas pela demora na resposta, mas, são muitas as solicitações.

      Na nossa modesta opinião, achamos que deveria procurar ajuda especializada de um advogado neutro, depois, deveria exigir a reconstituição do acidente, desde que tenha a certeza absoluta de que não é culpado e que não pode haver dúvida alguma quanto ao culpado.

      Por fim, com essa ajuda, ser-lhe-á possível reclamar para outras instâncias.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • José

    Boa tarde à excelente equipe e os meus parabéns pelo V. trabalho.
    Agradecia a V. ajuda no seguinte:
    Em primeiro lugar, agradecia que me informassem se as condições descritas no Artigo 41 do Decreto-Lei 291/2007 de 21/08, se aplicam às indemnizações nos acidentes cobertos por “Danos Próprios”.

    Sou o responsável pelo seguro de “DANOS PRÓPRIOS” e considerado o “condutor habitual” dum carro ( SEAT LEON 1P12U6 1.6TDI CR STYLE START/STOP, de Dezembro de 20010), que está em nome da minha filha e, era ela a condutora deste, quando se despistou no passado dia 16/05/2015 e o danificou seriamente.
    A Polícia tomou conta da ocorrência e apreendeu os documentos.
    O carro foi para uma oficina da marca para lá ser peritado e reparado.
    Após a peritagem, e a meu pedido, a Seguradora enviou-me o Email que transcrevo, não tendo eu até ao momento, recebido a carta transcrevendo esta mesma decisão:

    -“Assunto: Inviabilidade de reparação do veículo peritado.

    Exmo(s) Senhor(es),

    Na sequência da análise da documentação referente ao acidente acima identificado, vimos por este meio informar que, após vistoria à vossa viatura por CEPRES, a reparação não será aconselhável, na medida em que o seu custo de €9.476,41,estimativa é próximo do valor seguro da viatura à data do acidente, €12.777,00. Existe franquia de €450,00..

    Entretanto, e segundo proposta que nos foi apresentada, a Auto On-line, ou quem ela designar, está interessada na compra do salvado pelo valor de €7.860,00 (com validade de 30 dias após a receção desta carta), pelo que nos propomos liquidar uma indemnização global no valor de 4.467,00 ficando os salvados na vossa posse.

    O contacto para realizar a venda do salvado deverá ser efetuado com a Audatex Portugal para os seguintes contactos, telefone: 217 232 888 ou e-mail: [email protected].

    Assim, e a fim de ser emitido o correspondente recibo de indemnização, solicitamos que sejam facultadas, à Companhia, fotocópias do D.U.A., e informe o Número Fiscal de Contribuinte do seu proprietário.

    Lembramos que o seu Mediador Allianz está totalmente disponível para esclarecer dúvidas e para o apoiar sempre que necessário.

    Aproveitamos para lhe agradecer a confiança que deposita na Allianz.

    Com os melhores cumprimentos,
    Allianz. Seguros de A a Z.
    Sinistros Automóvel.”
    ——————————- ——————————————————- ———————————————-

    – À primeira vista, parece-me que o carro ainda merecerá reparação e considero que com valor da indemnização não comprarei nada que se pareça com ele e respondi à Seguradora conforme transcrição que se segue:

    -“Exmos. Srs.

    Não concordo com a V. decisão de não reparação da viatura, uma vez que o valor desta é superior à reparação e tenho o direito de a receber em condições iguais às anteriores ao acidente.
    Pelo exposto, agradeço que procedam à reparação da viatura com a brevidade possível.
    Com os meus melhores cumprimentos,”

    – Ontem, dia 29/05/2015, telefonei para a Seguradora a perguntar se tinham recebido a minha resposta e se já tinham tomado alguma decisão.
    Informaram-me que como a reparação era superior a 70% do valor do carro, poderiam considerar perda total assim como se a oficina não aconselhasse a reparação. Informaram ainda que se eu reparasse o carro com peças não originais ficaria mais barato.

    Ao ler as condições particulares da apólice ainda fico mais baralhado, na parte respeitante à “Perda Total”, onde diz no capitulo II 2- 6.3:
    “Perda total económica: – A danificação total e efectiva do veículo seguro em consequência de risco coberto e em condições tais que o custo da sua reparação, ainda que tecnicamente viável, deduzido do valor dos salvados seja superior ao capital seguro do veículo antes do acidente.”
    Tentei pesquisar sobre alguma lei e fui informado que existia o Artigo 41º. do Decreto Lei 291/2007 de 28/08 onde isso era regulamentado. E, ao ler este artigo, que passo a transcrever, parece-me que é bem diferente do enunciado nas condições da apólice acima referida, embora não perceba claramente o que é decretado na alínea (c). Pelo que agradecia que os senhores me explicassem, especialmente, quando referem os 100% e os 120%. (no meu caso, o valor do orçamento é de 9.476,41 Euros; O salvado foi avaliado em 7.860,00 Euros e o valor venal é de 12.777,00 Euros).
    Artigo 41.
    Perda total
    1 — Entende -se que um veículo interveniente num acidente
    se considera em situação de perda total, na qual a
    obrigação de indemnização é cumprida em dinheiro e não
    através da reparação do veículo, quando se verifique uma
    das seguintes hipóteses:
    a) Tenha ocorrido o seu desaparecimento ou a sua destruição
    total;
    b) Se constate que a reparação é materialmente impossível
    ou tecnicamente não aconselhável, por terem sido
    gravemente afectadas as suas condições de segurança;
    c) Se constate que o valor estimado para a reparação dos
    danos sofridos, adicionado do valor do salvado, ultrapassa
    100 % ou 120 % do valor venal do veículo consoante se
    trate respectivamente de um veículo com menos ou mais
    de dois anos.

    Nestas condições a seguradora pode invocar a “Perda total económica” ?

    Poderei eu retirar o carro daquele oficina e leva-lo para outra, e aí pedir outro orçamento?

    No caso deste ser mais barato e que fique dentro dos valores dos 70% ou dos 120% anteriormente referidos, poderei apresentá-lo à Seguradora e “convidá-la” a reparar o carro?

    A interpretação apresentada no “POST” de 25/02/2014 estará correcta?

    Agradeço os V. conselhos de como deverei proceder para resolver esta questão com brevidade possível, dado que tenho prazos a cumprir e o carro me está a fazer muita falta.

    Com os meus respeitosos cumprimentos, mais uma vês agradeço a Vossa colaboração.

    Atenciosamente,

    José Borges

    • Olá senhor José Borges, antes demais queremos agradecer a sua exposição. Queríamos igualmente que percebesse que não somos advogados e não queremos praticar aconselhamento ilícito.
      Lê-mos o Decreto que referiu e concluímos que tem toda a razão.

      Queríamos saber a sua filha teve danos corporais.

      Quanto ao assunto do seu veículo, o senhor vai solicitar uma nova peritagem e noutra oficina. Numa oficina da sua confiança. Ela que o aconselhe se a viatura tem reparação e se ela vai ficar dentro dos padrões de segurança exigidos. Se a oficina lhe responder que sim, então tem todo o direito de mandar reparar a viatura.

      Tem direito a exigir uma viatura de substituição, nesta fase inicial pelo seguinte prazo:
      Os dias que decorrem entre o dia seguinte ao sinistro até à deliberação de perda total por parte da companhia de seguros.

      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Depois, caso seja provado que não há direito a perda total, a indemnização que referimos no parágrafo anterior, estende-se até que a viatura lhe seja entregue, depois de reparada.

      Não se esqueça que, se tiver outro tido outro tipo de perdas, decorrentes deste sinistro, elas são objecto de indemnização.

      Mas, prepare-se, pois é muito provável que vá necessitar de ajuda especializada de um advogado.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Maria Cravo

    Eu e o meu marido fomos vitimas de um acidente em 2007,cuja companhia de seguros do camião é Espanhola.
    O carro foi para uma oficina da Citroen no Porto, foi feita a participação a seguro direto nossa companhia de seguros e realizada a peritagem. Durante este período tivemos direito a um veiculo de substituição. Conclusão da peritagem perda total queriam enviar o veiculo Citroen c4 com 2 anos para os salvados, e indeminização, de 9 mil euros ,carro que ainda estava a ser pago a financeira« custo 19 mil euros» como não aceitamos, o meu cunhado que também é perito conseguiu com que o carro fosse arranjado, então obrigaram-nos apagar uma franquia de 330 euros Apro enquanto a companhia espanhola não paga-se a reparação do veiculo que ficou na oficina 3 semana a um mês. Pedimos veiculo de substituição foi nos dado e no fim quando fomos levantar o nosso veiculo, a oficina obrigou-nos a pagar 1500 euros pela viatura de substituição porque a seguradora não pagaria e não podíamos levantar o carro enquanto não fosse pago .eu gostaria de perguntar se ao fim de este tempo todo a seguro direto não teria que nos devolver a franquia? uma vez que a reparação foi paga. E porque tivemos nós que pagar a viatura de substituição .se eu fiquei impedida de conduzir o meu carro sem culpa nenhuma e ainda tive de pagar para me deslocar para o trabalho e minha vida? obrigado.

    • Olá senhora Maria Cravo, pela sua descrição, a responsável pelo sinistro foi a companhia de seguros Espanhola.

      Em primeiro lugar, a viatura de substituição teria que ser dada pela companhia de seguros responsável, pelo que, terá sempre de exigir a essa companhia uma indemnização pelo número de quilómetros que apresentar e realizados no seguinte período:
      Dia seguinte ao sinistro até à data da conclusão de reparação e entrega da viatura ao seu dono.
      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Neste caso, faça um mapa de quilómetros realizados, todos, desde os profissionais aos sociais e peça que lhe paguem esse valor. Quanto à oficina, ela, não tinha legitimidade jurídica para lhe apreender a viatura. A oficina aceitou efectuar a reparação da viatura, sabendo com a devida antecedência que a companhia responsável era espanhola. A oficina só tinha de arranjar e a senhora Maria assinar o relatório de entrega, documento que garante à companhia de seguros que a oficina realizou a reparação e lhe confere o direito de receber o valor orçado.

      Depois, sempre que uma oficina lhe tente ficar com uma viatura por falta de pagamento, chame a polícia. A oficina é obrigada a entregar a viatura e depois se ela quiser accionar os mecanismos legais para recebimento que o faça.

      Agora, achamos que deve ir à oficina, exigir um relatório de tudo o que foi efectuado na viatura e uma factura de valor zero referente à reparação, para que um dia mais tarde tenha de accionar a garantia de 24 meses que tem sobre a reparação o possa fazer.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Paulo Ribeiro

    Boa tarde.
    Após uma passagem pelos vários comentários, venho expor aqui a minha situação para um eventual esclarecimento.
    No dia 4/6/2015 o meu pai foi interveniente num acidente em cadeia com quatro veículos que circulavam no mesmo sentido.
    O veículo do meu pai circulava na segunda posição na retaguarda do primeiro veículo, tendo a determinada altura a necessidade de reduzir a marcha e de seguida a viatura que circulava na retaguarda do meu pai embateu na traseira do seu veículo e este na traseira do veiculo que circulava á sua frente.
    O respectivo sinistro traduziu-se em danos matérias na parte frontal e traseira da viatura do meu pai, calculados posterior pela marca em cerca de €4500

    Após a realização de todas as diligências por parte da seguradora (peritagem), a mesma a 17/6/2015 emitiu uma carta dirigida ao meu pai a comunicar a definicao de perda total.

    Citação da seguradora

    Após vistoria da viatura matricula ….., na oficina ….., efectuada pelos nossos serviços técnicos ….., verificou-se que nos termos da legislação em vigor não nos é possível dar instruções de reparação da mesma em virtude de estarmos perante um sinistro abrangido pelo conceito de perda total, pelo que não sendo possível a sua reconstituição natural, fixamos a indemnização em dinheiro, nos termos da lei.

    Nesta conformidade, informamos que para efeitos de indemnização iremos considerar o valor de €1415,00 quantitativo este correspondente ao valor venal da viatura antes do sinistro deduzido do valor do salvado, que se fixa em €85,00.
    Informamos ainda que o valor acima a referido respeitante ao salvado foi oferecido pela empresa:
    STOCAR – COMÉRCIO AUTOMÓVEIS ACESSORIOS SA , a qual se compromete adquiri-lo por aquela quantia por um período de 60 dias a contar desta data.
    Aproveitamos a oportunidade para anexar a nossa acta de liquidação a qual nos deverá ser devolvida nos termos aposto na mesma.
    entretanto, sugerimos que V. Exa entre em contacto com a oficina onde se encontra a viatura vistoriada, no sentido de regularizar a situação de recolha da mesma.
    Cumpre-nos ainda informar que, conforme disposto no artigo 42, n 2 do decreto lei n 291/2007, estando desde já a respectiva indemnização á disposição de V. Ex, cessa a partir desta data o direito a veículo de substituição.
    Serve ainda a presente para alertar V. Ex para o n 5 do artigo 41 do decreto lei 291/2007 que dispõe que, “em caso de perda total, a matricula é cancelada nos termos do artigo 119 do código da estrada.

    Fim de citação da seguradora.

    Face ao exposto, a indemnização é muito inferior ao arranjo do carro e o meu pai nao sabe o que fazer, uma vez ele quer o carro devidamente arranjado.

    Será que me pode elucidar?

    Cumprimentos
    Paulo Ribeiro

    • Olá Senhor Paulo Ribeiro, é importante que perceba que não é obrigado aceitar essa proposta. Contudo, tem de perceber que vai ter de requerer ajuda especializada de uma advogado.

      Existe um erro de fundamentação nessa citação, uma vez que o valor de abate de um carro cifra-se sempre num valor médio de 140€. Mas, não é por aí que deve fazer a sua fundamentação.

      Deve exigir reparação da viatura.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Alexandra

    Olá boa tarde,

    Desde já quero dar-vos os parabéns pelo site.
    Gostaria de fazer algumas questões uma vez que estou desesperada e não sei o que fazer neste caso.

    No passado dia 09/06 um familiar teve um acidente de viação, onde ia a circular com uma mota e o carro atravessou-se à frente, não lhe dando cedência de passagem, nem feito sinalização da alteração da marcha. Até à data o meu familiar ainda está no hospital. teve bastantes ferimentos, fez um TCE, várias hemorragias intra-cranianas, cirurgias a perna (fémur) e braços partidos, costelas, clavícula, maxilar, perfuração do pulmão e do baço, entre outras coisas. No passado dia 26/06 teve alta médica, no entanto não tem condições de viver de forma autónoma, até ontem não conseguia sair da cama para a cadeira de rodas sozinho, neste momento o hospital tem pressionado a família diariamente, apesar deste ser solteiro e sem filhos,.No entanto ele precisa de ser transferido para uma unidade de convalescença/reabilitação de forma a ter todos os cuidados necessários.
    Diariamente tenho ligado e enviado e-mail para a segurada do outro condutor que me tem respondido que estão a analisar, e que até à data não têm quaisquer provas do acidente e que o outro condutor ainda não informou a seguradora. informando-me ainda que têm 30 dias uteis para apurar responsabilidades e depois caso a culpa não seja do meu familiar têm mais 90 dias uteis para encontrar um local para ele ser transferido.
    Já foi enviada a nota de alta à seguradora, já foram feitas declarações do acidente junto da GNR que esteve no local na altura do acidente, visto este ser um ferido grave.
    A seguradora do meu familiar ainda nem respondeu ao e-mail que enviei à 2 semanas.

    Não sei como devo proceder, a minha única alternativa é aguardar??? ele precisa fazer fisioterapia diariamente, está desempregado há um ano e tem uma casa para pagar ao banco não há possibilidades neste caso de assegurar os custos inerentes a todo o tratamento que precisa neste momento.

    o que devo fazer???

    muito obrigado e continuação de um excelente trabalho

    • Olá senhora Alexandra, desde já pedimos desculpas pela demora na resposta, mas, estamos com uma lista gigantesca de pedidos de informação.

      Realmente o caso do seu amigo é extremamente complexo e penoso. Mas, não é de todo de difícil resolução. Contudo, terá obrigatoriamente de recorrer a ajuda especializada de um advogado.

      Apesar de no seu post, não termos percebido quem é que tem culpa neste sinistro, presumimos que tenha sido o outro interveniente. Neste sentido, o que tem de fazer de imediato é, informar a companhia de seguros do segundo interveniente, a seguradora do seu amigo e o ISP – Instituto de Seguros de Portugal, de que vai levar o seu amigo para para uma clínica privada e que as faturas serão enviadas para a companhia de seguros para que estes procedam ao seu pagamento. Esta informação, deveria ser enviada por um advogado.

      Acho que deveria considerar apresentar queixa no ministério público, por negligência grosseira. Mas, é como lhe dissemos, com a ajuda de um profissional da área do Direito, o sucesso resolutivo do seu problema é maior.

      Atenção que danos corporais, são alvo de valores indemnizatiórios elevados.

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  • Bárbara Monteiro

    Bom dia,

    Será que me podem ajudar?

    Tive um sinistro à quase um mês atrás…depois de peritagem ao veiculo este foi dado como perda total, a seguradora enviou-me o valor comercial da viatura assim como o valor do salvado se opta-se por entregá-lo.

    No entanto eu optei por ficar com o valor comercial da viatura, mais a própria viatura.

    Ao tomar esta decisão, comuniquei a mesma à seguradora via email que me pediu a seguinte documentação:

    – Cópia do Documento Original do Livrete e Titulo de Registo de Propriedade/ Certificado de Matricula

    . Cópia do Bilhete de Identidade

    . Cópia do Cartão de Contribuinte (Conforme D.L nº 182/2002 de 20 de Agosto, art.º 27-B. nº 1)

    . Original da Declaração para extinção de Reserva de Propriedade (Caso exista)

    . Original de Declaração a informar se a indemnização a receber se destina ou não à efetiva reparação do veículo

    . Certidão da Conservatória do Registo Automóvel a atestar que a viatura se encontra livre de quaisquer ónus ou encargos, nomeadamente de penhoras.

    Não entendo que documentos são estes nem para que servem, podem dizer-me se isto é correcto de ser pedido?

    Agradeço a vossa atenção

    Atentamente

    Bárbara M.

    • Olá Senhor Bárbara Monteiro, antes de mais pedimos desculpa na demora da resposta, são muitas as solicitações.
      Respondendo à sua questão, a companhia de seguros solicita a entrega desses documentos para puder proceder à anulação definitiva da sua matricula. Faça sempre cópia de tudo e solicite à companhia a cópia da anulação da matricula para apresentar nas finanças.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Fernando Macedo Santos

    Tive um acidente na auto estrada e a minha viatura foi perda total, no acidente a culpa foi dada ao outro condutor. a companhia de seguros enviou-me o valor da perda total mas não me quer pagar as despesas por mim apresentadas de: aluguer de viatura feita por mim a uma agência de viagens alegando que tenho que apresentar o contrato de aluguer, mas o dito contrato foi feito pela agência de viagens e a rent a car a mim foi-me passada um a factura com o valor a pagar. Será que é mesmo assim ou posso avançar com o processo para receber o de direito.
    Cumprimentos,

    Fernando Macedo

    • Olá Fernando Macedo Santos, antes de mais pedimos desculpa pela demora na resposta, mas, temos imensos pedidos de informação.

      A companhia pode solicitar a cópia de contrato de aluguer da viatura. Terá de solicitar à agência de viagens a cópia desse contrato e juntar a fatura. Contudo, pode sempre tentar com a fatura justificar o serviço, mas, a companhia pode exigir a cópia de contrato de aluguer de viatura.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • walbec

    Olá,bateram em minha traseira, quando tive que freiar bruscamente por conta do outro veiculo a minha frente que fez o mesmo. o veículo que bateu em minha traseira tem seguro, e assumiu tudo, eu fiz o ebrat, porém qdo o seguro foi acionado, ele disse que não vai pagar a minha frente, pq a batida não tem nexo com o que eu falei. sendo que não há outra versão minha.o que devo fazer?

    • Olá Walbec, antes de mais pedimos desculpa pela demora na resposta, mas, temos imensos pedidos de informação.

      Vejo que nos está a escrever do Brasil. Este artigo foi escrito para o mercado Português de Portugal. Pelo que não o podemos ajudar.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Abel Lazera

    Bom dia,

    Estou com um caso de perda total em mão.

    Tive um acidente no qual não fui culpado e que a companhia assumiu a responsabilidade a 100%, no entanto a mesma decidiu que é uma situação de perda total.
    Já me enviaram carta, apesar de muito tardia a informar os valores envolvido nessa perda total.
    A viatura é um Mitsubishi Carisma 1600GLX de 1998. É uma viatura que está estimada e em muito bom estado mecânico.
    Porque o orçamento para a reparação da mesma foi de 2475.45+ Iva (total 3044,80) a companhia (minha, pois é um sistema IDS), decidiu que é uma situação de perda total e deu-lhe uma valor venal de 900€, de salvado 555€ e propôs-me 345€ de indemnização no caso de eu ficar com o salvado. Também me prestou toda aquela informação obrigatória sobre a entrega a uma empresa, etc,etc…
    No entanto sobre a “proposta” que a companhia me fez, respondi por e-mail que não concordava e fiz uma contraproposta julgo que bastante razoável. Pois eu não pretendo me desfazer da viatura porque para além de ser uma viatura que sempre estimei e que sempre entendi que era até agora uma viatura que me satisfazia todas as necessidades com conforto e segurança. Com o valor que propus, e após várias consulta conseguia repor a viatura no seu estado antes do acidente. (viatura + 1200€). A mesma não aceitou e voltaram à carga voltando a fazer uma outra proposta vergonhosa (viatura + 500€). Só em peças e sem ir ao novo gasto cerca de 580€. Faltando depois a mão de obra.
    Já troquei diversos e-mails com a companhia, mas andamos aqui a “xutar a bola” de um lado para o outro e não se chega a conclusão alguma. Inclusive já enviei várias alternativa de viaturas iguais ou idênticas, viaturas essas que se encontram no mercado e que têm um custo médio de 2500€, a maior parte deles sujeita a garantia adicional cujo valor anda entre os 500 e 1000€. Embora eu preferisse a reparação do meu, pois esse sei em que estado está e que nos próximos anos não terei qualquer problema.
    Durante um determinado período (12 dias) deram-me viatura de substituição equivalente à minha, mas depois de comunicado a decisão de perda total não me deram mais viatura de substituição. Como tinha férias marcadas para este fim de semana tive que dar continuidade ao contrato de aluguer porque para além casa alugada e não puder cancelar, também tenho direito a descansar como qualquer um. Paguei por esse período 308,43€ e já apresentei à companhia, no entanto eles recusam-se a pagar.
    Ontem tive que entregar a viatura de substituição pois o custo com a mesma era de 51,40€ / diários e os meus recursos financeiros não me permitem dar continuidade a esse mesmo aluguer.
    Agora estou com um problema em mão, porque tenho que estar constantemente a incomodar terceiros para pedir emprestada uma viatura para poder ir trabalhar, porque é impossível desenvolver a minha actividade sem viatura, pois tenho que me deslocar para locais diversos durante o horário de trabalho e também não posso, nem eu nem a minha esposa, cumprir as nossas funções familiares, como levar os filhos a locais que eles precisam, tal como praias, treinos, jogos, e outras actividades que todos eles têm. Quando começar a escola não sei bem o que fazer. Apesar de haver transportes públicos nas proximidades, não acho que seja justo eles terem que se levantarem uma hora mais cedo e chegar a casa uma hora mais tarde porque as coisas são assim mesmo.
    As questões que coloco, e peço desde já desculpa por estar a alongar demasiado são:

    – O CIMPAS resolverá o meu problema, quer seja da reparação da viatura e também dos danos causados pela privação da mesma?
    – Como posso e o que posso exigir no que diz respeito à privação de viatura. Como quantificar o valor a exigir? Não se trata só da privação… é muito mais do que isso.
    – Estou a aconselhar-me e a pensar seriamente ir para tribunal, mas como se sabem é um caso que pode durar anos e tenho mesmo que arranjar a solução para as minhas deslocações profissionais e também da família.

    Obrigado pela vossa colaboração.

    • Olá Abel Lazera, antes de mais queremos pedir desculpa pela demora na resposta, mas, temos muitas solicitações de ajuda.

      Quanto ao seu post, queremos começar por lhe dizer que o facto de não ter aceitado a proposta foi o melhor que fez. Contudo, tem de recorrer à ajuda de um advogado, para o defender convenientemente.

      Se tem a possibilidade de reparar a viatura, desde que a reparação respeite todos os tramites legais e de segurança, a companhia é obrigada a proceder à reparação da mesma e a indemniza-lo pelas perdas que teve em virtude de estar privado do seu meio de transporte e em todo caso, de uma das suas ferramentas de trabalho.

      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      O CIMPAS pode ajudar, mas a ajuda de um advogado é sempre preciosa.

      Outra questão importante, se teve danos corporais apresente-os e faça-se valer disso.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Ernesto Santos Pinheiro Lobo

    Vivam, bom dia.

    No dia 27 de Agosto um camião c/ reboque e de matrículas espanholas bateu por trás no meu carro. O condutor do camião era português e não quis assumir a culpa pelo que tive que chamar a PSP que tratou do assunto.

    Dois dias depois a peritagem foi feita pela Allianz e ficou condicional, tendo depois recebido passado poucos dias uma carta da Allianz a informar a condição de tal peritagem (condicional).

    Até à presente data não me disseram nada, e ontem perguntei ao meu mediador o que se passava, mas eles dizem que falta resposta da companhia por se tratar de um seguro espanhol. Eu perguntei se não poderia pressionar a minha companhia Zurich,( até porque tenho protecção jurídica), tendo eles dito que por enquanto não valia a pena, até porque a minha companhia ainda não sabe de nada relactivamente a este acidente.

    Pergunto eu: Será que não está já a demorar demasiado tempo? O que deve fazer numa situação destas?

    Antecipadamente grato pela atenção dispensada, desejo continuação de bom trabalho,

    Ernesto Lobo

    • Olá Ernesto Santos Pinheiro Lobo, antes de mais queremos pedir desculpa pela demora na resposta, mas, temos muitas solicitações de ajuda.

      Quanto à sua questão, o que deveria ter feito era reclamar à sua companhia e esta é que deveria resolver o problema com a outra companhia de seguros. Deveria também solicitar ou mesmo contratar uma viatura de substituição e apresentar o contrato de aluguer e factura à sua companhia de seguros.

      Tratando-se de um embate traseiro deve ter sofrido danos corporais, danos esses que deve requerer à sua companhia de seguros o devido tratamento.

      Se a sua companhia de seguros não der resposta, deverá apresentar reclamação ao Instituto Português de Seguros e ao Fundo de Garantia Automóvel.

      Em última instância e com ajuda de um advogado, terá o tribunal europeu para resolver o problema.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Sandro Moraes

    Boa tarde. Espero que minha dúvida possa ser tirada.
    A alguma semanas minha esposa se envolveu em um acidente, onde ela esperava no cruzamento, ao visualizar o sinal verde ela foi prosseguir, quando foi surpreendida por um ônibus que invadiu o sinal vermelho (varias testemunha presenciaram o acidente, inclusive pessoas que estão dentro do ônibus e comprovam que ele invadiu o sinal vermelho) vindo a colidir na lateral esquerda do meu carro. No momento foi preenchido o BO e a laudo da SET, após minha esposa foi levada para o hospital para cuidar de uma pancada na cabeça.
    Agora vem a questão, estou como terceiro do seguro da empresa de ônibus, a carro esta na oficina e já foi periciado pela seguradora que orçou inicialmente em R$ 8.400,00, para minha surpresa a seguradora negou o conserto do meu carro devido o depoimento do motorista do ônibus que afirmou que passou no sinal amarelo (Tenho várias testemunhas que podem confirmar que ele passou no sinal vermelho). Com isso o carro esta parado e terei que acionar judicialmente a empresa, seguradora e o motorista.
    Neste casos , onde a parte causadora adota dessa manobra no depoimento para tirar sua culpa e colocar na mão da segurado o reparo do caro; Quais minhas chances de ganhar uma causa como essa??

    Grato.

    Espero que meu depoimento possa fazer parte dessa mat´ria e que possam me ajudar.

  • jose

    bom dia
    dia 2 deste mes tive um acidente de moto contra um camiao ,frente a frente .
    resultado hematoma subdural ,fratura tibia e peronio e fratura radio e cubito todas estas traturas estão com parafusos ,nestou neste momento em cadeiras de rodas.
    o perito veio avaliar a mota em 1000 eur e ficar com o salvado ,mas não estou dacordo ,a mota no mercado anda entre os 1500 a 1700 ,eur
    e penso ter direito a compensação de não ter a mota desde do dia do acidente ate ao momento reparada ou dada como perca total.
    fora a indenização dos traumas .
    sou de leiria gostava de saber que devo fazer ,obrigado

  • Luis Godinho

    Tive um acidente (sabado 31/10/2015) com o carro da minha namorada do qual não sou condutor habitual. Ainda não tenho confirmação legal mas tudo indica que não fui culpado. Seguia numa estrada nacional e num cruzamento, fui abalroado na porta traseira da esquerda por um veiculo que entrou na estrada nacional vindo de uma rua sem prioridade. Perdi o controlo do carro e bati em 2 carros que vinham em sentido oposto ao meu.
    Houve feridos, incluindo eu.
    Na passada 3ªfeira fui com a minha namorada à seguradora fazer a participação (reclamação).
    Até hoje 6ªfeira nenhum outro dos envolvidos se dirigiu à sua seguradora.
    A seguradora é a mesma (minha e de quem me abalroou).
    A peritagem foi na passada 4ªfeira. Evidentemente decretaram perda total.
    A seguradora diz que não pode disponibilizar carro de substituição até ter a participação dos outros intervenientes.
    O que faço? Espero que me contactem? Contrato advogado? O que aconselha nesta situação?
    Muito obrigado

    • Olá Luis Godinho, antes de mais queremos pedir desculpa pela demora na resposta, mas, temos muitas solicitações de ajuda.

      Quanto à sua questão, a sua companhia de seguros é obrigada a ceder uma viatura de substituição desde o dia imediato ao do sinistro até à declaração de perda total. Se não teve direito a essa viatura de substituição, saiba que pode solicitar uma indemnização por cada quilómetro percorrido. Assim, é muito importante que faça um mapa de quilómetros percorridos diariamente, inclusivé nos momentos de lazer, fins de semana incluso.
      Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

      Caso entenda que não aceitar a perda total, porque não vai conseguir com o valor de indemnização, comprar outra viatura e tenha a garantia da oficina, que a viatura depois de arranjada, garanta a sua segurança e da dos demais cidadãos, poderá exigir a sua reparação ou o acerto do valor indemnizatório.

      Quanto aos danos corporais, desde que devidamente acompanhado por ajuda especializada, ou seja, um advogado, os valores de indemnização serão seguramente muito mais elevados e facilitará a negociação do sinistro.

      Para que não seja apanhado desprevenido, aconselhamos a ajuda profissional, contratando um advogado.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • ARTUR PEREIRA ORFÃO

    Boa noite.
    Parabéns para o vosso trabalho que de alguma forma ajuda os que justamente têm sofrido com a posição tomada pelas seguradoras
    Tenho vindo a ler o que tem sido postado e ainda não me apercebi de uma situação. A situação que vou expor;
    Meu carro foi abalroado e não tive qualquer culpa. Foi-me dado como perda total. Primeiro, dois peritos sem ninguém saber de nada, dirigiram-se à oficina e simplesmente tiraram fotos e saíram sem dar qualquer justificação ao proprietário da mesma e onde confiei a viatura. Esperava-se pela equipa de peritagem para uma segunda feira e até à quinta seguinte o chefe da mesma disse que não tinha comparecido ninguém.
    Aqui, e vistas as coisas, dado que estava sem carro, telefonei para a companhia de seguros e de lá informaram que já tinha sido dada ordem de perda total. Não recebi qualquer carta até esse momento. Como andava a pé, fui alugar um carro da mesma categoria, e assinei o contrato e enviei o mesmo no mesmo dia para a mediação que de imediato fez chegar com a indicação dos valores. Daí seguiram-se vários trâmites até que 7 dias depois, por parte da mediação, sou informado que o assunto tinha sido assumido e que no mesmo dia se possível, fosse entregar o carro ao stand, para não alegarem mais despesa. No entanto, assim fiz e por meu espanto, a companhia ainda não tinha chamado a ela a responsabilidade pelo aluguer. Telefonei de novo à mediação e feitas as diligências, com alguma severidade por parte dos mesmos (mediação) em relação à companhia em questão, lá decidiram chamar a eles o valor dos dias de aluguer que já seriam 9. Vou para entregar, e sai uma questão. A companhia apenas assumiu os dias de aluguer e com o valor diário sem seguro de danos próprios. Chamo a atenção que o meu apenas tinha seguro de responsabilidade civil e algumas coberturas como a P.J., A. Viagem, quebra de vidros e ocupantes. Não tinha danos próprios.
    Como ao fazer o aluguer subscrevi estas coberturas porque me foram colocadas pela rent a car e achei que seriam uma mais valia, a seguradora recusou a pagar o valor que me foi posto a pagamento alegando que não tinha o dever de pagar esse valor, dadas as coberturas não terem essa de danos próprios.
    Pergunto? São obrigados a pagar esta importância ou não? Se sim, digam-me, por favor, com que fundamento me poderei defender?
    Obrigado.

    • Olá Artur Pereira Orfão, antes de mais queremos pedir desculpa pela demora na resposta, mas, temos muitas solicitações de ajuda.

      Quanto à sua questão, a companhia é obrigada a ceder uma viatura de substituição. A questão que nos coloca é bastante técnica, no entanto, a resolução parece-nos muito simples.
      Em primeiro lugar, deve procurar saber junto do rent-a-car se o seguro da viatura alugada tinha ou não franquia e qual o valor da mesma. Depois, saber os diferentes valores de aluguer, ou seja, qual o valor do aluguer da viatura com seguro de terceiros, “que normalmente os Rent-a-car nunca optam por essa solução”, o que só por aqui, se percebe a má fé da companhia de seguros. Qual o valor com o seguro de danos próprios com e sem franquia.
      Depois de apurados os valores, o próximo passo é, questionar a companhia de seguros de qual é o valor que esta assume para uma viatura como a sua? Sendo certo que, o senhor já mais irá abrir mão de uma viatura com as características e segmento da sua.
      Depois de lhe darem essa informação, deve comparar os preços e vai facilmente perceber que, os preços são muito mais elevados do que os preços que a companhia normalmente assume, isto porque, os rent-a-car praticam um preço diferente para as companhias.
      O que tem que fazer na nossa opinião é, informar ao rent-a-car, que quem vai pagar a fatura é a companhia de seguros xpt, pelo que devem proceder à correcção dos valores e envia-los à companhia em questão.
      Aliás, era o que o seu mediador lhe deveria ter informado.

      Para seu conhecimento, tem direito a uma viatura de substituição, a partir do dia imediatamente seguinte ao do sinistro, até ao dia em que é notificado por escrito que a companhia de seguros determinou a perda total da sua viatura. Caso contrário, terá direito até ao dia de entrega da sua viatura reparada.

      Caso a companhia de seguros não lhe tenha atribuído a viatura de substituição, saiba que pode ser indemnizado por quilómetro.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Emanuel Melo

    boas tardes tenho uma duvida bateram no meu veiculo enquanto estava estacionado no estacionamento fui contactado pela policia para me apresentar no local e quando la cheguei vi o prejuizo que me tinha causado ( bagageira do meu veiculo toda espatifada e para brisas traseiro so ficou fixo em dois pontos), no entanto a policia ja tinha recolhido os dados da pessoa que me provocou o dano, mas a pessoa em questao ja nao se encontrava la no local.
    Entrei em contacto com a seguradora para dar inicio ao processo de forma a poder ver resolvida a minha situaçao o mais rapido possivel pois necessito do veiculo para me deslocar para o trabalho, a seguradora levou depois 4 dias a entrar em contacto comigo para agendar a peritagem ligo para o reboque para me transportarem o veiculo para a peritagem e no dia da peritagem me informam que o senhor responsavel pela peritagem nao se encontra presente mas que podia circular com o meu veiculo a confiança da oficina coisa que recusei.
    Vim a saber que a pessoa que me causou o prejuizo ainda nem sequer participou ao seguro dela e que a minha seguradora ainda me questionou por varias vezes se nao teria sido eu o responsavel pelo acidente quando ainda nem sequer se deu ao trabalho ainda de pedir a psp o auto da ocorrencia. ja pedi um veiculo de subtituiçao para me poder deslocar e resposta que me deram foi que a minha apolice so me cobria um veiculo de susbstituiçao em caso de avaria, coisa que na altura da assinatura do seguro me disseram o inverso e ja por varias vezes tento entrar em contacto com a seguradora fico com a impressao que nao me querem resolver o problema e ainda uma das vezes me dirigi directamente ao balcao da minha seguradora de forma a poder ver resolvida a minha situaçao e resposta que me deram foi e passo a citar: ” Se acha que está mal mude de seguradora que a gente nao lhe deve nada” sera que me pode ajudar a disser o que posso fazer de forma a ver esse processo resolvido o mais rapido possivel

    • Olá Emanuel Melo, antes de mais queremos pedir desculpa pela demora na resposta, mas, temos muitas solicitações de ajuda.

      Tendo em conta que não nos colocou nenhuma questão, recomendamos que procure a ajuda especializada de um advogado. Isto porque, uma vez que à partida não é culpado, tem direito de uma viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao do sinistro até que a oficina lhe entregue a sua viatura reparada.

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      Cumprimentos,

      A Equipa AO

  • Armindo Ferreira

    Boa noite.
    Tive um acidente de viação em 04/10/2015.
    Foi assistido pelo hospital publico , onde me tiraram um RX e nada partido mas tinha dores e recorri a um Hospital Privado onde fiz vários exames todo à minha custa como RX Ecografia e Ressonâncias ao pé e joelho e foi detectado rotura de menisco externo e interno hospital pedi uma intervenção cirurgia desde dia 10/11/2015 e até hoje seguradora NSEGUROS nada diz ..
    Também tive perda total de viatura onde foi acordado à segunda vez o valor da perda, enviaram uma liquidação para assinar para ser feito a transferência Bancaria desde o dia 10/12/2012 até á data nada ligo e nada me dizem e também não pagam as desprezas como a renomeração do Salarial entre outras .
    Que devo fazer em relação a esta situação.

  • Olá Stephanie, em primeiro lugar não tem que aceitar os desfecho que a companhia está a tomar. Se a oficina para onde foi o carro, garantir que o consegue arranjar e que o mesmo irá passar na inspecção B que vai ter de fazer, a companhia de seguros é obrigada assumir o valor da reparação, uma vez que vocês não querem vender o carro.

    Outra questão que a nós nos parece terem descorado, a viatura de substituição. Os senhores têm direito à viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao do sinistro. Caso a companhia de seguros não lhe tenha facultado uma viatura, pode exigir uma indemnização pela via do custo por quilómetro. Neste caso, terá que apresentar à companhia de seguros um mapa de quilómetros realizados, para as funções normais do seu dia a dia, ou seja, todas as deslocações até que para o carro para dormir. Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    O prazo da utilização de uma viatura de substituição, só cessa, quando o segurado é informado por carta dessa perda total. Até lá, a companhia de seguros tem de pagar essas despesas.

    Para resolver o litígio que vai ter de travar com a companhia de seguros, para a questão da aceitação ou não da perda total, terá sempre que recorrer à ajuda de um advogado.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá José, não se compreende a posição da companhia de seguros face ao mapa de quilómetros que apresentou. Não se esqueça que ao apresentar o mapa de quilómetros, tem de apresentar as facturas do combustível que colocou.

    Contudo, de acordo com a Lei em vigor, a companhia de seguros não pode recusar o pagamento dessa indemnização. Até porque, é prova mais que suficiente que o senhor, tem de se deslocar de sua casa para o seu local de trabalho e de volta para a sua casa, sem não esquecer que, pelo meio, tem de levar e buscar os seus filhos à escola, tem de fazer as compras do dia-a-dia e fazer a sua vida social.

    Volte a forçar o pagamento dessa verba, alegando o que especifiquei no último parágrafo e caso a companhia recuse esse pagamento, vai ter solicitar a ajuda especializada de um advogado.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Manuel Macedo Sa, antes de mais, deve informar a companhia de seguros que quer uma viatura de substituição. E, que caso não lhe atribuam, diga que vai alugar uma viatura e que depois apresenta o contrato de aluguer para que eles paguem a despesa.

    Se teve danos corporais, saiba que se recorrer à ajuda especializada de um advogado, pode acelerar mais o processo e ser devidamente indemnizado.

    Quanto à questão do táxi, guardar as facturas e apresenta-las à companhia de seguros. Porém, as companhias quando pagam outro tipo de transporte, baseiam-se no autocarro.

    O ideal é fazer um mapa de quilómetros e juntar as facturas de combustível e portagens, para provar que está a fazer quilómetros.
    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Isabel Pereira, antes de mais queremos já informar que, quando um lesado quer reagir à decisão de uma companhia de seguros que decide pela via de Perda Total, vai ter de solicitar ajuda especializada, ou seja, um advogado.

    Respondendo à sua questão, não é obrigada a aceitar a proposta que lhe fizeram e se entende que até consegue noutra oficina a reparação da sua viatura por valores inferiores, pode solicitar à companhia uma nova peritagem noutra oficina.

    Pode informar a companhia que quer a reparação da mesma, desde que, a oficina em questão, garanta que depois de arranjada, a viatura vai respeitar todos os requisitos de segurança a que vai ser submetida numa inspeção B.

    Tinha direito a uma viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao da ocorrência do sinistro, até ao dia que recebeu a carta de avio de perda total.

    No caso de a companhia de seguros não lhe ter atribuído uma viatura de substituição, tem de fazer um mapa de quilómetros e registar lá, todos os quilómetros que fez, desde que acorda até que se deita, fins de semana incluso e juntar facturas de combustível que sustentem esses quilómetros. Depois, terá de o submeter à companhia de seguros e esta, terá de a indemnizar.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Java P, não sabemos responder a essa questão. Pedimos desculpa e agradecemos a sua questão.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Iuri Negara, tudo o que tem a fazer é reclamar na sua companhia que pretende que sejam colocadas ópticas nova, tendo em conta que, quem estraga velho, paga novo e o mesmo se aplica à assunção do risco a segurar.

    Caso a companhia de seguros se recuse a pagar a reparação, apresente queixa no CIMPAS.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Nuno Santos, já percebemos o que queria dizer com a peritagem, a observação que se faz dos danos que a viatura possa eventualmente ter quando o reboque pega na viatura.

    Não pode haver dois documentos, só pode haver um. Esse, o válido, tem de estar assinado por si, o outro, falso, não pode ter a sua assinatura e se a tem, é porque a falsificaram. Caso tenha a certeza absoluta disso, não levante a viatura, vá a companhia de seguros, apresente queixa, informe que vai alugar um carro e imputar os custos e vai apresentar queixa na judiciária por falsificação de assinatura.

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    Cumprimentos,

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  • Olá Ricardo Melo, se não conseguir provar que o sinistro provocou esse dano, não vai conseguir resolver o seu problema.

    Tem de fazer essa prova.

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    Cumprimentos,

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    • ricardo melo

      como posso fazer está prova? Também posso exigir uma prova da parte deles ao qual eles provem que de maneira alguma o embate transmitiria energia a peça atingida.

      • Olá Ricardo Melo, depois de a viatura arranjada, fazer a prova é extremamente difícil. Existem duas empresas que lhe podem fazer um relatório técnico. Uma delas é a Europ Assistance a outra é a Dekra. Mas, alertamos para o facto de ser extremamente difícil de fazer prova.

  • Olá Gilca Ruiz, obrigado pelo seu post. Já devia ter solicitado uma viatura de substituição. Tem direito a esta desde o dia imediatamente seguinte até ao dia em que a sua viatura fica arranjada.

    No caso de a companhia de seguros não lhe tiver assegurado uma viatura de substituição, vai ter de fazer uma mapa de quilómetro, onde vai registar a marca e modelo do carro que está a utilizar, independentemente se é seu ou emprestado, registar os quilómetros que fez desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada. No registo desses quilómetros, terá de registar os quilómetros que faz na sua vida pessoal, social, familiar e profissional.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • Olá Senhor Leandro, tem direito a uma viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao da ocorrência do sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada.

    No caso de a companhia de seguros não lhe tiver assegurado uma viatura de substituição, vai ter de fazer uma mapa de quilómetro, onde vai registar a marca e modelo do carro que está a utilizar, independentemente se é seu ou emprestado, registar os quilómetros que fez desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada. No registo desses quilómetros, terá de registar os quilómetros que faz na sua vida pessoal, social, familiar e profissional.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • Olá Leandro, a Perda Total só e atribuída quando:

    Aos olhos da Lei, considera-se Perda Total, quando se verificam as seguintes situações:

    1) O veículo desapareceu ou foi totalmente destruído;

    2) O veículo sofreu danos cuja reparação é materialmente impossível ou tecnicamente não aconselhável, por colocarem em causa as suas condições de segurança;

    3) O valor estimado para a reparação dos danos sofridos, adicionado do valor do salvado, ultrapassa 100% ou 120% do valor venal do veículo, consoante se trate de um veículo com menos ou mais de dois anos, respectivamente.
    Para estes casos, o lesado tem direito a ser indemnizado em dinheiro, no montante correspondente (i) ao valor venal do veículo deduzido o valor do salvado, se o salvado ficar na posse do proprietário; ou (ii) ao valor venal do veículo, se o veículo passar a pertencer à empresa de seguros.

    Pode ler mais sobre Como calcular perda total?

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    Cumprimentos,

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  • Olá Senhor Sérgio, quanto à questão se há advogado, a resposta é sim. Tem de ser o senhor a procurar um advogado para esses fins.
    Quanto à questão de não aceitar a proposta que lhe foi feita, é um direito seu e deve-o contestar. Quanto à viatura de substituição, tem direito à viatura desde dia imediatamente seguinte ao sinistro até ao dia em que recebeu a carta ou email da companhia de seguros a informar que assumo a responsabilidade do sinistro e dá a resolução do mesmo por Perda Total.

    Uma vez que a companhia de seguros não lhe atribuiu a viatura de substituição, vai ter de elaborar um mapa de quilómetros, onde deverá registar todos os quilómetros que fez em ao serviço da sua vida social, laboral, familiar e apresentar esse mapa à companhia de seguros. Para efeitos de cálculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • Olá Senhora Paula Pinheiro, tem direito ao pagamento dos óculos. Quanto ao valor proposto pela companhia de seguros, se a senhora entender que o valor é baixo e que com esse montante não consegue adquirir outro igual, pode pedir uma reanálise do valor proposto e solicitar sua correcção. Pode e deve solicitar o pagamento de um valor referente ao número de quilômetros que fez ao serviço da sua vida pessoal, social, profissional e familiar, através de um mapa de quilómetros, pelo prazo que decorre entre o dia imediatamente seguinte à ocorrência do sinistro até ao dia em que recebeu a carta ou email com a informação da perda total, no caso de a companhia de seguros não lhe ter atribuído uma viatura de substituição. Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    Quanto à questão da apólice, esta finda sempre que ocorre uma Perda Total.

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    Cumprimentos,

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  • Olá Rui Palma Casinha, desde que a oficina reparadora lhe garanta que depois de reparada, a viatura passa numa Inspecção Automóvel B, ou seja, que garante que todos os parâmetros de segurança estão assegurados, pode exigir a reparação da mesma à companhia de seguros. Agora, para o fazer, vai ter de recorrer à ajuda especializada de um advogado.

    Aos olhos da Lei, considera-se Perda Total, quando se verificam as seguintes situações:

    1) O veículo desapareceu ou foi totalmente destruído;

    2) O veículo sofreu danos cuja reparação é materialmente impossível ou tecnicamente não aconselhável, por colocarem em causa as suas condições de segurança;

    3) O valor estimado para a reparação dos danos sofridos, adicionado do valor do salvado, ultrapassa 100% ou 120% do valor venal do veículo, consoante se trate de um veículo com menos ou mais de dois anos, respectivamente.
    Para estes casos, o lesado tem direito a ser indemnizado em dinheiro, no montante correspondente (i) ao valor venal do veículo deduzido o valor do salvado, se o salvado ficar na posse do proprietário; ou (ii) ao valor venal do veículo, se o veículo passar a pertencer à empresa de seguros.

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  • Olá Miguel Paixão, deixe o seu mediador de parte. Normalmente a coisa não corre bem quando são outros a olhar pelos nossos interesses. Tem de informar por escrito à companhia de seguros, que não está vendedor, pelo que o valor a determinar para a sua viatura não é nem pode ser o valor venal.

    Tem de procurar saber junto da oficina se a reparação da viatura é exequível ou não. Ou seja, saber se a sua viatura depois de reparada, pode ser sujeita a uma inspeção automóvel B, esta por sua vez, vai garantir que a reparação a que ela foi sujeita, garante todos os parâmetros de segurança. Deve depois, informar à companhia que a sua pretensão é mandar arranjar a viatura ou que o valor de indenização seja o suficiente para comparar uma outra nas mesmas condições da sua.

    Deve reclamar eventuais danos materiais e corporais, caso os tenha tido. Deve também reclamar uma viatura de substituição pelo prazo que decorre entre o dia imediatamente seguinte à ocorrência do sinistro e a recepção da carta que o informa da perda total. No caso de a companhia de seguros não lhe tiver assegurado uma viatura de substituição, vai ter de fazer uma mapa de quilómetro, onde vai registar a marca e modelo do carro que está a utilizar, independentemente se é seu ou emprestado, registar os quilómetros que fez desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada. No registo desses quilómetros, terá de registar os quilómetros que faz na sua vida pessoal, social, familiar e profissional.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • Olá Sluiz, o valor do seu veículo poderá ser determinado por condição particular da apólice e na falta desta é determinado pelo valor de mercado.
    Quanto à viatura de substituição, independentemente de não ter direito a ela por cobertura de apólice, como se trata de um terceiro lesado tem direito à viatura de substituição. Tem direito a esta desde o dia imediatamente seguinte até ao dia em que a sua viatura fica arranjada. No caso de a companhia de seguros não lhe tiver assegurado uma viatura de substituição, vai ter de fazer uma mapa de quilómetro, onde vai registar a marca e modelo do carro que está a utilizar, independentemente se é seu ou emprestado, registar os quilómetros que fez desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada. No registo desses quilómetros, terá de registar os quilómetros que faz na sua vida pessoal, social, familiar e profissional.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    Também pode alugar uma viatura e apresentar a despesa à companhia de seguros.

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  • Olá Senhor António Júnior, antes de partir para uma situação litigiosa confronte a companhia de seguros com aquilo a que tem direito.
    Sendo terceiro lesado tem direito a ser ressarcido pelos danos corporais e materiais. Tem direito também a uma viatura de substituição e tem direito a esta, desde o dia imediatamente seguinte até ao dia em que a sua viatura fica arranjada ou até ao dia em que a receber a informação por escrito, via carta ou email, de que é perda total.

    No caso de a companhia de seguros não lhe tiver assegurado uma viatura de substituição, vai ter de fazer uma mapa de quilómetro, onde vai registar a marca e modelo do carro que está a utilizar, independentemente se é seu ou emprestado, registar os quilómetros que fez desde o dia seguinte ao sinistro até ao dia da entrega da sua viatura reparada. No registo desses quilómetros, terá de registar os quilómetros que faz na sua vida pessoal, social, familiar e profissional.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    Depois, tem de informar a companhia de seguros que é sua intenção reparar a viatura ou receber uma indemnização suficiente para comprar uma viatura idêntica.

    Caso a companhia não aceda aos seus direitos, vai ter de recorrer à ajuda especializada de um advogado.

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  • Olá Luís Castro, não podemos ceder esse seu pedido.

    Cumprimentos,

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  • Olá Lúcia Simões Costa, quanto ao que a companhia de seguros lhe diz acerca da viatura de substituição, a senhora responde que isso lhe passa completamente ao lado. Isto porque, a companhia de seguros é obrigada por Lei a, ceder uma viatura de substituição de características iguais à que possui, modelo, versão, potência e combustível, desde o dia imediatamente seguinte à ocorrência do sinistro até ao dia em que lhe entregam o carro devidamente reparada.

    Juntamente com o mapa de quilómetros deve munir-se de despesas que habitualmente tem para com a sua viatura, ou seja, comprovativo de pagamento de portagens, parque de estacionamento e combustível e só deverá entregar à companhia de seguros se esta o solicitar. Caso contrário, só deve entregar o mapa de quilómetros acompanhado do pedido de restituição desse montante por via de indemnização. O Decreto de Lei é o que referimos nos diversos comentário e que serve de base para cálculo.

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    Cumprimentos,

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  • Olá Armindo, sim pode.

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  • Boa tarde,

    Estimado Senhor Ricardo, já o notificamos via email. Mas, deixamos aqui a referência ao “CÓDIGO DO DIREITO DE AUTOR E DOS DIREITOS CONEXOS”, que refere no Artigo n.º 173 e que o transcrevemos aqui: “1 – O direito de autor sobre obra publicada, ainda que sem assinatura, em jornal ou publicação periódica pertence ao respectivo titular e só ele pode fazer ou autorizar a reprodução em separado ou em publicação congénere, salvo convenção escrita em
    contrário.
    2 – Sem prejuízo do disposto no número precedente, o proprietário ou editor da publicação pode reproduzir os números em que foram publicadas as contribuições referidas.”

    Cumprimentos,

    A Equipa AO

    Automoveis-Online

  • Olá, senhor Helder Jacob, o seu assunto está colocado de uma forma muito complicada. Pedimos que coloque melhor as informações para podermos ter uma visão mais clara do acontecimento.

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  • Olá Ueslei de Souza Abreu, antes de mais queremos agradecer o seu post. Contudo, o artigo que aqui foi escrito, só tem validade para Portugal Continental e Ilhas. Não tem fundamento para o Brasil.

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  • Olá M Santos, lamentamos não poder ajudar, isto porque, este artigo só serve para Portugal. Não se enquadra na legislação Brasileira.

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  • Olá Bombeiros Lavras, lamentavelmente não o podemos ajudar, porque este artigo é especifico para a legislação portuguesa. Não funciona no Brasil.

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  • Olá Dani Carvalho, antes de mais, deve exigir à Companhia de Seguros, um valor de indemnização para uma viatura de substituição, caso não a tenha tido. Para efeitos de cálculo, pode optar pela indemnização via mapa de quilómetros. Quanto ao valor de reparação, pode recusar a oferta que a companhia de seguros, mas, parece que não é indicado tendo em conta os valores apresentados.

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  • Olá Sónia Paz, através do seu post não conseguimos perceber como é que realmente as coisas aconteceram. Quem é que entrava no parque? Entrava ou saia?

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  • Olá Tini Boy Olegario, o procedimento que adoptou é quase perfeito. Dizemos quase, por sempre nos escapa alguma coisa. A primeira coisa que devia ter feito era ir à sua companhia de seguros dizer que a viatura foi arranjada e que não foi bem arranjada. Se o tivesse feito, a companhia de seguros iria travar o pagamento à oficina e esta, seguramente que iria ter um procedimento diferente consigo.

    Quanto às queixas que pretende agora avançar, parece-nos bem e deveria informar a oficina que tem pretensões de fazer uma denúncia à ASAE.

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  • Olá Ivo Couto, em primeiro lugar, deve à sua companhia de seguros que lhe indique qual a oficina para onde tem de enviar a mota. No caso da companhia do outro interveniente não assumir a responsabilidade, porque o condutor tinha uma taxa de alcoolémia acima do permitido por lei, tem de reclamar ao Fundo de Garantia Automóvel.
    Quanto aos danos corporais, deve juntar todas as despesas e apresenta-las no âmbito desse processo, bem como solicitar as eventuais indemnizações por alguma incapacidade motora que possa vir a sofrer.

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  • Olá AMR, se há a existência de um sinal luminoso semáforo e se o condutor passou, presume-se que o sinal lhe conferia prioridade para avançar. Contudo, seria melhor explicar todos os elementos envolventes com mais pormenor

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  • Olá José, a questão não se prende com a viatura de substituição concretamente, mas sim, com o assegurar da mobilidade que antes do sinistro o lesado tinha. Ou seja, independentemente de a companhia de seguros lhe der ou não a viatura de substituição, o senhor tem direito a apresentar despesas de viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao da ocorrência do sinistro. Por norma, a companhia de seguros atribuiu, nos casos em que não faculta a viatura, o lesado contrata um aluguer e apresenta a despesa dessa viatura à companhia de seguros. Só tem de ter o cuidado de contratar uma viatura com as mesmas características.

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  • Excelente peça, com toda a informação necessária. Obrigado. Vou guardar para eventual consulta.
    Pena é que não tenha relido o texto, antes de publicar, para evitar as inúmeras gralhas que nele se encontram. Também é pena os inúmeros erros de português.
    Mas tudo isso é ofuscado pela excelência da peça.

    • Olá Tekapa23, desde já agradecemos o seu comentário. Se puder indicar esses erros, ficamos muito gratos. Porém informamos que o artigo foi escrito ao abrigo do antigo acordo ortográfico. Mas, é provável que possam ocorrer erros. Mas, obrigado. 😉

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  • Olá Liliana, foi um pouco difícil perceber correctamente o que aqui escreveu. Mas, o seu principal problema, é a forma como conduziu o processo e se deixou conduzir. Um perito foi a sua casa, tirou fotos e pediu para assinar um documento, do qual não tem cópia e provavelmente não sabe do que se trata? É isso que nos está a dizer? Estas questões são muito importantes, porque, só poderá agir, sabendo qual o documento que assinou.

    Primeiro tem de juntar todas as faturas de todas as despesas que resultaram dos efeitos colaterais do sinistro e apresentar à companhia de seguros para que sejam pagos. Se o seu telemóvel tinha um mês, presume-se que tem factura de compra. Assim sendo, só tem que apresentar a fatura à companhia de seguros para que esta o pague. Caso a companhia de seguros entenda repará-lo, então exija um que a companhia lhe indique um posto de assistência técnica e que lhe sejam salvaguardados todos os dados constantes do equipamento, bem como, um equipamento de substituição. Note, tudo tem de ser feito por escrito.

    Note, no caso dos danos corporais, caso os lesados, fiquem com sequelas permanentes, têm direito a indemnizações por invalidez parcial. Mas, para isso, você precisa de registar tudo por escrito e precisa de apresentar na companhia as faturas das despesas médicas e reclamar que o seu estado de saúde, o da sua filha e provavelmente do seu companheiro, se agravou.

    Caso o problema continue sem resposta por parte da companhia de seguros, vai ter de recorrer à ajuda especializada, advogado, que poderá solicitar através da sua apólice de seguro, no apoio jurídico, apresentar queixa no CIMPAS, ASF e nas últimas instâncias, os tribunais.

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  • Olá Dani Carvalho, pode e deve exigir que lhe seja pago uma indemnização pela via do custo por quilómetro, com recurso de um do mapa de quilómetros. Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • Olá Sónia Paz, pela sua descrição, parece-nos que a peritagem ficou condicional e não definitiva. Pelo que deverá informar a companhia de seguros por escrito, que só irá mandar reparar a viatura quando a companhia de seguros lhe der ordem efectivam com a assunção total de responsabilidade e que até lá, está a utilizar uma viatura de substituição. Que no seu caso é um táxi.
    No entanto, chamamos a sua atenção par o facto de a companhia poder declinar o pagamento do táxi e regular-se em termos de indemnização pelo Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.
    Pelo que era mais adequado arranjar uma viatura e fazer um mapa de quilómetros e apresenta-lo à companhia de seguros.

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  • Olá Alexandre Costa, primeira pergunta, não ficou ferido?
    Quanto à sua dúvida, o senhor não tem que aceitar uma eventual proposta de perda total. Desde que, uma oficina o consiga reparar e garantir que o mesmo fica em ordem e garanta todas as questões relacionadas com a segurança.
    Comece desde já por solicitar uma viatura de substituição, pois tem direito a ela desde o dia imediatamente seguinte à ocorrência do sinistro até ao dia em que a oficina lhe entregue o veículo reparado.
    Se teve danos materiais, como óculos partidos, telemóvel, tablets entre outras coisas, reclame-as.
    Para que oficina mandou o carro? Se foi para uma oficina recomendada pela companhia de seguros, saiba que pode sempre depois de conhecer o resultado da peritagem, pedir uma outra peritagem e noutra oficina.

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  • Olá Raffaela Matos, dentro do que nos relatou, só poderia perder a razão neste sinistro, se ficasse provado que a Raffaela circulava com “VELOCIDADE EXCESSIVA”, o que é diferente de “EXCESSO DE VELOCIDADE”. Isto porque, diz que não conseguiu segurar a viatura. Logo, isso poderá ser entendido como uma situação de “Velocidade Excessiva”.
    Contudo, perante a presença de um STOP, dificilmente lhe será retirada a razão.

    A viatura de substituição, deveria ter solicitado de imediato à companhia de seguros, isto porque, tem direito à viatura de substituição a partir do dia seguinte ao dia da ocorrência do sinistro e só terá que entregar a viatura, no dia em que vai levantar o seu automóvel na oficina que reparou a sua viatura.

    No seu caso e como não requereu a viatura de substituição, presumindo que está a utilizar um veículo de um familiar ou amigo, deverá elaborar um mapa de quilómetros, que consiste no registo de todos os quilómetros que faz durante o todo o dia, seja em regime de vida pessoal, profissional, familiar ou social. Juntar as faturas de combustível e apresentar esse mapa à companhia de seguros para que esta pague o valor correspondente.

    Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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  • João Rodrigues

    Boa noite, eu tive um acidente dia 12 de Outubro, fui culpado, dei-me como culpado, veio a policia na mesma, fiz teste do álcool, cujo o resultado foi 0,00 e acho que fiz todos os procedimentos correctamente, tenho seguro contra todos os riscos e foi o meu primeiro acidente, e a decisão da minha companhia de seguros ( Tranquilidade) foi que não iriam assumir quaisquer responsabilidades. Que faço? Tenho a minha mulher grávida e no fim da gravidez e eles prenderam os pés e as mãos, sinto-me indefeso perante uma situação que desconheço.

    PS: Eles não acrescentam sequer nenhum motivo, “não temos motivos suficientes”.

    • Olá João Rodrigues, desde já agradecemos o seu post. Pedimos que partilhe este tópico pelo seu circulo de amigos.

      Relativamente ao seu assunto. precisávamos que nos explicasse melhor o seu acidente de viação. Precisamos de perceber se há alguma possibilidade de a companhia de seguros poder tomar a posição que o João diz ter tomado.

      Contudo, sendo um seguro de danos próprios, a companhia não tem pelo que fugir à responsabilidade. Responda a este post o mais rapidamente possível.
      Obrigado.

      A Equipa AO

  • Olá Andreia Melo, em primeiro lugar, a sua mãe não deve aceitar a primeira proposta que lhe fazem. Depois, se for intenção da sua arranjar a viatura, pode fazê-lo, desde que a oficina garanta que depois de arranjada, a viatura vai cumprir todos os requisitos de segurança a que está obrigado por via da inspecção B que vai ter de fazer.

    A viatura de substituição, a sua mão tem direito a uma viatura de substituição desde o dia seguinte à ocorrência do acidente até ao dia da entrega da indemnização.

    Para efeito de cálculo de indemnização da viatura de substituição, deverá recorrer a um mapa de quilómetros e nele registar todos os quilómetros que a sua mãe faz ao serviço da sua vida profissional, social e familiar. Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    Em termos de indemnizações, leia o nosso artigo –
    Automoveis-Online .

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Marina, independentemente de a conclusão da peritagem ter determinado perda total, a companhia de seguros tem que lhe dar uma viatura de substituição desde o dia imediatamente seguinte ao dia do sinistro até ao dia em que recebe a indemnização.
    No seu caso, a companhia de seguros tem de lhe pagar os 250€ do veículo que alugou e tem direito a ser indemnizada pela via do custo por quilómetro.
    Para isso, deve a Marina apresentar um mapa de quilómetros que realizou, seja com um carro pessoal, segundo carro por exemplo, ou por um carro emprestado.
    Nesse mapa, deverá constar os quilómetros que realizou ao serviço da vida profissional, pessoal, familiar e social. Ou seja, tudo o que fizer, deve registar nesse mapa.

    Depois, para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • Olá Fernando Carneiro, tudo depende das coberturas particulares e especiais da apólice que contratou. Mas, em todo o caso tem que aguardar pela posição da companhia.

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    Cumprimentos,

    A Equipa AO

  • OLá Senhor xYroFox, em primeiro lugar, é muito provável que a companhia de seguros, venha a declinar responsabilidades. Isto porque, se ficar provado que o condutor que causou o sinistro estava sob efeito de álcool, a companhia de seguros irá colocar-se de parte. Tendo que ser o próprio condutor a assumir a responsabilidade de todo o sinistro sozinho.

    No entanto, se isso não aconteceu, a companhia de seguros terá que assumir a responsabilidade pelos danos causados.

    Em primeiro lugar, o senhor já devia ter pedido uma viatura de substituição, desde o dia imediatamente seguinte à ocorrência do sinistro. Caso isso não tenha acontecido, o senhor tem direito a ser indemnizado pelo quilómetro efectuado. Para isso é preciso que faça um mapa de todos os quilómetros que realizou durante esse período. Para efeito de cálculo de indemnização da viatura de substituição, deverá recorrer a um mapa de quilómetros e nele registar todos os quilómetros que a sua mãe faz ao serviço da sua vida profissional, social e familiar. Para efeitos de calculo referente ao custo por quilometro segundo, recorremos ao Decreto-Lei n.º 137/2010 publicado no Diário da República, onde esta determinado que o valor estimado para cada quilómetro é de 0,36€.

    Quanto ao valor da peritagem, não é o perito que determina o valor. Se o valor da reparação for maior que o valor que o perito quer determinar, terá que informar a oficina que não está autorizada a aceitar, por via de a sua viatura não ficar devidamente arranjada e informar a companhia de seguros disso mesmo. Em todo o caso, achamos que deveria recorrer à ajuda especializada de um advogado.